Causa
A causa do olhar
Tem gente que olha os outros como juízes em causa própria e se esquecem deles próprios, mas um dia esse olhar lhes vai bater à porta.
Não é a bagunça que você faz ao chegar que me causa medo.
Ela apenas revela o que eu deveria ter organizado antes.
O que pesa é o depois,
o espaço que você deixa,
o vazio que insiste em ficar quando você vai.
O tempo das licenciosidades plurais
passou ao atribuir a cada indivíduo a causa e a
responsabilidade sobre si, assegurando seuacesso ao inequívoco e necessário — e, sob a aquiescência do mais vertical dos
fundamentos: a Verdade!
... o Mal
jamais foi causa;
porém, reincidente efeito
de algo mais complexo,
permitindo que subsista,
nos oprima: nossa
resistência ao
Bem!
Um querer mórbido:
"A couve flor dos fatos,
nada mais
causa embaraço
e é minha
toda minha
a maneira
de pontuar-te,
ponderar-te
ensaiar-te:
"Teatro de loucura,
solidão sem encarte!
O compasso hoje não desafinou por causa dela. Desafinou por causa do tempo mesmo — esse troço abusado que insiste em provar que oito anos não somem só porque a gente resolveu seguir em frente.
Minha geração sofre, por causa de grupos tribais e grupos políticos pop que se juntam para melhorar suas imagens, eu só espero que vocês possam ter um futuro, dormir e acordar enquanto esse ciclo contínua não pode ser o nosso pecado.
Conselho!
"Estou triste
Sua ausência me causa dor, mas suas duras e sinceras palavras não me iludiram..
O que posso fazer se não me queres, o posso fazer quando me desejas?
Sinto-me usada, uma escora pronta para desabar quando não mais quiseres que te sustente..
Quem sou eu?
Quem me permiti ser?
Quem és tu? Porquê fazes isso? Como consegue ser tão frio e vazio?
Onde estou, onde me perdi?
Mergulhada em um sentimento que é só de um e talvez alimente dois...
Estou triste, sou triste, me faço triste, apenas por não aceitar a dor de estar, ser e permanecer sozinha, por ter dependência na sua carência e ausência..
Deixo te ir, só não volte para me deixar ainda mais triste e iludida...
Só se vá, sem se arrepender do que um dia poderia viver, quando só então a tristeza em ti caber, quem sabe um dia eu volte a te receber...
Vá e não faça com que eu me arrependa, que eu não use a minha abstinência e nem a carência, vá e me deixe viver a tristeza que se fez quando estava com você..
Estou triste mais ainda sim, jamais deixarei de viver emocionada como fui por você..."
Em Filipenses 3:8, Paulo declara que considera tudo como perda por causa da excelência de conhecer a Cristo. Ele não queria “o que Cristo dava”. Ele queria o próprio Cristo.
O que eu posso viver para honrar Aquele que morreu por mim?
miriamleal
"Não deve se revoltar com Deus por causa da sua perda, alegre-se com teu próximo ter ganhado algo de Deus através de ti. Você não veio para receber, você veio para doar."
—By Coelhinha
O raso me causa vertigem. Tudo em mim é abissal: se amo, me perco, se sofro, me afogo, se escrevo, transbordo.
Cuidado com as feridas que você causa nos outros; a dor não apenas fere, ela tem o poder de reescrever a alma de alguém.
O homem não sobrevive por causa da esperança. Sobrevive porque ainda não encontrou coragem suficiente para abandoná-la. Toda manhã renova um pacto silencioso com uma promessa que nunca se cumpre por inteiro. Chama esse adiamento de futuro. Talvez a esperança seja apenas a forma mais elegante que a consciência encontrou para prolongar a própria agonia, convencendo-se de que o próximo dia conterá aquilo que todos os anteriores lhe recusaram.
- Tiago Scheimann
Nas pequenas cidades do sertão nordestino, a cachaça, que é a causa maior de mascarar a realidade objetiva e subjetiva, subjuga não só os que, por algum motivo,já entregaram suas vidas e seus sonhos à ociosidade, mas também se apodera da grande massa trabalhadora ativa, principalmente dos construtores das cidades, ou seja, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, etc. A maioria desses indivíduos entram nesse ciclo para tentar esquecer as mazelas cruéis desse mundo capitalista.
Enquanto a plebe morre por causa da fome e da indigência, os arautos do novo-riquismo projectam jantares e galas majestosas na futura cidadela da nobreza.
