Coisas que Ficam para Tras
Não adianta você fazer o que qualquer um faria.
Não adianta tentar me impressionar com coisas que qualquer uma se impressionaria.
Não sou melhor que ninguém,
mas não sou nenhuma delas.
Eu não sou qualquer uma delas.
E se você não entender isso, eu sinto muito, mas não seremos qualquer, nenhum(a) ou mesmo algum(a) na vida um do outro.
Uma das coisas que aprendi na estrada é que as chuvas são iguais às nossas lutas. Algumas exigem que você pare e espere, outras que você as enfrente, e saia, inclusive, bem à frente. Mas ambas passam. Mais cedo ou mais tarde, passam.
Eu escrevo coisas que entendo e que não entendo, não por querer entendê-las, mas, simplesmente, por escrever…
Eu escrevo sobre papéis amassados, rasurados, estampados, lisos, rasgados, inteiros, infantilizados, envelhecidos, perdidos, vazios, em branco...
Eu escrevo sobre histórias invertidas, marginalizadas, desnudas, alheias, próprias, divididas, secretas, perigosas, ingênuas...
Eu escrevo sobre as delícias da vida, do ser humano, do amor, da amizade, da felicidade, da solidariedade, da saudade, do perdão, do recomeço...
Eu escrevo sobre a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo sobre o que pode nos tornar a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo de forma veloz, porque minhas palavras não esperam o virar da página...
Eu escrevo livre...
No papel cabe o universo, os sentimentos, minhas impressões de mundo, ainda que transitórias...
Eu escrevo livre...
A verdade estampada, camuflada, a mentira romanceada, impudica....
Eu escrevo livre...
Eu não escrevo para que me entendam, eu escrevo, despretensiosamente, por escrever....
Eu escrevo livre...
O seu topo é solitário porque, dentre outras coisas, você subiu a montanha fingindo dar a mão às pessoas que confiavam em você, mas só com a intenção de derrubá-las do caminho.
Há duas caixas: em uma tem a luva direita e na outra é óbvio que vai encontrar mais de mil coisas, menos a luva esquerda.
“Nem tudo que fazemos tem a reação que queremos.”
“Quando você procura algo, é certo que no caminho encontrará varias outras coisas tão interessantes quanto o que procurava.”
“Como pode um coração tão pequeno guardar tantas coisas, no meio dessa bagunça, os sentimentos organizam tudo e selecionam só o que quero, hoje quero só me lembrar do que me faz feliz.”
"Se os humanos não usam 100% de seus cérebros, como podem estar certos nas coisas que fazem e dizem?"
