Carta de uma Futura Mamae
Numerologia
Numerologia como uma Ciência
que é usada para conhecer
a trajetória de uma existência,
seu nascimento pode responder.
O natalício tem uma competência,
dia que se nasce sendo bom saber
que determina nossa convivência
representando o modo de ser.
Somando cada data nascimento
surge um número muito importante:
"Nosso Caminho" ou "Nossa Missão".
Também é usada em qualquer momento
mostrando o potencial de agora ou adiante,
favorecendo cada atuação.
Pensa, pensando e pensar...
Pensando em uma vida bela,
Atingiu o púlpito do trilho,
Pelo domínio da eletricidade-vela,
Foi-se o caminho comendo milho.
O mendigo sulcava a fronte,
Queria um pouco de comida,
Ninguém nada lhe deu. Assim conte,
Pensando na própria partida.
Num mundo queimado de astúcia,
Sua falta de fé saiu da revolta,
Apenas a vida plena argúcia.
Um abraço amigo querendo a vida,
Será ele ter volta ou reposta a resposta?
Hoje um indigente na partida.
Lábios de tornado...
Tornado a vida surgir,
Uma imensa e enorme entoação,
Fosse o poeta nutrir,
Um pouco da velha canção:
Vocês lábios que ardecem,
A chama dos que vão,
Jamais eles querem ou padecem,
Morrer em majestosa ingratidão.
A certeza do que não se vê,
É a esperança de cada um pela fé,
O farol do espírito da cidade.
Sem família nas ruas da humanidade,
Gestos amados com seus olhares,
Mais um número de não-amados aos ares.
De fato, há uma convergência do capitalismo contemporâneo com pautas identitárias — especialmente quando essas pautas podem ser convertidas em imagem, marketing, consumo ou pertencimento a nichos.
Essa aderência, por vezes, não se dá por convicção ética, mas por oportunidade de mercado.
Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência crescente do mesmo sistema em relação a ideias tradicionalmente associadas à ordem, à autoridade ou a papéis fixos — como os antigos ideais de masculinidade: o homem provedor, alfa, patriarcal, racional, contido.
Essas figuras, antes exaltadas pela publicidade e pela cultura de massa, passaram a ser vistas como símbolos de atraso ou opressão, sendo descartadas ou ridicularizadas nos novos discursos dominantes.
Trocam-se extremos sem espaço para síntese. Sai a rigidez do passado, entra a fluidez do presente — mas o radicalismo persiste, apenas com outra roupagem.
Em vez de integrar valores, seguimos substituindo um polo por outro, como se a sensatez fosse sempre sacrificada em nome da agenda do momento.
Quando a Revolta Vira Produto
Há uma incoerência gritante — e, muitas vezes, conveniente — nos discursos anticapitalistas que florescem dentro do próprio capitalismo. Militantes e ativistas que dizem combater o sistema usam plataformas como YouTube, Instagram e TikTok para monetizar suas críticas. Vestem-se de resistência, mas atuam dentro da lógica capitalista, lucrando com curtidas, visualizações e parcerias.
O que deveria ser luta virou negócio. O ativismo virou produto. E muitos militantes se tornaram marcas pessoais, embalando a indignação em discursos vendáveis, com engajamento calculado e lucros constantes — exatamente como o mercado gosta.
A pergunta que permanece é direta e incômoda:
Se são genuinamente contra o capitalismo, por que aceitam os frutos do sistema?
A autenticidade exigiria renúncia — abrir mão dos ganhos gerados por aquilo que se critica. Mas coerência ética é artigo raro.
Ser feliz não é uma opção! Ser feliz é, naturalmente, uma realidade.
A felicidade não se configura como uma escolha meramente voluntária ou circunstancial, mas como uma condição inerente à própria existência humana. Não se trata de um privilégio reservado a alguns, tampouco de uma meta a ser arduamente conquistada; antes, constitui uma realidade natural, manifesta na medida em que o indivíduo reconhece e se harmoniza com sua essência.
A concepção da felicidade como uma imposição externa ou uma obrigação social desvia-nos de sua verdadeira natureza: ela não é contingente, mas essencial. Assim, torna-se evidente que a felicidade não depende exclusivamente de fatores externos, mas da capacidade de cada ser humano de perceber-se como parte de um fluxo vital, pleno e suficiente em si mesmo.
Deste modo, reafirma-se: ser feliz não é uma opção, sujeita à vontade ou ao acaso, mas sim uma realidade natural, própria de quem se permite viver de forma autêntica e consciente.
Deus existe? A alma é imortal? Há uma vida após a morte? Qual a origem do Universo? Ninguém pode chegar a um conhecimento absoluto sobre essas questões, pois o Saber humano não tem capacidade de alcançar alguma verdade absoluta, se é que elas existem, por isso acredito que o Não Saber, ou seja, a aceitação da incerteza e o reconhecimento da nossa própria ignorância é o melhor caminho
- Agnosis
sabe...
