Cartas de Aniversario para Afilhada
As Cartas Paulinas dizem que um poderoso Ser, conhecido como o Iníquo ( ou O Anticristo ) também é chamado de "O Mistério da Injustiça". Muito se pode refletir sobre esse título - "O Mistério da Injustiça"! Pode representar toda operação da injustiça neste Mundo, sem qualquer aparente explicação. O movimento da Injustiça é, de fato, misterioso. Mistério, significa mesmo: "segredo oculto". Significa que nem toda a ação da Injustiça, será compreendida pelos Homens. E quantas injustiças são mesmo praticadas neste Mundo, sem que hajam explicação?!! Principalmente quando se acredita em Deus e se pergunta: se Ele é Bom e Existe, por que permitiu isso ou aquilo? E ainda: Onde estava Deus, que não evitou isso? Então vem a expressão Bíblica, Livro Divino, e nos faz compreendemos que a atuação da Injustiça - sempre monitorada por Deus, diga-se -, é uma atuação, no Mundo, MISTERIOSA. Isto é, uma atuação cujo "segredo oculto" ( Mistério) pertence somente a Deus, precipuamente quando, os mortais, não conseguem ter a devida e precisa explicação. De qualquer forma, é importante a compreensão de que, por um expressivo e significativo momento, a injustiça opera, triunfa e por vezes, prevalece! E essa suposta "vitória" ou "triunfo" momentâneo da injustiça nada mais é, que a operação secreta necessária, como parte da existência (misteriosa) do Mundo.
Às 08h48 in 01.06.2924
Não são as palavras banais que trocamos todos os dias
Não são cartas de amor que quero trocar comtigo
Não são filhos
Não são noites mágicas
Nem momentos de prazer
Quero te todos os meus dias, todas as minhas horas
Quero te hoje, quero te sempre.
Quero te em mim sem dia, hora ou momento
Não te amo, só porque amar se tornou um palavra vulgar
Tu éstas em mim, és verdade o mais puro sentimento
Força maior sem hora marcada
Destino meu, força minha, és capitulo sem fecho de pagina
Abraço que me faz maior..
És medo constante, que Deus te leve antes de lá esperar por ti.....
Sérgio Soeiro
Textos fictícios
O Altar da Anarquia
Meus sentimentos são cartas embaralhadas sobre a mesa,
Um jogo sem regras, onde a mente perde a certeza.
Caos, desordem, anarquia? Deem o nome que quiserem,
Mas eu chamo de "vida" os caminhos que os olhos dela sugerem.
Basta o som do seu nome, um sopro, uma menção,
Para que o mundo em volta desabe em completa confusão.
Sou arrancado do agora, levado por um transe hipnótico,
Um labirinto de espelhos, sublime e caótico.
Como um enfeitiçado que perdeu a própria vontade,
Eu não conheço o "não", nem a minha própria autoridade.
Se ela pede o simples, se ela exige o nada,
Eu me torno o servo da sua mais singela jornada.
Sou um mero mortal, de joelhos, sem escudo ou defesa,
Observando a deusa em sua épica e terrível beleza.
Nas mãos dela, sou argila, sou história, sou fado,
Um herói de lendas antigas, por ela subjugado.
Que venha o caos, que a ordem se perca no vento,
Pois habitar essa desordem é o meu único sustento.
Ser escravo desse encanto é o que me faz sentir vivo:
No reino da minha Deusa, sou um súdito... e sou cativo.
'Se não sabe jogar não coloque suas cartas a mostra
para que seu adversário veja que sua jogada está perdida.
Tenha descência ao menos de saber dissimular...ninguém tem obrigação de ter auto-piedade sobre você...
não seje sempre vítima de suas ações
mais sim protagonista de suas conquistas.'
—By Coelhinha
A sinfonia do nosso amor.
Escrevo cartas e livros pensando em ti, descrevo minhas poesias a cada vez que te olho ou escuto falar em seu nome.
Às vezes me pergunto se realmente minha poesia é apenas um jeito novo de pensar. Se eu te olhar cem vezes, acredite, em cada uma delas estarei escrevendo em cada cenário de como estou me apaixonando por você.
