Coisas Novas
O estado de espírito livre e desbravador das gerações mais novas foi e será sempre inerente à vida humana.
Justificável, pois, o homem é um ser pensante e de acção.
Estamos aos trinta e sete dias de quarentena.
O sol brilha nos céus, terras e mares anunciando um novo tempo, uma nova era especialmente, uma nova configuração humana a qual se ajoelha para orar e clamar a misericórdia divina e Deus no Seu agir anuncia por meio da natureza que a Sua fidelidade será eterna aos seus filhos amados.
Portanto meus caríssimos, oremos pelas boas novas as quais já despontam anunciando o retorno ao trabalho, a vida, o sustento de cada dia e a esperança renasce em cada um de nós na certeza de que o nosso Redentor cuidou e cuidará de toda essa fase tão difícil.
Vamos nos apropriar das bênçãos de Deus profetizando a cura e a libertação do Brasil e do mundo inteiro. Amém🙏
Deus te abençoe e te guarde hoje e sempre🙏
Que liberdade é esta que algumas pessoas julgam tanto possuir, se elas mesmas não podem submeter-se ao risco de buscar novas experiências? Será que NÃO vale a pena?
É estressante criar conversas, se dispor a conhecer e entender outra pessoa, acreditar, sonhar e buscar realizar sonhos que já podiam ter sido realizados.
Cansa demais se jogar na vida de quem não busca viver nada, se jogar nesse nada, se perder nesse vácuo dilacera as almas compactas e corações repletos de esperança com o mais frio e forte impacto do vazio de um oceano seco.
Todo missionário tem que estar preparado a imergir na cultura, para depois anunciar as boas novas do reino.
O evangelho não precisa de nada. Pois, já são as boas novas do Rei. Mas, outrossim, que precisam do evangelho, são alguns que mentem declarando serem evangélicos.
A internet usa também este modelo - laboratório de sonhos das loterias. Na mesma vertente, questiono-me sobre a televisão e os meios de comunicação. As pessoas usam os meios porque elas querem se alienar.
Defendo a ideia de que o que leva a alienação coletiva de uma nação é o medo da exclusão de cada indivíduo que forma esta nação. Os meios de comunicação, como rádio, televisão, internet, ou de arte, como música, dança, cinema e o próprio esporte, como o futebol, são catarses. São
instrumentos que proporcionam algum prazer na vida. Não só no Brasil: hoje o futebol é paixão na Inglaterra, na Espanha e na Itália.
Em várias partes do mundo e por vários motivos as pessoas procuram entrar em processos de catarse, uma vez que os desenvolvimentos humanos, sociais e políticos não acompanharam o desenvolvimento técnico-científico. Por isto também temos tantos gurus contemporâneos e as pessoas
acreditam em fadas, em anjos, em duendes, porque o desenvolvimento técnico
e industrial não conseguiu tampar os buracos de ordem afetiva e emocional.
O ser humano se desenvolveu muito tecnologicamente e cientificamente, e pouco abriu-se para as questões da essência humana, do seu eu e do seu ego, descobriu menos sobre sua mente e seu comportamento psicológico do que sobre computadores, e quanto mais ele se aproxima do computador como seu alter-ego, mais seu espelho interior fica embaçado.
Lembremos, por exemplo, que a crise da Bolsa de Valores (1929) de Nova Iorque, não foi somente uma crise financeira, mas uma crise emocional mundial, como quando o governo Collor tirou o dinheiro da
poupança das pessoas no Brasil; foi uma crise emocional coletiva e nacional.
Teve gente morrendo mais do coração pela emoção do que pela falta do dinheiro propriamente dito.
Defendo que o povo brasileiro não é ignorante por gostar de futebol e carnaval, mas por outros motivos, pela falta de alfabetização, de
escolaridade, de respeito aos direitos humanos.
Os alemães cometeram a maior catarse alienatória da história. Quiseram eliminar as diferenças culturais pasteurizando o mundo numa raça só e numa cultura só. A globalização quer eliminar as diferenças aniquilando as comunidades que resistem a sua uniformização e os países periféricos pela falta de modernização tecnológica.
Assim como os americanos têm o blues e o jazz e o baiseboll, os ingleses o rugby, nós temos futebol e carnaval. É formação cultural e não alienação.
Grande preconceito aqui no Brasil é dizer que intelectual não possa gostar de time de futebol e de escola de samba, como se fosse reduzir sua maneira de pensar e a sua formação cultural. Pelo contrário, isto tenderia a enriquecer a qualidade e quantidade das informações, tornando-os apreciadores da nossa própria cultura e não colaborando com o seu esvaziamento.