Hoje em dia, ter uma pessoa realmente que se preocupe com você de uma forma gratuita, que te ame e demonstre isso abertamente, tem a mesma sensação de ganhar na loteria. O mais incrível que pareça, tem gente que dá pouco valor a esse prêmio.
Um Poeta em Anonimato ( Ves ) ♥️
Quando observamos a prudência como uma análise crítica do inconsciente humano e da relação estabelecida com o outro, percebemos uma íntima ligação dela como um elemento regulador que, de certa forma, regula a dor. A prudência pode ser considerada uma virtude prática.
A prudência, nesse sentido, apresenta uma faceta de introspecção, na qual o indivíduo, ao olhar para as profundezas de si mesmo, percebe como sua posição em relação ao problema é determinante para o estabelecimento da dor. Nesse sentido, sua análise começa quando ele se implica na sua dor, deixando de ser mero agente passivo e tornando-se protagonista na construção de uma nova realidade psíquica.
No caminho da prudência, o indivíduo busca novos conhecimentos que lhe trarão uma nova perspectiva de vida sob outro ângulo. Esse conhecimento sobre o que é humano lhe permitirá atuar de maneira mais eficaz consigo mesmo, retirando a ignorância que o impede de entender sua complexidade como um ser espiritual.
Dessa forma, ao trazer para o consciente o seu inconsciente, ele se torna capaz de mudar sua posição frente ao problema. E, ao fazer isso, encontra a função reguladora que ameniza a dor por meio da prudência. Ao agir assim, muda sua concepção sobre o outro, pois também mudou sua concepção de si mesmo. Nesse novo caminho, já não é refém de emoções provocadas por situações externas, mas consegue nutrir boas emoções internamente, mantendo-se em equilíbrio e resgatando a noção de humanidade.
Afinal de contas, o amor é prudente!
É importante notar que, nas plataformas digitais, prevalece uma noção de tempo baseada no imediato. Tudo ocorre no "aqui e agora", em ciclos curtos de atenção e reação. Já a democracia liberal, como a conhecemos, é fundada em processos que exigem tempo: tempo para o debate, para a deliberação, para a construção de consensos. Ou seja, é um sistema ancorado em procedimentos que só fazem sentido se houver disposição para esperar, ponderar e negociar.
Além disso, a subjetividade contemporânea — marcada pela valorização moderna das emoções — coloca o sentir acima do pensar. Assim, toda fala torna-se, antes de tudo, uma afirmação do eu, uma forma de autoafirmação identitária.
As plataformas digitais revelam e criam um tipo de sujeito que é incompatível com o sujeito suposto pela democracia liberal — aquele sujeito capaz de fazer a separação entre dever e desejo, o dever na esfera pública e o desejo na esfera privada. Esse sujeito é quem realiza um tipo de discurso e paixão que permite o processo de mediação dentro do direito e da justiça. Essa capacidade de mediação é fundamental para o funcionamento da democracia liberal, que depende do compromisso racional e do respeito às regras coletivas.
No entanto, a dinâmica das plataformas, ao favorecer a expressão imediata e identitária, tende a diluir essa separação. Estimula a emergência de coletivos que se formam mais por identidade e emoção do que por programas políticos ou acordos institucionais, fragilizando assim o tecido do debate público tradicional. Como consequência, presenciamos o enfraquecimento dos partidos tradicionais e o fortalecimento de formas de organização política mais fragmentadas e baseadas em identidades, que ganham cada vez mais força.
Nesse contexto, a política, que depende de negociação, mediação e compromisso, se fragiliza. Afinal, não se negocia com o eu: ele não aceita ser questionado ou relativizado, pois reivindica validade por si mesmo.
Essa característica das plataformas digitais cria um tipo específico de coletivo: não um coletivo fundado na convivência de diferenças, mas sim um coletivo pela semelhança, pela concordância imediata. É, de certa forma, o oposto do projeto da democracia liberal, que surgiu justamente para estabelecer procedimentos comuns capazes de conter conflitos sectários — como as guerras de religião — e possibilitar que pessoas discordantes pudessem coexistir.
A cultura humana parece uma tapeçaria viva, nunca pronta.
Convenções e consensos construídos historicamente e socialmente se entrelaçam, se cristalizam e depois se desfiam, em processos constantes de construção, desconstrução e reconstrução.
Nada é absolutamente fixo, porque a realidade muda e nos convida a repensar.
Moral, costumes, leis — tudo parece provisório; tudo é relativizado, nada é absoluto.
