Cartas de Deus

Cerca de 24258 cartas de Deus

Se Deus te permitir esquecer
esqueça-se do sofrimento que te causaram
e sempre que perceber que
lhe foi permitido crescer
faça como as plantas
e cresça em direção à luz
quando te pedirem que fale
se não puder falar bem
então se cale
quando te perceberes
que lhe é dado o direito
ao silêncio
aproveite para refletir
raciocine sobre o quão é bom
não ter a função de acusar,
selecionar, praguejar e maldizer
quando te for permitido ler
leia de tudo, aproveite o que for bom
assim você vai aprender
a afastar teus ouvidos
daquilo que não vale à pena ouvir
e tua boca aprenderá
o quanto é bom dizer coisas
que resultem coisas boas
porque não existem palavras
que se pode dizer à toa
não se compra sabedoria
inteligência é como as flores
que se colhe no dia-a-dia
pense em quanto é bom
poder fazer o mal
e não fazê-lo
Com a medida que permitires
também lhe será permitido.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

"Para algumas pessoas Deus concede limitações e dificuldades como um meio de crescimento através das provações da vida. Para outras Deus permitiu que tivessem inimigos, para que compreendessem que não somos seres à parte na criação e para os que precisam de muito sofrimento pra evoluir, Deus deu a língua"

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Quando estamos sós
Pensamos em Deus
Raramente falamos
Conversamos com o vento
Dirigimos pensamento à escuridão do quarto
Hoje eu sonhei com um pé de ipê
Brandindo flores
Foi muito lindo e sem porquê
Refazendo o caminho
Eu me vi no escuro e sozinho
Perto ou distante
É certo que Deus não se cala
Seu silêncio fala ao mundo
Através dessa quietude
Imensa às vezes
Quando essa ausência faz pensar
Se estamos felizes ou não
Isso, dizemos ao vento
Dentro da escuridão que há em nós
Abri minha janela e pude vê-la
Saber exatamente
O nome do lugar
Pra onde ela vai, quando se esconde
Tudo bem não falarmos com Deus
Se prestar atenção
Assim mesmo, Ele responde
Basta ouvir teu coração.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Nada
Que te pode ser tirado
Te pertence
Não pense que Deus fez a vida
Pra te dar alguma chance
ou uma oportunidade.
Deus é um Deus de decisão
e de boa vontade
Fica tudo que se faz na vida
Conta mais o que se fez da vida
É semente de flor que não germina
É palavra certa na hora errada
De nosso na vida... é a vida
Luz do Sol, sopro da brisa, o cantar de um pássaro qualquer
a hora à toa... e algum tempo de vida
A Luz da vida é um sopro, um canto
Um pranto à guisa da vontade alheia
Volta e meia dando asa à vida
Hora inexata, imprecisa
A vida era assim, quando era boa
de uma hora pra outra ...ela voa!
Amor bom, sem destino
Era puro em tempos de menino
Amor só...só de espera
Claro, cristalino
Ele era de alguém?
Não, não era!
Era crer e também bem querer amar alguém
Todo aquele que não, também.
Pois o coração da gente é uma casa
Não tem porta e nem portão
Só tem duas janelas
O nome de uma é Amor
O da outra é Espera
Talvez nosso amor seja pouco
Pode ser que a espera seja tanta
O resumo da vida
São só sementes que germinam
das flores que a gente planta
Muitas serão esquecidas
Outras serão lembradas
Teu, é o fica
Da vida não se leva nada!

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠⁠⁠⁠"Cada longe que essa vida inflige
Será sempre igual às asas
Que Deus não permitiu-nos
Que as tivéssemos
Cada estrela que esse imenso céu te mostra
Confinada num quadrante, distante de alicerces
Cuja distância, proporcional
Será sempre igual à sua vontade de alcançá-las
Fincar numa delas teu mastro
Olhar bem nos olhos de Deus
Ser um astro entre as estrelas, infringir
Exercer a elas o mesmo fascínio que elas exercem
Rir de todo aquele que nasceu, sem domínio do voo
Assim como eu
Naquela hora boa em que se percebe
Que, se a gente não recebe asas quando nasce
Isso não foi à toa, o Criador divide a vida em dois
Então a gente nasce antes, as asas vem depois."


Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Se Deus me permitisse hoje
Dirigir uma oração
Eu a dedicaria a toda porta que se fechou
Diria para a chuva que me molha só
No fim da viagem perdida
Às janelas onde eu olho e não vejo sorriso
Eu diria que não preciso de nada disso
Que a porta se feche e me deixe aqui fora
Que a viagem se perca, porque ainda há todo um mundo
E ele prossegue e segue em frente, muito após aquela cerca
E que eu e a chuva estamos sós
Mas que nunca estivemos sozinhos
Porque ainda temos a nós
E temos muitos lugares onde ir
Temos os olhos do céu para olhar
E tantas estrelas a quem confessar
Dizer tudo que queria dizer
Mas que jamais foi escrito
Dizer que a estrada termina
E que o lugar ao final do caminho era bonito
Tinha toda uma primavera por lá
Mas que eu não preciso de nada disso
Eu tenho a chuva ainda
Ontem ela veio de madrugada
Veio assim, do nada
E eu tenho o nada, ele traz coisas que são de verdade
Coisas assim, tipo a chuva e a saudade
Pois os olhos da noite, quando brilham no sereno
São coisas que se encaixam nos meus sonhos
Nos meus olhos tristes e sem viço
Pois o fim da estrada ainda existe, ele está lá
Mas ninguém precisa vir...esquece
Não precisamos de nada disso.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Faço um acordo com Deus
Mas não tenho nada a dar em troca
Além de palavras quaisquer
Que, a bem da verdade, são poucas
Nada além de um coração que quer
Fazer um trato com Deus
É pouco, é quase uma promessa
Dessas, que a gente olha pro céu
E pensa e pensa
E percebe que não fez nada na vida
Que merecesse a divina atenção
Trago mãos vazias
Uma cara de triste, dessas que a gente faz
Pra falar com Deus
Um coração que bate, mas quase em silêncio
Uma espécie de paz
Dessas que não temos
Na verdade não tenho nada
Penso; e nem sequer uma promessa
Nenhum pedido
Nada, nem um amém
Creio em Deus
Mas Deus...ah, meu Deus!
Será que acredita em mim?

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Esqueça a vida e cresça
Essa história começa
Quando o deus-Sol questiona a Deus
Se deveria concentrar sua atenção
Mais ao atol, perdido no infinito
Ou se ao varal onde, estendidos meus lençóis
À luz do dia refletiam sonhos tão bonitos
Invisíveis aos olhos de ver
A dúvida da estrela
O olhar de Deus
Sonhos de linho
Espinho que se pisa sempre que se pensa
Estar vivendo a vida como a vida quer
Esqueça a vida e viva e deixe
Que um feixe assim, de luz, ilumine
Seu sonho esquecido, indivisíveis sonhos meus
A luz do dia, vida uma oração
Eu sei que o mundo me esqueceu
Porém, Deus não.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Espero que o tempo te faça mais forte, mais temente a Deus, e mais fiel aos princípios que você adquiriu com o passar de seus dias, não entregue tudo ao desespero, a saudade e a desilusão. Seja você o motivo da sua felicidade e quando tudo parecer estar perdido, lembre-se:
A palavra de Deus é reta, não faz curva, e a sua palavra vem dos caminhões retos de Deus!

Inserida por tatyanenicklas

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores

Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.

Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Que é Deus?” — A Primeira Pergunta de O Livro dos Espíritos.

Parte I — Estudo Filosófico e Universal.

Na questão n.º 1 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec formula a indagação que inaugura toda a Filosofia Espírita:

“Que é Deus?”

