Cerveja
Sabe porque não consegues ser feliz de verdade?
Porque um copo de cerveja acaba, e a ressaca no outro dia vem trazendo todos os pensamentos ruins novamente.
A noite na balada também passa, e quando o sol raiar, tudo se repete.
Os prazeres momentâneos não conseguem preencher esse vazio aí dentro do seu peito, porque esse vazio é do tamanho de Jesus.
50% de uma amizade
Eu tive um amigo 100%
Nós saíamos juntos para ir almoçar, tomar uma cerveja com outros amigos, ir ao shopping raramente mas íamos.
Quando agente tinha uma novidade ligava para contar, Quando estava triste conversavamos,
Quando tínhamos um problema resolvíamos.
Falávamos de tudo. Família, relacionamentos, amigos, trabalho, frustrações, alegrias.
Ríamos de tudo, faziamos palhaçadas, doideiras.
Ele conseguia me surpreender porque está com ele era imprevísivel. Mas nossas previsões futuras sobre as outras coisas que estavam a nossa volta sempre aconteciam, isso porque agente tinha sincronia.
Nós dançavamos, era bom.
Tempo uma palavra que não tinha significado, porque nós fazíamos o tempo. Fazíamos o tempo que estavamos juntos, que conversávamos, que saíamos. De manhã, de noite, de tarde, depois do futebol, não havia definição para o tempo.
Saudade. Sentimento que sentíamos quando não nos falavamos por um feriado, por uma semana, ou quando não nos viamos.
E havia prova de tudo isso nas ações.
Mensagem para desejar uma boa prova na faculdade, uma ligação para dizer que sentiu saudade depois de chegar de uma viagem, comprar um sorvete, ajudar num trabalho da faculdade, cantar uma música juntos.
Preocupação, cumplicidade, Atenção, respeito, carinho, confiança, talves as palavras chaves da nossa amizade.
Isso era ter um amigo 100%
Então derrepente no meio do caminho as coisas mudam,
E você não sabe onde errou.
Talves errou quando renunciou a você mesmo seu próprio sentimento?, O
Ou talves quando foi embora?,
mas como saber?
Se as ações já não provavam mais nada.
Cerveja com amigos, não mais. dividir momentos, sentimentos, falar sobre tudo, não mais.
contar uma novidade, um acontecimento bom ou ruim, resolver algum problema, não mais.
Omissão, palavra constante na afirmação do não, mesmo quando ele sabe que voce sabe a verdade, omissão continua sendo a palavra.
Total confiança, não mais.
Mensagens, Ligações, Saudade, não se sabe mais. Despreocupação, imparcialidade, descuido, desapreço, afastamento,confusão de sentimento, confusão de pensamento, agora são palavras que giram na mente.
Então tudo que era 100% passa a ser 50%.
Tudo que era por inteiro passa a ser pela metade.
A metade causa dor, sofrimento, perguntas sem respostas. Esquecer? seguir em frente sem tentar olhar para trás? como? Se a sua vida desde que o conheceu foi estar ao lado dele, querer o bem dele, a felicidade dele. C
Chama que se apagou, detalhes que não voltam mais, sentimentos que deixam de existir, Agua do rio que só corre para frente, amigos no riso e na dor são para sempre?.
talves, 50% de tudo não sei foi totalmente, porque virou uma lembrança. E a partir de agora você tem que decidir se será uma triste ou uma feliz lembrança.
Triste por não ter mais o que sempre teve?,
Ou feliz por ainda lembrar e ver que foi tudo real?.
mesmo que nada tenha durado para sempre,você sabe, 100% ou 50%, entre a ilusão e a realidade, algo existiu.
Chegou sabadão e vou detonar
Tomando cerveja estou ou querendo te amar
É noite e o show do amor já vai começar
Dançando forró meu som vai te conquistar
Vou te tirar pra dançar voçê vai pira gira no salão
E vai beber remecher na batida lá do sertão
E quando cançar de dançar vou te dar carinho e paixào
Tu sentiras que viver e amar pra valer tem condição
Em nome da pátria, da justiça e da saideira, proponho um pacto: 3 cervejas por dia, por 4 anos, e arrecadamos o bastante pra aliviar a dívida do Brasil. Se o governo não resolve, o bar resolve. Viva a república dos copos!
CONFIDENCIAS
I
Partiu o coração e chorei
Depois de dois copos de cerveja
Seria três
Mas não deu
Eu não estava bem
Talvez por pensar que o mundo
Fosse feito de flores
Ciente que os espinhos que nela existe
Seja a proteção para as suas pétalas
Eu ainda não resisto em lhe chamar de meu amor.
II
Mesmo que eu não tenha chorado
E não tenha pensado nessa flor
Que morre para nascer outras flores
Prefiro me agasalhar nas flores de seu corpo.
III
Mas não a cheiros
Nem o seu gosto flor
Não existe você flor.
IV
Percebo muitas flores nascendo pelo caminho
Com os seus espinhos bem trançados.
V
Vejo você nascendo flor
Em pele brasa
Desejosa de outros carinhos
Eu abro os meus braços e te solto
Eu te abençoo flor
Vá em paz minha flor
Eu te amo flor
Siga o vento em seu coração
Seja.
-
Jamil Cioffi Siqueira
08 de dezembro de 2013.
Me beije enquanto a nossa cerveja esquenta. Ame comigo enquanto o café que te levarei à cama, esfria. Me aprume com seu esquadro, enquanto redecora meu coração em pedaços. Porque os seus beijos têm sabor de futuro próximo. A textura macia dos seus lençóis brancos me envolvem ao seu corpo quente e aos seus olhos castanhos feito o fogo, como nuvens no cume de um vulcão.
