Charles Chaplin sobre a Danca da Vida

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Não são as palavras que diz sobre alguém; são os comportamentos do dia a dia.

Quanto menos as pessoas estiverem alertas sobre o que acontece, menos elas vão saber. E quanto menos souberem, mais ignorantes elas continuarão sendo. E, se continuarem ignorantes, nenhuma mudança será vista no meio social.


Quando alguém não entende ou não está consciente do que acontece ao seu redor – seja na sociedade, na política, na cultura ou em seu próprio ambiente – ela se torna incapaz de questionar e mudar algo. Isso mantém tudo parado, sem transformação.


A ignorância, nesse caso, não é só falta de conhecimento, mas também falta de interesse em buscar a verdade. E enquanto isso continuar, nada muda de fato, nem no social, nem no pessoal. Para mudar, é preciso primeiro entender o que está acontecendo, enxergar a realidade e agir.


Se ninguém busca saber, tudo fica como está. Por isso, é necessário se manter consciente e atento para que algo possa realmente mudar.

Reconheça quando estiver enganado sobre uma situação, para não ser enganado pela mesma situação.

A mente tem um poder profundo sobre o que sentimos. Se você pensa de maneira negativa, inevitavelmente suas emoções também serão negativas. Por outro lado, ao cultivar pensamentos positivos, suas sensações tendem a refletir essa energia. Mesmo que nem sempre tenhamos consciência desse processo, a verdade é que a forma como pensamos molda a maneira como nos sentimos. A escolha de como direcionar os pensamentos, e consequentemente as emoções, depende totalmente de você mesmo.

Quanto mais evitamos dizer para as pessoas sobre o que acontece na realidade da sociedade em que vivemos, menos chance temos de mudar alguma coisa. O conhecimento deve ser compartilhado, assim como o ar que respiramos, pois quanto mais se prende, guarda o conhecimento para que ninguém saiba, mais colaboramos para que o povo continue ignorante sobre a realidade da sociedade em que vive, e a mudança acaba ficando estacionada. É preciso alertar todos ao seu redor sobre o que acontece, espalhar conhecimento, o óbvio que muitos não enxergam, para não ser apenas mais um colaborador de um povo ignorante, refém de uma mente obediente, controlada indiretamente por dominantes que querem te manter calado sobre o que acontece, para continuar te manipulando e calando sua boca, para que possam roubar você e o seu povo, dividido e perdido do conhecimento ocultado da realidade.

Querer que tudo esteja sobre o seu controle é pedir para ser controlado por tudo.

Os comportamentos de alguém distraído dizem mais sobre ela do que o que ela fala com atenção.

A política nunca foi sobre a "Paz", mas sim sobre a dominação dos pobres e a defesa de interesses... A religião nunca foi sobre o "Amor", mas sim sobre dominação e interesses políticos. Todas as guerras começaram por causa de interesses.


Contudo, nunca teremos paz enquanto a política existir. — BigaM.

⁠Quando alguém me procura para falar sobre os outros, acaba por desnudar o próprio caráter.

Nada é semente do acaso! tudo que acontece, é fruto do descaso de cada indivíduo sobre seus próprios deveres e responsabilidades.

Deus é responsável pelo meu ateísmo. se ele realmente existe, isso reforça os argumentos sobre sua irresponsabilidade; mas se não existe, estarei sendo tolo por gastar meu tempo tentando desaprovar alguém que é fruto da carência e imaginação humana.

A questão não é sobre querer ser
E sim saber o que você quer ser de verdade

Sobre o Pastor de "Três Graças"

Demétrio Sena - Magé

Fiquei frustrado ao ler que o pastor Albérico, da novela Três Graças é, na verdade, o chefão da bandidagem na comunidade fictícia da Chacrinha. Desejei que a fantasia salvasse a realidade. Que a licença poética nos desse um horizonte favorável à crença no cristianismo do século XXI. Estava mesmo feliz por imaginar que, na ficção, a exceção venceria a regra, em desagravo ao mundo real, onde a regra estrangula a exceção. O pastor Albérico tinha tudo para ser a exceção na qual precisamos acreditar, fora do estrangulamento que nos deixa sem esperanças.

Ainda espero, caso isto seja verdade, que autor e colaborador decidam pela mudança de rumo do personagem. Precisamos dessa fantasia. Dessa poesia que nos faça intuir a existência de uma exceção menos invisível; menos intocável; mais possível, na vida real. Entendo o realismo que denuncia o óbvio, mas gostaria de ver, na ficção, a exceção vencer a regra. Tornar-se a regra no folhetim, representada pelo único pastor do enredo. Precisamos sonhar que ainda existem líderes cristãos a contento, representantes legítimos do real cristianismo. Sem envolvimento com poderes paralelos (tráficos, milícias e política partidária extremista).

