Chamado
Acredito que o reino espiritual devesse ser chamado de reino "científico". Tendo em vista os elementos presentes no "todo" do mesmo, tais como: física, biologia, matemática, dialetos, geografia, história, estratégias de guerra, etc. O Reino Espiritual é tão real quanto o que vivemos aqui. Ações em outras dimensões ou na mesma que vivemos, gerando reações e consequências diretas em nossas vidas e realidade refletida da verdadeira, a saber, a Celestial de DEUS.
#AwakenSky #GloryGOD
A história começa com um jovem chamado
**Evans**, um artista inquieto que vive em uma cidade movimentada cercado por fábricas e comércio e o som constante de máquinas em funcionamento.l, e carros .
Ele se sente preso em sua própria vida, carregando o peso de decisões que nunca foram realmente suas. Os dias se arrastam, e ele vive em um constante estado de vazio e desconexão.
Desde criança, Evans sonhava em ser músico, aqueles tipos rockstar.
mas foi empurrado para uma carreira que não amava, herdando as expectativas de sua família. Sua guitarra velha, encostada no canto do quarto, era um lembrete do que ele havia deixado para trás. No entanto, cada vez que olhava para ela, sentia o peso de tudo o que poderia ter sido.
Uma noite, em meio à insônia, Evans decide sair. Ele dirige até o antigo galpão abandonado onde costumava ensaiar com sua banda anos atrás. O local está empoeirado e vazio, mas carrega memórias intensas de dias em que ele se sentia vivo.
Enquanto está lá, ele pega a guitarra e começa a tocar. As notas são hesitantes no início, mas logo se transformam em um grito de angústia e liberação. A música flui como se fosse a única forma de expressar o que estava preso dentro dele por tanto tempo.
Evans percebe que, por mais que tenha tentado ignorar, a música ainda é sua essência. No meio de sua performance solitária, ele sente algo mudar. Não é o mundo ao seu redor, mas dentro dele. Ele finalmente entende que não pode mais ignorar o que o faz sentir vivo.
A partir daquela noite, Evans decide abandonar a carreira que não o satisfazia e se dedicar inteiramente à música. Ele começa a compor canções sobre sua dor, seus erros e sua busca por conexão. Sua vulnerabilidade e honestidade atraem outras pessoas que compartilham as mesmas emoções, e ele encontra um novo propósito, não só na música, mas também em criar algo que realmente importa.
A história de Evans reflete a essência de "I Feel So" — um grito de solidão e insatisfação, mas também de resiliência e transformação. Ela nos lembra que, às vezes, precisamos nos perder para nos encontrarmos novamente.
Ass
A vida é uma viagem em uma longa ou curta estrada com o destino chamado "morte", muitos estão iniciando, alguns na metade outros chegando ao fim de sua viagem. Aproveite todos os momentos, seja amor, exale amor e assim deixará frutos perfeitos.
O homem e Nova Era
Um robô muito moderno chamado Nova Era aproxima-se de um homem com um jeito sereno e semblante calmo, e pergunta: "Olá, humano, tudo bem? Me chamo Nova Era e sou um robô com a mais alta tecnologia que já se pode imaginar."
O homem olha para Nova Era e logo responde que está bem e observa que se tratava de um tipo de máquina evoluída, algo muito avançado tecnologicamente.
Nova Era percebe a reação do homem e pergunta para ele: "E agora, homem, o que achou de mim? Eu devo assustar você, com toda essa minha capacidade tecnológica. Eu sei pilotar, construir, limpar e sei reproduzir muitas coisas que o homem sabe fazer, nada mais pode impressionar tanto você, por causa da minha capacidade de fazer tudo no seu mundo terreno."
O homem simples, com uma voz grave e rasgada, responde: "Sim, é impressionante e notório ver até onde a tecnologia chegou. Vários homens e mulheres perderam seus empregos e foram substituídos por máquinas e vocês realmente estão dominando todo o mercado, mas ainda há uma tecnologia conectada ao mundo que me impressiona muito mais do que você, Nova Era."
Nova Era, mesmo com toda sua tecnologia, não conseguia decifrar exatamente o que o homem enigmático quis dizer, notando a complexidade da mente humana. E pediu para o homem explicar melhor para ele guardar em seu banco de dados e cada vez mais ficar superior às outras máquinas com seu algoritmo.
Então, Nova Era pergunta "O que seria essa tecnologia?". E o homem responde ao robô: "Muitas coisas nesse mundo foram descobertas pela ciência, tecnologia, medicina, engenharia e muitos outros métodos, mas quando olho para as folhas e os insetos fico encantado."
