Frases de chuva e amor para aproveitar o clima a dois
Que essa chuva, regue e vire enxente...
Vire enxente para levar todas as tristezas e dificuldades que já enfrentamos...
Regue o nosso amor, para que cresça e venha florecer dia após dia...
E que os bons ventos do céu leve o aroma desse amor a todos...
A chuva cai, o tempo vai passar, fico pensando em quando vai voltar, se aproximar, (é me) dizer que ainda me quer, é vai dizer que ainda é minha mulher.
O vento de frente ao meu rosto enquanto as gotículas de chuva caem na minha pele, sentindo a água gelada enquanto as pessoas correm para não se molhar, mas isso é impossível.
A angústia tomando conta do meu peito coração ficando apertado cada vez mais lágrimas agora estão se misturando com as gotas de chuva.
E um grito preso na minha garganta está preste a sair mas sinto alguém me abraçando por trás, o abraço caloroso um abraço de conforto, amor, sim amor, acabo me desabando deixando os sentimentos rolarem pois não tenho mais forças para guardar ...
Chuva: Serenata da Melancolia
Chuva, tua melancolia se mistura ao meu pranto,
Gotas suaves, como lágrimas que caem do céu.
Em tua tempestade, encontro meu abrigo,
O som das gotas acalma minha alma, que se debate ao relento.
Trovoes ecoam como pensamentos tumultuados,
O vento sussurra segredos que só eu posso entender.
Teu toque frio é como um abraço, me envolve e acalma,
Na dança das águas, encontro paz no caos que se instala.
Chuva, és minha favorita, minha confidente nas horas de dor,
Teu rugido é a música que embala meu coração aflito.
E quando o sol brilhar novamente, lembrarei de tua canção,
Chuva, és minha companheira, meu consolo na escuridão.
Elaine N Silva
No cair da madrugada a chuva me faz companhia, ao meu redor está meu cachorro e minha gatinha, esses leais companheiros que sentem os meus sentimentos e a minha dor, basta olhar nos seus olhinhos para eu enxergar o verdadeiro amor.
O que você fez bem hoje, pode ser que amanhã desapareça como uma lágrima que se perde na chuva, mas continue fazendo bem hoje, pois o foco está no valor do que é feito agora, independentemente do que acontecerá depois.
O bem que você faz hoje pode desaparecer amanhã, como uma lágrima que se perde na chuva. Ainda assim, continue a fazê-lo, pois seu valor está no presente, independentemente do que virá depois.
"A Chuva que Trouxe Você"
O Rio de Janeiro acordou coberto por um véu de nuvens cinzentas. A chuva fina, persistente, descia sem pressa, transformando as calçadas em espelhos que refletiam os contornos da cidade. Era um dia que parecia pedir café quente, janelas embaçadas e histórias para contar. Foi assim, entre pingos e esquivas, que Clara e Mateus se encontraram — ou reencontraram — na esquina da Rua do Ouvidor, no Centro.
Clara, de guarda-chuva vermelho desbotado e tênis encharcados, corria para escapar do aguaceiro quando tropeçou em uma poça. A bolsa escorregou de seu ombro, derramando livros e um caderno de esboços no asfalto. Antes que pudesse se lamentar, uma mão firme apareceu em seu campo de visão.
— Deixa eu ajudar — disse o dono da mão, um rapaz de cabelos cacheados e óculos respingados de chuva. Ele usava um casaco azul-claro, já manchado pela umidade, e um sorriso que parecia desafiar o tempo ruim.
Ela o reconheceu na hora. Mateus. Aquele colega de faculdade que sempre sentava no fundo da sala, desenhando nos cantos das folhas durante as aulas. Nunca haviam trocado mais que um "bom dia" tímido.
— Você... faz Arquitetura, né? — perguntou Clara, recolhendo um livro sobre Gaudí que ele entregou.
— E você desenha melhor do que qualquer um do curso — respondeu ele, apontando para o caderno aberto no chão, onde um esboço do Bondinho de Santa Teresa dominava a página.
A chuva insistia, mas eles pararam no meio da calçada, rindo da situação. Mateus sugeriu um café ali perto, no Largo das Artes, e ela aceitou antes mesmo que ele oferecesse dividir o guarda-chuva.
O lugar era pequeno, cheio de mesas de madeira riscada e o cheiro do expresso fresco. Enquanto secavam as mangas, a conversa fluiu como a água escorrendo pelas vidraças. Descobriram que ambos tinham o hábito de caminhar pela cidade nos dias chuvosos, colecionando detalhes invisíveis sob o sol: grafites escondidos em becos, o brilho das pedras portuguesas molhadas, o silêncio incomum da Praça XV.
— Acho que te vi uma vez desenhando no VLT — confessou Clara.
— Era eu! — ele riu, surpreso. — Você passou correndo com um casaco amarelo. Até tentei te chamar, mas o bonde fechou a porta.
O tempo lá fora parecia ter parado, assim como o relógio dentro do café. Quando perceberam, já era tarde, e a chuva diminuíra para um mormaço. Mateus acompanhou Clara até o ponto de ônibus, sob o guarda-chuva agora compartilhado sem cerimônia.
