Citações
Não entendo o motivo que você diz que "eu me acho tanto", se na verdade fico e perdido em seu olhar, não entendo motivo de você dizer que "eu me garanto" se na verdade a única garantia que tenho é que não me encontrarei se continuar olhando em seus olhos.
Acho que todos nós ficamos loucos de vez em quando.
Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se tivesse feito diferentes escolhas... Acho que esses pensamentos estão começando a tomar conta do meu dia a dia. Eu já não me sinto mais vivendo o agora. Sinto que o que eu vivo é uma escolha errada que tomei anos atrás e agora já não tem mais volta. Às vezes quando eu sonho me sinto em uma de minhas boas escolhas, e, ao acordar, volto na realidade dessa "escolha errada"... Sei lá, já não sei o que fazer.
Acho legal quando estamos sendo lembrados no pensamento de alguém, e ela recebe um sinal em seu ❤️ que mexemos com suas emoções.
Eu acho incrível as pessoas que moram em uma casa com sua família a vida inteira. Criam memórias, lembranças, laços que atravessam anos e décadas. Não tive essa experiência. Vivíamos mudando de casa e de endereço. Éramos como nômades, ciganos. Mesmo constituindo minha própria família, acabei reproduzindo esse padrão. Não tenho essas memórias de forma física. Não tenho uma casa do passado para mostrar que estivemos lá. Também não pude preservar o quarto do meu filho.
Sorrisos…
Como você consegue arrancar tantos sorrisos meus?
Esse é o seu super poder? Acho que sim…
Parabéns esse é o melhor poder que alguém pode ter,tirar sorrisos das outras pessoas.
Você consegue arrancar meus sorrisos com simples palavras como um “Oi”.
Eu já te falei que me apaixono por pessoas que me fazem sorrir?
Mas não é qualquer pessoa que consegue isso.As pessoas que conseguem são especiais e sortudas…
Sim sortudas,por que me tem.Me tem por completa.
E você está conseguindo me ter.
Só que não percebeu ainda….
Olá, pessoas. E pessoos também, por que não?
Antes de qualquer coisa, acho justo avisar que este livro não tem a pretensão de virar um clássico. Não espero que ele seja estudado em escolas, citado em teses ou colocado ao lado de Kafka, Nietzsche ou qualquer outro sujeito que passou a vida tentando entender o mundo.
Na verdade, isso aqui é bem mais simples.
É só um lugar onde resolvi guardar um pouco dos meus dias. Das coisas que me fizeram rir, das que me fizeram querer dormir por uma semana inteira e das que, por algum motivo, achei que valiam a pena registrar.
Talvez, em algum momento, você aprenda alguma coisa comigo. Talvez não. Talvez eu aprenda alguma coisa comigo mesmo enquanto escrevo. Acho que essa possibilidade já é um bom motivo para continuar.
Não faço ideia de quem você é. Não sei seu nome, sua idade ou o motivo que fez você gastar seu precioso dinheiro neste livro. Aliás, obrigado por isso. Espero, no mínimo, que eu consiga fazer companhia durante algumas páginas.
E sim, eu poderia dizer que "o hábito da leitura expande a mente", "estimula a criatividade" e todo aquele blá-blá-blá que todo livro parece ter a obrigação de repetir. Mas acho que você já ouviu isso o suficiente.
Então chega de enrolação.
Se você decidiu continuar lendo, seja bem-vindo.
Hoje começa o diário de bordo de Sthelphen Hilburg, um sujeito completamente comum tentando sobreviver à maravilhosa e miserável vida real.
Capítulo 1
O começo menos épico de todos
Dia 1 de muitos que ainda virão.
Meu nome é Sthelphen Hilburg. Carrego na bagagem da vida aproximadamente vinte e cinco anos. Destes, uns dois foram gastos entre cigarros baratos, bebidas de procedência duvidosa e questionamentos existenciais durante o expediente. Afinal, alguém precisa fingir que está trabalhando enquanto tenta descobrir o sentido da própria existência.
Nunca fui o tipo de pessoa que escrevia diários, poemas ou passava horas lendo livros. Na verdade, sempre estive mais perto de quem compra um livro e o usa como apoio para uma mesa bamba do que de alguém que realmente o termina. Mas, por algum motivo que ainda não consigo explicar, escrever sempre me intrigou. Talvez porque seja mais fácil conversar com uma folha de papel do que com certas pessoas.
Então aqui estou eu, começando essa história. Ou, no pior dos casos, registrando uma coleção de abobrinhas que talvez façam sentido para alguém no futuro. Se não fizerem, pelo menos serviram de entretenimento para mim.
