Coisas Novas

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Não é tristeza, não é nada.
É que as vezes a gente cansa sabe?
cansa das pessoas, das coisas.
cansa de tudo.

Esperar pelo tempo das coisas é um aprendizado necessário. O rio tem o seu remanso. Quando apressado ele faz desastres!

Metamorfose
Mutação
Vida pulsando
Transformação

Estou em processo
Há coisas a aprender
e há coisas a reprogramar.
Há coisas que sou,
e não quero ser.
Há coisas que ainda não sou,
e quero ser.
Há coisas que sou,
e ainda não sei,
mas estou buscando saber.

Estou em construção.
Mas já estive em demolição.

Uma hora ou outra o destino se ajeita, as coisas se acertam, o passado é esquecido, as dores cicatrizam. Quem tem que ficar fica, o que é verdadeiro permanece, e o que não é some. Não tenha pressa, não guarde mágoas, não queira pouco... Sempre queira o melhor. Espere na sua. Aprenda a ser paciente. Aprenda a ouvir uma boa música quando a tristeza bater. Aprenda a ignorar o que te faz mal. Aprenda, sobretudo a ter fé. Fé de que, por mais difícil que seja, o universo sempre irá conspirar a seu favor.

Fantasmas não existem. Isso são só uma daquelas coisas que o adultos inventaram para botar medo nas crianças, como o lobisomem, o monstro do armário, o Michael Jackson.

Quando você termina um relacionamento e volta, aquelas pequenas coisas que te incomodavam antes voltam a te incomodar 12 vezes mais forte.

O significado das coisas não está nas coisas em si, mas sim em nossa atitude com relação a elas.

A coisas lindas na vida, poesias, sonhos, você:
Poesia não entendo!
Sonhos não compreendo!
Mas sei que amo você!

Às vezes eu digo e faço coisas sem pensar. As pessoas não gostam disso. Elas gostam de rótulos. De te colocar numa caixa. Querem que você seja quem elas querem que seja. Não gostam do complicado, nem do diferente.

É que as vezes coisas ruins acontecem com pessoas boas

"Quem nós somos e quem precisamos ser para sobreviver, são coisas bem diferentes."

Essa morte constante das coisas é o que mais dói.

E, no meio de tantas mudanças, muitas rupturas. Algumas coisas foram encaminhadas pro novo destino, outras se perderam irremediavelmente. O que sobrou posso contar nos dedos, antes eu mal conseguia fechar as gavetas_ tão abarrotadas de coisas, pessoas, lembranças. Mas o que houve afinal, além de um processo íntimo, pessoal, intransferível? Uma mudança externa também, porque há sempre um desconforto em quem se acostuma com o nosso comportamento mais antigo. E além de lidar com o luto da morte do que éramos, ainda o estranhamento dos que não aceitam o que nos tornamos. Porque mudam os gostos, a disposição e os planos. E alguns reagem como se você os tivesse abandonado no meio de uma viagem a dois por outro continente, quando só você sabia falar a língua local mesmo que os impedisse de aprender o idioma .

E, no meio de tantas mudanças, algumas desavenças. Só porque aqueles mesmos não entendem, não entendem, não entendem, porque não querem aceitar, que tudo é tão dinâmico e que nem deve ter sido tão brusca essa mudança, mas que a coisa maturou durante um tempo em que só queriam que você se envolvesse numa história DELES, que se misturasse nas emoções DELES, que traduzisse o mais íntimo DELES. E, ao mesmo tempo, você estava amadurecendo uma mudança sua e a coisa toda doía, doía. Mas eles não perceberam. Porque a demanda sobre a vaidade deles era grande demais, importante demais, imprescindível demais pra sua poesia.

E, de repente, a minha poesia não queria falar mais sobre nada disso. Minha poesia queria ser uma carta anônima, um silêncio, uma brincadeira. Minha poesia não queria ser nada além de uma frase jogada do mais íntimo de uma iluminação sobre um determinado assunto.

Porque, no final das contas, o que escrevo nem é poesia... é prosa, é carta, é desabafo, é qualquer coisa. É um bilhete manuscrito pregado no espelho só pra desejar “Bom Dia!

Reciprocidade. É isso que faz as coisas darem certo. Na atenção, no carinho, na lembrança, no amor.

Deixar ir, não significa desistir, mas sim aceitar que há coisas que não podem ser

Quantos anos tenho?

Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.

Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança.

Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada. E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.

Quantos anos tenho? Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas… valem muito mais que isso

O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta? O que importa é a idade que sinto.

Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos. Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios.

Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto.

Desconhecido

Nota: O texto costuma ser erroneamente atribuído a José Saramago. A própria Fundação José Saramago já confirmou que não pertence ao autor.

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Para que ter pressa se as melhores coisas da vida são feitas bem devagarinho?

"O álcool é um veneno, mas tem certas coisas dentro de mim que eu preciso matar."

A vontade de humor – a tentativa de enxergar as coisas numa perspectiva engraçada – constitui um truque útil para a arte de viver.

Nós fortalecemos tudo aquilo que combatemos, enquanto todas as coisas a que resistimos persistem.