Cerveja
Triste
Estou largado as traças, com dor de cabeça e no coração, segurando uma cerveja e o celular pensando em você até me machucar, prefiro a morte do que ficar sem você, palavras podem me machucar mas eu nunca vou parar de te amar, estou vendo carros passando, numa rua sombria, rachada, aos pedaços, assim como um lugar dentro de mim que nem lembro o nome, com o objetivo de me ferir, meu único pingo de felicidade é o sorriso das pessoas e saber que você está feliz, devo me mergulhar em bebidas, e beijos falsos, amor enganoso
Esse ano: Você foi mais vezes ao encontro de Deus ou em baile? E você tomou mais cerveja ou mais ceia? Quem é seu Deus afinal?
Desde que te deixei
Tirei o açúcar do café
Bebi e me embebi
Das cervejas mais amargas
Me encantei pelo amargor
Daquele mais persistente
Que demora a se despedir
E deixa saudade quando se vai
Sempre me convidando para mais um gole
Para mais um encontro
Não quero outro alguém para amar
Não tão cedo
Não enquanto ainda houver
Seu doce em minha boca
Só quero alguém pra dividir
Esse amargor comigo
Compartilhar um café, ou dois
Uma cerveja, ou mais
Acompanhados de risos e histórias
De quem só quer viver de verdade
(Amargor Encantador)
Compro mais uma cerveja,De fato virei o degustador de BREJA,Sabendo que ela me deseja,Prefiro esquecer essa treta.Destruiria o meu futuro continuando com você?, O quer me ver?,Me contradito ao insistir nos gostos do coração,Bebo para fugir dessa emoção,Aliás fico triste ao saber que Bebi,Para esquecê-la,Fujo da real,Procuro meu real motivo de continuar,Estarei no topo do edifício um dia ?,Ou serei apenas andarilho de elevador,Incógnitas Me deixam com calafrio,A próxima estação vira o frio.
"Hoje é sexta-feira, se beber, tome uma cerveja ou vinho. Se não, leia um poesia, alimente a alma...Relaxe!"
Me chama pra tomar um vinho, um café, uma cerveja. Tequila, vodca, cachaça, tanto faz. Me liga pra dizer oi, pra saber como foi o dia, pra ouvir minha voz. Me olha de rabo de olho, me encara, me come os olhos. Diz alguma coisa, sussurra meu nome, grita. Me fala dos seus sonhos, dos medos, das brigas. Se abre pra mim. Me manda uma mensagem, um áudio comprido, uma foto. Me escreve uma poesia, um texto, uma frase. Um ponto, ainda que seja final. Ri, sorri, gargalha. Pode chorar também. Me mostra sua música preferida, aquela série, o último filme que você viu. Me leva pra comer uma coxinha, uma dogão, um Bigmac. Eu topo. Pega na minha mão, toca meu rosto, passeia por mim. Beija minha testa, minha boca, meu eu. Me toma pra ti, me rende, me leva contigo. Faz qualquer coisa, só não some assim.
Uma cerveja, no som Fafá de Belém "...Dói saber que alguém te abraça cada vez que vou dormir..." Desce mas uma...Vejo teu olhar, e nos meus devaneios vou te tocando, arrancando cada pedaço, cada parte...Te tiro a roupa, te jogo...E vou, procurando, buscando... Roubando tua pele, teus olhos...E te afago, náufrago...Loucura..." Só mais uma vez..." Num mar de sonhos...Me perco, sem estradas, sem curvas...História no tempo, eu e tu, lembranças, memórias..." Dói se você diz que não me quer"...Me embriago..." Não adianta mais achar a solução..."Sem rumo, caso que não tem jeito; sem jeito...Paixão, amor...Proibido, pecado...No espelho !
15/11/2018
Poema que acalma com dose de vinho
ou seis latas de cerveja.
dentro de um recipiente alegria
e esquecimento desejos e até paixão...
depois uma ressaca do cão
que arde no calor do estomago revirado...
um remédio é continuar bebendo
ou começar a dor de cabeça.
a dor parece prazer pois começa depois de beber
e quando termina é um alivio,
ainda da vontade de beber estranho prazer...
depois de brigas e desentendimentos alguns goles.
parecem esparecer a mente em conflitos abrasivos,
derretes a mente numa cascata de lagrimas,
como a canção que alguém coloca numa radio.
musica conflitante mais um gole o dia está quente,
e logo estará frio novamente.
num rio de lagrimas sem fim, pássaro ferido,
ama até seu fim na paixão...
o refrão mais um gole na solidão...
Tem cerveja? Certeza que tem. Um mercado sem cerveja numa sociedade embriagada como a nossa, faliria. Tim-tim.
Já imaginou viver em um país que você não tem a liberdade de tomar aquela cerveja gelada naquele calor de 40graus porque o estado decidiu que é proibido!
"Sexta-feira é aquele dia de paz, alegria, um violão tocando, cerveja rolando, mulher te encantando...É dia de viver e ver!"
A cerveja foi um baita invento, depois, a estrada de ferro para leva-la mais longe. Porém ela azedava nos longos caminhos de trem.
Os porões também ficavam pequenos pra armazenar e conservar a produção.
Solução: oxigênio comprimido. Depois, oxigênio com hidrogênio, perfeito! Temos o freezer, bons negócios e bêbados.
Luis Pasteur, pasteurização, conserva a cerveja sem refrigeração.
Então, comprimindo oxigênio, hidrogênio mais etanol criamos o combustível dos foguetes, bombas e fomos a lua.
Conclusão: Nunca duvide das utopias, ideias e coragem de um bêbado, louco ou sonhador, você pode considera-lo um lunático e ele pode leva-lo até lá.
Moral da história!
Que adianta tirar foto com marca de cerveja cara se quem paga não é você. Kelly Slater pode tirar onda vc não. Acorda...
meu café é sem açúcar, minha cerveja gelada... e, minha vida é doce.
alguns chamariam de acidente doméstico, outros de percalço... na realidade foi o pé descalço!
adoro ao chegar em casa me despir dos problemas que na rua ficam, deixar a roupa no cesto pra lavar, e pôr os pés a caminhar livres dos grilhões do dia a dia, sob o piso frio que refresca os pensamentos, junto com uma cerveja gelada, antes do banho.
foi quando sem querer, ela atravessou meu caminho de forma inesperada, talvez estivesse estacionada. mas no escuro da sala, não a vi! ou quando a vi, já era tarde. mas não sem antes me deixar sua marca, um ferrão. foi quando pensei que com os grilhões de antes, estaria melhor agora.
a latinha de cerveja, já aberta, jorrou pela sala e fez outro estrago, para o dia seguinte. aqui agora nada tem pressa, exceto a dor e, essa, é imediata.
uma dor insuportável; calor nos pés; e, um princípio de inchaço. parecia anestesiado e a dor caminhava em direção ao tornozelo, já não sentia o calcanhar, e não conseguia firmar o pé no chão. não podia gritar. mas sozinho podia amaldiçoa-la e, também, chorar.
foi o que eu fiz.
depois... parcialmente refeito da dor e uns dois goles, no que da cerveja sobrou. me armei do cortador de unhas e munido de gelo, fiz uma cirurgia não reparadora. foi uma extratora mesmo, e, à fórceps tirei o ferrão.
por alguns segundos sinto junto com o sangue algo saindo do corpo, talvez o mel.
agora sim, estou Azedo!
