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⁠Curiosamente muitos ortodoxos modernos defendem uma crença considerada heterodoxa pela igreja primitiva. Uma vez salvo, sempre salvo (calvinismo), foi uma das colunas doutrinárias do gnosticismo, considerada uma heresia e amplamente combatida nos primórdios da cristandade.

Examinemos o que dizem alguns heterodoxos. Eles se servem desses textos para quase suprimir o livre-arbítrio, argumentando que há naturezas perdidas, incapazes de salvação, e outras que estão salvas e são incapazes de se perder.
Orígenes (185-253), Tratado sobre os Princípios, 215

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⁠Normalmente os rompimentos geram muitas dores, mas acredite, novos recomeços podem gerar muitas alegrias.

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⁠Lutero e os Dons do Espírito
São bastante conhecidas as seguintes palavras de Martinho Lutero, reformador alemão do século 16:
“No nome e na vocação de Deus, eu andarei sobre o leão e sobre a víbora e pisarei com meus pés no filhote de leão e no dragão. E isso que começou durante a minha vida se completará após a minha morte. São João Huss profetizou de mim... “Assarão um ganso agora (porque “Huss” significa ganso), mas em cem anos ouvirão um cisne cantar e terão que aguentá-lo”. E assim será se Deus quiser” (Luther's Works, vol. 34, p. 103).
Nestas palavras de Lutero, vemos aos menos dois dons do Espírito (carismas) atuando na história da Reforma:
Primeiro, o dom de profecia, na boca de João Huss (1369-1415), da Boêmia, que cem anos antes de Lutero profetizou a Reforma Protestante. Dizem alguns historiadores, inclusive, que esta profecia foi proferida ao ar livre, enquanto Huss era conduzido à fogueira na qual ele seria executado pela Igreja Católica Romana.
Segundo, o dom da fé que operava em Lutero, dando-lhe aquela certeza absoluta de que tanto a profecia de Huss dizia respeito a ele mesmo (se não fosse o dom da fé seria o “dom do atrevimento e da petulância”!), como também fé de que uma obra gigante e extraordinária se realizaria a partir dele. Aquela fé não era nem a fé salvífica, nem a fé do cotidiano, mas uma fé incomum, concedida pelo Espírito a alguém sempre que uma obra maravilhosa está para acontecer, afugentando toda dúvida e medo, e trazendo a mais absoluta certeza da operação divina! (1º Coríntios 12.9).
De fato, leões, víboras e dragões foram vencidos com os auxílios Divinos por Lutero! Afinal, o próprio Jesus já havia prometido: “Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum” (Lucas 10.19). Como dizia o próprio Lutero na letra original de seu famoso hino Castelo Forte, “O Espírito e os dons são nossos”. Aleluia!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Eu conheço algumas “igrejas” que são matadouros de novos convertidos e cemitérios de pastores.

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Para saber se uma cédula é falsa, não é preciso conhecer todas as cédulas falsas que são espalhadas no mercado. Você precisa conhecer muito bem a cédula verdadeira, pois com ela você conseguirá identificar todas as cédulas falsas. O mesmo princípio se aplica com as falácias heterodoxas do calvinismo e a bíblia.⁠

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⁠É patético ver alguns “teólogos” tupiniquins se vendendo e corrompendo o Evangelho para serem aceitos por grupos de intelectuais arrogantes, artistas degenerados e de uma elite podre. Alguns "teólogos" tupiniquins colocaram a teologia a serviço da política, da ideologia, da ciência social e do interesse próprio. A teologia desses "teólogos" tupiniquins não passa de desvarios de Balaão, Jezabel, Judas, Anás/Caifás e Diótrefes.

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⁠Resumindo:
Os "pré" de pré-tribulacionista, acreditam na vinda do Senhor Jesus para arrebatar a igreja ANTES da Tribulação; os "meso" de meso-tribulacionista, ensinam que a igreja será arrebatada na METADE OU MEIO da Tribulação; e por fim, os "pós" de pós-tribulacionistas, que creem que somente DEPOIS da Tribulação Jesus levará a igreja para os céus.

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⁠A Era dos Isentões
“Não julgueis” é o mantra dos isentões gospels (mornos de Ap 3.16) do nosso tempo. Muita gente e lideranças da igreja foram doutrinadas pelo liberalismo teológico e pela agenda progressista, que colocou uma focinheira chamada politicamente correto neles. E essa focinheira tem o objetivo de calar a todos, para não se manifestarem contra a agenda obscura praticada por essa gente. Mas a eclesiologia ensina a esses isentões modernos, como os primeiros cristãos agiam e enfrentavam a essas agendas maléficas; e não foi com o mantra do “não julgueis”.
Cristãos dos séculos I-III defenderam a fé:
Contra os judaizantes
Contra os ebionitas
Contra os montanistas
Contra os docetistas
Contra os gnósticos (atuais calvinistas).
Cristãos dos séculos IV-V defenderam a fé:
Contra os arianos
Contra o pelagianismo
Contra os maniqueus (atuais calvinistas)
Cristãos escolásticos séculos XII-XIII defenderam a fé:
Contra os averróis
Contra o avicenismo
Contra Algazel
Cristãos pré-reformadores e reformadores séculos XV-XVI defenderam a fé:
Contra a inquisição
Contra os dogmas da igreja
Contra o poder papal
Cristãos contemporâneos (isentões, mornos)
Quem sou eu para julgar?
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Muitos perderam a fé por acreditarem em falsas profecias e promessas mirabolantes retiradas do Antigo Testamento por falsos profetas que só desejavam tosquiar essas pessoas.

