Casamento Mar de Rosas
Navegarei...
Eu navegarei em águas tranquilas,
que o mar seja terno com imensa calmaria.
Que o vento que assoprar seja suave
me faça navegar mediante a lugares distante
Para que em cada porto possa encontrar
um grande tesouro.
Shirlei Miriam de Souza.
A sua simplicidade eu percebo no olhar,
Ele é lindo como o céu reluzente igual o mar,
Pessoas igual a você é difícil de encontrar,
Reconheço tudo isso no seu simples ato de amar.
LÍQUIDO VITAL...
Em meu leito...
Em sinuosos seguir, serpenteio para o mar. Amando.
Nascentes...
Broto do chão transparente,bonita,fresquinha, desejada.
Como chuva...
Desço do céu de brancas nuvens. Em vida cíclicas... Irrigando o mundo.
Vejo...
Corações, aflitos, saltitantes. Acolhendo-me, filtrando-me, acondicionando-me...
Amor
disponibilizo afagos, havendo ou não reciprocidade. Assisto a todos, de igual modo.
Em gotas...
Até jorro, mas é de gotas em gotas, que no dia a dia,me ponho a gotejar;
das folhas, dos telhados, das torneiras,... na boca dos pássaros,dos bichos...
Destilo meus anseios vitais, inodoros,Incolores...
União...
Unindo-me à turbilhões de moléculas,irmãs, me sinto mais forte e útil para servir. E fazer a vida acontecer.
Gero a vida...
Quebro a inércia da semente, o broto cresce e parece, enchendo de graça, o viver.
Sacio...
A sede, e amoleço o barro, as rochas, os ânimos, e desânimos...
Poesia...
Em prosas e versos, me refaço...Me vejo e revejo, mais bela ainda.
Nas dificuldades...
Contorno obstáculos e venço os desafios. Dando exemplo de persistência.
Milagres...
Acontece ao eclodir invólucros da esperança.
Mas...
Com tudo,minhas virtudes não me tornam, a "toda poderosa".
Sou igualmente a vocês: dependo dos mesmos cuidados,respeito... Amor.
(05.03.18)
A maresia que puxa e traga minha vida, no meu sonho vendo
Esse mar, não há coisa mais bonita. Tenebroso pesadelo,
Na madrugada eu tinha; mesmo assim, o mar é algo que
Me trás sempre alegria.
Vendo as ondas arrebentarem na areia, às águas me molham
Os pés, que água tão fria. O vento direção norte, que tanto
Assovia. As marés que aqui se contempla, as correntezas, que
Inspiram poesia.
O perigo de ser sugado é o medo que eu tinha. Tanto faz se é
De noite, tanto faz se é de dia... O mar sem dúvida alguma, é
A coisa mais bonita; porém a mais perigosa e interrogativa.
Não sou o lobo velho, nem nunca estive na marinha. Falando
De um sábio pescador que tanto o conhece, menos ainda.
Mas na natureza, algo igual ao mar, não existe coisa mais linda.
Seria ele, um deus em forma de oceano encantando um quadro
Belo, de um célebre artista. Convidando para o seu mundo
Estrela, incentivando a positiva energia.
Ressacas em fúria, de um pesadelo com a orla marítima. Pra
Alto mar eu desejo ir, pra maresia que puxa e suga minha
Vida. Este azul da cor do mar, na natureza não existe coisa
Mais bonita.
(Sonhando com o mar, poesia criada em 25 de abril de 2008. Inspirada em um profundo pesadelo)
Teus olhos me dizem como devo
Olhar; todo meu viver, todo o azul
Do mar.
Me dar inspiração... Me mostre opinião,
Pois a tempestade furacão, não me
Atinge não.
Não quero pensar. Não me deixe acordar;
Para ver que essa viagem não dar para
Ir tão longe... A realidade é tão confusa,
A vida é tão distante, e um tanto exagerada.
Às vezes até enrolada; mas a tempestade
Furacão, não me atinge não.
Cante-me uma canção... Mostre o seu
Coração... Porque a tempestade furacão,
Não me atinge não.
"Tempestade furacão", poema criado em 24 de
Abril de 2002.
