Chico Xavier - sobre Disciplina
Tenho um olhar que enxerga além das palavras raramente erro sobre o coração das pessoas. E você, com tudo o que mostra ser, me parece uma alma rara, maravilhosa. Só peço uma coisa: não deixe esse espelho essa imagem bonita que tenho de você se partir. Porque há reflexos que a gente guarda como tesouro.
Sabe aquelas histórias de pessoas que descobrem uma força sobre-humana para salvar alguém que amam? Sempre achei isso impressionante. Mas e quando não tem ninguém pra salvar além de você mesmo?
Não tem carro pra levantar, nem bala pra pular na frente. A ameaça, agora, é mais silenciosa — é o medo da solidão, os questionamentos, as dores antigas que resolvem aparecer quando tudo silencia.
Estar sozinho não é ausência, é presença. É quando a vida te convida a olhar pra dentro, mesmo que seja desconfortável. Não tem adrenalina, não tem instinto automático. Tem escolha. Tem coragem.
A minha jornada hoje não é salvar ninguém. É me salvar, me entender, me acolher. E isso, talvez, seja o maior ato de força que já vivi.
Liderar deixou de ser apenas sobre saber fazer. É sobre compreender, conectar, servir e transformar. E CHARA traduz essa jornada com alma.
- Conhecimento
- Habilidade
- Atitude
- Resultado
- Amor
Quando o Espírito Santo desce sobre uma pessoa, ele produz suas características, sua personalidade, suas obras e seu poder, se não for assim, teremos pessoas cheias no culto, mas vazias no oculto.
“Existe algo muito interessante sobre a hipnose que poucas pessoas sabem. Na essência, a hipnose nada mais é do que um processo para ativar a fé.
Mas, se isso fosse explicado dessa forma, muitas pessoas simplesmente não acreditariam — porque o ser humano, no geral, é incrédulo diante daquilo que não entende.
A diferença é que, na hipnose, existe um passo a passo, um método estruturado que permite acessar os recursos mais profundos da mente. Coisa que, por exemplo, nas religiões, te pedem pra ter — ‘Tenha fé, acredite’ —, mas não te ensinam como gerar essa fé de forma prática.
Por isso, a hipnose se tornou tão poderosa. É como se fosse uma tecnologia mental que te mostra, de forma clara e organizada, como acessar o que parecia inalcançável dentro de você.
Ao lidar com as complexidades do id e do superego, somos levados a refletir sobre nossos instintos e as normas sociais que nos cercam, equilibrando a liberdade de sermos nós mesmos com o apreço pelos sentimentos alheios.
O conhecimento pode, sem dúvida, ser uma forma de poder; entretanto, o conhecimento sobre si mesmo é a verdadeira essência da auto capacitação.
Viver não é se acovardar, é sobre dominar si mesmo. Você não sobrevive evitando a dor, você passa por ela.
Que a paz e o amor de Jesus estejam sobre a sua casa, sua família, e que ele abençoe grandemente a todos.
A teologia de Cristo não é sobre saber quem Ele é intelectualmente. É sobre amá-Lo a ponto de buscá-Lo no secreto, na intimidade, onde o coração fala mais que a mente.
Torre de Babel
por Elian Tenebris
O Estado cresce como a Torre de Babel —
ergue-se sobre bases de sangue e enganação.
Tijolos de esperança, argamassa de convicções,
e a água que os une… lágrimas de fé.
Ergue-se assim, andar por andar,
uma torre que toca os céus
e separa seus níveis por classe.
Na base: o suor dos ignorantes,
ligados à fé e à crença
de uma justiça divina que nunca desce.
A tinta: sangue do oprimido e do doente.
A luz: a ausência do verdadeiro saber,
substituído por falácias econômicas,
que poupam energia — e consciência.
Os elevadores?
Apenas para os privilegiados,
que sobem sem sujar os pés,
sem carregar os próprios fantasmas.
As escadas?
Feitas de britas, cortam os pés
dos que ousam subir.
Amoladas por gritos e dores esquecidas.