Entre versos e palavras, minha cabeça fica a todo momento procurando letras para completar as que faltam.
Tudo vira motivo de arte: as curvas de seu cabelo, sua forma de falar e o seu jeito de amar e de se expressar.
Tudo se transforma em um mistério ao encaixar palavras para encontrar a verdade. Mas digo, se não consigo achar versos para completar as palavras ao dizer o seu nome, todas as dúvidas somem até você olhar para mim.
Porque quando minha mente está uma bagunça, você aparece e muda de uma forma que me faz esquecer o mundo; passo a viver só para te admirar.
Cores do coração.
Ainda me pergunto se sua cor representa o mar, tão imenso e grande quanto o céu azul que fica entre as estrelas.
Tão misterioso quanto as profundezas do mar azul, seus mistérios me deixam curioso, se realmente escondem verdades sobre o que sente por mim.
Dentre os mistérios que descobri, suas flores rosas e azuis são as mais belas que vi.
Queria que você me dissesse a verdade: se realmente sentiu por mim, não mudou sua realidade de amar.
O que eu sentia por você era como o mar imenso; ficava calmo quando te via, tenso quando você ia embora, brilhante quando você voltava.
Às vezes me pergunto se as rosas azuis eram o que realmente faltava em seu mundo.
✨ Versos em Seu Olhar ✨
Escrevo cartas e livros
em cada detalhe de seu olhar,
seus olhos castanhos,
brilhantes como mel.
Cada vez que me perco neles,
pergunto-me se as estrelas
realmente ficam no céu,
pois parecem refletir
o universo inteiro.
Se fosse citar exemplos da perfeição,
mencionaria seu nome
sem pensar duas vezes.
Não há quem possa explicar
a sua beleza,
nem em números,
nem em palavras.
Ao te olhar, entendo
que apenas Deus pode explicar
tamanha arte esculpida em ti.
Porque a beleza não habita apenas
em rostos e corpos,
mas também em quem
é capaz de enxergá-la.
Não é preciso
ler em oráculos ou
nas cartas de tarot,
É nômade quem
sabe ir e ler
o quê está
escrito nas estrelas.
No chá servido no
samovar do tempo,
Tu haverá de queimar
a tua língua,
Pois em cada passo
em imigração,
Eis me presença
mesmo não me veja.
Cada filho longe
da Pátria equivale
a uma gaivota
longe do oceano
e perdida
na tempestade
em busca
de sobrevivência.
Alma de gaivota
leve, livre e cheia
de bondade intacta
como a Brigada "Gracias Causa"
plantando flores.
na Plaza de
la Mujer em Tacna.
E cantando
"Alma Llanera"
em tom tão alto
quanto do ronco
do Rio Arauca,
Pedindo a todos
os ventos
a libertação
de tanta gente,
do General
que está preso
injustamente
e irmãos de farda
cada um a sua
maneira dotados
de sublime ideal.
Gira a roda
da fortuna,
as cartas
não foram
colocadas
da forma
correta;
Ao menos
o direito
ao Esequibo
não foi mais
uma vez ferido,
eu ainda hei de
ver a alvorada
na Venezuela.
Aos que dizem
que apoiam
deveriam com
o povo se
compromissar
e ajudar porque
humanamente
o giro do tempo
está trazendo
o quê pode não
ser tão venturoso,
porque na vida
é necessário
ser realista
igual a cada
passo que se
dá um por vez.
Em nenhuma
República
cabem
de maneira
alguma dois
presidentes,
quando li essa
notícia me deu até
vontade de chorar.
As urgências
que o povo tem,
e até agora
nenhum deles
fez o dever
de solucionar,
porque não
nascemos
ingênuos,
e consciente
da pressa que
eles não têm,
me sinto
livre para falar.
Porque a vida
deles é outra,
e eu apenas
poemas posso
escrever para
pedir socorro
mesmo sabendo
que poucos
se interessarão
pelo General,
a tropa e
ao povo,
que não têm
nem como
se confortar.
O início do poema trata do adiamento do julgamento feito pela CIJ.