Acordo todos os dias às sete da manhã desde os meus treze anos. Não porque gosto de acordar cedo. Ninguém em perfeito estado mental gosta. Acordo porque a vida decidiu que esse seria o preço para continuar pagando as contas.
Meu trabalho consiste em enfrentar monstros muito mais perigosos do que dragões ou demônios. Os meus aparecem do outro lado do balcão e perguntam, com a maior naturalidade do mundo, se "não tem como fazer mais barato", mesmo quando a peça já está em promoção.
É nessas horas que começo a questionar se a minha saúde mental realmente vale o salário do fim do mês. Alguns dias parecem tão absurdos que fico convencido de que estou vivendo dentro de um filme de baixíssimo orçamento, daqueles em que nem os figurantes parecem acreditar no roteiro.
Mas, fazer o quê?
São os ossos do ofício. Sempre quis usar essa expressão. Ela tem um ar estranhamente elegante para dizer que a vida resolveu complicar as coisas de novo.
Bom, e se você está se perguntando por que, num dia completamente aleatório, eu resolvi começar a escrever um livro, a verdade é que essa é uma pergunta que eu também deixo em aberto.
Eu simplesmente não sei.
Não faço ideia do motivo de estar gastando tanto tempo com algo aparentemente banal. Escrever um livro não vai pagar minhas contas, não vai deixar minha comida mais barata e, muito provavelmente, também não vai mudar o rumo da humanidade. Então por que escrever?
Talvez a pergunta certa seja outra: por que não escrever?
Será que toda história precisa nascer de um grande propósito? Será que existe algum decreto dizendo que só pessoas extraordinárias podem despejar pensamentos em folhas em branco?
Eu espero que não.
Então vou fazer exatamente isso. Vou encher páginas com literatura barata, pensamentos mal resolvidos e frustrações que, de vez em quando, parecem fazer mais sentido no papel do que dentro da minha cabeça.
As folhas estão vazias. Esperam apenas que alguém escreva alguma coisa nelas. Acho curioso como elas se parecem comigo.
Nós dois estamos em branco, tentando descobrir o que merece ser registrado. E, quem sabe, transformar pequenos desastres cotidianos em algo bonito. Afinal, até as calamidades têm uma estranha forma de produzir boas histórias quando o tempo passa.
Eu não faço a menor ideia de como vão se desenrolar essas maluquices que o mundo resolveu chamar de dias úteis.
Também não sei quem eu vou ser daqui a alguns meses. Talvez eu continue exatamente o mesmo. Talvez mude completamente. A vida tem esse péssimo costume de alterar as pessoas sem pedir autorização.
Também existe uma boa chance de eu abandonar este diário no meio do caminho, como já abandonei tantas outras coisas ao longo da vida. Não seria nenhuma novidade. A diferença é que, desta vez, espero conseguir ir um pouco mais longe.
Enquanto esse estranho fogo pela literatura continuar queimando em algum canto da minha alma, eu prometo fazer o possível para manter você por aqui. Nem que seja contando pequenas tragédias cotidianas, pensamentos aleatórios ou histórias que só fazem sentido para mim.
Por hoje, acho que basta.
Se eu sentir vontade, volto a escrever mais tarde. Se não, deixo o problema para o meu "eu" de amanhã. Ele já está acostumado a resolver as pendências que a minha procrastinação insiste em criar.
Então, até amanhã.
E, caso você ainda esteja aí do outro lado da página, obrigado pela companhia.
Nos vemos no próximo capítulo, meu caro leitor. Ou melhor... meu companheiro de viagem.
Acho que não consegui ficar calado por muito tempo.
Ainda existem muitas coisas que eu quero escrever por aqui. E, sinceramente, não faço ideia de onde elas surgem. Talvez venham de lembranças que, quando eu era mais novo, pareciam completamente inúteis, mas que hoje voltam brilhando na minha cabeça, como se estivessem esperando a hora certa para fazer sentido.
É estranho pensar nisso.
Justamente quando somos crianças, na fase em que mais inventamos mundos, aparecem adultos dizendo o que é "besteira" e o que não é. Como se toda ideia precisasse fazer sentido.
Mas e se uma ideia não quiser fazer sentido?
E se ela só quiser existir?
Na minha opinião, uma criança deveria ter todo o direito de imaginar dinossauros comendo banana split enquanto dançam ragatanga. Ou qualquer outra maluquice que passe pela cabeça dela. A imaginação nunca precisou pedir licença para a lógica.
