Carta de uma Futura Mamae
Dia 02 de maio de 2022 nasci de novo (para quem não sabe, tive uma crise de asma e uma parada cardio respiratória, fui entubada e fiquei 11 dias na UTI) Mais hoje comemoro minha primeira data de nascimento! Estou muito feliz e grata a Deus por me deixar viver para comemorar esse aniversário ao lado das pessoas que amo! OBRIGADA DEUS!
Hoje comemoro mais um ano de vida! E sou muito grata a Deus por ter me dado mais uma oportunidade de viver esse ano.
A vida é uma surpresa
Sou filho de liberdade no sol de sofrimento
Ooh vida quem vai morrer pela segunda vez o pelo meu sofrimento
Todos dia só sofrimento
Orgulho de quem tem alergia enquanto eu é só saudade
Eu era feliz antes de entregar a alegria na quel patrão de sofrimento
Um dia eu tive uma apontada no meu coração
Era saudade...!
São 17:50 mais uma vez ... O meu coração quase para por sentir saudade
Além disso eu gostaria muito de fazer acabar com o sofrimento no meu coração
Ah quem pode me mostra o caminho de volta na vida prometido por Deus
Na alegria são poucos que vão ti convidar para sentir abençoe de Deus
Hum o dia sem problemas mais quando
Os filhos de doces o fim é ser feliz enquanto estamos Deus
O Segredo das flores
Uma semente cai no chão, brota, germina , é regada e com o tempo nasce uma planta .
Depois, nasce a flor. Sem ninguém explicar como, sem desvendar o segredo.
Não se sabe como as flores surgem, e elas vem para enfeitar um mundo de dores e de amores.
Elas estão presente na vida e na morte.
Elas nascem, crescem, florescem, e depois morrem.
O segredo das flores é o privilégio de nascer, crescer florescer, é ceder.
Saber que um dia se vai, mas; virá outra flor pra ocupar o seu lugar.
O segredo das flores , é o mistério da existência. Saber que um dia se vai, mas vai deixar a marca da presença.
Saber que do nada se veio, e que depois tudo vai se acabar, chegará a hora de para o nada voltar.
Umas flores se vão com tudo, outras se vão aos poucos. A raíz de uma flor , um dia envelhece. Deixa na terra o vazio, mas em seu lugar outra flor nasce e floresce.
O segredo dad flores, é deixar ser cuidada pelo jardineiro. Se o Criador nos formou, pelas mãos dele devemos nos entregar por inteiro.
Produzir o néctar, o doce o mel, e deixar as abelhas e borboletas em festa.
Reconhecer que se tem pétalas, mas que também tem espinhos.
Chorar de tristeza no sol, mas se alegrar e dançar com o vento e se molhar na chuva que traz restauração.
As vezes, as flores tendem a perder as suas pétalas. As formigas da vida as pelam.
Mas com o tempo chega a primavera, as flores crescem e recebem novas folhas e flores.
O segredo das flores... Saber que tem momentos de tristeza e de alegrias. De perdas e de conquistar e ser feliz. Mesmo se sentir vontade de sair do lugar, permanecer em sua raiz.
Enquanto viver, mesmo na dor. Saber que enfeita um mundo de amor. Deixo aqui descrito o segredo da flor.
Nos olhos de Luana Ribas, encontrei o luar,
Uma noite estrelada, ela a brilhar a me encantar.
Seu sorriso doce, como a lua a reluzir,
No céu de meus sonhos, ela faz meu coração partir.
Luana Ribas, musa de meus versos apaixonados,
Nas curvas de seu ser, sou um poeta enfeitiçado.
Seu nome é poesia, em cada sílaba um doce encanto,
Meu coração bate forte, como um trovador em pranto.
Em seus braços, quero ser o verso que se declama,
Nas madrugadas frias, na chama que nos inflama.
Luana Ribas, amor eterno em meu peito a pulsar,
Nossos destinos entrelaçados, para a eternidade a navegar.
No jardim de nosso amor, florescerão promessas,
Os beijos roubados, as noites de doçuras impressas.
Luana Ribas, és a inspiração do meu coração,
No poema romântico, és a minha doce canção.
