Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Seu amor à arte tinha começado com aquele livro. Tinha aberto o livro e se deparado com as ilustrações maravilhosas, assustadoras, mágicas. Imaginara como seria fugir dos limites rígidos das palavras e se expressar por meio de uma linguagem tão fluida.
Só se espera muito de quem confiamos...Gente que nos faz sentido.... que o amor e o cuidado são recíprocos...De quem não vale a pena não devemos esperar nada...
Não faço juras de amor eterno.
Mas faço tudo o que estiver ao meu alcance para fazer feliz a pessoa que estiver ao meu lado, pelo tempo que durar.
Se a tua preocupação com o Amor é o que esperas dele, não podes esperar...Pois o Amor não tem nada haver com os anseios que estás à esperar...Mas, apenas o espera naquilo que podes dar...E com o que tu dás, verás o Amor...E isso é tudo.
Quando me disseram um dia, que esse meu amor desgovernado iria me levar para dentro de um labirinto, jamais poderia eu imaginar que era em seu coração. Que felicidade! Tivesse acontecido antes.
São tantas as definições do amor que poderiamos simplificar dizendo: Vidas compartilhando momentos singelos e outros dificeis, mas que permanecem juntos para sempre.
Dizemos que a ausencia é por amor, mas esquecemos que o amor é presente, vivências e momentos comparrilhados.
Mudar é indispensável. Mudar de pensamento, de amor quando não estiver sendo recíproco. É necessário alternar algumas amizades. Deixar ir quem só ocupa espaço e tempo.
O que torna especial e dá credibilidade ao amor de um cão é o fato dele manifestar esse amor apenas com gestos, sem precisar de palavras.
Aceitar que chegou ao fim é um ato de amor também. Tentar consertar aquilo que foi quebrado pode dar certo, outras vezes pode ser ainda pior.
Temos a chance de viver um grande amor, basta não desistir, pois ele acontece quando estamos distraídos.
É possível sim viver sem o amor aos livros, mas é ter a certeza de uma vida mais miserável e limitada.
