Certeza
Quando meu corpo cai no pó e meu espírito voltar a Deus, tenho certeza que meu corpo cairá no esquecimento da minha geração de filhos, mas meu espírito sempre será lembrado pelas coisas que vou deixar escrito."
o amor seria a lembrança mais terna da vida que move os sonhos e te deixa a certeza da felicidade quem seria VOCÊ sem amor?
FANTASMA DA MENTE
É uma pena lembrar de sua ida,
Havia certeza que ficaria.
Lembro-me de sua felicidade e de seu olhar vibrante abrindo as portas.
Hoje, vejo-me em meus maiores pesadelos seu sorriso melancólico,
Aos poucos abrindo-me em ruínas,
Ação natural das verdades, tristeza desesperadora.
Posso encontra-la novamente? Sinto falta do seu doce.
Em frente ao bar da magnitude, sinto a sua presença em plenitude,
Meio fraco, continuo a pensar, minha pequena flor. - Nunca irei de parar.
Tão longe atualmente se encontra,
Talvez seja apenas minha mente criando pensamentos fúteis.
Ainda estou perdido no tabuleiro, ajude-me a encontrar a saída.
Eu ouvi sua voz agora.
Fantasma, acabe com minha asma, faça-me um trato.
Cala-me eternamente e venha buscar seu extrato.
A beleza do anoitecer, é a certeza que vencemos a nossa luta diária. Que as nossas preces foram atendidas e nossas esperanças renovadas por mais um dia. Boa noite!
Com toda certeza pode-se afirmar
ser a guerra a maior prova da imbecilidade humana...
Por que não pensar em PAZ?
Pelo menos pensar, tentando por fim a atos de terrorismo...
Ósculos e amplexos,
Marcial
POR QUE NÃO UM ADEUS ÀS ARMAS?
Marcial Salaverry
Com desalento e muita dor n'alma, vemos que atos de terrorismo vem se espalhando pelo mundo inteiro, mostrando apenas a incrível selvageria que existe dentro de alma de certas criaturas que se intitulam "seres humanos", mas apenas mostram que jamais conseguirão serem humanos...
Sempre se discutiu muito sobre a guerra, sobre o terror, ou melhor, sobre as guerras, e o terror nelas implícito, sem que se pudesse chegar a uma conclusão conclusiva sobre seus comos e porquês, e assim, nunca se soube quais as reais causas, que aliás, podem ser atribuidas à imbecilidade do bicho gente...
Voltando na História do Mundo, é fácil chegar-se à conclusão de que em todas as guerras havidas, não se conseguirá analisar o real motivo ou sequer o porque dela ter começado, podendo mesmo serem atribuidas a um mau funcionamento do recheio da caixa craniana de certas figuras soturnas...
Antigamente, guerreava-se muito por questões religiosas. Mas o fator religioso era mero subterfúgio. O real motivo sempre foi a ambição exacerbada de alguém, com o desejo de dominar outros povos, e talvez o mundo, e assim, podemos constatar que houve muitos tiranos que assumiram abertamente que seu único desejo era submeter a seu jugo todos os povos. Seu sonho delirante era dominar o mundo. Esses pelo menos foram coerentes, assumiram perante a História que o real motivo que os levou à guerra, era assumir a liderança mundial sem restrições. Mesmo que apenas reinasse sobre ruínas. Mas seria ele o "Dono do Mundo". Embora destruído, mas seria o "seu mundo".
Agora esses mesmos motivos ficam ocultos sob a pretensa alegação de devolver a liberdade, ou de eliminar dissensões internas, ou de simplesmente provar quem é mais maluco... Enfim, sob diversos disfarces, o mesmo velho e surrado motivo... A ambição do poder... O simples fato de querer aparecer como "O Grande Líder"... Mas, líder do que, líder de quem?
Sobre a guerra, recebi de L'Inconnu, uma mensagem bem adequada, principalmente analisando bem a realidade das guerras modernas:
"A guerra é um massacre entre gente que não se conhece, para proveito de pessoas que se conhecem, mas que não se massacram."
Uma grande verdade, pois os soldados que são enviados para o front, em sua maioria, não sabem o que estão fazendo lá. Apenas que precisam se defender de outros que vão tentar mata-los. Não sabem quem são seus inimigos, apenas sabem que seus chefes disseram que eles precisam ser patriotas. E que lhes disseram que precisam ser heróis e morrer pela Pátria, mas tais chefetes esqueceram-se de acrescentar que o verdadeiro heroísmo seria viver pela Pátria, trabalhando pela Paz, dando um adeus às armas.