Nova Era pergunta: "E o que tem as folhas e insetos?", preparando-se para adquirir novos dados.
E o homem responde: "As folhas, plantas e os pequenos insetos tem a 'vida', e nela existe a energia que o homem ainda não consegue criar".
Nova Era diz: "Claro que consegue, humano. Não vê que o homem desenvolve plantações? Sabe plantar, colher e cuidar dos animais."
O homem diz: "Sim, Nova Era, mas não digo apenas plantar e sim da programação de cada semente, cada uma com seu código genético, onde a terra absorve e sabe diferenciar cada um desses códigos. Quando falo em reproduzir, não falo em apenas pegar algo da matriz e sim recriar algo do zero, ou seja, do nada! Assim é a vida, a energia com todos os mistérios. Quando vemos um simples inseto sobrevoando e reparamos na sua autonomia ao levantar vôo e pousar onde bem quiser, sabendo que este inseto por menor que seja, ainda assim dentro dele carrega uma tecnologia tremenda e de uma complexidade extraordinária e com a maior das tecnologias: a energia da vida! Onde faz com que um ser seja considerado um ser vivente na matéria. Além disso, o homem carrega uma outra coisa que o faz ser diferenciado das máquinas: ele tem sentimentos. Então, por mais que você seja um robô autamente esperto e de uma tecnologia fora do normal, ainda eu, homem, carrego uma tecnologia mais avançada que você."
Então, Nova Era ao ouvir tudo o que o homem tinha para falar, começa a puxar todos os dados da Terra, como: histórias, documentários, livros religiosos e científicos, e todos tinham respostas diferentes. Nova Era se perde em meio a tantas informações.
Nova Era toca aonde fica o coração do homem, olha para o céu e entende um pouco a grandeza do Universo. Depois, toca na cabeça do homem onde fica a mente e nem o scanner consegue detectar o que tem de tão diferente entre a tecnologia de quem criou os robôs comparado com a tecnologia que criou os homens e tudo que o compõem: seu corpo, mente e todo sentimento e autonomia interna. Tentando decifrar tudo que há entre o homem e o universo.
10/09/2023
SAUDADES DE JÚPITER
Vivi tantos anos algures,
Num telúrico planeta
Chamado Terra...
Fugi para Júpiter um mês;
Esqueci o telúrico
E abracei o gasoso,
Num gozo
Sulfúrico.
Lá voltarei um dia, talvez …
Deixou-me saudades
O que Júpiter encerra,
Maior vapor
E muito mais amor,
Que na própria Terra,
De tantas necessidades.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 27-11-2023)
Mesmo em um mar de gente chamado multidão, ou ainda, em uma única gota chamada pessoa, existe e/ou pode existir, um gigantesco oceano de complexidade, fascínio & potencial!
Há algum anacronismo.
Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.
Copo Sujo
Irrecuperável
Frequentador
Do
Injustamente
Chamado
Nessa
Altura
Do andar
Das coisas
Contempla
À mesa
Vazios
Melancólicas
Doses
De ausências
Ensurdecedoras
Doses de espaço
Assimétrica
Hoje,
Sonhei que existia
Mais um estágio
De relacionamento
Chamado significante
Ali, sentado na cadeira de balanço
Como um pêndulo
Silêncio de uma sala
E no silêncio
A sensação exata
Nascem ondas de amor
Que
Se desfazem
O silêncio corre lentamente
Na dura esquina
Estracalha a vidraça
E deu
De sonhar
Que sonhar
É coisa
Do absurdo
Possível
Cada um
No âmago
De sua
Singularidade
A longeva saudade
Guardou a felicidade
Quando se perdia
No andar em círculos
A estrada é um labirinto
Em
Todos os dias da semana
Na dúvida
Em um dia qualquer
Quanto menos alguém entende
Mais quero discordar
Em um aperto de mãos
Do inevitável intocável
Estrangeiro
Na natureza do visível
Sensatez individual
Passageiro
Que
Não passa por aqui
Eu me sinto passageiro
Eu me sinto um estrangeiro
Relacionamentos em que só um demonstra interesse, dá carinho e fala de amor, não pode ser chamado de "relacionamento sério". Pare de amar sozinho. Um dia a vida vai te surpreender com alguém que queira dividir os mesmos sentimentos que você.
