Citações
Ao Trovador Solitário
Quero ser mais do que sou
Mas não sei como, se consigo entender
Que os sonhos também passam
Por pessoas solitárias
Que discutem com paredes
A alegria de não serem mais vistas
Trabalhando dias, para recriar
A realidade que não participam
Escondendo os detalhes da imperfeição
E da confiança que não confia em ninguém
Que não confia em ninguém
Eu quase cai pra trás
Quando vi o ódio
Chorando por um pouco de amor
Batendo na porta do desespero
E quem abriu não viu
Que além da dor não há
Lugar pra se esconder
Que se possa achar
Só eu sei as dores que senti,
os caminhos de pedra que percorri,
os espinhos que encontrei,
os leões que matei
para chegar até aqui.
Agora vem você querer medir
tudo aquilo que eu sofri.
Quem você pensa que é?
Larga do meu pé.
Cada um sabe apenas de si.
"Já sei que cabelos grisalhos são sinal de sabedoria", pensei arrancando-os pela raiz com uma pinça, "mas não quero que os outros saibam que sou assim tão sábio. É uma mera questão de modéstia."
Sei que poucos irão ler isso.
Pouquíssimos!
Deixando as brincadeiras de lado, é explícita a alienação da massa.
O Brasil ganhava, gerando o êxtase, uma sensação de falsa alegria, euforia generalizada.
O Brasil perdeu...
Não só o jogo. O Brasil perdeu!
Sinceramente, observando a reação em cadeia, noto animais irracionais, pessoas destemperadas e não sei se posso chamá-los de bichos ou animais, pois nenhum animal(com exceção do homem) faz isso.
Depredação, vandalismo, até mesmo tentativa de suicídio(...)reações em cadeia de insatisfações pessoais, talvez.
"O gigante acordou" e fez grandes declarações de amor ao seu país cantando(ou gritando) o hino nacional, enchendo estádios, pintando a cara, mostrando um amor incondicionalmente cego, enquanto um viaduto desabava.
Viaduto, diga-se de passagem, construído para facilitar o acesso às arenas.
O que me faz buscar historicamente, a função das arenas...
Que na época do Império Romano, serviam para lutas entre gladiadores, feitas pelos imperadores para, de certa forma, manipular, acalmar o furor da massa.
Ora, "panis et circenses"!
Massa que não viu o desabamento de um viaduto, de uma obra de milhões de reais, que tirou a vida de trabalhadores. Mas viu uma fratura num jogador de futebol, endeusado por muitos!
Ora, "panis et circenses"!
A copa não acabou. E o Brasil perdeu.
Ora, "panis et circenses"!
Para quem não sabe, era o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes.
Os antigos romanos, como não aprender com eles?
Não evoluímos tanto. E me enquadro em tudo que disse.
Só não faço mais parte do "panis et circenses".
Mas calma, isso é só o começo.
Vem aí os Jogos Olímpicos...
Sei que parece idiota e absurdo o que vou escrever agora, e confesso que até pouco atrás eu pensava isso. Mas… As coisa mudam, as pessoas também. É ridículo, mas eu acho bonito gostar de álcool e cigarros. Eu acho tão poético. E eu me vejo num futuro, nem tão distante, sentada num canto, com uma caderneta e caneta em mãos, com um copo de uísque e uma carteira de cigarros ao lado. E no papel eu escrevo sobre ele, sobre a família, os amigos, a vida e a minha solidão. Mas eu escrevo pelo amor às palavras!
Posso nao ter mil amigos no facebook,mundo, mas poucos que tenho sei que gostam de mim e posso contar com eles sempre que eu precisar. Obrigado meus kambas!
Mas eu rezo. Tenho fé. Descobri qualquer coisa dentro de mim que, não sei exatamente como nem por quê, consegue manter-se serena no meio desta falta absoluta de perspectivas.
Não sei da onde surgiu
Também não sei o que irá acontecer
As coisas acontecem nos detalhes
Vão mexendo até que crescem
E se tornam isso
Isso que sinto por voce
Que deixa paralisada até a última célula
Me fez perder o compasso do certo e errado
Me fez desacreditar do que hoje vivo
Para pensar em um destino nosso
Eu
Você
Nossos mistérios....
Carrego raiva no coraçao !
Nao sei por que !
Nao tenho remorços das minhas acões
Nao entedo por que nao tenho amor !
So sei que vivo na solidão !
Nao tenho medo das criticas ruim.
Elas me emotiva ainda mais a melhorar o que sei fazer de melhor.
