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Charles Chaplin sobre a Danca da Vida

Cerca de 305700 frases e pensamentos: Charles Chaplin sobre a Danca da Vida

A vida é assustadora, e é assustadora por uma razão, e a razão é que não importa qual ramo de uma vida a gente vive, somos sempre a mesma árvore podre.

A Biblioteca da Meia-Noite (livro)
HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021.

As costas foram feitas para o passado

Inserida por DaniferreiraCAMPOS

Magoa é um veneno que mata só você, nunca mata quem te magoou. Perdoe!

⁠Paixão é onde a alma se entrega

Inserida por Kayka

Rir de tudo, pode ser desespero. Mas concordo que é melhor que por uma corda no pescoço!

Inserida por SMatias

⁠Não é relevante dá importância ao que outros pensam sobre mim. Desperdiçar minha vida pensando nisto é adoecedor. Se cada um dará conta de si, por que então perder tempo com coisas irrelevantes?!

A minha dança é mais que um ritmo exato,
Ela é a expressão da minha alma
Ela é aquilo que as palavras não conseguem expressar...

E a gente canta, a gente dança , a gente não se cansa de ser criança; a gente brinca na nossa velha infância...

MUDANÇA...
MU...DANÇA
...MUDA!


Na dança da mudança só não se alcança
quem no ritmo da mudança não se lança

Muda o mundo e todo mundo muda
quem não muda fica mudo para o mundo

O sujeito que rejeita as mudanças
E sempre diz não às variâncias
nem se sujeita a perceber
que já está mudando de mundo sem querer

A mudança muda e muda sem se fazer notar e
Vai continuar a mudar
E de tão silenciosa fica muda
E muda não responde aos gritos de socorro
Dos que não querem mudar!



Guilherme Santos

Em todos os poemas há lobos, exceto em um. O mais lindo de todos:
Ela dança num anel de fogo e rejeita o desafio com um encolher de ombros.

Jim Morrison

Nota: Poema "All the Poems" de Jim Morrison

De joelhos, eu pedirei
Última chance para uma última dança
Porque com você, eu resistiria
A todo o inferno para segurar sua mão
Eu daria tudo
Eu daria tudo por nós...
(Far away)

Depois, bem depois, vem o tempo e nos mostra a verdade como se fosse um passo de dança. Suave, intenso, inteiro. Ele vem e mostra. E aí a gente olha para trás e pergunta: por que não agi diferente? Porque você não tinha o conhecimento que tem hoje. Não tinha a maturidade deste momento. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa.

Chuva a compor
A poesia
Dança na rua como bailarina.

Valter Bitencourt Júnior
Aprendiz: Poesias, frases, haicais e sonetos, 2021.

E não compensa entrar na dança, depois que a música parou...

A maior limitação está na mente, não nos membros atrofiados do corpo. Quem dança por dentro, rebola por fora.

E tem gente maravilhosa que, de repente, vai ficando longe, difícil de ver – e aí dança.

Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência.
Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude, e tudo muda, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração.

Vê passarela, como dança balança a pança e recua, a gente sua, a roupa suja da cuja se lava no meio da rua...

Chico Buarque

Nota: Trecho da música Flor da idade.

Ela Cerveja, Ele Coca Cola. Ela disco, ele tinta. Ela toca, ele pinta. Ela dança, ele tenta. Ela sorri, ele não aguenta. Ela escandalosa, ele calado. Ela festeira, ele sossegado. Ela quer ir, ele tá de boa. Ela desiste, ele ‘me perdoa’. Ela pontual, ele demora. Ela tem pressa, ele sem hora. Ela espera, ele vai embora. Ela pergunta, ele enrola. Ela desencana, ele peleja. Ela explica, ele boceja. Ela respira, ele fraqueja. Ela entende, ele a beija. Ela ponto, ele porém. Ela forte, ele do bem. Ela do momento, ele do além. Ela ama, ele também.

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.