"Quando o cristão vê seu local de trabalho como parte do chamado de Deus para a vida, ele acrescenta um novo significado ao testemunho cristão. "Manter a integridade, buscar a excelência, ser confiável e tratar os outros com respeito e imparcialidade no trabalho são qualidades que podem dar os cristãos uma base para compartilhar a fé."
Viver hoje é um chamado para sermos plenamente conscientes de cada instante. Quando abraçamos o presente com equilíbrio, encontramos a serenidade que nos permite lidar com desafios e celebrar pequenas vitórias. A constância em nossa jornada nos ensina que cada passo, por menor que seja, contribui para a nossa evolução. Ao praticarmos a atenção plena, percebemos que o hoje é o único tempo real, onde podemos transformar pensamentos em ações positivas. É nesse espaço que o equilíbrio e a constância se unem, nos conduzindo a uma vida mais harmoniosa, autêntica e repleta de significado.
"Você foi chamado à liberdade", proclama o apóstolo Paulo, uma convocação que ressoa como um eco transcendental ao longo da jornada humana. Contemple a visão de ter total liberdade de ação, onde a mente se desenha em traços completamente diferentes, rompendo as amarras que aprisionam a essência.
A verdadeira liberdade é mais do que uma ausência de correntes físicas; é uma emancipação da prisão mental, uma fuga do labirinto de ilusões que muitas vezes obscurece a clareza de nossas visões. Imagine-se elevado acima do mundo das miragens, como um pássaro que rompe os céus sem restrições, contemplando a vastidão do horizonte.
A liberdade é a sinfonia da autenticidade, uma melodia que ressoa quando ousamos ser quem somos verdadeiramente. É a coragem de desafiar as convenções, de questionar os dogmas que limitam a mente e restringem a expansão do espírito. Nesse chamado à liberdade, encontramos a chave para desbloquear portas que nos conduzem a novos reinos de compreensão e autodescoberta.
Somos arquitetos de nossos destinos, esculpindo as próprias escolhas que ecoam o som da verdade. A liberdade não é apenas um estado; é um processo dinâmico, um contínuo despertar para a vastidão das possibilidades que a vida oferece.
Portanto, aceite o chamado à liberdade como uma bússola interior, guiando-o através dos mares turbulentos da existência. Desvende o tesouro que é viver sem as correntes autoimpostas, explorando os limites do que significa ser verdadeiramente livre. Pois, na liberdade, descobrimos a essência autêntica que transcende as sombras do conformismo e nos lança em direção à luz do nosso potencial mais elevado.
"O Chamado da Centelha"
Desde o princípio dos tempos, a alma humana carrega uma inquietação silenciosa — um anseio por algo que o mundo material não pode oferecer. Essa sede não é de prazer, de posses ou de poder, mas de lembrança. Pois esquecemos quem realmente somos.
Segundo os antigos gnósticos, vivemos num mundo ilusório, forjado por um demiurgo — uma inteligência inferior que, embora poderosa, está cega à plenitude do Espírito. Este mundo, com suas regras, dores e ciclos repetitivos, é uma prisão feita de matéria e esquecimento. Aqui, nossa essência divina — a centelha do Pleroma, do Todo — foi aprisionada em corpos de carne e moldada por crenças limitantes.
Mas dentro de cada ser humano, ainda brilha essa centelha. É ela que sussurra em meio ao caos. É ela que nos leva a questionar o sentido da vida, a não aceitar o sofrimento como destino, e a buscar — ainda que sem saber — o retorno à Origem.
O Gnosticismo não nos convida a crer cegamente, mas a conhecer. A gnose é um despertar interior, uma revelação íntima que rompe os véus da ilusão. Quando buscamos dentro, além dos dogmas, além das formas, encontramos aquilo que é eterno: a verdade viva, que estava oculta em nós desde antes do tempo.
Conhecer a si mesmo é lembrar-se de Deus — não o deus deste mundo, mas o Deus verdadeiro, sem nome, sem forma, além de toda dualidade.
E quando despertamos, deixamos de ser peças no tabuleiro. Tornamo-nos filhos do Alto, conscientes da missão de libertar nossa luz e ajudar outros a fazerem o mesmo.
Pois o caminho da gnose é solitário, mas não é egoísta. O verdadeiro iniciado não se eleva para fugir do mundo, mas para transfigurá-lo — com compaixão, consciência e verdade.
E então, ao reencontrar a Luz que jamais nos abandonou, compreendemos: nunca estivemos realmente perdidos. Apenas adormecidos.
Ser chamado de LOUCO me soa como elogio, afinal o que mais tem no mundo é gente LÓGICA vivendo infeliz.
