Coisas que Voce Aprende depois dos 40

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Serei sempre um sorriso depois de um choro.

Aquele era um mundo em que uma garotinha podia voltar andando para casa sozinha, mesmo depois de escurecer, e se sentir segura.

O mal
Faça um teste consigo mesmo escreva tudo pensas e tudo que fales do alheio;
depois tente digerir pra si mesmo seus pensamentos e suas palavras ,observe
se eles e elas as palavras te nutrem para que melhores ou te envenene ao
ponto que dissemine o mal.

Depois de muito tempo
Agora eu entendo
Que minha busca por entendimento
Talvez não tenha fim
Ao não ser que eu admita para mim
Que já ouvi muito
Sobre quem somos e porque estamos aqui

Quando novo tinha medo do desconhecido depois de velho tenho medo do que sei

⁠Não aprisione nenhuma dor...
Pois ela não te pertence
Só te visitou para te ensinar
e depois partir
Mas você não deixou ir
E ela vive presa em ti.
Ivânia D.Farias

⁠Eu quero tanto dizer
Te amo !!
Mas só lembro depois
que já parti...

⁠Ontem a noite antes de dormir, lembrei do seu "te amo " e depois chorei,por tê-lo feito partir.

⁠Quando a gente parar para escutar, depois analisar, entender e respeitar antes de julgar e xingar, estaremos prontos para conversar sem o risco de perder a amizade e continuar seguindo a vida feliz, independente de estar certo ou errado seguiremos em paz

⁠Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.

⁠Sofre quem deixa para depois. Mais ainda quem deixa o tempo passar na esperança de poder dizer: "eu tentei, mas não deu tempo!".

⁠Se for preto atiram e depois perguntam o nome
Morre sem registro, sem nenhum valor
Rende a homenagem do soldado
Tudo que custou, a operação, toda munição
E a dor da mãe, capital de giro do Estado

⁠Não quero alguém para dividir a cama e depois ir embora, quero alguém para compartilhar o porta-escova de dentes, subtrair a solidão e multiplicar os bons momentos.

⁠Ame
com todas tuas forças
e depois de exaurido(a)
dispõe-te novamente
a amar.

Grandes conquistas acontecem depois de uma queda. Crie coragem e levante com sede de vitória!

Saudade… amor que não deixou de florescer depois da despedida...
Saudade... amor que se eternizou em mim para continuar vivendo.

Lidere-se primeiro depois poderá liderar outras pessoas

A gente paga um alto preço pela sinceridade, mas pelo menos a consciência não devolve troco depois.

Depois que a imagem passou a ser a coisa mais importante na sociedade tudo ficou meio estranho e artificial. O ser humano passou a ter menos conteúdo e mais selfie e até a comida passou a ser mais bonita, porém nutri menos, daí o consumo absurdo de complementos, além de estar ao alcance de menos gente, afinal, a maioria sente fome, mesmo, no dia a dia, é pelo estômago e não pelos olhos, bem como não têm dinheiro para substituir a sua nutrição natural com a comida na mesa pelas vitaminas de laboratório, pois esta maioria ainda é adepta ao arroz com feijão e não ao prato decorado para ser fotografado e elaborado cheio de técnicas para vencer concurso culinário e distanciar cada vez mais as pessoas uma das outras com esta contribuição descabida ao glamuralizar o que é vital para qualquer ser humano.
Ah, e o cérebro que está cada vez mais se tornando um sedentário de tanto que vive em isolamento intelectual e o único exercício que estamos permitimos que ele faça é sair da caixa craniana para malhar nas redes sociais de máscara, claro, para não correr o risco de se contaminar com a veracidade e/ou coerência diante de uma informação que nos desagrade ou nos obrigue a repensar valores.
Depois que a imagem passou a ser a coisa mais importante na sociedade, até a morte passou a ganhar holofotes com status de celebridade e a vida passou a ser uma LIVE e está compactada em um Book de filtros cumplices de uma falsa beleza, tendo os seus personagens uma realidade de solidão íntima ilustrada no seu comportamento exibicionista o que está transformando a espécie, notoriamente, em um permanente paciente de divã.

Um dia... seremos apenas uma imagem, numa bonita moldura, em cima do móvel de alguém. Depois, nem isso.

In "Claustrofobia" (2016)