Quando pensamos ter tecido um consenso duradouro, ele se transforma nos dedos inquietos de novas gerações e nas várias queixas que alimentam um ciclo sem fim.
A crítica constante é também força criadora, que renova mesmo diante do desgaste. Para uns, esse incessante desfiar é desesperador; para outros, libertador.
Luz Simples
Cada dia acende
Uma luz diferente.
Não é nada complicado,
É um sol bem presente.
Luz que entra pela janela,
Aquece o chão da sala.
Luz que pinta a folha verde,
Que na roseira balança.
Essa luz não é só brilho
Pra clarear o lugar.
Ela é convite manso
Pra começar a olhar.
Olhar pro pão quentinho,
Pro cheiro do café.
Pro vizinho que acena,
"Bom dia!" pra você.
Olhar a nuvem viajante,
A formiga no caminho.
Ver que a vida, mesmo simples,
Tem um jeito de carinho.
É nesse olhar atento**
Que a luz vira alegria.
Não uma festa barulhenta,
Mas paz que todo dia cria.
Paz de sentir o tempo,
De agradecer o pão.
De saber que estar vivo
Já é grande lição.
E aí vem a felicidade,
Não um tesouro a guardar.
Mas o amor que se espalha
No simples compartilhar.
Amor no prato feito,
Na palavra de consolo,
Na mão que aperta a outra
Quando o caminho é um pouco só.
Cada dia tem sua luz,
Não precisa ser intensa.
Basta abrir os olhos
E a alma, com doçura imensa.
Deixe que essa luz simples
Te mostre o essencial:
A verdadeira alegria
Morando no amor, que é...
Eterno, e tão normal... Quanto essa canção que faz bem ao coração...
Vinte um de maio !
Vinte um de maio de mil novecentos e cinquenta e quatro você nasceu,
mas uma primavera no jardim de sua existência você colheu.
Clemilda, não tenho ouro e nem parta,
para te oferecer, mas quero que saiba
querida que amo você.
Andei de porta em porta,
sair de deu em deu, e às mulheres
que tive, foram pra o beleléu.
Só ficou você, enviada do céu,
se estivesse ao meu lado,
eu também estaria, no beleléu.
A Pandemia !
A pandemia nos trouxe,
uma grande revelação,
os crentes que enchiam às igrejas,
hoje não vão lá mais, vão às praias, vão aos shoppings, sem medo de contaminação,
quando os convidam para igreja,
eles dizem: Deus que me livre,
não vou lá, mais não.
A situação está feia, coisa pior nunca se viu,
muitos estão lamentando:
Querendo deixar o Brasil.
Não temos pra onde correr, a chapa
estar esquentando, pois quem negar
a Jesus, satanás estar esperando.
Nísia: uma mulher à frente de seu tempo
Meu estimado leitor,
Me permita lhe falar!
Uma história bem bonita
Com vocês vou partilhar.
Pegue uma cadeira e sente
E venha logo escutar!
Mil oitocentos e dez
Foi o ano em que nasceu
Um dos importantes nomes
Que o planeta conheceu
Uma brilhante mulher
Que aos machistas venceu
Falo de Nísia Floresta
Que figura estonteante!
Intelectual, sagaz
Espírito muito brilhante
Inteligente e amável
Coração impressionante
E foi no Sítio Floresta
Lugar onde floresceu
Na paisagem do RN
Essa flor enobreceu
Uma faraônica rosa
Que no Papary cresceu
Por volta dos quinze anos
Em Olinda foi morar
Conhecendo o seu amor
Com ele veio a casar
Saíram do Pernambuco
E no Sul foram habitar
Com a Guerra dos Farrapos
Pro Sudeste viajou
Uma grande educadora
Por épocas lecionou
E no Rio de Janeiro
Escola Augusta fundou
Autora de muitas obras
Gostava de redigir
Com um nobre pensamento
Buscando os degraus subir
Com argumentos plausíveis
Sempre esteve a resistir
Em um século tão sombrio
Várias causas defendeu
Na educação feminina
Os avanços promoveu
E demandas sociais
Com seus braços acolheu
Os avanços feministas
Pelo Brasil difundiu
Com muitas perseguições
Mas isso não lhe afligiu
Ela buscou por mudanças
E com coragem as nutriu
Criou uma grande história
Por muitas terras passou
Na Alemanha, na Inglaterra
Alguns legados deixou
Conheceu vários países
E na França até morou
Com importantes amigos
Lado a lado caminhou
E com o filósofo Conte
Um forte laço criou
Até com George Sand
Alguns momentos passou
E sobre filosofia
Amava muito estudar
Ideias positivistas
Lhe faziam meditar
Seu venerável intelecto
Era de se admirar!
