Coisas Novas
– Deixe-me adivinhar. Ele virou um bebê?
– Entre outras coisas, sim. O que faz aqui?
– Esse é o Paradoxo EPR. Em vez de forçar o Lang pelo tempo, podem ter forçado o tempo pelo Lang. É complicado e perigoso. Não avisaram para não fazer?
– Você avisou.
– Avisei? Graças a Deus estou aqui.
(Diálogo entre Capitão América e Homem de Ferro)
Casa de vó é um monte de coisas mas principalmente um recanto de saudades, de saber que ali o tempo é escasso e passa depressa, de entender que nesse refúgio os momentos devem ser sugados até a última gota, porque a lembrança do quintal, do alpendre florido de orquídeas e da TV sintonizada nos canais tradicionais é muito passageira, ainda que eterna...
"Deus criou coisas dotadas de livre-arbítrio: criaturas que podem fazer tanto o bem quanto o mal. Alguns pensam que podem conceber uma criatura que, mesmo desfrutando da liberdade, não tivesse possibilidade de fazer o mal. Eu não consigo. Se uma coisa é livre para o bem, é livre também para o mal. E o que tornou possível a existência do mal foi o livre-arbítrio. Por que, então, Deus o concedeu? Porque o livre-arbítrio, apesar de possibilitar a maldade, é também aquilo que torna possível qualquer tipo de amor, bondade e alegria. Um mundo feito de autômatos — criaturas que funcionassem como máquinas - não valeria a pena ser criado. A felicidade que Deus quis para suas criaturas mais elevadas é a felicidade de estar, de forma livre e voluntária, unidas a ele e aos demais seres num êxtase de amor e deleite ao qual os maiores arroubos de paixão terrena entre um homem e uma mulher não se comparam. Por isso, essas criaturas têm de ser livres." - C. S. Lewis
A característica do homem absurdo é não acreditar no sentido profundo das coisas. Ele percorre, armazena e queima os rostos calorosos ou maravilhados. O tempo caminha com ele. O homem absurdo é aquele que não se separa do tempo.
(...) hoje só quero ver as coisas belas
do simples,a pureza do amor, a alegria
do inesperado, quero sentir o passar
do vento levando embora toda dor.
que haja mais amor nas pequenas coisas
que haja paz no dia a dia, que a esperança
nunca morre, que a felicidade seja alcançada.
Não faça as coisas esperando reconhecimento ou gratidão. Isso traz frustrações. E frustração é uma forma de sentir dor.
Não vou mentir. Existem coisas das quais não me orgulho de ter feito, mas isso não quer dizer que não faria de novo.
Às vezes me pego olhando fixamente para a sua foto na esperança de que as coisas mudem aqui dentro. Queria ter um medidor dentro do peito, uma espécie de amordômetro, que a cada vez que eu esbarrasse com algo seu, sinalizasse em que nível está o meu amor. Algo que me desse a esperança não de que um dia isso passará, porque eu sei que vai, mas a de que já está passando, que falta pouco para que eu me liberte e te olhe sem parecer ter passado óleo nos olhos, com o coração sossegado, sem a urgência de querer habitar o seu mundo.
Uma das coisas mais bonitas e difíceis de ser mãe é olhar para os rebentos como outros, e não como extensão de si, e respeitar as diferenças a ponto de amá-las.
Não brinque comigo com certas coisas.
Você sabe que se eu apelar, quem vai ter que vestir a roupa e ir embora, é você!
Tudo que há no Universo acha-se em perfeita harmonia. Só há desarmonia para quem vê as coisas superficialmente - é um erro de ponto de vista.
Deve haver alguma coisa nos livros, coisas que não podemos imaginar, para levar uma mulher a ficar numa casa em chamas; tem de haver alguma coisa. Ninguém se mata assim a troco de nada.
Quando realizamos as coisas sem nos concentrarmos nelas, imediatamente diminuímos nossa força para fazer o trabalho e fazê-lo bem.
É estranha a ilusão de que a beleza é o único bem total!
Se uma mulher bonita diz coisas estúpidas, escutamo-la e, longe de a acharmos estúpida, consideramo-la um espírito brilhante. Ela não faz nem diz senão disparates, mas nós achamo-la encantadora. E, quando não diz nem faz senão parvoíces, desde que seja bonita, persuadimo-nos de que ela é estupendamente inteligente e de uma estranha moralidade.
(Sonata a Kreutzer)
Ensinemos aos outros como se não o fizéssemos, apresentando coisas desconhecidas como apenas esquecidas.
Fácil imaginar as coisas que tenho a sussurrar em seus ouvidos dizendo de diferentes maneiras como você é linda
