Coisas Novas
Eu só quero que você me prometa duas coisas: se eu me apaixonar por você, você vai me corresponder, e se eu não me apaixonar por você, vai me deixar em paz!
Eu estou sentindo urgências de coisas que no fundo eu sei, só acontecem no tempo certo. Mas é isso que estou sentindo. Hoje!
O meu amor resiste à tudo.
Exceto à coisas que você NÃO é obrigado a fazer e NÃO faz, e ao que você NÃO é obrigado a ser e NÃO é!
Na grande maioria das vezes, eu cumpro o que falo.
Idem, para as coisas que eu não abro a boca para falar, mas penso!
Eu só queria esquecer algumas coisas com mesma rapidez com que eu me esqueço de uma panela de leite fervendo no fogão! Pois é.
Infelizmente não sorrimos para e das mesmas coisas.
E eu sinto muito, mas esse é o maior sinal de que o nosso relacionamento talvez não tenha mesmo mais graça...
Tem gente que é assim: pensa e realiza coisas boas. Outros pensam e destroem-nas. E eu tenho pena dos minutos, horas, dias, dos anos, enfim, da vida dos segundos.
Não adianta você fazer o que qualquer um faria.
Não adianta tentar me impressionar com coisas que qualquer uma se impressionaria.
Não sou melhor que ninguém,
mas não sou nenhuma delas.
Eu não sou qualquer uma delas.
E se você não entender isso, eu sinto muito, mas não seremos qualquer, nenhum(a) ou mesmo algum(a) na vida um do outro.
Uma das coisas que aprendi na estrada é que as chuvas são iguais às nossas lutas. Algumas exigem que você pare e espere, outras que você as enfrente, e saia, inclusive, bem à frente. Mas ambas passam. Mais cedo ou mais tarde, passam.
Eu escrevo coisas que entendo e que não entendo, não por querer entendê-las, mas, simplesmente, por escrever…
Eu escrevo sobre papéis amassados, rasurados, estampados, lisos, rasgados, inteiros, infantilizados, envelhecidos, perdidos, vazios, em branco...
Eu escrevo sobre histórias invertidas, marginalizadas, desnudas, alheias, próprias, divididas, secretas, perigosas, ingênuas...
Eu escrevo sobre as delícias da vida, do ser humano, do amor, da amizade, da felicidade, da solidariedade, da saudade, do perdão, do recomeço...
Eu escrevo sobre a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo sobre o que pode nos tornar a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo de forma veloz, porque minhas palavras não esperam o virar da página...
Eu escrevo livre...
No papel cabe o universo, os sentimentos, minhas impressões de mundo, ainda que transitórias...
Eu escrevo livre...
A verdade estampada, camuflada, a mentira romanceada, impudica....
Eu escrevo livre...
Eu não escrevo para que me entendam, eu escrevo, despretensiosamente, por escrever....
Eu escrevo livre...
O seu topo é solitário porque, dentre outras coisas, você subiu a montanha fingindo dar a mão às pessoas que confiavam em você, mas só com a intenção de derrubá-las do caminho.