Muito à frente do seu tempo
Augusta continuava
Os livros ela escrevia
E nos jornais publicava
Nos problemas persistia
Por igualdade, lutava
Pouco mais de treze livros
Nísia Floresta escreveu
É Opúsculo humanitário
Um brilhante livro seu
Na busca por equidade
Lutou e prevaleceu
A vila do Papary
Que um dia assim foi chamada
No ano quarenta e oito
Uma lei foi promulgada
Em homenagem à filha ilustre
De Nísia foi batizada
Mulher com diversos nomes
E com linda identidade
Muitas paixões e amores
Buscava felicidade
Verdadeiro espelho em vida
Amante da liberdade
São muitos adjetivos
Não pretendo me alongar
Nísia, uma grande mulher
É importante lembrar
Nasceu lá no Papary
O mundo foi conquistar!
Dionísia foi exemplo
De garra, dedicação
Com destreza, autonomia
Coragem e superação
Solucionando problemas
Vencendo a escuridão.
O crente....
O crente vai culto,
quando está desempregado,
clama em alta voz, paraDeus,
uma porta de emprego abrir,
depois que isso acontece, o crente desaparece.
Parece até brincadeira, o que eu passo
a escrever: Mas se o pastor lembrar ao irmão,
a ingratidão que ele cometeu, agora quer está empregado de Cristo, se esqueceu.
Vai ser tanta desculpa,
vai ter tanto lero, lero
o crente deixou a igreja,
pra ir dançar o bolero.
A Nova Moeda!
Criaram uma nova moeda,
dero-lhe o nome de real,
Para os pobres é uma miséria,
mas para os ricos é genial.
Dizem que somos livres,
livres da escravidão.
Nós somos livres das correntes e
escravos da Inflação.
Todos os dias aumentam o óleo,
manteiga arroz e o pão,
só não aumentam o salário,
pra combater a inflação.
De quatro, em quatro anos, eles
voltam.
Mas o povo brasileiros, ainda não aprenderam, que políticos não nos dão valor, enquantoeles andam de aviões, nós andamos de metrô.
Nossos salários, é uma vergonha, pra ninguém isso é mistério, pois todos os dias, tem o um eleitor, levado pra o cimiterio.
Uns por falta de pão, outros por falta de moradia, enquanto isso, eles vivem em
plena mordomia.
Até quando meu Deus,
teremos que suportar ?
Essa falta de respeito, que
reina em todo lugar.
Nas vinte e sete regiões,
e no Distrito Federal,
Eles perderam o amor,
Pois, são muito cara de pão.
A caneta!
Comprei uma caneta,
toda coberta em ouro,
No papel eu escrevi:
Querida tú és meu tesouro.
A sua escrita brilhava,
parecia puro cristal,
em cada traço que dava,
mas que coisa genial.
Escrever é um dom,
Mas tú és a fonte,
de minha inspiração,
viver sem ti não consigo.
Longe de ti,perco a razão,
deusa da minha vida,
mulher do meu coração.
.
Uma mãe de braços vazios
Você chegou como um sonho,
Nem pude acreditar.
Meu menino, meu bebê amado,
Breve, breve irias chegar.
Foram tantos planos, tantos sonhos,
Tamanha foi a minha alegria, quando me pus a pensar:
Que meu filho querido, em meus braços um dia iria carregar.
Mas que dor tão grande,
Quando em seus olhos nem pude olhar,
Senti o teu cheiro e teus cabelos afagar.
Você se foi meu pequeno e eu não canso de chorar,
Meu coração sangra feito ferida, que não quer sarar.
Sinto sua falta, como eu queria te abraçar,
Te envolver em meus braços e nunca mais te soltar.
Dizer que te amo e sempre vou te amar.
Quando pessoas sofrem muito abuso e tem uma memória abençoada por Deus que tem perca de memória de tempos em tempos... A perca de memória esquece os momentos ruins e se lembra somente o que é bom, isso significa nunca alimentar sentimentos ruins por ninguém, por que vivo programando meu futuro e me deliciando com memórias do passado. O que mais gosto de fazer na vida é conversar com pessoas geniosas, meditar sobre tudo e resolver problemas.
Então você corrige o trauma por abuso garantindo que nenhuma outra pessoa vá sofrer mais com aquilo, isso é ser justo e genioso! É ficar feliz em saber que conseguirá viver num mundo melhor com pessoas mais coerentes, sinceras e honestas.
É estar cansado de viver num mundo virado do avesso, onde ninguém assume quem é, ninguém admite suas falhas e ninguém ressalta suas qualidades.
Isso é vontade de ser mais de sí e menos dos outros, de mudar constantemente e naturalizar isso.
A sensação que tenho é que quero me encaixar ajudando todos a se encaixarem também, mas o que mais amo é consciência coletiva!
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