Choro pelo Amor
Sei que quando lembra de mim você chora,
Sou eu que não quero agora,
Não me deu valor e perdeu o meu amor.
Lembrete
A natureza chora, chora, chora
Eu choro,choro,choro
Estou englobado na natureza...
A natureza revolta. revolta, revolta
Eu revolto,revolto,revolto
Estou englobado na natureza...
A natureza multiplica,multiplica,multiplica
Eu multiplico,multiplico,multiplico
Estou englogabo na natureza
Quando a natureza morre
Também morro...
Quando a natureza nasce
Também renasço
Estou englobado na natureza...
A natureza é plural
Também sou...
Sou PORTES...
Lembre-se a natureza é linear
É finata porque o homem está nela
Não deixe a naturza morrer
Culde da natureza
Hoje é dia da árvore...
O tempo passa para todos, então não espere pra
sorrir, pra chorar ou pra amar.
Pois o tempo é pouco e você nunca sabe quando
vai acabar"
VIDA
A vida é uma simples aventura
Viva, cante, sinta
Ame, chore, brinque
Ganhe, perca
Caia, tropece, levante-se
Sorria, apaixone-se
Deseje sem medo
E siga em diante
Se ao deitar-se o choro fica fácil e o sono difícil, é um sinal claro de que se está cheio de coisas vazias.
Chora _ Canta
Dança _ Ri
Ama
Passa o batom
Bebe um café
Calça saltos altos
Deixa de existir e vive
Tu mereces ser feliz.
“prego”
Talvez que um dia no verso meu chorado
sob a luz da saudade, num versar falando
tu ouças nas rimas o meu ser apaixonado
em um grito de padecimento te saudando
Está lágrima que fez o papel ficar borrado
não se atenha. É meu prosar lacrimejando
quando vaza do coração pra ser escutado
e que na dor da solidão vai transbordando
Não é simples sofrer, ou, que nada valeu
é aperto no peito e, que ainda não passou
e cá no soneto, um suspirar cruciante meu
O grito, se ouviste, por favor, é sentimento
que vai corroendo a súplica, assim, te dou
um canto: com choro, gemido e sofrimento.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28 junho 2024, 15’04” – Araguari, MG
O ALGUÉM
Em solidão cruel, tal o sofrimento
Em seguido sofrer, bravia tortura
Chora o versejar em triste figura
Criando versos com tal tormento
E ver no verso árduo sentimento
Facilmente dói, dor que não cura
Num vagar cativo de desventura
A quem crer apenas no momento
Então, não tenha todo o motivo
A quem dê a parte que lhe tem
Pois, toda a parte tem o relativo
Ó sensação, traga-me só o bem
Dando para o perverso corretivo
E ao meu verso o único alguém!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
06 julho 2024, 18’57” – Araguari, MG
