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Charles Chaplin sobre a Danca da Vida

Cerca de 305719 frases e pensamentos: Charles Chaplin sobre a Danca da Vida

"É preciso coragem para ver o real, ao invés do conveniente."

Quando a gente monta um show, não atira na plateia.

Inserida por francieliwt

Na verdade, achar que somos excepcionais é talvez a regra geral.

Inserida por kethycia

E uma das nossas melhores e maiores distrações, com a velhice, é recitar, não só para os outros, como também para nós mesmos, nossa própria história.

Inserida por kethycia

Já que qualquer mundo é, por definição, fechado em si mesmo e, para quem vive nele, é também tudo o que existe.

Inserida por kethycia

Como agora preciso de um pouco de bondade, tornei-me mais bondosa.

Inserida por kethycia

Na verdade, a ocasião parece ter liberado algo dentro dela, um misto de amor e bravura, se é que os dois, não são, sob muitos aspectos, a mesma coisa.

Inserida por kethycia

Jamais teria me imaginado como alguém capaz de perder tempo com o que os outros pensam, mas quem entesoura segredos culpados acaba inevitavelmente fascinado pelas aparências.

Inserida por kethycia

Pensei cá comigo: Todo mundo nesse restaurante está aliviado de nós ver pelas costas. Pensei: Tornei-me uma daquelas pessoas de quem eu sentia pena. Pensei: E continuo sentindo. Mais que nunca.

Inserida por kethycia

Em certos casos, o problema parece enraizado na natureza do belo em si, uma qualidade, surpreendentemente escorregadia, que muito dificilmente se pode comprar de cara, que foge diante do excesso de esforço, que premia a informalidade e, acima de tudo, que chega por capricho, por acidente.

Inserida por kethycia

deus me livre! na minha casa isso não entra não

Inserida por marcostbsilva

Oh, Zé! Daquela que bate fundo, desfaz o mundo, alonga segundo e dá até em vagabundo é de que tipi? _Ah, dessa, é sardade profunda matadêra.
E daquela que dá em sonhadô, tira o dispô, vira os zói do dotô e faz da gente bebedô em curriquêro chororô? Dessa daí, eu sei eu, que é das profunda tamém. E matadêra.
Zé, e daquela qui a gente sente só a farta da presença, de mão dada com ausênça, na inocença da crença que intorta doença sem carença de clemença, bate até macia, nem se anuncia e judia mas é até mêi que alegria? Alegria de lembrá de quem num tá.
Sabe, Zé? De que tipi é aquela sardade que a gente qué matá, mas sem muita precisança, prosquê deve do ôtro querê por de merma confiança, que morra tamém a que a gente tem, sabeno que morrê morrida de morte morta mermo, ah, essa num vai morrê é nunca?
Prosquê até pode quetá, mar começa de novo na hora da hora de chegá a hora de se dispegá. Essa tamém é das profunda matadêra?
Né não. É só sardade mermo. Sardade verdadêra.

Inserida por alanlima92

A culpa confere um poder espantoso. E simplifica tudo, não só para os espectadores e vítimas, mas, sobretudo, para os culpados. Ela impõe uma ordem à escória. A culpa ensina uma lição muito clara da qual outras pessoas talvez possam obter consolo: se ao menos ela não..., e com isso torna a tragédia evitável.⁠

Inserida por taisac

⁠O que é o amor?
Uma combinação de algoritmos?
Uma criptografia biológica avançada?
Uma invenção social? Uma narrativa?

Inserida por Vogelfrei

Um grande erudito e um idiota, estes são personagens que podem ser facilmente encontrados vivendo sob um mesmo teto.

Inserida por FabioSilvaDN

Às vezes é isto, andar pela vida numa patomima chapliniana, embebedado em um déjà vu de sentir e ser!

Inserida por Jeocaz

A minha verdade sobre Uberlândia, um Adeus!

Minha jornada nessa cidade durará apenas 7 meses e daqui levo comigo apenas a lembrança da péssima experiência que tive nos mais diversos lugares que relato nesta crônica. De mim, porém, deixo nessa cidade apenas um processo que movi contra o mercado Bretas.
Antes de vir morar em Uberlândia pesquisei muito a respeito da

qualidade de vida, clima, segurança, ensino e mercado de trabalho. Pesquisei ainda referente a cultura dos Uberlandenses e dos chamados ‘uberlandinos’ (como são chamados os que vieram de outros estados mas se auto naturalizaram uberlandenses).

Já nos primeiros 15 dias residindo no bairro Santa Mônica, por volta das 13h de um sábado fui abordada por um meliante montado em uma motocicleta que supostamente necessitava de informações, sim! Era um assalto!

Como numa tentativa otimista pensei dias depois do susto: “ - Tudo bem, poderia ter acontecido em qualquer outra cidade! (embora nunca antes tenha sofrido essa experiência).

Então começou minha sina em busca de emprego, tendo sido chamada para o emprego por 8 vezes, passado em todas as entrevistas e provas, chegava no dia e recebia uma ligação dizendo que: ou a vaga havia sido cancelada ou que havia sido adiada para outra oportunidade que não chegara até hoje. Até hoje não vi um nativo da cidade cumprir sua palavra.

