Chato
Havia um poeta chato e careca no meio do caminho
No meio do caminho havia um poeta careca e chato
Então um dia um anjo torto que jogava RPG comigo falou:
- Ti (É assim que meus amigos me chamam)
- Ti, eu me decepcionei com aquele girino mineiro
E não ganhei meu par de assa 2.000 Ultra plus
Então salva o meu nome Ti
E vai ser gauche na vida...
Bem, e aqui estou eu.
Tentando essa budega!!!
Eu sou o cara mais mal-humorado do mundo. Sou tímido, chato e ranzinza. Não gosto que me achem engraçado na rua. As pessoas olham para mim, começam a rir e eu fico furioso.
Porque ser comum não é certo, é anormal, é chato, é tudo o que não sou e nunca serei.
Ser comum seria errado, não seria do meu agrado.
Adoro ser diferente.
É fascinante esse meu lado complicado.
Esse meu lado de gritar com a boca fechada, berrar silenciosamente.
Lado que tem luz própria, lado reluzente.
Sim, porque nós todos temos dois lados.
Agora, o que diz quem é você, é o lado que você vai escolher transparecer.
Falo, insisto, repito, sou chato,
Mas o pior é quando me faço de mudo, por nao importar mais o que tinha pra dizer!
Enquanto alguém reclama, por exemplo, "Nossa, que frio chato," você cria o milagre de ver o cenário positivo e diz: "É um treinamento para o meu sistema imunológico".
Chato é aquele conhecido
quete encontra quando vc
estaatrasado, não para de
falar e quando vc fala:
desculpa agora preciso ir e
ele responde: Eu vou com você
Chato é aquele conhecido que te encontra quando vc esta atrasado e fica conversando demais,
Aí vc fala, desculpa agora preciso ir e ele responde: Eu vou com você.
Eu sei o quão chato, impossível e difícil de agradar eu posso ser. Eu não me recomendaria como convidado para ninguém.
Eu sou chato mesmo, irritante, passo da conta, esqueço onde fica o limite, surto, me desequilibro, saio do eixo, perco o prumo, o compasso, fujo de mim, esqueço até quem sou, mas ah se soubesse o tamanho do amor que te tenho.
Ricardo F.
Paro e Imagino Um Mundo Sem Mim, E Como Ele Seria Chato Sem Minha Companhia, Eu Sei Que Na Maioria Das Vezes Eu Estou Sozinho Novamente, Mas Eu Não Vou Abandonar Esse Espírito Que Me Impulsa A Continuar.
Nós nos tornamos chatos, mas não é pelo cansaço! É pela falta de tempo,
que quase nunca queremos doar.
BN1996
E de repente o mundo se tornou tão chato que até a empatia foi politizada,
de tal forma que a pessoa só consegue compreendere secolocar no lugar do próximo, seo outro tiver o mesmo viés de pensamento que ela.
Será que quem criticar é perfeito? eu acho isso chato o povo se encômodo muito com a vida dos outros.😒👊
MUNDO RÁPIDO:
Livros são chatos,
Luzes me atraem,
Letras são como um labirinto,
Flashes se misturam,
Quem é quem?
Luzes escritas em placas,
Livros queimados em eletricidade,
Isso é o mundo atual.
Eu tive que aprender a ser muito chato e inflexível com algumas pessoas para impedir que essas pessoas me tratem igual à (um) ninguém.
Na vida é assim ou você se impõe ou as pessoas não te dão valor.
Ela coloca no meu rosto um sorriso bobo, solto e leve, me distrai nos momentos chatos, nos momentos bons ela é o momento.
ALGUNS PONTOS PARA REFLETIR
Em se tratando de Literatura,
1 – não existe livro “chato” ou “agradável”, existe livro bem ou mal escrito;
2 – não existe livro “fácil” ou “difícil”, existe leitor preguiçoso ou interessado;
3 – assim como o escritor, além do talento, deve saber escrever, também o leitor deve saber ler e compreender;
4 – não é o livro que deve vir ao leitor para agradá-lo ou a ele se adaptar (exceto os livros comerciais), mas é o leitor quem deve mergulhar em todas as camadas do texto para analisar, interpretar e avaliar; ao fim do processo pode gostar ou não, mas isso é outro assunto;
4.1 – isso, normalmente, exige esforço, pesquisa, informações diversas – enfim, exige trabalho. Com o tempo, entretanto, desenvolvemos o “faro”, a intuição, vamos acumulando informações das várias leituras. Adquirimos, assim, experiência literária, e qualquer leitura torna-se menos trabalhosa; e apuramos nosso gosto estético, desenvolve nossa sensibilidade,tornamo-nos leitores mais exigentes em relação ao que determinada obra pode oferecer e nos oferece;
5 - um livro tem seu valor em si mesmo, intrínseco, e também um valor (que pode ser maior ou menor) quando inserido na tradição literária, onde interage com outros livros, anteriores e posteriores, e podemos compará-lo e avaliar outras peculiaridades, como inovação, invenção, maestria, impacto social, etc;
6 – o valor literário de um livro nunca pode ser avaliado pelo sucesso ou fracasso junto ao público leitor (salvo, novamente, os livros comerciais); nem pelos elogios da crítica, os quais também devem ser avaliados; muito menos pela moda social ou acadêmica;
7 – critérios para interpretação e avaliação de uma obra são fornecidos por disciplinas específicas, como Estética e Teoria Literária – porém, não raro, com o concurso de outras afins, como História, Sociologia, Psicologia, Economia, etc;
8 – “Crítica” é um termo que não implica juízo de valor (criticar não significa descer a lenha), não é negativo nem pejorativo; é um termo neutro. “Crítica” é uma atividade que se exerce e implica num processo de várias etapas: leitura, análise, interpretação e avaliação – esta, pode ser elogiosa, laudatória, ou restritiva, e, mesmo, negativa;
8.1 – portanto, quando faço a crítica de um livro nunca tenho em vista o leitor deste livro; esta variável não entra no processo; quem está no palco é o texto e nele está o foco; se, ao final, eu concluir pela avaliação negativa do livro criticado, isso não implica que eu menospreze e considere sem valor os leitores que gostem dele.
Humildemente, a título de sugestão a quem interessar possa, indico alguns livros que me ajudaram a chegar a estas conclusões (não te-lo-ia conseguido sozinho, por mim mesmo): “Literatura e Sociedade”, de Antonio Candido; “Sociologia do Romance”, de Lucien Goldman; “História Concisa da Literatura Brasileira”, de Alfredo Bosi; “Presença da Literatura Brasileira”, Antonio Candido e José Aderaldo Castello; “Para Uma Teoria da Produção Literária”, de Pierre Macheray; “Teoria da Literatura: Uma Introdução”, de Terry Eagleton, Teorias da Arte”, de Arnold Hauser, “O Inconsciente Político”, de Fredric Jameson, “Teoria do Romance”, de Giorgy Lukács...e paro por aqui. (estes, voltados essencialmente para a prosa, a narrativa; para a poesia há outros...e outros , ainda, para o teatro!)
UM ABRAÇO A TODOS.
Eduardo Meksenas
Caso aconteça algo chato entre nós, entenda que tá tudo bem, as vezes sair do ritmo faz parte da dança.