Esqueceram de dizer que são meros "bois de piranha", para permitir que alguns líderes liberem sua sanha. Sempre ficando patente que o único beneficiado será o ego monstruoso dessas "personalidades", e, principalmente a indústria de armamentos que a cada guerra, a cada revolução, ou a cada mera rebelião interna, sempre fatura milhões.
São as pessoas que "se conhecem, mas que não se massacram"... Limitam-se a fazer pronunciamentos, incitando os bois, digo, os soldados a se digladiarem, "em nome da Pátria". Tá bom... "Me engana que eu gosto". E o que dizer então dos tais "homens-bomba", que sabem que vão morrer, sabem que vão se explodir, mas vão levar uns quantos inocentes com ele. O que será que se passa na cabeça dessas criaturas infelizes?
A maneira correta de se definir a coisa, era fazer com que os interessados fossem resolver no velho esquema do duelo pessoal quem é o "maioral", ao invés de sacrificar milhões de vidas, apenas para satisfazer suas vaidades pessoais, e os bolsos dos interessados. Não seria a melhor maneira?
A melhor maneira, seria um "ADEUS ÀS ARMAS". Experimentem fazer guerra sem armas... Não dá...
E assim, quem sabe, com esse "Adeus às Armas", o mundo poderia ter, UM LINDO DIA... ou pelo menos,
conseguir viver UM NOVO DIA, que esperamos poder repetir por muito tempo ainda... Quem viver, verá.
Um espaço único_ só nosso
... um lugar distante
um caminho a percorrer
na certeza de encontrar-te
para viver um momento marcante
já descrito na linha de nossas vidas.
Num tempo de esperas,
o horizonte tomado por
um amontoado de nuvens negras
e uma orla de luz prateada
refletiu em nossos olhos
envolvendo-nos de muito querer.
No tempo que nos acolheu
em contentamento
pudemos nos entregar
a nossa felicidade.
Em meia luz do anoitecer
fez-se um espaço único
só nosso, para sentir
nossos corações ardentes
paixão latente
almas envolventes
permitindo-nos apenas
estar no reino
maravilhoso
destes sentimentos.
Mais uma semana que começa e com Ela a certeza de que grandes coisas estão e que na frente de todas elas está Deus, abençoando nossos passos, nosso caminho, nossa família e nossa casa. Tenha uma semana próspera e cheia de paz.
Fiz um teste para ver quem fui em “vidas passadas”, e confirmei minha certeza... essa é a minha primeira vez.
"EAMVDQE". Será que é para mim? Queria muito ter certeza. Meu coração diz que SIM, minha mente sob conflitos de informações diz que TALVEZ (mas não me convence), e eu na minha razão, para evitar maiores sofrimentos digo que NÃO. Um dia vou saber...
Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.
Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas...não seria no presente?).Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).
Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post.Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!
Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se...?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.
E tem mais!
Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!
Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.
Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi! Eu também perdi o sentimento de perda. Esse - que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia - continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.
Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui...
Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência. As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente...materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!
É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”. É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.
E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.
E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.
Pois é. Eu perdi muito.
Se é no mundo da loucura que é que encontramos a verdadeira felicidade, então com certeza irei para lá, pra quê serve a vida se não a desfrutarmos dela completamente?
Lute por algo que pareça loucura, o que ninguém acredita possível, porque seguindo esse caminho você não enfrentará filas ou concorrência, mas será o altor e o crítico da sua própria obra.
Segue firme e constante, mesmo que nada der certo, mas tenha convicção de que pelo menos tentou e isso será mais uma página da sua história de sucesso.
Não sei nada sobre o amanhã;
Mas tenho certeza de que:
Se colocá-lo nas mãos de
Deus, ele será perfeito!
A solidão maltrata a tantos,
amenizar a de algumas pessoas
seria com certeza de bom grado a Deus!
Então por que não fazer isso?
Uma fé forte pode ser uma fé em vão, mas uma fé forte bem embasada não é vã, e tem em si a certeza do que é sabido... Fé não é esperança; fé é saber que há, e que pode.
Quem tem um coração bom é identificado na boa ação.
Quem faz uma boa ação tem com certeza um bom coração.