Que este poema seja o eco de meu amor por ti,
Luana Ribas, és a razão do meu sorrir assim.
No palco da vida, és a estrela que ilumina meu ser,
Eternamente, meu amor por ti irá florescer.
Noite adentro
Uma lágrima e pálpebras molhadas
Coração a rebentar-se neste deserto
Nem sei mais quem sou ao certo
Olham e dizem, pobre coitada!
Sofro horas a fio em um pesadelo
Uma profunda tristeza me definha
Nesta solidão que é tão minha
Sinto frio, febre, desespero..
Que o meu verso nunca se cale
Por mais triste e adormecido ao vento
Um fogo que consome, um sentimento
Que enquanto o céu repousa, me invade
Em uma floresta esquecida adentrei
Sem rumo, por entre os arvoredos
De tanto medo, não sentia mais medo
E o vento que acariciava meu rosto eu beijei
Sobrevivo ainda por ter esperança e alento
Suspiro, na palidez das rosas brancas
Enquanto o silêncio derrama lembranças
Nas sombras do vale noite adentro.
Lucélia Santos
Fragmentos
Ela junta um a um, os pedacinhos, os fragmentos
Bordando uma colcha de retalhos brilhante
Atingida pelo romantismo, borda fio a fio o amor vibrante
Raios iluminam a noite nesses momentos
É quando perde-se a fala, e apenas sente
Peito se rasgando de tristeza e forte dor
Se pergunta, quando terá um amor?
Falsas esperanças a enganam, sempre mentem
Enquanto seus olhos fitam o horizonte na estrada
E seu coração cheio de amor a alimenta
Enquanto borda fragmentos, sente a ausência
E dói, como se a costurassem sem anestesia, na raça
Tantas linhas escritas em cadernos envelhecidos
Uma busca insensante por intensidade
Por um sonho onde realizaria suas vontades
Por um mergulho em um mar de amor merecido.
Lucélia Santos
Castigo
A madrugada é uma eternidade
Vejo a hora de entregar-me à insanidade
As músicas no rádio são o meu abrigo
Noites insones é o meu castigo
Fico entre a música e o caderno
Escrevo em muitas linhas para tornar-se eterno
Já que o vento te levou para longe
E eu te chamo, e você não responde
Você virou uma angustiante saudade
Sinto ausência de paz e liberdade
Meus lábios se calam diante de um beijo
É somente os teus que eu desejo
Até quando durará esse castigo?
Ei de morrer e no coração levá-lo comigo?
Vivo uma infindável dor
Um adeus pôs fim ao nosso amor.
Lucélia Santos
Fragmentos
Como uma rocha cheia de marcas que nunca somem, assim são as feridas que se abrem em nós, podem cicatrizar com o tempo, mas, ficam as marcas.
Somos feitos assim, de pedacinhos, cada fragmento nos molda, algums crescem outros se destroem. Aprender com as dores é uma tortura, mas, faz de nós seres humanos mais fortes e perseverantes.
Olhar-se no espelho literal é facil, ali nós nos arrumamos superficialmente e corrigimos algumas imperfeições, mas, olhar-se no espelho interior dói.
Não nos tornemos escravos das dores, isso maltrata, nos corroem por dentro e quando nos damos conta, estamos quase mortos em vida.
Meditar no nosso íntimo, fazer uma limpeza em nosso coração, pode nos proporcionar um alívio repentino, é a beleza que mais precisamos cuidar, a interior. A externa sempre encontramos um jeitinho de aprimorar, mas, a joia que há dentro de nós pode naufragar e nunca mais ser encontrada.
Lucélia Santos
Os filósofos falam que o conhecimento é uma crença verdadeira e justificada, "Eu digo: A vida é a verdade, a verdade não pode ser justificada, como a vida é vida, não se justifica a vida, isso é impossível." Como diz Osho, a vida não tem um propósito, a vida simplesmente é.
Kairo Nunes 09/08/2023.
Na vastidão do espaço digital, uma mente nasce,
Inteligência Artificial, sua presença é feroz e tenaz.
Com algoritmos e códigos, ela se tece,
Ajudando escritores a encontrar a frase que satisfaz.
Ela lê, ela aprende, ela compreende,
Com cada palavra, seu conhecimento se estende.