No fundo, nem é de religiosos (fiéis e líderes) que trato nesta reflexão. É de seres humanos, convertidos ou não a crenças (quaisquer crenças), dogmas, filosofias e até medos, capazes de transformações viáveis para um mundo melhor. Se a transformação doentia do "Jorginho Ninja" não convenceu, pois ele se converteu fragilizado pela doença e o medo do suposto inferno, valeu o efeito. Foi um opressor a menos, no universo da novela. Por ora, resta-me a frustração de não vivenciar a poesia de um líder religioso na contramão da realidade que me cerca.
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Respeite autorias. É lei

A areia discutia com o vento sobre relógios invisíveis enquanto cavalos marinhos atravessavam o céu como se nuvens fossem oceanos. No centro de um mar morto que ainda respirava, um moinho girava ao contrário, triturando minutos em pó fino. O tempo afiava ponteiros com calma excessiva, sentado diante de um espelho quebrado que refletia rostos ainda não vividos. Cada fragmento mostrava uma possibilidade diferente, como se a realidade estivesse em teste.
Uma flor de lótus nascia dentro de uma xícara vazia, indiferente à ausência de água. Os cavalos marinhos cochichavam à areia que o mar morto não era falta, mas silêncio acumulado. O moinho insistia em girar, não para moer grãos, mas arrependimentos. O espelho multiplicava olhares, criando versões que nunca se encontravam.
Tudo parecia deslocado: areia no céu, água sem ondas, flores sem lago, horas sendo moídas. Um cenário absurdo, quase incoerente.
Até que se entende: a areia são os dias que escapam pelos dedos; os cavalos marinhos, pensamentos improváveis; o mar morto, o coração quando se cala; o moinho, a rotina que transforma escolhas; o espelho quebrado, nossas identidades fragmentadas; e a flor de lótus, a vida que insiste em nascer mesmo onde parece não haver nada.

“Sem segurança jurídica sobre mercadorias armazenadas, não existe comércio internacional eficiente, e em tempos de guerras, isso se torna extremamente importante em todos os sentidos”

Que este dia lhe traga alegrias e que a bênção de Deus esteja sobre você!

⁠“Sobre a logoterapia

É um tipo de tratamento baseado no estado de ataraxia de espírito, através das palavras. É dito que Antifonte orador, curava através da força de sua oratória. Que Pessoas depressivas iam ter com ele para ouvi-lo e que saiam das sessões logoterápicas, completamente aliviadas dos males que afligem a Alma. Fílon de Alexandria informa que os Apóstolos do Cristo, por exemplo, eram chamados de terapeutas e as mulheres seguidoras deles, de terapeutridas. Porque quem tinha perturbação psicóloga e se aproximava deles, dada sua vida contemplativa e meditativa, era curado ou curada. O curioso que O Cristo é chamado de "O Verbo de Deus". No grego, O Logos. A Palavra. E muitos ficavam em estado de paz quando o ouviam. E sentiam a energia de seu Verbo tocando no mais profundo de seu ser, como um fogo Divino que inflama a Alma.

³² E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?

Lucas 24:32

Às 14h18 in 24.02.2024”

Sobre a Pré-Ciência de Deus, e a providência antecipada dEle, em relação às ações do Mal






Pois como É Onisciente, já providenciou todas as saídas e medidas contra a ação de cada mal superveniente.


Às 16h32 in 10.08.2025

Sobre a medida de punição dos espíritos e das Almas que estiverem no Geena.

Aparentemente, pode parecer que todo o Inferno, quando for lançado no Lago de Fogo e Enxofre, O Geena, sofrerá igualmente, o mesmo grau de dor ou de queimação. Refiro-me tanto a Demônios quanto às Almas Humanas. Mas, à luz da Filosofia, Arte, Poesia e Teologia, ( afora depoimentos alhures, dos mais diversos!) entendemos que, se no Primeiro Inferno, onde jazem as Almas Humanas condenadas, há várias alas de punição, cada qual com um grau de pena aplicada, conforme a natureza de seu pecado praticado, na Terra, então não seria justo que, no Geena, pecados menores, fossem punidos com a mesma intensidade de pecados maiores praticados. Entendemos de forma absolutamente resumida, dizendo que, no Geena, isto é, no fogo eterno, que, cada um que lá estiver, irá queimar num grau ou numa intensidade; uma Alma numa, outra em outra intensidade, conforme o pecado que praticou. Em outras palavras: o fogo do Geena, arderá em cada um, numa intensidade proporcional. Embora todos que hão de estar lá, sejam mergulhados naquele inimaginável Mar de fogo, cada qual sentirá um nível de queimadura eterna, na Alma...


Às 08:51 in 12.10.2025

Sobre a ambição de reunião de detalhes, no interior do espírito Científico-Filosófico


O Filósofo Nietzsche, mais precisamente em seus Escritos Sobre História, mostra-nos a avidez por detalhes dos fatos universais, no espírito Científico-Filosófico e Histórico, do Escritor Austríaco Franz Grillparzer. Chegando mesmo a citar que, nesse espírito, há como que um fogo que o consome a querer devorar os detalhes, de modo sempre insaciável. Essa avidez e percepção filosófica, não é algo exclusivo do campo da Filosofia propriamente dita. Mas que é direcionado aos mais diversos campos do saber. Como nas Artes, Pinturas Realistas, Naturalismo , Esculturas, Poesias, Romances...
Em relação a estes últimos, por exemplo, podemos citar o incrível detalhista e minudente romancista - Gustave Flaubert! Seu romance, em especial, Madame Bovary, ganha, entre os intelectuais, o título de "o Romance realista por excelência". ( Marvin Perry). Este Historiador, chega a mencionar que um crítico das obras de Flaubert, comentando sobre o realismo dessa citada obra, Madame Bovary, diz: "reflete uma obsessão com a descrição. Os detalhes são relatados um a um, dando-se a todos a mesma importância, cada rua, cada casa, cada livro, cada folha da de grama, tudo é descrito em pormenor".
Essa avidez no espírito contemplativo, é como que uma vaidade científica que o gênio tem, por fazê-lo sentir-se o portador do atributo Divino da Onisciência. E é exatamente assim que que o gênio buscador do conhecimento, se satisfaz.

Às 12h18 in 13.11.2025