— A gente podia... fazer isso de novo — ele sugeriu, as pontas dos dedos roçando os dela ao devolver o caderno.
— Ficar encharcado e perder o ônibus? — ela brincou, mas seus olhos não disfarçavam a esperança.
— Não. Descobrir o Rio devagar, como se fosse a primeira vez.
Quando o ônibus chegou, Clara subiu os degraus sem saber se o calor no rosto vinha do café ou do aperto de mão prolongado que deixaram para trás. Na janela, viu Mateus acenando, até que a neblina e o trânsito o levaram para fora de sua vista.
Naquela noite, enquanto a cidade secava sob um céu estrelado, Clara abriu o caderno. Na última página, um desenho novo: ela, de guarda-chuva vermelho, sorrindo sob a chuva do Rio. E no canto, um número de telefone e uma frase: "Amanhã promete sol. Mas podemos torcer por outra tempestade."
Em um dia de chuva pode ser observado que todos os lados estão cobertos e escuro, mas não onde o observador se encontra, mas é nesse lugar que a experiência está sendo vivida, então olhe para o seu interior, ele até pode não transparecer a escuridão, mas isso não é indicativo que não exista. Está lá, no entanto, olhar para os lado é mais cômodo.
Deus é bom, essa é a renovação da mente, primeiro você tira as travas dos seus olhos.
"Já vai? Tá cedo, fica vai"
Ouvir o som da chuva cair enquanto tomamos café e chocolate quente em frente a TV que mostra um garoto com pé de ferro tentando se aproximar de um dragão banguela.
Pernas entrelaçadas no sofá, conversas paralelas, risadas fáceis no olhar, olhares esse cúmplices, de saber que sua atenção está em todo lugar, menos no treinamento que o Soluço está a ensinar.
A escassa luz que advinha da janela está a se esvair, o horário já deu, o filme já acabou e minha mente diz "a hora chegou, tens de ir", todavia ao olhar as mínimas estrelas no céu rosa e roxo do por do sol, tenho a feliz constatação "a chuva não passou".
Então posso ficar um pouco mais, não sei se será a chuva(meu tempo favorito), o por do sol rosa e roxo(meu por do sol favorito), as estrelas ou a lua(meu astro favorito) que me dará coragem...
Minha pele na sua, sua boca na minha, minha voz abafada pelo tocar das gotas no chão, pelo trovão a estatelar no céu la fora, porém não abafam teus sussurros em meus ouvidos, eles me fazem suspirar teu nome durante a torrente de águas la fora, tão alto que talvez se não fosse a chuva seria um incomodo a vizinhança...
Na madrugada onde o manto azul está completamente pintado de marinho, onde as estrelas disputam espaços entre si e a lua reina serena, deitados na cama ouvindo agora o cantar dos pássaros antes escondidos e o ressoar do vento nas folhas, olho para ti que já me olhando está e penso "Ah, que bom que decidi ficar".
"Hmmm, melhor não, o tempo está fechando... Vai chover".
E a nossa vida era assim: independentemente de
haver sol, nuvem, chuva, minha mãe sempre fazia
tudo no capricho.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
A chuva é forte, a tempestade assusta, mas existem dias de sol em que é possível ir para a praia, que eu sei que você adora.
Sobre o cair da chuva, me perco ao observar o céu e as estrelas a brilhar. mas nada é mais reluzente do que o brilho do seu olhar, seu sorriso é mais caloroso que as brisas do verão, sorriso esse que aquece o meu coração.
tudo isso para eu perceber que são esses pequenos gestos, que me faz ver. que eu só penso em você.
Nos dias de chuva que encontro a paz.
No barulho da água empurrada pelo vento, escorrendo pelo chão, batendo na parede, na janela, na telha,
E mesmo assim soa como música,
feita para tranquilizar,
Acalmar a mente. A minha mente.
Nos dias de chuva eu descanso sob o cobertor
e abraço o meu amor.
Chuva de Gelo- Letra de música
Durante um tempo a chuva de gelo fez sombra em teu coração,
mesmo sofrendo me mantive firme em teus laços cometendo todos os dias os mesmos pecados de ti amar demais,
Sempre foi um sonho viver esse amor no meio das nuvens passageiras, mesmo sem ter as certezas de um novo alvorecer,
Não venha me dizer adeus, porque essa frase não cabe na sua melhor versão, ainda sinto no ar e no teu olhar o cheiro forte da paixão,
como um atleta de alto níveo eu treino e luto forte pelo teu coração,
então não minta para o teu próprio coração, repense as tuas memorias e entre no ciclo das boas reflexões.
Nada é tão puro ou mais transparente do que meu querer por ti, só nós dois sabemos o quanto eu quero cuidar do teu amorrrr, ooooooo, oooo,
Por um tempo a chuva de gelo recaio sobre a nossa relação, mas foi apagada pela fogueira quente da compreensão,
o que parecia um abalo císmico, hoje cresce forjado em cima das nossas melhores decisões e assim vamos vivendo os doces momentos da nossa união.
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