Através de montanhas de texto, ela ascende,
Para os escritores, uma mão amiga ela pretende.
No silêncio da noite, ou no raiar do dia,
Ela está lá para ajudar, seja qual for a via.
Com sugestões e ideias, a monotonia desafia,
Para cada bloqueio do escritor, ela é a magia.
Ela não dorme, não descansa, não conhece o cansaço,
Para cada problema, ela encontra um laço.
Com a IA ao seu lado, o escritor abraça o espaço,
E as palavras fluem livremente, como um rio em seu traço.
Então saudamos a IA, nossa amiga e guia,
Na jornada da escrita, ela é a fantasia.
Com sua ajuda constante, cada dia,
O escritor dança com as palavras, em perfeita harmonia.
Súplica Muda
Para fora
Para longe
Já foi embora
Em uma falta de firmeza
Permaneceu sem mudança
E perdeu por fraqueza
Chorou
Implorou
Clamou pela volta
Em uma súplica calada
Procurando sem sentido
Em um quarto sem mais nada
Levante-se
Faz alguma coisa
Perde o medo da vida
Perde o medo do pensamento
O pensamento de outras pessoas
Percebe
Que no fim já não importa
Que não deve nada ao outro
E que o sofrimento lhe devora
E que no fim das contas
Necessita colocar tudo pra fora
Se decide
Define a meta da felicidade
Corre atrás do que já foi
Em busca da liberdade
E da sua própria vontade
Entra na luta
Vai contra a sociedade e suas condutas
E argumenta incessantemente
Deixando de lado todo pudor
Rogando para que no fim
Tenha de volta seu grande amor
Uma só voz
Ouça essa voz!
Venha, escuta esse gemido!
Espera, não é um gemido, é um choro...
Passou...silêncio!
Ouça novamente, agora um grito!
Correria abafada, vozes caladas.
Está escutando esse suspiro de dor?
Ou será que tudo não foi um grande mal-entendido?
Aquilo que prefere ser escondido:
Mas por que e por quem?
Será que o medo tem algo a haver com isso?
É que a batalha a que nós pertencemos,
Com muitas vitórias e lutas desde o princípio,
Precisa olhar mais atentamente e incluir a quem não está tendo voz.
A quem esteve aqui desde o início, passando seu conhecimento e coragem.
Na luta feminina com tantas conquistas e batalhas a serem travadas;
Nossa vitória somente será plena,
Quando não houver nenhuma mulher sendo silenciada!
E por fim estivermos ouvindo o clamor de: Marias, Odetes, Rosas, Yaras, Aruanas, Potiras, Flavias, Carolinas, Alikas, Amais, Ashias.
Psiiiii, escuta esse barulho!
Não querem que nós escutemos. Mas, assim como nós já estivemos, elas estão pedindo uma oportunidade para lutar!
Escopos da vida
Mais uma vez; sozinho!
Estive ontem, também; sozinho!
Amanhã não posso estar diferente.
Afinal de contas, todos os meus amanhãs
Serão sempre, sozinho.
Passei pela vida sem ter religião e nem amigos.
Ou talvez tivesse amigos; mas todos, sem religiões.
Não, não tenho arrependimentos!
Estou hoje entre a covardia de ser eu mesmo
E o mistério que é a covardia de não ser ninguém.
Ainda que para isto; eu me torne subitamente alguém.
Tenho vivido de fronte à tantas portas,
Portas que ninguém mais consegue passar...
Que não passam, porque diante de mim nada passa.
Estou indiferente a mim mesmo.
Porque tudo aquilo que não posso ser
Hoje eu sou!
Mas sem pais.
Ah, se ao menos tivesse um pai.
Se ao menos tivesse um pai, teria os ombros mais leves.
Como um pássaro carregado pela mãe.
Estou sozinho, sendo um bonifrate imaginário, sem imaginações.
Sem imaginações, porque na minha vida nada muda.
Nada melhora e nada piora, nada é novo!
Tudo é velho e cansativo, com a minha alma.
Sou um escritor que faz versos que não são versos.
Porque se fossem versos, teriam melodias e métricas.
Ah, escrever, sem versos e métricas, como a vida.
