Carta de uma Futura Mamae
Vou contar uma historinha pra você….
Era uma vez um homem, homem lindo, perfeito, ele era maravilhoso e muito rico, tinha todo o poder do mundo, o universo inteiro cabia em uma palma da mão dele, e ele tinha um tesouro, tesouro que era maior que tudo o que ele tinha: era um filho. Esse filho não era apenas um filho, ele era um filho maravilhoso, obediente, lindo, amoroso, bondoso, e assim como o pai, tbm poderoso e muito rico. Esse filho com certeza tinha sido o melhor presente que este homem já devia ter recebido. Ele o amava muito.
Esse homem era muito poderoso, ele tinha o poder do mundo todo nas palmas de suas mãos, ele era o dono do universo, podia fazer o que quisesse com ele, foi então que ele começou a ‘inventar’: “vamos ter pássaros, peixes, cachorros, todos os tipos de animais. Vamos ter tbm água, muita água, e terra firme.”, foi dito e feito. Apesar de ter isso tudo já criado, o tal homem poderoso sentiu a falta de algo, ou melhor, de alguém a mais, foi aí que ele criou o primeiro homem do mundo: Adão, e depois veio Eva, a mulher de Adão. Mas no jardim onde eles moravam havia uma cobra muito má, ela fez com que Eva fosse ~na onda~ dela, fazendo com que Eva errasse, pois como toda a criação que já existia e como principalmente como o criador de tudo aquilo, tudo lá era perfeito, sem defeito nenhum, mas aí veio essa cobrinha, e acabou fazendo com que Eva e Adão errassem. E assim foi indo, todos que nasciam depois daquele dia já nasciam sem ser perfeitos como poderiam ser, por causa do erro que Eva e Adão cometeram, e assim todos os seres humanos começaram a pecar….
O tal do homem todo poderoso ficou muito triste com isso, pois ele tinha feito tudo com tanto carinho, tanto amor, com tanta perfeição, e aquilo se foi =S
E o tempo passou…..
Você lembra daquele fiilho que eu disse que esse homem tinha que era o maior presente dele? Pois então, esse homem chamado “Deus”, decidiu enviar esse filho dele ao mundo dos que erram, pra sofrer e morrer, no lugar de todos aqueles que erraram, o ignoraram. Deus estava louco? Não. Acredito eu que quando amamos alguém nós fazemos de tudo para o bem desse alguém, e Deus, como criador de tudo e todos, amava esses homens muuuuito, apesar de tantos o ignorarem. Na verdade, nunca havia tido antes, nem há, e nem nunca haverá, prova de amor tão linda quanto essa que Deus deu. Ninguém jamais conseguirá superar esse amor todo.
Esse filho de Deus, chamado “Jesus Cristo”, veio ao mundo, sofreu por mim e por você (sem nem termos nascido ainda) e morreu em nosso lugar, pra gente um dia poder ser feliz, poder ser salvo. Viu quanto amor? Deus deu o único filho dele, o bem mais precioso que ele tinha, pra morrer por um “bando” de pecadores, pecadores que as vezes o ignoravam, o rejeitavam, o maltratavam. Mesmo assim Jesus Cristo não desistiu. Ele seguiu em frente, mas ele poderia ter parado por ali mesmo, e desistido, desobedecendo ao pai dele, mas ele preferiu sofrer tanto, por nós ♥
Quem tem mais amor? Deus ou Jesus? Talvez haja igualdade nisso? Bem capaz. Deus foi maravilhoso por mandar o filho único dele pra morrer em nosso lugar, e Jesus tbm foi maravilhoso ao obedecer a ‘loucura’ do pai, cumprindo o que ele havia pedido, ou seja, sofrendo e morrendo, por nós ♥
Jesus morreu. 3 dias depois ele ressuscitou como havia dito que iria ressuscitar, e foi aí que todos então perceberam e disseram: “Ele tinha razão, Ele era o filho de Deus e havia vindo aqui realmente para nos salvar.”. E tanta gente o ignora. Por que disso? Deus não éh mal, pelo contrário, Ele éh amor, A-MOR, preciso falar sobre outras provas de amor que ele já deu pra vocês que não acreditavam nisso, passar a acreditar?
Deus te ama, não pelo que você tem, não pelo que seus pais são ou eram, nem por causa de religião. Ele te ama “simplesmente” pq Ele éh AMOR, não existiria amor no mundo se Ele não existisse, e se Ele viesse a parar de existir, o Amor com certeza tbm pararia.
Jesus te ama, mais que todos os outros, mais até que os teus pais, pois Deus éh pai de Cristo, e éh pai de todos nós, até de seus pais. Então creia na promessa que Ele fez, se arrependa dos seus pecados e creia que Ele éh o Senhor e Salvador, pois nem eu nem você estaríamos aqui se não fosse por Ele. Não importa se éh evangélico ou católico ou se não tem nenhuma religião, mas creia no Amor dele, no que Ele fez por ti e por mim.
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” - Atos 16:31
Um dia. Uma semana. Um mês. E de repente ele volta. Assim, sem avisar. Como se estivesse arrependido por partir. Ele volta com um meio sorriso. Um meio sorriso que quase implora um perdão e a suplica de forma quase audível que precisa ficar um pouco mais. Mesmo que seja por essa noite. E outra depois.
Minha mão apertava a dele como quem diz: “não quero mais que você vá!” Através dos meus olhos, era quase tangível a gratidão por ele estar de volta. Eu lutava para dizer: “obrigado por voltar”, mas era impossível, eu estava em transe. Esperava que ele dissesse qualquer coisa. Mas era silêncio que havia ali – não aquele silêncio opressor como o da partida, era um silêncio de felicidade. Ele me puxou pra perto e cai em seus braços, tendo a certeza que era aquilo que eu mais queria. E queria pra sempre.