E o “ali” de mineiro? Não está menos de 10 quadras.

“Já estou chegando”, espere sentado.

Quero ressaltar aqui que sou proveniente do Rio Grande do Sul, e por mais estranho que pareça, quando digo isso por aqui sempre ouço a mesma pergunta: “ O que vieste fazer aqui?!
Vim buscar qualidade de vida!
Sempre foi minha resposta.

Possuo autismo, e minha busca por tratamentos qualificados aqui também fora uma tarefa frustrante, uma vez que a cidade não disponha de entidades apropriadas para tal deficiência.

Outra grande curiosidade sobre Uberlândia é a quantidade de deficientes físicos que circulam na cidade, posso afirmar sem medo de errar que nunca havia visto nada igual, há cadeirantes por todos os lados, especialmente no terminal central da cidade. E eles possuem uma força de vontade inimaginável, como também não há em deficientes físicos de outros locais dos quais já visitei ou residi.

Antes de mudar para Uberlândia eu alertava minha mãe que possui um sotaque gaúcho carregado:
Tente ser mais gentil, não vai colocar os mineiros que falam daquele jeito doce e meigo para correr!

Mas, durante toda nossa permanência em Uberlândia, tive o desprazer de conviver com pessoas arrogantes, prepotentes, autoritárias e que não tem o mínimo de compaixão pelo próximo. Todos são assim? NÃO! Mas grande parte das caixas de supermercado, servidores públicos e atendentes de loja.

Já ouviram falar na loja da algar do terminal central? Fui fazer a contratação de um plano lá e durante todo o atendimento que durou mais de 20 minutos a vendedora se quer olhou para mim, nem para dar boa tarde, e no final, sem que ao menos eu assinasse o contrato, ouço ela dizer: - PRÓXIMO! Annnn???? Como assim?

Mas o choque cultural para mim veio mesmo quando percebi a falta de amor da população pela cidade.
Jogam lixo no chão estando ao lado da lixeira. CHOREI QUANDO ASSISTI ISSO PELA PRIMEIRA VEZ!
A cidade é linda, arborizada e possui uma arquitetura invejável as demais cidades do estado e até do país, e seus moradores não a amam! Que dor eu senti e sinto quando assisto essa cena.
Os passageiros dos ônibus jogam lixo pela janela, não se preocupando que isso possa causar um acidente com o veículo de trás.

O terminal central a tarde mais parece a sucursal do inferno!

Isso sem falar do parque do Sabiá, que é Open Bar de drogas em plena luz do dia, com a PM passando ao lado e lhe restando cumprimentar os usuários sem nem mesmo aborda-los! Não é por nada não, mas eu não sabia que já haviam legalizado as drogas por aqui.

Penso que se realmente Uberlândia é aquilo que as estatísticas dizem na Internet, só há duas possibilidades: ou as estatísticas estão desatualizadas ou a cidade realmente não foi boa para mim que vim do Sul, um estado que está em um patamar completamente diferente daqui.

Fato é que, destratar aquele que te trata bem, jogar lixo deliberadamente no chão estando ao lado da lixeira e prestar um péssimo serviço para o cliente não diz respeito a minha opinião, mas sim a uma cultura que nunca havia vivenciado em lugar algum do Brasil, nem na América latina. Precisamos rever nossos conceitos de como sermos mais humanos.

À medida que o tempo vai passando, vamos aprendendo mais e mais sobre a vida.
Aos poucos percebemos que um relógio de 1000 euros marca a mesma hora que um de 50.
Uma carteira da Louis Vuitton leva o mesmo dinheiro que uma carteira sem marca.
A solidão numa casa de 50 m2 ou num condomínio de luxo é a mesma.
Num mundo perfeito todos entenderiam que a felicidade vem de dentro, e não das coisas materiais deste mundo.
E há tantos milionários a comprovar isso...
Não importa se viajas em primeira classe ou económica, se o avião cair morres na mesma.
Valoriza as coisas pequenas da vida, porque com o tempo vais perceber que essas são as grandes...

Conhecemos as almas uns dos outros e isso é tudo que eu sei sobre família.

Inserida por com_soc

Certa vez me questionaram sobre o melhor momento da minha vida, sem titubear respondi que havia sido todos aqueles mais difíceis, onde pude constatar o quão forte eu era e como eu poderia ser mais e mais e mais forte ainda.
Não sou o tipo de pessoa que teme as dificuldades ou que se esconde por detrás de um sorriso quando as lágrimas ardem e teimam em sair, aproveito o momento de alegria ao
máximo, mas valorizo cada lágrima.
As pessoas têm a ilusão de que a felicidade é um estado de “estar”, mas não é.
Felicidade é um estado de “ser”...
Ou você é feliz ou você não é feliz.
Ser feliz é muito mais do que um momento, ser feliz é encontrar dentro de um momento ruim a razão para estar vivo, é achar na dor, a alegria de existir e achar nas dificuldades
uma oportunidade para se sobressair.
Se felicidade fosse um estado de “estar”, então quantos de nós poderíamos dizer que
somos infelizes?
A vida consiste em momentos, e viver cada momento com a convicção do estado de “ser” feliz te concede vantagem sobre a aquele que não consegue ver beleza nem mesmo
em si próprio.

Inserida por com_soc