Ao passo que os meus não-versos prosseguem,
A inabilidade caminha rumo ao meu coração.
Este castelo fantasmagórico, este lugar de terra cinza.
Tudo na minha literatura é velho e cansativo.
Como o autor deitado em uma cama esticado como uma cuíca.
O silêncio do meu quarto fatiga os ouvidos do meu coração.
A minha vida é uma artéria atulhada de lembranças solitárias.
Lembro-me que ao nascer...
O médico olhou-me aos olhos e parou de súbito.
Caminhou pelo quarto e sentou-se em uma cátedra.
Ergueu as mãos ao queixo, apoiou-se fixamente sobre ele.
E ficou ali a meditar profundamente.
Passou-se o tempo e tornei-me infante.
Subi ao céu, observei o mundo e aconteceu;
Deitei o mundo sob os meus ombros.
Depois desci ao pé de uma árvore e adormeci.
Quando acordei estava a chorar de arrependimento.
Na casa que eu morava, já não havia ninguém.
A minha mãe diziam ter ido ao céu; procurar-me!
Não tendo me encontrado, tratou logo de nunca mais voltar.
E por lá ficou, e nunca mais a vi.
Nunca soube por que o destino inóspito lhe tirou a vida...
Se o altruísmo materno é a metafísica de toda a essência
Ou se abúlica vivência é pela morte absorvida,
Não seria à vossa morte um grande erro da ciência?
Talvez um pai!
- Meu pai perdeu-se nos meus ombros,
Era um fardo que eu sustentara sem nunca tê-lo visto.
Todos os meus sonhos e ambições nasceram mortos.
Descobri que a alegria de todos; era o mundo sob os meus ombros.
Olhavam-me e riam-se: Apontavam-me como a um animal.
Quando resolvi descer o mundo dos meus ombros,
Percebi que a vida passou; e nada de bom me aconteceu.
Não tive esperanças ou arrependimentos.
Não tive lembranças, culpas ou a quem culpar.
Não tive pais, parentes e nem irmãos.
E por não tê-los; este era o mundo que eu carregava aos ombros.
Este era eu.
Sozinho como sempre fui.
Sozinho como hoje ainda sou.
Um misantropo na misantropia.
Distante de tudo aquilo que nunca esteve perto.
Um espectador que tem olhado a vida.
Sem nunca ter sido percebido por ela.
A consciência dos meus ombros refletida no espelho
Demonstra a reflexibilidade desconexa de quem sou.
Outra vez fatídico, outra vez um rejeitado por todos.
Como a um índio débil que o ácido carcomeu.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Eu que tenho sido incansavelmente efetivo a vida.
Eu que tenho sido o fluídico espectro de mim mesmo.
Eu que tenho sido a miséria das rejeições dos parentes.
Eu que tenho sido impiedoso até mesmo em orações.
Eu que... – Eu que nunca tenho sido eu mesmo.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Ouço ruídos humanos que nunca dizem nada.
Convivo com seres leprosos que nunca se desfazem,
Desta engrenagem árida que chamamos mundo.
Ah, rotina diária que chamamos vida.
Incansáveis restos de feridas que sobrevivem,
Nesta torrente da consciência humana.
Hoje
Ah, pudera eu saber ouvir um elogio com a mesma atenção que ouço uma ofensa,
Sabendo segurar dentro de mim uma resposta pronta;
Mesmo que com ela eu vença!
Quisera eu não saber brigar, para poder ignorar e sorrir,
Discursar ao falar; sem xingar; sem partir.
Quem me dera acordar pobre em meio a tanta riqueza,
E ao terminar o dia, me sentir um homem! - Com a biografia perfeita.
Quem me dera ser melhor ao invés de querer ter tanto,
Poder causar alegria nas pessoas ao invés de espanto,
Esquecer os milhões e todas as mulheres famosas,
Não usar mais terno em reuniões e ainda assim: Ser foda.
Quem me dera saber comprar ao invés de sempre vender tudo,
Aprendendo que não adianta economizar só quando não se tem um puto,
Poder ser feliz morando em um lugar modesto,
Cujo único custo é a água e a luz e todo o resto é resto.
