Citações sobre a Vida

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Cadê a vida, que tanto almeja ser vivida?
Cadê o viver, que perdido foi na lida?
Cá dê toda sua força para a vivência, pautando seus passos numa boa e sã consciência, no precípuo sentimento que o dever cumpriu, viveu bem seus dias, na mais perfeita paz e alegria, até o dia de sucumbir, encerrar sua carreira vivida e deste plano então partir.

Inserida por Claudiokoda

A vida nos trás reflexões, as vidas seus corações, e o viver constantes emoções.

Inserida por Claudiokoda

Viver, ouvir e ver, lutar e vencer. Vida em ação, rios que correm no ser, a jorrar em plural direção, impelido pelo emanador da vida, o coração.

Inserida por Claudiokoda

Viver a vida é viajar numa desconhecida estrada, e seguimos sem saber quando haveremos de cessar essa jornada.

Inserida por Claudiokoda

O viver é uma incógnita, não sabemos o que vem adiante, mas desvendando a cada instante.

Inserida por Claudiokoda

A vida é bela, todos poderiam viver sua beleza, mas a ganância de poucos é a desgraça de muitas vidas.

Inserida por Claudiokoda

Viver a vida com disposição, saber ser brisa em dado momento, e outrora ser furação.

Inserida por Claudiokoda

É certo que uns nem chegam a viver, outros nascem e nem vivem, e os demais, ainda que vivam, certamente hão de encarar a morte. Tudo se desdobra em diferentes lapsos temporais, uns vivem pouco, outros vivem mais, de certo que insta existir a diferença do logos, tamanha diferença é insignificante perante a eternidade. Viver ou não viver, haverá o tão chegado infinito, além do entendimento humano, surpresas nos esperam.

Inserida por Claudiokoda

Vidas sem valor;
Sem valer;
Tanto faz viver;
Desprezo algoz;
Desdém pela dor;
Vidas a sofrer;
Quem insta por nós?
Queremos viver!
Vida!!!

Inserida por Claudiokoda

Para ser feliz e grato pela sua vida aqui na Terra, você precisa tentar viver sempre o agora, o momento presente. Pois, quando vivemos no passado, algo que não podemos mudar, caímos em depressão. E quando vivemos no futuro, algo que ainda não aconteceu e não sabemos se ocorrerá da forma que gostaríamos, ficamos ansiosos, agitados e sem paciência. Por isso, viva o agora com gratidão e amor, pois é no presente que você define o momento de sorrir ou chorar.

Inserida por douglas-mosken

⁠A vida é curta demais para viver preso às correntes da opinião alheia. Liberte-se!

Inserida por wwrazvithbhelkat

O sentido da vida é viver a vida sem sentido.

Inserida por Darcyvo

⁠A vida é curta, e desperdiçá-la com arrependimentos é negar a si mesmo a alegria de viver plenamente.

Inserida por verdadeiramente

⁠Só os pessimistas aprenderam a viver.

Inserida por Liandi

Enxerga além das dificuldades todo aquele que reconhece sua grandeza diante da vontade de bem viver e sua pequenez diante dos mistérios que envolvem a vida.

Inserida por ALISON2

É ⁠preciso viver, sentir e sofrer para ver as coisas acontecer.

Inserida por filhologico

⁠⁠A gente passa a vida toda correndo atrás das coisas da vida. E esquece de viver a vida das coisas.
(Nepom Ridna)

Inserida por ridnaruJ

⁠⁠as pessoas não encaram a realidade por que isso destrói suas ilusões e mais fácil Viver a ilusão utópica do que a triste e sombria vida real

Inserida por O-Modder

⁠"Viver Custa"



Nunca suficiente
As vezes condizente

O custo pode ser alto
O susto pode ser palco

De que vale aprender a voar
Se te preparam pra tombar?

A paz me abandonou há muito
Não posso culpar
Ou até mesmo sonhar

Tantas perturbações
Emaranhadas em emocões

Descanso é luxo
Repouso é tortura

Lamentos
Batimentos
Sentimentos

Tão vivida, mas ausente
Tão distante e tão quente

Como insiste em ficar
Se escolhe me deixar

Várias opções
Infindáveis escolhas

Tão pouco pra apostar
Ainda, tudo a perder

Como sobreviver?
Como existir?

Se der para entender
Que seja antes de sofrer
Que viver custa
Mas não paga.

Inserida por sHM

Conto da vida real - 1

Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.

Inserida por MariadaPenhaBoina