{}
Não posso lhe dizer o que gostaria de dizer pois não sei o que quero lhe dizer, e não sabendo o que lhe dizer e falando agora alguma coisa, no futuro será uma mentira.
Coração, meu coração. Sem ar, sem amar, sem amor e sem chão. Faz tanto tempo que não sei o que você sente, saber o que eu sinto, você também não faz questão. Juro que ando me controlando, mas entre nós dois já não existe condição. Às batidas não soam o mesmo som, diferentes notas, diferentes tons. É, coração, precisamos nos rencontrar. Estou sem eira nem beira sozinho tentando me afinar. Me falta amor, me falta amar e sem dó me falta Fá, com sol não tem luar. O vento frio e leve que fere minha pele é o mesmo que me faz acreditar, num recomeço breve que está pra chegar. Te cuida coração!
Por me lembrar de você, esqueci de mim
Mas amor que é bom!
Você não me deu, as vezes não sei se a culpa foi sua
Ou culpado foi eu
Mas diversas vezes, me apaixonei por você
E dessas vezes, só a tristeza precedeu
Porque das paixões que tive por TU
Só quem amava era EU.
Não sei exatamente em que momento sai da fase adormecida...
Só sei que não importam todos os rabiscos que já fizemos nem todos os papéis amassados na lixeira, porque todo texto bom de ser lido antes foi rascunho.
E, por mais belo que seja, é natural que, ao relê-lo, percebamos uma palavra para ser acrescentada, trocada, excluída.
A ausência de uma vírgula. A necessidade de um ponto. Uma interrogação que surge de repente... Viver é refazer o próprio texto muitas, incontáveis, vezes.
Só sei que comecei a lembrar de onde é o céu e a perceber que o inferno é onde a gente mora quando tudo esta adormecido.
Estou saindo dos meus desertos. E a olhar, ainda que timidamente, para todas as miragens, sem tanto desprezo, entendendo que havia um motivo para que elas estivessem exatamente onde as coloquei. Nenhum livro, nenhum sábio, nada poderia me ensinar o que cada uma me trouxe e o que, com o passar do tempo, continuo aprendendo com elas. Dizem que só é possível entendermos alguns pedaços da vida olhando para eles em retrospectiva.
Acho que é verdade....
Sei também que comecei a compreender o respeito e a reverência que a experiência humana merece. A me dar conta de delícias que passaram despercebidas durante um sono inteiro. E a lembrar do que estou fazendo aqui. Ainda que eu não faça. Ainda que na fase adormecida permiti que o dia a dia me atrapalha-se. Ainda que, de vez em quando, finja continuar dormindo. Mas não tenho mais tanta pressa. Comecei a aprender a ser mais gentil com o meu passo. Afinal, não há lugar algum para chegar além de mim. Eu sou a viajante e a viagem.
Sei que tudo começou a ganhar uma Nova Vida, no fundo, eu já conhecia, mas havia esquecido como era. Comecei a despertar da fase adormecida que, com suas mãos feitas de medo e neblina, fez minha alma calar. E foi então que comecei a ouvir o canto de força e ternura que a vida tem.
posso anda o mundo todo aprocura de um grande amor ,mais sei que nenhuma vai esta no seu luga porque so voce sei amar
Eu nunca sei quando as estórias acabam. Por isso sempre fico preso entre uma e outra, ou entre nenhuma e nenhuma outra; entre um recomeço sem fim e um fim sem término.
Talvez por ser mais espectador ou coadjuvante, do que protagonista da minha vida, tenha essa enfermidade de não dar conta de quando baixa o pano.
As luzes apagam, o público sai, os colegas limpam a maquiagem e eu continuo lá: com a fala na cabeça, o texto decorado, aguardando a deixa.
A deixa que nunca vem.
Sempre tive medo das coisas e das pessoas. Um pavor e uma falta de fé. Talvez por isso eu tenha criado minha própria companhia teatral, onde sou diretor; contra-regra; atores e público.
Enceno só para mim uma tragicomédia.
A realidade me faz tão mal e me deixa tão fraco que fico, no fundo do palco, muitas vezes, a sussurrar o texto a mim mesmo.
Às vezes não ouço.
Quase sempre não ouço, porque sussurro baixo e minha voz é trêmula...
O público não entende a peça, logo, não aplaude. Eu, furioso, demito a todos: ao autor; ao diretor; aos atores...
Expulso o público do teatro e ateio fogo a tudo.
E ali dentro fico eu, junto às cortinas e aos holofotes, incandescentes; queimando, queimando, queimando...
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