O céu despencou,
O chão se abriu,
O peito sangrou
O ciúmes surgiu.
Cartas enviadas
Não esclarecidas,
Cartas malcriadas
Palavras engolidas.
O tempo passou,
O amor sobreviveu,
O tempo [surgiu,
O coração não esqueceu.
Cartas não respondidas,
Devolvidas e rasgadas;
Cartas persistentes
Palavras perdidas.
querido papai noel
não quero muita coisa não quero brinquedos,objetos,acessórios etc não quero nada nada desses brinquedos mudaria meu natal por que ele já é especial por que eu sempre estarei reunido com minha familia e amigos e eu não os trocaria nem por um celular mais caro do mundo por isso não quero nada apenas o necessario!
– No futuro, não precisaremos de cavalos. Teremos carroças motorizadas chamadas automóveis.
– Se todos têm uma dessas coisas motorizadas, alguém ainda anda ou corre?
– É claro que correm, mas por recreação, diversão.
– Correr por diversão? Que diversão é essa?
(Dr. Emmett Brown)
(...)"Como esquecer o beijo que você me deu?
Não sei se era pra esquecer ou lembrar
E ficou um pedaço de você em mim
E hoje eu quero te ver pra me entregar...
Como eu quero,
De novo um beijo seu muito gostoso
Do jeito que 'cê' faz é carinhoso
Por isso eu quero suas mãos em mim
Como eu quero,
O cheiro de amor que vem chegando
Trazendo o seu corpo só pra mim."(...)
Aniversário
Empolga-me poder cantar a beleza dos anos no tempo
Primeiro menina, empolgada e inocente,
Já logo adolescente, teimosa e altruísta,
E agora o que sou, nesta linha do tempo?
Olhando o passado (mesmo agora ainda sinto-o)
Não canto o sofrimento, a perseguição, o desânimo,
Canto os amigos, ainda que poucos - LEAIS e INTENSOS,
Canto os amores, teimosos e birrentos.
Meu cântico é Família, âncora do BEM ESTAR,
O jardim que vislumbro:
Não se tem a Tela sem Pintar!
No poema que rimo,
Tão linhas deste meu mar,
Se chama SABEDORIA - a bíblia do meu ALTAR!
Hoje é aniversário 🎂 de 3 anos "limpo" 🥳🥳🥳
Mas segundo nossa filosofia de N.A. o Só por Hoje é que conta!
Hoje não usei! 🎉 🥳
Não permita que as drogas (lícitas e ilícitas) definam o seu futuro e tirem a sua liberdade.
Nunca é tarde demais para escolher a vida, a família e o amor-próprio.
A fuga da realidade e da dor com alguma coisa oferece uma saída temporária para os seus problemas, só que elas acabam criando problemas ainda maiores e mais difíceis de resolver.
Não permita que isso escreva o resto da sua história!
A substância que te leva até as nuvens não te oferece paraquedas.
Que seu paraquedas reserva seja seu Poder Superior da maneira como você compreende, sua família e seus amigos 😉
Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.
Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...
Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?
-Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
Moi je me taisais.
-Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
Moi je me taisais.
-Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles
écorces...
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
Jamais essa mulher nascerá. Só de uma rede de laços se pode nascer. Ela continuará a ser semente abortada, poder por empregar, alma e coração secos. Ela há-de envelhecer funebremente, entregue à vaidade das suas capturas.
Tu não podes atribuir nada a ti próprio. Não és cofre nenhum. És o nó da diversidade. O templo, também é sentido das pedras.
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso dos outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
Da sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio, ora vulgar ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comprazo, tiro glória
de minha anulação.
IV
Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo,
Saiu-me certo, fui elogiado...
Meu coração é um enorme estrado
Onde se expõe um pequeno animálculo
A microscópio de desilusões
Findei, prolixo nas minúcias fúteis...
Minhas conclusões Dráticas, inúteis...
Minhas conclusões teóricas, confusões...
Que teorias há para quem sente
O cérebro quebrar-se, como um dente
Dum pente de mendigo que emigrou?
Fecho o caderno dos apontamentos
E faço riscos moles e cinzentos
Nas costas do envelope do que sou ...
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