Arquitete comigo espaços invisíveis, cenários de uma paixão tão visível que todos em volta se inspirem com a nossa conexão.
Dance comigo músicas inaudíveis, mas que as suas notas soem tão alto que vibrem as janelas dos prédios ao redor, sendo abafadas apenas pelas nossas risadas e suspiros de prazer.
Veja comigo o que ninguém mais vê, olhe através dos meus olhos... que eu sentirei através do seu peito o que a sua timidez cala, mas o encaixe dos nossos dedos revela.
Leia nas minhas páginas em branco o que nenhuma outra foi capaz de ler, que eu escreverei na sua pele arrepios. E nos seus dias, lindas histórias nunca antes contadas.
Eu não posso te prometer a imortalidade, seu peso em ouro, ou que todos os dias o céu esteja limpo e a luz das estrelas brilhem sobre o seu sorriso. Mas posso prometer toda criatividade de um coração inundado de sentimentos. E que, comigo, os seus dias nunca mais serão iguais.
Haverão dias nublados e haverão noites chuvosas, mas eu sempre serei o abrigo contra o frio, que você mesma projetou.
Tudo isso de uma vez, agora, nessa fração de hora que separa o Instante do Eterno. Tudo isso enquanto o seu café esfria. E nossos corações se esquentam.
- Demetrius Suirtemed (cineasta)
Já fui um homem que mergulhou e viveu nas incertezas rodeado de mulheres e de cerveja, ambas eu degustava e vivenciava mais tudo isso me causava remorso de mim mesmo, porque o que eu queria não estava lá, o verdadeiro amor.
No final todo mundo morre
O que comeu carne
O que comeu vegetais
O que bebeu vinho
Cerveja, até água
No final o João, o Pedro
O José! E até a Rainha Elisabeth, morrem.
Alguns vivem, de carro zero
De bicicleta, ou numa oca.
No final a história mais legal
É a de quem escolheu viver
Antes de morrer.
Aparências e Nada mais!
A cerveja, a bebida quente, o cigarro, o narguilé, o casamento, a amizade entereceira, o olhar dos outros.
Deixaremos de lado o eGo aparente algum dia? Ainda aguardo o despertar da consciência dos homens.
A vida é como uma mesa de bar em que pedimos uma cerveja para o atendente. Nunca sabemos o que receberemos, mas não se atente a olhar pequeno de restrição, não falo sobre a cerveja quente de decepção. Olhar atento senta frente a porta e observa o passar, procura desde amor pra vida, amizade daquelas logo esquecidas ou até mesmo uma boa e velha briga.
O consumo excessivo de cerveja, assim como de outras bebidas alcoólicas, levanta questões profundas relacionadas à busca constante por prazer e à fuga da realidade. Psicologicamente, o álcool pode se tornar um refúgio para aqueles que encontram dificuldade em lidar com os desafios cotidianos, gerando um ciclo vicioso que, muitas vezes, culmina em estados de inércia e passividade.
A busca pelo prazer imediato e a sensação de alívio proporcionada pelo álcool podem mascarar questões emocionais mais profundas, como ansiedade, estresse e depressão. Em muitos casos, o consumo de álcool torna-se uma tentativa de preencher vazios emocionais, o que reflete uma dificuldade em encontrar satisfação em outras áreas da vida. Essa dependência do prazer imediato gera uma sensação temporária de bem-estar, mas à custa de uma desconexão com a realidade, uma vez que o indivíduo entra em um estado de letargia, adiando a resolução de problemas e, com frequência, perdendo o controle sobre sua própria vida.
A influência da família é um fator central no desenvolvimento desse comportamento. O contato precoce com o álcool, muitas vezes normalizado no ambiente familiar, pode influenciar a relação que o indivíduo desenvolve com a bebida na vida adulta. Crianças que crescem em lares onde o consumo de álcool é recorrente e visto como uma forma aceitável de lidar com emoções negativas, são mais propensas a internalizar essas práticas. A familiaridade com a bebida pode, assim, criar uma predisposição à dependência, não só pelo ambiente, mas pela construção psicológica de que o álcool é uma solução para o alívio de tensões.
Ao considerarmos o papel da família, é importante distinguir entre os conceitos de alcoólatra e alcoolista. Um alcoólatra é uma pessoa que tem uma dependência física e psicológica do álcool, muitas vezes incapaz de controlar seu consumo. Já o alcoolista é aquele que, apesar de ainda não ser completamente dependente, apresenta sinais de abuso ou uso problemático de álcool. Ambos os casos podem surgir de padrões aprendidos na infância, onde o consumo de álcool é visto como um hábito culturalmente aceito ou até incentivado.
No entanto, ao abordar essas questões, é fundamental trabalhar psicologicamente os aspectos que levam à inércia causada pelo consumo excessivo de cerveja. A busca por prazer imediato precisa ser substituída por estratégias saudáveis de enfrentamento de problemas, desenvolvimento de resiliência emocional e a criação de um propósito que vá além da satisfação momentânea. Terapias cognitivo-comportamentais podem ser eficazes nesse processo, ajudando o indivíduo a reconhecer os gatilhos emocionais que levam ao abuso do álcool e promovendo mudanças na forma como lida com o estresse e as frustrações.
Assim, o consumo excessivo de cerveja, muitas vezes considerado algo inofensivo ou "socialmente aceitável", pode esconder profundas questões psicológicas. Trabalhar essas questões requer uma abordagem que leve em conta não apenas o indivíduo, mas também o contexto familiar e social que molda suas atitudes em relação ao álcool.