As palavras, assim como as ondas do mar, tem o poder e a magia de encantar. Mas tal e qual as ondas, as palavras também tem o poder de quebrar o encanto, e tudo se vai como as ondas do mar.
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)
Uma vez encontrámo-nos os dois
Nesse mar da política; depois,
Como diversa bússola nos guia,
Cada qual foi seu rumo: todavia,
Em certas almas nunca se oblitera
A afeição de um companheiro antigo:
Sou para vós por certo o que então era;
E eu, como então na minha primavera,
Abraço o venerando e velho amigo!
Amante do mar.
Sou aquela que gosta de observar as ondas. Sinto-me segura quando o vejo.
Sinto saudades de poder senti-lo, de poder colocar meus pés naquela água gelada e azul.
O vento leva meus cabelos, me sinto viva, me sinto bem!
Quero poder morar um dia perto dele, pois assim poderei respirar teu cheiro, cheiro de liberdade.
Na aula de matemática, o joãozinho se empolgou
com a matéria e mandou o seguinte bilhete à
Mariazinha:
Já rezei 1/3 para arranjar 1/2 de te levar para
1/4
"Ó São Paulo garoento,
Meu Grande ABC, Serra do Mar.
No planalto, selva de cimento
O trânsito é de amargar.
Na periferia um tormento
De carro poder rodar.
Vivemos todo momento
Aos trancos, a lamentar.
Mas Deus, no firmamento
Ensina-nos a te amar.
(J.M.Jardim - Set/2013)
Velejar mar adentro com um simples barquinho de papel é subestimar a bravura e o furor do oceano, negligenciando o poder existente em tal esfera terrestre. Sendo assim, antes de se aventurar em universos maiores do que o seu, reflita, pondere e busque ser prudente, pois assim procedendo, você não estará correndo o risco de ver seus projetos afundar (assim como o barquinho), por conta da imaturidade e total tolice de uma criatura que pensa que pode destronar uma rocha apenas usando as mãos.
Coração azul
Como o mar e seus recifes esplendorosos e coruscantes
Que geram o carrossel silente e harmônico do amanhã
Assim são meus olhos serenos e suplicantes
Que bradam vergados de esperança ao comtemplar o efígie talismã
Em minha alma tenho o rugido da indomável tempestade
Soprando com furor os seres velejantes do amanhecer
Que veem estremecer seus ventres de argúcia e sagacidade
Criando sempares reflexos ao entardecer
Suas lágrimas contém o elixir celestial
Que faz nascer o néctar da imortalidade
Bradado no coração do oceano reluzente
Estrelas douradas criam o vento boreal
Que constituem o cenário da sublimidade
Delicadamente exprimindo sua pura alma inocente
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
SINAIS. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
Nascentes de água do mar
Meus olhos são nascentes
de águas do mar
Que gotejam persistentes
as mágoas a transbordar
O tilintar desse dia
onde a luz mal chegada
iluminava outra despedida
Faltou o "Eu te amo" na partida
Oceanos eu crio em um momento
Tempestades crio em copos d'água
"A minha alma partiu-se como um vaso vazio" - Apontamento
A minh'alma se diluiu, e salgou o mar
Tempo, aproveite-se de meu olhar vazio
Passe sem me fazer perceber
Jogue-me a beira da morte
Pra que possa finalmente me esquecer.
Minas Gerais e a minha terra natal. Quem disse que ela não tem mar? Tem sim, um mar de montanhas, de infinitas belezas e de singularidades. E definitivamente, o meu estado nacao.
Maldito leviano
Não há o que se possa fazer,
Já selou-se a vontade do mar.
Persiste ainda a esperança, porém.
Afogada jaz a pura criança,
As lágrimas marinhas enchem os pulmões da pequena.
Incompetente e leviano o pai,
Deixou se afogar sua criança.
Onde está o teu cuidado?
Jaz sem vida, tua vida.
Terás tuas boas lembranças,
Mas quem lembrará bem de ti?
Aquele que causa dor sofre,
Com sua dor e com a dor por si causada, sofre.
Eis aí tua maldição,
Viverás sem tua vida.
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