O curioso é que, olhando para trás, eu percebo que nunca fui muito bom nisso.
Lembro de um colega da escola. Não faço a menor ideia do nome dele, mas lembro perfeitamente da cena. Ele ficava sozinho, mexendo os dedos como se fossem personagens, fazia barulhos com a boca e parecia completamente mergulhado no próprio universo.
Na época, eu olhava para aquilo com estranheza. Talvez até com um pouco de vergonha alheia.
Hoje, porém, eu invejo aquela liberdade.
Ele não precisava de uma tela, de um videogame ou de um celular para viajar para outro mundo. Bastavam os dedos, alguns sons e uma imaginação que parecia infinita.
Eu nunca consegui fazer aquilo.
E talvez seja por isso que estou escrevendo este livro.
Talvez esta seja a minha forma de brincar de faz de conta, só que alguns anos atrasado.
O evangelho
Eu não acho bem debates, sobre o evangelho. O evangelho afirma-se verdadeiro por si próprio. No tempo de Jesus de Jesus Cristo e dos Apóstolos, não havia debates! O evangelho era a verdade, mostrava -se como tal, sem debates! "O evangelho é o poder de Deus, que transforma, quem nele crê!
Diz a canção que toda mulher gosta de rosas,não ela,pois prefere as tulipas,acho perfeito ela ser diferente num mundo tão igual.
Eu acho engraçado casais unilaterais.
Parece que só um sente, só um ressente, só um ama, só um está feliz...
Estranho isso.
Aliás, não acho nada engraçado isso não.
A palavra não é bem essa.
É patético mesmo, e o patético de vez em quando faz até a gente sorrir...
E sentir pena alheia...
Amizade é como Amor;
não se vive correndo atrás de quem não se importa.
Acho que... Se pra mim me faz falta!? Deveria a outra pessoa também fazer.
—By Coelhinha
Acho que a fé é o instrumento mais potente que o ser humano pode ter e usar a seu favor. Ela quem cria o movimento de condução da vida.
Fé em quê?
Ué, em tudo. Depende do que você escolheu acreditar.
A minha é tão grande, que está até no que ainda desconheço. Tem coisa demais pra desvendar enquanto caminho.
Ignorante que sou, não ouso afirmar que exista uma só coisa, figura ou entidade espiritual que você deva acreditar. Ou não acreditar.
Eu acho a fé bonita. Só!
Parece pouco mas é coisa pra caramba.
Me faz acreditar, mas não impô-la a ninguém.
E acho uma pena ela ser usada como moeda por tantos que se denominam líderes.
Imagine se eu, dentro da minha ignorância, vou dizer à dona Maria que as novenas que ela faz não levam a lugar algum. Ao João, que acredita apenas em si mesmo e na ciência, que ele está equivocado nessa busca incessante por evidências. Ou à Ana, que esses rituais cheios de axé no terreiro que ela frequenta é coisa do "mal".
Vou nada! Acordo, respiro, confiro se minha fé está comigo e vou cuidar do meu dia.
E, claro, cuido para que ela se mantenha acesa. Porque quando ela se apaga - e já esteve apagada - a vida fica ainda mais dura.
Acho brega se meter na fé alheia. Se a gente se organizar direitinho, cabe todo mundo numa mesa só.
🫸*~```Respira, inspira e não pira```~* 🫷
Acho que estou louca.
Fala, minha consciência.
Tenho paciência e procuro agir com prudência
Enquanto brincam com a minha inteligência
É loucura não reagir.
Ou interagir com a hipocrisia!
Eu deveria quebrar uns pratos como fazem os gregos para aliviar o estresse.
Mas eu respiro, solto e converso com a IA.
🌐
Estou calma.
Não preciso de medicamentos.
O Estado não está nem aí para os meus lamentos.
Tudo passa
🌀🥴🌪️
Tá passando....
⏰🤨⏳
Tudo bem
🪬🥺🪬
Já estou zen ✅
💚😄🟢🟢🟢
Acho que minha sinceridade não é uma questão de inteligência e sim entender a razão de sentir, de está ao meu lado... Querer ou não querer meus sentimentos.
- Relacionados
- Citações de Filósofos
- Citações sobre Educação
- Citações sobre leitura na visão de grandes pensadores
- Frases de férias para celebrar os momentos mais esperados do ano
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases de término de namoro para entender, aceitar e seguir em frente
- Frases sobre sonhos que alimentam a esperança e a fé
