Chico Xavier - sobre Disciplina
Enquanto repousava
sobre o gramado,
meus olhos vidrados
se entretiam com algumas nuvens
que em pareidolia
me contavam estórias.
O corpo aterrizado
e a cabeça voando
em prazerosas memórias.
Vejo muitas pessoas discutindo, divagando, discursando sobre o entendimento que têm deste mundo e com muita propriedade; felizmente não posso perder meu tempo com isso, pois deste mundo não entendo nada, eu não sou daqui.
Já escrevi tanto sobre tantos,
que me perco entre meus entretantos.
No entanto,
sou vírgulas ao invés de pontos.
Não é sobre dinheiro , status ,bens material,posição social , beleza ,ego
É sobre pessoas , somente pessoas
Ossos ,carne ,coração....sentimentos !
A lua borda em suave luz
sobre as paisagens e quintais,
à uma reflexão nos conduz
- que esta noite seja de paz
Debruçar sobre a janela
é observar o tempo
para sentir saudade.
Um canto de pássaro,
a chuva fina que cai.
O dia fresquinho,
o sol já se despedindo.
O cheirinho do bolo,
do café, da mãe, do pai.
Na memória do meu coração,
guardei esse tempo.
As brincadeiras, as incertezas,
as tristezas, as risadas também.
Guardei com carinho, cada jeitinho
daqueles que me fizeram tão bem.
Debruçar sobre a janela
é absorver o amor,
esquecer a dor.
Ser paz.
Ser o sorriso que faz serenar o olhar
de quem ao nosso lado sempre estará.
Podem as estações passar, o amor em mim sempre florescerá.
Debruçada sobre a janela,
observo o tempo passar
colhendo as rosas que hoje
começaram a desabrochar.
Se debruçar sobre questões, aparentemente intangíveis, é o combustível para àquele que não vivem na inércia mental
Não temos domínio sobre nada, passam os dias e vêm as noites, sucedem chuvas, tempestades e calmarias, e tudo isso sem que possamos ter qualquer controle acerca do destino das coisas que nos convém, exceto guardar no íntimo a disposição de ir sempre em frente, jamais retroceder, mas sim, de seguir além.
A Expectativa do fim.
A cada dia volto no tempo em meus pensamentos,
Refletindo sobre erros e arrependimentos.
Em todas as oportunidades perdidas e a cada amor não correspondido, Olhando no espelho como fui tolo e ingênuo.
Sofrendo por decisões emocionais tomadas por acreditar em uma pureza nas pessoas,
Rostos maquiados que escondem sua natureza de traidores e mentirosos.
Abraçado com o tempo e a racionalidade os fatos se fizeram completos.
No pequenino mundo há felicidade com família,
As pessoas que mais amo nesta vida e outros tempos.
Sem remorso ou tristeza entrego está vida e aguardo o ceifeiro a guiar a balsa ao além.
Agora vós, ricos
Chorai e pranteai por vossas misérias
Que sobre vós hão de vir
As vossas riquezas estão apodrecidas
E as vossas vestes estão comidas de traça
O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram
E a sua ferrugem dará testemunho contra vós
E comerá como fogo a vossa carne, pois
Acumulaste tesouro para os últimos dias
Conta-se sobre uma jovem aborígine, que em uma tribo antiga desconhecida habitava.
Em tudo o que queria, não agia.
Senão pela sabedoria a qual o velho xamã de sua tribo ensinava.
Das coisas que o velho dizia, havia uma lenda ancestral, que falava sobre o bem e o mal.
E a lenda primitiva que falava então, sobre a luz e a escuridão, se referia a dois lobos que habitavam o seu destemido coração.
"Para isso criança não existe domínio, se não ao qual você mais se atenta. Pois das suas ações só sobrevive dos dois, o lobo ao qual você mesma alimenta."
Indivíduos diferentes têm concepções diferentes sobre o mundo: Princípios, valores, motivações, gratificações e objetivos...
O domínio da IA sobre a humanidade, provavelmente se dará, não por meio de armas de extermínio em massa, mas através da ilusão!
CAMINHOS DE ILUSÕES
Viajando essa estrada tirana
Sobre as gretas de suas espeças rochas
A destroçar a Peçanha
De seus mitos delirantes
Que sugara o mel da flor infante
Nos sonhos mitigantes dos passantes.
Essa pátria de via intransitável
Aos que nela vão viver sempre errantes.
Sob o sol caudaloso e causticante
A regar sem pudor
Outros sonhos em seu solo itinerante.
Se eu sonhasse ou ao menos ideasse
Verteria seus mitos e farsantes
Aplacando essas léguas tão tiranas!
No sutil frescor de Aruanda.
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