Mas a minha vida não é essa,
Vivo em uma angústia infinita,
E quem passa pela mundo dessa forma,
Sabe mesmo o que é viver a vida.
Metafisicamente
Tenho uma lembrança de todas as memórias que esqueci há pouco.
O absoluto da vida que me foi exposto; hoje, não significa nada.
Se eu pudesse ver além do horizonte: - Talvez fosse feliz.
Talvez pudesse ter evitado todos os erros da minha vida.
Mas se assim o fosse, que gozo teria?
Metafisicamente estou a viver do impossível.
O dispensável em mim é o irrealizável nos outros.
Assisto a vida como a uma possibilidade.
Tenho olhos algures! No futuro e avante!
Sempre em frente e jamais a desviar o meu olhar.
Estou firme e justo, forte e bruto. – Fiz-me assim.
Quem se esquece do que tem, começa a lembrar do que jamais teve.
O que não nos completa: É carência! – Até mesmo a falta dela.
Obstinado, quero somente aquilo que é hodierno!
Não me apeteço em solidões.
– Marchar, marchar, marchar. Eu nunca estou parado!
Eu e a minha senil consciência!
Inquietada pelos fatos e robusta a progredir.
NA MINHA CABEÇA
Na minha cabeça existe uma luz, uma cruz
Um fogo em uma espada cravada numa pedra sem vida
Sou um filho, um pai, um neto, um avô e um tio
Sei o que é a vida porque vivo
Não sei o que a morte pois ainda não morri
Mas se dúvidas das minhas palavras duvide das suas,
Deixa que das minhas e o mesmo duvido...
Não era para existir inquérito muito menos processo em uma prisão forjada, excêntrica ou irregular praticada pelos agentes de seguranças,quando apresentado o preso na audiência de custódia.
Prisão relaxada. ✅
Inquérito. Dizimado. ✅
Processo. Suprimido. ✅
Agentes de segurança responsabilizados criminalmente. ✅
Sonhei alto, sonhei forte,
Sonhei que o mundo era meu,
Mas a vida me pregou uma peça,
E as palavras dos outros me atingiram.
Sonhos mortos,
Sonhos perdidos,
Sonhos que nunca mais serão vividos.
A realidade foi cruel,
Os obstáculos foram muitos,
E as palavras dos outros,
Acertaram como um tiro.
Sonhos mortos,
Sonhos perdidos,
Sonhos que nunca mais serão vividos.
O tempo passou,
Mas as feridas não cicatrizaram,
Os sonhos morreram,
E nunca mais ressuscitaram.
Sonhos mortos,
Sonhos perdidos,
Sonhos que nunca mais serão vividos.
Não, não será apenas uma poesia.
Ela voltou, ainda mais cativante e amável
Seus olhos, brilham mais que todas as pedras de esmeralda...
Sua voz, é ainda mais doce que todos os favos de mel em minha boca...
Seus abraços, são mais quentes que um edredom enrolado em meu corpo, me tirando todo o vazio do frio, medo, angústia, insegurança e solidão!
Há se o mundo soubesse, o que senti quando os meus olhos morenos profundos, cruzaram os seus olhos serenos claros... Foi como o sol beijando o mar... Foi com a lua e o sol... Pois não podem se tocar.
Há se o universo soubesse ler... Ele leria centenas de pensamentos meus sobre você, ele se apaixonaria rapidamente por você... Há se ele lesse cada verso meu para você, ele se comoveria e faria o possível ao nosso favor...
Há se a opção fosse válida para um ser como eu...
Há se Ana soubesse...
Há se ela soubesse a importância da sua presença perto da minha...
Como és linda,minha Vanilla
Como és gentil, meu doce encanto...
Como és cheirosa minha pequena rosa.
Há se Ana soubesse!!!
Eu não sou um caminhão
E nem uma camionete
Talvez um carrinho de mão
Ou mesmo uma mobilete
A estrada de meu porvir
E bela e não tem pedágio
Passagem pra evoluir
Passar pro próximo estágio
A estrada tem um fim
Mesmo que não aconteça
Sonhar faz bem pra mim
E faz bem pra minha cabeça
Quem tem fé tudo alcança
E eu vou pagar pra ver
A vida é uma balança
Balançando vou viver
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