Frases sobre coerência
Superávit de inteligência,
Descreveu não leu é porque não viu,
Déficit de coerência,
Justapostos ao regime que os pariu.
Partindo do pressuposto que o destino final é a coerência, talvez seja necessário cortar expectativas e reunir uma excepcional bagagem para seguir em frente
todos os ventos se entrelaçam e buscam entre si o redimir, tão excluso quanto as formas cinematográficas das ondas que são etéreas ou vagas, tanto quanto mais se fundem na praia
ao amanhecer da vida, toda estrela brilha e os olhos que vêem esperanças são difusos, contrários à escravidão.
resta pensar em liberdade, quando o vento bater de frente, acariciando o futuro, deixando pra trás o frescor dos dias, sinuosos, mas evidente de que é para lá que se vai..
resta decidir como...
A coerência é a displicência dos idiotas e a virtude dos arrogantes deixando transparecer o mau caráter e indolência das falsas pessoas;
A injusta decepção vem à tona quando a covardia de quem lhe recebe com sorrisos entre os dentes se mostra com atitudes nada honradas;
As atitudes ingratas fica por conta das escolhas mau vividas quando se pensa que a vida se faz como em um verso, porém verso de verdade nasce da seriedade;
Quem pratica o bem se identificam, porque convivem com as mesmas essências, a ética, a coerência, a integridade, a lisura e a probidade.
O calvinismo é um atentado ao Evangelho da Graça, a ortodoxia, a razão, a coerência e a inteligência!
Ninguém deve esperar coerência e honestidade de calvinistas, pois seria esperar muito dessa gente. Calvinistas estão mais preocupados em salvar sua doutrina heterodoxa do que deixar a Bíblia falar. Assim, para o calvinista, se a sua doutrina não se ajusta a Bíblia, eles vão fazer o possível e o impossível para que a Bíblia se ajuste a sua doutrina heterodoxa.
O calvinista sempre tentará harmonizar as contradições da sua doutrina heterodoxa com a coerência das Escrituras.
Ter coerência.
Saber, o significado das palavras.
Primeiro aprender.
Para depois ensinar.
Quem fala, com sabedoria:
É um construtor, é frutífero.
Quem diz, sem conhecimento:
É um destruidor, é infrutífero.
A coerência do voto cristão é confirmada por uma consciência pura, honesta e confiante, porque sabe que antes ele já foi eleito por Deus.
Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.
Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.
Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.
Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.
E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.
