Coisas que Voce Aprende depois dos 40

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Feliz Segunda feira, abençoada semana, Que nada tire o encanto da vida e a importância das coisas simples nesta semana. Deus nos dá todos os dias uma nova oportunidade de recomeçar e fazer o melhor. Quer um conselho? Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. Se de repente aparecer pedras no caminho... não tenha medo, porque sem lutas não existem vitória. Que nada de mau lhe aconteça. Que no dia de hoje você só receba sorrisos.

⁠Que o novo ano nos traga:
SAÚDE em primeiro lugar, para a busca das demais coisas,
AMOR para aquecer o coração,
SAÚDE para leveza da alma,
DEUS para nos guiar , amparar e cuidar.

Feliz novo ano.

- Podemos aceitar que certas coisas nunca ocorreram entre nós?
- Não. Eu não me arrependo de nada.

Fiz coisas na minha vida que não me orgulho. Não posso fingir que não fiz.

Supera meu filho, supera! Porque tem várias coisas que são difíceis nessa vida e sabe o que a gente faz? A gente supera!

⁠Não é justo! Por que nós temos que dizer coisas que não são verdade e fingir ser quem todos querem que sejamos o tempo todo?

Há duas coisas que não tenho sorte, celular e namorada. Celular vive tendo defeito, namorada procurando defeito.

⁠A grandeza leva tempo, Banu Nahida. Muitas vezes, as coisas mais poderosas têm os começos mais humildes.

Como existem algumas coisas que são engraçadas, né? Algumas pessoas querem saber tudo sobre nós. Eu mesmo não sei nada sobre mim, como alguém quer saber tudo?

⁠Coisas assustadoras na escuridão,mas se iluminadas são inofensivas.

Cantar, só, não fazia mal, não era pecado. As estradas cantam. E ele achava muitas coisas bonitas, e tudo era mesmo bonito, como são todas as coisas, nos caminhos do sertão.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)

O poder está no tipo de conhecimento que se tem. De que adianta saber coisas inúteis? Elas não vão nos preparar para o encontro inevitável com o desconhecido.

Tenho de manter a cabeça erguida e ver as coisas de modo corajoso, mas os pensamentos voltam assim mesmo. Não apenas uma vez, mas sempre e sempre.

A gente precisa deixar que as coisas aconteçam. Mas a gente também precisa acontecer para que as coisas aconteçam na gente. Deixar que a felicidade abrace. Que o sorriso adoce. Que o abraço contagie.

Pessoas estúpidas fazem coisas estúpidas,
Pessoas astutas enganam umas as outras.

Políticos ganham eleições prometendo gerenciar bem as coisas que pertencem ao povo.
Políticos ganham salário para gerenciar e fazer obras para o povo que o elegeu.
Quando um político faz festa para anunciar um serviço ou obra,pretende atrair muita atenção para aquele feito, ou quer tirar a atenção e arrumar desculpas pelo que não fez.

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

São as escolhas que ele faz. Não é como começa as coisas, mas como ele decide terminá-las.

O que fizemos no passado, sejam coisas boas ou ruins, um dia voltam pro presente. Por isso; devemos sempre ter cuidado para não machucar ninguém, sejam com palavras ou ações. Pois tudo o que semeamos, um dia colheremos!🌾🌿🌼🌻🍀

As vezes precisamos passar por momentos difíceis para voltarmos a dar valor a coisas que um dia acreditamos, mas que com o tempo e as situações esquecemos o tanto que são importantes!