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⁠Quem não pode errar comigo sou eu; Do resto eu espero tudo e mais um pouco.

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⁠Aceitar as pessoas como elas são não significa aceitar tudo que elas fazem. Esteja sempre pronto para colocá-las em seus devidos lugares quando for preciso e dizer: eu gosto muito de você, mas não aceito isso. Seus limites pessoais são sagrados, nunca os negligencie por ninguém!

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⁠Eu conheço muitos pastores que não amam as ovelhas, mas amam a lã que elas têm.

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⁠Todo Cristão que busca ser aceito pela sociedade com uma mensagem progressista é um falso cristão; pois ele está na contramão do Evangelho e do que Jesus disse que no fim "seríamos odiados por todos"!
(Mateus 10.21-22)

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⁠Os Confessionalistas
A confessionalidade é apenas um modo esperto (desonestidade e proselitismo) de tratar como definitivo e canônico aquilo que não é definitivo, canônico e nem infalível.
Frequentemente escuto algumas criaturas nas redes sociais ou em alguns púlpitos arrotando: “eu sou presbiteriano confessional”, “eu sou luterano confessional”, “eu sou anglicano confessional”, como se eles fossem alguma casta de cristãos especiais (espécie de Illuminatis gospels) e todos os outros cristãos fossem uma espécie de casta inferior (dálites ou xudras).
Para os confessionalistas, seguir minuciosamente os documentos da sua instituição, letra por letra, é ser um cristão hiper-mega-power-salvo-sacro-santo. O que essa gente ainda não entendeu, é que ninguém dá a mínima para essa babaquice deles. Essa postura é apenas uma CONFISSÃO (trocadilho foi intencional hahaha) arrogante, que pressupõe a infalibilidade dos seus credos, tornando esses documentos em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas, o que é um absurdo!!!
A prova dessa aberração patética e arrogante, é que quase nenhum dos confessionalistas é humilde para reconhecer que esses documentos são produções humanas, e por isso em diversos pontos contem declarações erradas, obsoletas e algumas até absurdas, quando comparadas com a Bíblia e a ortodoxia. Outro ponto absurdo nessa postura, é que esses confessionalistas são quase todos indispostos a iniciativa de dialogar com outras tradições cristãs em busca de um vínculo de unidade. Afinal, para eles, apenas a sua tradição está correta.
Precisamos lembrar que existem várias tradições protestantes, que divergem em muitos pontos importantes, portanto, todas não podem estar corretas ao mesmo tempo. Essa postura irredutível e arrogante dos confessionalistas não faz sentido algum, como se o seu reformador (ídolo) particular fosse o único que conservou o Evangelho e a doutrina dos Apóstolos em sua forma mais pura.
Os documentos confessionais são importantes, mas são produções humanas; não canônicos; não estão em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas e se contradizem em diversos pontos entre si.
Pense nisso e ótima semana!
No Verbo que se Fez carne e é o único Caminho, Verdade é Vida, Marcelo Rissma.

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⁠Os Cristãos não estão esperando a morte, estão esperando a Vida...
(1° João 2.25).

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⁠Quanto mais avança o conhecimento sobre o maniqueísmo e o gnosticismo, maior será a necessidade de movermos os estudos sobre calvinismo do campo da soteriologia para a heresiologia.

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⁠Nunca acreditei nesses ministérios que são "intensos na adoração", mas apáticos no amor ao próximo.

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⁠Teoricamente podemos considerar duas verdades:

A minha verdade e a sua verdade.

Mas, metafisicamente só existe uma Verdade (João 14.6).

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Todas as vezes que aceitamos uma proposta do diabo, ele nos tira alguma coisa. O primeiro casal perdeu o jardim e a comunhão com Deus (Gn 3), Judas perdeu o apostolado e a vida (Atos 1.25) e Demas a vocação e o caminho da salvação
(2º Tm 4.10). Portanto, despreze todas as propostas do diabo, pois isso evitará que ele roube o que Deus preparou para você. ⁠

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⁠Algumas Considerações Acerca dos Dons Espirituais:
1. Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito Santo para edificação da IGREJA, então, quem é o homem para dizer que a igreja não precisa deles.
2. Se os dons edificam a igreja, sua AUSÊNCIA na igreja é um desastre.
3. NINGUÉM vai para o inferno por exercer os dons espirituais, como também NINGUÉM vai paro o céu por não ter algum dom espiritual (embora creia que todo cristão possui algum dom espiritual).
4. O cristão precisa tanto do DOM quanto do FRUTO, (embora creia que o Fruto do Espírito é MAIOR que o DOM).
5. Aqueles que possuem Dons Espirituais e não geram o Fruto do Espírito, devem buscar um relacionamento mais íntimo com Deus a fim de produzir o Fruto do Espírito, por outro lado os que possuem o Fruto do Espírito, devem também buscar os Dons Espirituais.
6. Sabemos que os Dons são instantâneos e não precisam de aperfeiçoamento, mas, o Fruto, pode demorar a ser gerado (estação própria) e pode ser aperfeiçoado.
7. Aqueles que criticam os que exercem os Dons, não manifestam o Fruto do Espírito, e os que exercem os Dons e criticam quem não exerce, também não manifesta o Fruto do Espírito.
Pense nisso é ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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