Lá embaixo, os cegos construtores
olham para o alto —
o topo ofusca o brilho do sol.
Lá em cima, veem apenas nuvens,
sem olhos, sem ouvidos.
Apenas chicotes e uma fome que não cessa,
mas sentem a brisa que refresca
o quarto abafado da hipocrisia.
Cada andar tem seu servo:
escravizados pelo luxo
para não pisar nas escadas de pedra.
Aceitam, em silêncio,
o conforto que mascara a dor.
E eu, do chão, espero:
Que os inocentes despertem.
Que vejam, enfim,
que a Torre de Babel
nunca esteve de cabeça para baixo —
apenas erguida sobre o mundo virado.
Certa vez, vi uma mulher sentada sobre um trono feito de espelhos estilhaçados. Ela vestia branco, mas suas mãos estavam manchadas de tinta dourada, e sua boca proclamava nomes que não eram o dela. Ela se dizia noiva, mas já havia se deitado com reis demais, cada um deixando nela uma semente, e de cada semente, nascia um novo nome, um novo credo, um novo dogma, todos clamando por serem filhos legítimos de um mesmo Pai. Mas quanto mais filhos ela gerava,mais distante parecia daquele que lhe prometera o altar. Alguns desses filhos ergueram templos de ouro, outros, púlpitos de ódio. Uns gritavam "graça", outros sussurravam "poder", e muitos aprenderam a vender milagres como se fossem especiarias. Os mandamentos foram escritos em rolos de marketing. As virtudes cardeais tornaram-se decorações de vitral. A caridade tornou-se performance. A temperança, um texto esquecido. A prudência, uma ameaça. A justiça… silenciada. E o Pai? O Pai foi reduzido a slogan. Um nome jogado em guerras políticas, um refém de interpretações convenientes, um pretexto para se construir impérios sobre a fragilidade do rebanho. Quem era a mulher que dizia gerar o sagrado, mas paria o profano? Quem multiplicava em nome do Uno, mas diluía sua essência a cada parto? Quem prostituiu as virtudes e quebrou os mandamentos sem sequer corar?
Ser bem-sucedido na empresa significa 'ter confiança em si mesmo e domínio sobre o conteúdo da função pretendida'.
É sobre isso:
seja uma mulher segura, determinada, confiante e verá que as flores vão florescer no jardim da sua vida!
Sobre crescer e sobreviver
Se desejamos crescer, é preciso romper barreiras.
Não há como florescer na inércia.
Não se cresce abraçado ao vitimismo, nem ancorado na conformidade.
E, sobretudo, não se cresce com medo.
Medo de desagradar, de falhar, de ser mal interpretado —
o medo de não caber na expectativa alheia é uma prisão disfarçada de prudência.
Li, certa vez, que especialistas recomendam um exercício simples, mas profundo:
escrever o que se pensa.
Colocar no papel a imagem de quem queremos nos tornar.
Construir-se em tempo real, com palavras como tijolos e sangue como argamassa.
Eu fiz isso. A vida inteira.
Construi um império de sonho.
Mais de 40 livros.
Cada um deles foi uma escada plantada no escuro.
Sem eles, talvez eu fosse um anônimo completo —
um homem comum, apagado por dentro.
Mas é importante dizer: isso, por si só, não significa sucesso.
Não falo de vitórias públicas.
Falo de sobrevivência.
Escrever foi meu modo de não desaparecer.
Foi minha maneira de resistir ao apagamento interior que ameaça todos os que sentem demais.
Transformei em palavra aquilo que o mundo tentava silenciar em mim.
E isso, por mais que não me tenha dado aplausos ou riqueza, me deu algo ainda mais raro:
consistência.
A gente precisa conversar seriamente sobre limites, sobre impulsividade, sobre essa arrogância coletiva que faz todo mundo se sentir no direito de invadir o espaço do outro.
Jesus tomou sobre si o peso dos nossos pecados para que pudéssemos experimentar paz, perdão e cura integral - corpo, alma e espírito.
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