E a resposta dos Espíritos Superiores ecoa com a simplicidade dos princípios eternos:

“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”

A pergunta, aparentemente simples, encerra o âmago de todo o pensamento filosófico humano. Definir Deus é impossível, pois o finito não pode compreender o infinito. Nossa linguagem e nossos instrumentos de percepção são limitados à relatividade da condição humana. O próprio apóstolo Paulo advertia que “as coisas do espírito não podem ser entendidas nem explicadas pelo intelecto”, sugerindo que há uma dimensão supra-racional que apenas a intuição espiritual pode vislumbrar.

Ainda assim, a ideia de Deus é imanente à consciência. Não é uma criação cultural ou um produto do medo, mas uma necessidade ontológica. Sentir Deus é mais importante do que descrevê-lo. Santo Agostinho, em uma de suas mais belas confissões filosóficas, afirmou:

“Quando me perguntam o que é Deus, eu não sei; mas, se não me perguntam, então eu sei.”

Léon Denis, herdeiro do pensamento kardeciano, aprofunda:

“Deus não é um desconhecido: é somente invisível. Não compreendemos, em essência, a Alma, o Bem, a Beleza Moral, que são igualmente invisíveis. Entretanto, sabemos que existem e não podemos escapar à sua influência e deixar de cultuá-los, assim como a Deus, origem de todas as virtudes.”

A analogia é perfeita: o invisível não é o inexistente. Assim ocorre com o átomo, a eletricidade ou o açúcar dissolvido na água não os vemos, mas sentimos os seus efeitos.

Na questão n.º 14 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta:

“O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é um sentido que lhe falta.”

Diante da insistência do Codificador, os Instrutores Espirituais acrescentam:

“Deus existe, não podeis duvidar, é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto de onde não podereis sair.”

A consciência da existência de um Princípio Superior é, pois, um sentimento inato. Desde os primórdios da humanidade, o ser humano manifesta “apetite pelo divino”, “anseio de transcendência”, uma “sede de sentido” que o diferencia dos demais seres da criação.
Percebendo que há forças além de sua vontade, o homem primitivo buscou explicá-las. Assim nasceram os cultos ao Sol, à Lua, ao Trovão; depois, os ídolos de pedra, os deuses antropomórficos e o politeísmo expressões de uma mesma busca pelo Absoluto. Em todos esses estágios, permanecia a intuição de um Princípio Único, anterior a todas as formas.

A limitação humana em conceber o Infinito levou, naturalmente, ao antropomorfismo: um Deus com traços humanos, com virtudes e paixões. Esse “Deus sentado num trono”, guerreiro e ciumento, ainda sobrevive em muitas crenças contemporâneas. Entretanto, o pensamento espiritual universal transcende tais representações, elevando a concepção divina a um Princípio Inteligente, ordenador e soberanamente justo.

Mesmo o ateu, diante do infortúnio extremo, volta-se instintivamente ao invisível, como se uma centelha da eternidade nele se reacendesse. A Lei de Adoração, presente em toda a humanidade, revela-se como uma expressão universal desse vínculo sagrado.

Kardec ensina que “é princípio elementar que se julgue uma causa por seus efeitos, mesmo quando não se vê a causa”. Assim como um pássaro abatido denuncia o atirador invisível, e um relógio indica a existência de quem o construiu, a harmonia do universo revela a ação de uma Inteligência suprema.

“A harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.” (O Livro dos Espíritos)

A grandeza cósmica — do movimento das galáxias ao mundo microscópico testemunha essa Inteligência que ordena e sustenta o ser. Tudo o que é belo, justo e harmonioso reflete o pensamento divino em ação.

