Citações sobre Brincadeiras
"Eu gosto das coisas mais bobas, das brincadeiras mais sem graça, dos sorrisos fora de hora, de ser simples e feliz."
-Aline Lopes
tô com saudade dos seus conselhos, tô com saudade das suas brincadeiras, tô com saudade mais ainda do seu sorriso e sua risada!!!
Sorria!
Você sorria quando era novo
Das brincadeiras que fazia
Das novidades que descobria
Cada dia mais, você sorria
Você sorri quando pensa de novo
Começa a planejar os seus sonhos
Pensa que vai melhorar um pouco
Levanta mais forte de outro tombo
Você sorri quando faz o novo
Quando então encanta a todos
Uma ideia genial, nada igual
O mundo é só seu, é do povo
Você sorri agora de novo
Aquele sorriso verdadeiro
Dispensando as palavras
Que beleza a sua cara!
Eles riem da sua cara
E você não tá nem aí
De tudo o que já vivi
Muito mesmo eu sorri
Sorria!
Você está sendo filmado!
Sorria!
Como um feliz apaixonado!
"Meu amor chegou... Cheio de risos e brincadeiras... Estar ao seu lado me faz tão bem... Te quero sempre por perto meu bem".
❤️💙
Juruti velho
Vila de cantos e encantos,
De brincadeiras sem cessar...
Os teus filhos que estão longe,
Esperam janeiro chegar
Vila de gente simples,
Mas de rica sabedoria popular!
Ah, se todos soubessem,
Como é bom te amar
Terra da mandioca, da pajiroba,
e do famoso mucajá...
De nossa Senhora da Saúde,
Que está sempre a nos abençoar.
Tens praias de areia branquinha,
e águas límpidas feito cristal!
Que preenchem os igapós, igarapés...
És, o teu cartão postal
Tua mata é a nossa esperança!
Quero te ver brilhar...
Pois um dia, eu sei:
Que todos irão te saudar!
Teus filhos de ti, têm orgulho,
E sonham em te ver prosperar!
Pois um paraíso assim, na terra,
é difícil de encontrar!
Apenas Criança
Pés descalços que sentiam o chão,
Brincadeiras de meninos, meninas e a pureza na mão.
A rua era o nosso reino, o lazer sem fim,
Onde a imaginação brotava como flor no jardim.
Lá, o nada virava tudo, o simples era invenção,
Brinquedos ganhavam forma no centro do coração.
Ganhar um presente era luxo, raridade de um dia,
No aniversário, a caixa aberta era pura euforia.
Vestíamos histórias em roupas de outros carnavais,
Passadas de mão em mão, heranças dos nossos pais.
Mas quando o tecido era novo, guardado com devoção,
Era para os momentos solenes, de grande celebração.
Lembro dos vestidos rodados, rendas e babados ao vento,
Costurados pela mãe, com carinho e sentimento.
Cabelos esvoaçantes, laços presos com cuidado,
Enquanto o joelho trazia o selo do tombo levado.
Marcas de bicicleta, do carrinho de rolimã na ladeira,
Cicatrizes de uma infância vivida inteira.
As pétalas de rosas eram unhas de rainha,
E o lençol no corpo, a mais nobre baianinha.
Eu descia a escada, princesa em meu castelo de pano,
Vivendo mil vidas num só dia, num só plano.
Tinha a amiga imaginária, segredo só meu,
E o cachorro fiel, o protetor que Deus me deu.
Ser criança era assim: um mundo criado do nada,
Onde a felicidade morava na estrada.
(Inspirado nas memórias de Roseli Ribeiro)
Pergunte o que quiser
Lembranças de um tempo bom que não volta mais. Não volta, os risos brincadeiras, aquele aperto de mãos, aquelas buzinadas na BR, aqueles bons bate-papos quando nos encontrávamos. Agora tudo o que sinto é saudade. Jamais esquecerei cada momento da nossa convivência.
Andressa
Brincalhona em brincadeiras
Descoladas mesmo.
Brinca sem se preocupar
Com a modalidade ou técnica utilizada.
De nenhuma maneira histérica,
Não detém a histeria como característica.
Sobre tudo agradável,
Carinhosa, cuidadosa, precavida.
Não alimenta afinidade com cálculos,
Proporções ou raciocínio-lógico.
Alimenta uma facilidade indiscutível
Para convivência,
Motiva com um efêmero toque
Que a tudo envolve.
Duvido que os prodígios
Da ciência matemática,
Resolveriam seus problemas,
Melhor do que ela os resolve.
Pois ela resolve !
Havia um tempo onde o tempo não existia somente sorrisos inocentes
Gargalhadas e brincadeiras nada incomodava nem impedia a diversão todos os dias com sol com chuva o tempo de criança tempo bom parecia que seria assim por toda a vida Inocência fantasias muita imaginação não havia diferença entre o dia e a noite brincar se divertir coisas de criança
A vida era tão simples
Não precisava de tanto
Mesmo o pouco era muito pra quem
Sabia viver correndo e sorrindo
Pelos caminhos da vida
Como se fosse brincar de viver...
Brincando de viver
Aprenda com a natureza
Amar como amam as araras azuis que amam por toda vida em brincadeiras e afetos
sempre juntas
O amor é natural Como a natureza
em simplicidade e beleza
é sempre amor.
O carnaval é quatro dias
de brincadeiras e alegrias
vamos pular vamos brincar
Até o dia clarear
.
