Citações de Amizade
Dar um sorriso amigo, doar uma palavra de amor e ser otimista e ter fé em todos os momentos de sua vida. Porque o sorriso é o espelho da alma, o amor é o alimento do universo e o otimismo e fé são o caminho da felicidade.
QUEM DIRIA
Quem diria que um triste dia
Esta rosa fosse uma elegia?
Que esta amizade, antes bem que tarde
Trar-me-ia a face da infelicidade?
Que este canto lindo
Viria ser findo, pra ferir a alma e
A matar dormindo?
Que este sonho imenso
Com que há de intenso
Desodorisasse do amor o incenso?
E por fim o rótulo
Da minha ilusão, seguiria aceso
E faria preso este coração.
O amigo da onça.
Amigo da onça é aquele “amigo” que vive deixando você em situações pouco confortáveis, só lembra de você para pedir alguma coisa e para ele você é apenas mais um.
Faça um favor para você. Identifique o amigo da onça e deixe a amizade dele para os outros.
Afinal, você não é uma onça!
Definitivamente ter amigos como você é um presente
de Deus, presente esse que vou guardar pra sempre no
meu coração.
Diferente de outras pessoas eu me dôo
completamente numa amizade, pq para mim
vale muito a pena ser assim.
É o tempo, tão amigo, tão traiçoeiro, sempre um mestre. Para quem sabe aguardar e entender que a vida acontece para quem a vive, para quem não deixa o medo ser maior que a vontade de vencer. O tempo cura, ensina, mas jamais apaga um amor, quando ele de fato aconteceu em dois corações.
Alguns tácitos amigos questionam meu silêncio, porém, devo dizer que a vida é por demais curta para se expressar pensamentos à quem sei que será em vão. Algumas pessoas deviam entender meu silêncio '
Amizade nao é utensilio que carece ser testado, mas se assim o fosse, o melhor momento para tal teste seria o de dor, julgamento e abandono.
Nem me importo com quem insiste em dizer que gosta de mim, que sou amigo e não demonstra isso no dia-a-dia. Que não se permite viver essa amizade e sequer dá um passo em minha direção.
Amo, amo demais, amo de verdade. Não escondo meu amor por nenhum dos meus amigos, pra mim não importa o tempo que eu conheço a pessoa, eu simplesmente me doo, me dedico, faço o possível pra agradar, confesso que às vezes me decepciono, mas quem nunca se decepcionou?
O importante é sair mais forte de cada batalha, de cada luta, cada decepção, saber e entender que somos humanos e sim, nós erramos, não damos valor a quem merece, damos valor a quem não merece, gostamos de quem não tá nem ai pra gente, machucamos quem gosta da gente e nos quer bem. Muita das vezes nós deixamos de lado nossos bons e velhos amigos por mais novos conhecidos.
O fato é, como já falei, somos humanos, dotados de falhas, dotados de erros e acertos, as vezes mais erros que acertos, visto de fora, julgados, sem ao menos saberem o que está passando por dentro de nosso coração, de nossas cabeças .
Mas mesmo com erros, com falhas, por favor, não deixe de amar, não deixe de expressar o que sente, ainda que não seja de você, ainda que seja difícil, por mais que seja, expresse, ame, fale, declare, só assim, serás de fato amado, compreendido, valorizado. Ainda que ao expressar não seja da forma que esperava. Expresse!
Eu confesso que fiz poucos amigos.
Eu confesso que fiz muitos inimigos.
Eu confesso que amo pouco.
Eu confesso que me vinguei com palavras.
Eu confesso que guardo mágoas.
Eu confesso ter esquecido muitas pessoas.
Eu confesso ter medos.
Eu confesso que aumentei a minha fé.
Eu confesso não me conhecer tanto quanto deveria.
Eu confesso que não gosto de surpresas.
E para sua surpresa eu confesso que pela primeira vez eu falei de mim, porque de resto eu falei de coisas que eu nunca vivi.
Preciso lhe contar, meu caro amigo. Eu desisto. Desisto de ser refugio, desisto de ser abrigo. Dentre canções, dentre emoções, dentre, dentro... Não saia, por favor. E para cantar não precisarei de voz. Para dançar, não necessitarei das pernas. Apenas de você... Dentre, dentro. Não sou flor de plástico, desgastar-me então, perdendo pétalas, talos, deixando espinhos. O sol, o sorriso, só risos, o só rir, entristeceu. E não tenho mais tempo, meu trem, meu bonde, meu coração, está para partir às dez. E me perco entre os bancos acolchoados, a nitidez do vidro, as folhas das árvores que sapateiam. A melodia é valsa, mas elas não respeitam. Passa-me na cabeça o corte dos tocos, a fumaça desgastando os olhos, a rouquidão da canção. O sapateado vira medo, absorve-se, se calam. E me fazem chegar a conclusão de que nenhum final é feliz. Nem o nosso.