Entre os atributos de Deus, a Codificação Espírita destaca: é único, eterno, imaterial, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom. E, como ensina o Evangelho, a verdadeira adoração não se faz por símbolos, mas por comunhão interior:

“Importa adorar a Deus em espírito e em verdade.” (João 4:24)

Assim, o estudo filosófico da divindade conduz à experiência íntima da transcendência. Deus deixa de ser uma hipótese e torna-se uma certeza vivida, o fundamento da consciência moral e a fonte do destino espiritual de todos os seres.

Referências:

Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 1ª Parte, cap. I e 4ª Parte, cap. I.

Kardec, Allan. A Gênese, cap. II.

Denis, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor.

Santo Agostinho. Confissões.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Há pessoas que para adorar a Deus necessitam de motivação psicológica,
adoram no emocional e no visual,
"para tais estão as cerimonias litúrgicas" ...
Mas deveriamos dar graças a Deus por existir aqueles tão sinceros com o Pai ,
que simplesmente O adoram, em espírito e em verdade !

Inserida por marachan

Tenho oferecido minhas mãos a Deus desde o momento que comecei compreender a verdade. Sou fiel à minha fé, e tenho buscado o caminho em vários desvarios.
Poderia ter a capacidade de ser tão brilhante como todos, e ao mesmo tempo continuar desejando ser a última entre todos. Considero já um grande privilégio ser apenas uma pessoa na multidão.
Afirmando sempre não ser ninguém, e desfrutando da paz que encontro na privacidade do meu anonimato.

Inserida por marachan

⁠ gratidão Deus
Só tenho agradecer a Deus por tudo que Deus tem feito sempre profetizo em Jesus pela minha família já deu tudo certo eu creio em Deus uma noite muito cheia de paz com Jesus muita saúde e muita sabedoria Deus vai na frente passa na frente que Deus abençoe essa noite Deus é bom em todo tempo Deus está no controle de tudo
que Deus proteja a minha família e eu e
minha mãe Deus é o único que não falha com as suas promessas com seus milagres obrigado Deus por sempre me dá forças
Essa noite vai ser maravilhosa

Inserida por missiliane_lima

⁠Deus - Deus com sua suprema inteligência, criou o pássaro dotado de asas e liberou a vastidão do espaço para que ele pudesse explorar sem restrição.
Homem - o homem com sua medíocre inteligência e egocentrismo, o capturou e o aprisionou numa pequena gaiola limitando seus movimentos a pular de um a outro poleiro.

Inserida por Valdecir

Sem palavras... Mas:

Não há como não crer num DEUS TODO PODEROSO quando se percebe o quão distante estamos de interpretar cada detalhe da vida na Terra, que é uma diminuta rocha, com água, dançando em círculo em torno de um pequeno ponto luminoso, o Sol, na imensidão indecifrável do Universo visível.

Inserida por glauciocardoso

⁠mulher; presta atenção, o homem que verdadeiramente ama Deus, fará como Jesus Cristo, cuidará de você como Cristo cuida da igreja, pense nisso;
Não toma nenhuma atitude errada, espera no Senhor, confia no tempo de Deus e entenderá os planos de Deus para você.

Inserida por MiriamLeal

⁠Quando não sentimos que temos algo para oferecer, Deus nos supre de tudo.
Deus, transforma a pior parte de seu passado, em sua maior bênçãos no futuro, Ele tecer essas bênçãos na base do ministério criado para você, e partir daí você transmitirá a vida do Senhor a outras pessoas.

Inserida por MiriamLeal

⁠Em Isaías 55:11, Deus diz que Sua palavra não volta vazia, mas cumpre o que Ele deseja. Além disso, em Números 23:19, a Bíblia afirma que Deus não mente nem volta atrás em Suas promessas.
Ou seja, se Deus determinou algo para sua vida, nenhuma força humana pode impedir Seu plano. O que Deus determinou para a sua vida ninguém pode impedir, pois aquilo que Ele promete, Ele cumpre, e Sua vontade prevalece sobre todas as coisas.

Inserida por MiriamLeal