Saúde e alegria
Vamos pular quatro noites
E quatro dias
Saúde e alegria
Vamos brincar quatro noites
E quatro dias...
Vivo cansado do desdenho repassado pelas brincadeiras sinceras das pessoas
Com malicias de insinuar que nada mais tem valor para comigo
Sei que nada sei, mas desistir jamais!
Se conhece mais da pessoa nas entrelinhas e nas brincadeiras
do que conversando, propriamente falando;
Amar e brincar na lama
São brincadeiras semelhantes.
Momentos de pura emoção
gargalhada, animação.
A princípio tudo é divertido.
Limpar o estrago depois,
é que pode ser dolorido.
Porque no amor como na lama,
não adianta amarração.
Tem que estar ali para o que der e vier,
disponível, inteira.
Se não for dessa maneira
sem frescura, sem besteira,
melhor nem amor nem lama.
Perde a graça a brincadeira.
Os melhores amigos são aqueles com quem a gente faz brincadeiras; fala idiotices; trata coisas sérias...e eles entendem o tamanho de cada ato!
☆Haredita Angel
As brincadeiras dão ao mundo da criança uma felicidade não existente ou encontrada em outras atividades. A satisfação do brincar está num contexto lúdico e de fantasias que reflete a própria realidade.
Banho às 18h, jantar a seguir.
Vinte e duas horas; suado de tanto brincar de pique, de "Roda" ou de "Passar anel", ouvia mamãe dizer: "Entra, lava os pés, faça xixi e vá para a cama." Eu ia satisfeito! Amanhã seria outro dia e eu "repetiria tudo novamente".
Eu era feliz e acho que no fundo, no fundo, eu sabia...
O educador deve lembrar que foi criança e a partir daí deixar reviver em si a criança que foi um dia e restaurar o gosto pelo fazer lúdico, resgatando as brincadeiras de sua infância, reciclando com as atuais e contribuindo, assim, para uma aprendizagem diferenciada.
"Pessoas banais, que carecem de pudor e respeito, deveriam entender que só devem fazer brincadeiras, com as pessoas que se tem certo grau de intimidade e com o consentimento delas "
SAUDADES... MUITAS SAUDADES...
Certa vez meu pai falou: “Meu filho, não diga nem faça nada que um dia possam usar contra você. Respeite o próximo, as leis, as regras de convívio social. Cuide da sua vida e de seus familiares e amigos próximos. Tua saúde é o bem mais precioso: Assim poderá sobreviver e ajudar aos mais necessitados. E lembre-se sempre: 1) Quem bate em pequeno é covarde, quem apanha de grande é bobo. 2) “Lute para ter o que é seu de direito, jamais cobice ou tome nada dos outros.” Não assim, literalmente, eu acrescentei outros conselhos dele. Procurei pautar minha vida seguindo os conselhos do meu pai. Depois do décimo tombo sério e ralada geral, deixei de brincar / competir com o Carrinho de rolimãs. Depois de quebrar os óculos de um coleguinha, nunca mais usei o estilingue e a sacolinha com mamonas. Depois de ser atropelado por um caminhão aos 10 anos, nunca mais atravessei as ruas desafiando o trânsito. Fascinado por armas de fogo, após os primeiros tiros decidi manter distância dos gatilhos. E assim fui levando. Sempre preferindo prevenir, para depois não ter que remediar. Mas acidentes acontecem, independente dos seus cuidados. Nem todos os acidentes são provocados por humanos. Os fenômenos naturais provocam cataclismas, tragédias universais. Quem pode evitar os efeitos devastadores das erupções vulcânicas, dos terremotos e tsunamis? Quem poderia prever a mortandade diante da Gripe Espanhola? Agora me recordo dos versos da canção “Quem inventou o amor”, de Dorival Caymmi (Quem inventou o amor / Não fui eu / Não fui eu, não fui eu / Não fui eu, nem ninguém / O amor acontece na vida...). Pois então, quem criou esse terrível Coronavírus / Covidi-19 não fui eu, não sei quem foi, mas essa pandemia está me impedindo de seguir a rotina: Pagar taxas e impostos, comprar alimentos, pagar as contas mensais, abastecer o carro, curtir o samba raiz com amigas e amigos toda semana, paparicar os netos, procurar não dar trabalho para os filhos. Confinado voluntariamente desde o dia 14 deste mês, antecipei as medidas indispensáveis à preservação de todas as pessoas com as quais convivo, muitas das quais nem mesmo sei o nome. Recomendei ao síndico do meu prédio a imediata adoção de medidas, como disponibilização de álcool gel nos acessos (portaria, elevadores), a restrição para entrada de terceiros no prédio, as orientações básicas aos funcionários, a interrupção de quaisquer atividades nas áreas comuns. Repassei minhas preocupações aos familiares e amigos. Continuo seguindo à risca as recomendações das autoridades da área da saúde. Mas a saudade de tudo o que deixei de fazer é o que mais me martiriza, ao lado do pesar pelos adoecidos e pessoas menos afortunadas. Sinto muita saudade dos bailes, dos espetáculos teatrais e musicais que deixei de frequentar, dos cinemas que nunca mais entrei, das peladas domingueiras, das caminhadas diárias nos parques da cidade e até mesmo das missas.
Pois é. Não adianta “chorar o leite derramado”. Agora só nos resta orar e ter esperanças de dias melhores. Nesse meio tempo, é bom ir anotando na agenda tudo aquilo que nós gostaríamos de fazer. Até lá.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
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