Um pra sempre sem medo de morrer, sem despedidas difíceis. Um pra sempre feito de ágoras…
SÓ UMA GAROTA!
Talvez existam mil idéias melhores lá fora, talvez existam tantas outras pessoas. Aqui só uma garota. Ela se levanta, se veste, vai trabalhar. Seus sonhos aonde estão? Há um mar de dúvidas, de interrogações. Garota, aonde foi que se perdeu a sua malandragem? Ela se lembra de seus anseios passados, a fuga, a rua, a lua e por fim o mar.
Ela se afoga em sua solidão, tenta fugir. Meu Deus porque eu? Pergunta. Tanto medo, frio e fome. Quanta desilusão! menina de coração nobre, pele macia, barriga vazia. Menina pare de correr e sonhe. Que as nuvens não são feitas de algodão, mas tudo é provisório e o mundo é abstrato, por isso sonhe. Sonhe pra poder acordar, sonhe pra poder lutar. Sonhe, os sonhos são seu sustento é o que te mantém de pé.
Não deixe o mundo te corroer, não se deixe levar, não deixe fecharem seu coração. Não importa o que te digam, o quanto te critiquem. Você viu, não pode negar.
Você sabe que há outro mundo que não é nem um pouco invisível, você sabe que fora da caverna há vida. Não se detenha por idéias de poucos infelizes, olhe pra si, a magia aconteceu. Basta parar e lembrar, olhar pro lado.
Deslumbrado é aquele que não quer ver. O Mundo não é nada comparado à imensidão que você sabe que existe. Vai menina, escolhe bem seus sonhos. Eles já são realidade.
O Aventureiro
Um aventureiro entrando em uma mata desconhecida, e sem saber o que fazer. Desesperado e iniciante o rapaz aventureiro começou a abrir caminhos entre galhos e espinhos. A chuva cai, o vento sopra, trazendo a dose necessária de angústia e de medo.
Após um tempo, cansado, pensou em desistir, mas algo dizia que ele não podia parar, que ele não poderia deixar a escuridão alcançar o seu coração.
O pobre aventureiro resolveu secar as lagrimas e seguir em frente. Em pouco tempo uma surpresa: ele se deparou com uma bifurcação. E agora? O que fazer? Eram as perguntas que assolavam o seu coração.
O rapaz jovem e inexperiente em tomar decisões rápidas, tentou olhar o mais longe de cada opção. Mas isso, de nada adiantou, pois era impossível observar o fim da linha.
O aventureiro caiu em um mar de duvidas, e nesse caso, não sabia pra onde remar, e para onde ele ia a maré o levava para o lado oposto. Foi quando ele se deparou de frente para uma só reta. Então ele seguiu.
A decisão foi tomada pelo coração, uma decisão inexplicável, sem motivo aparente. Mas, o aventureiro reparou, que não era o caminho mais fácil, porém era o caminho a ser seguido. Havia muitos obstáculos a serem superados, alguns mais simples e outros razoavelmente impossíveis de resolver.
Com o passar do tempo ele pode ver que não era um caminho tão difícil de seguir, e que todos os obstáculos faziam parte daquela estrada.
Quando o pobre aventureiro já não agüentava mais, ele reparou que chegou ao fim da linha. Era um precipício, e, diante do precipício havia uma flor, talvez uma espécie conhecida, mas desconhecida ao mesmo tempo. Uma flor que raramente é encontrada por todos os aventureiros. O nome dessa flor é simplesmente: verdadeiro amor.
A mente do aventureiro ficou confusa, ele se perguntava, por que uma flor tão linda diante de um precipício. E a sua própria mente lhe respondeu: - Pois só com essa flor, você poderá voar.
Menina, Amiga
Uma menina de olhos verdes
Uma menina que se tornou minha amiga
Uma amiga de olhos verdes
Uma amiga que me escutou quando precisei desabafar
Uma menina de olhos verdes tão lindos como o verde de um lindo jardim
Uma menina que posso chamar de irmã
Uma amiga com olhos verdes que me encantam
Uma amiga que sei que pode me trazer a paz quando eu precisar.
Uma menina de olhos verdes que esboçam a sua beleza em meu coração
Uma menina que acalma meu coração, alegra meu dia
Enfim uma menina, amiga.
“IMATURIDADE E DECADÊNCIA SOCIAL”
A segurança é uma necessidade básica dos seres vivos. E, quanto mais ele se eleva na escala zoológica, mais necessidade sente de se manter em segurança. O Homem, a partir do momento em que foi explorando o seu meio, percebeu os perigos que este lhe oferecia, procurou abrigo e aproximou-se dos demais para, juntos, melhor se protegerem. Hoje, o Homem procura afastar-se do outro, vendo-o como concorrente e seu maior inimigo. Já disse Plauto, séculos antes, em uma de suas comédias que o “homem é o lobo do homem”. De fato, o que mais atemoriza o homem moderno é o seu próprio semelhante. Acredito que brevemente não haverá um só lugar, na face da Terra, em que alguém estará seguro da agressividade do outro.
Essa agressividade que todos nós estamos assistindo diariamente e omissos, não nasceu de um dia para o outro. Como em tudo na vida, a Violência, que é a agressividade exagerada, vem de um processo em que todos, inconscientemente, contribuem e participam. Diante da agressividade sentimos medo; medo que nos torna omisso e nos faz calar. Ninguém melhor que o grande poeta russo Maiakovisk, que assim nos alertou:
“Na primeira noite eles se aproximam e colhem uma flor do nosso jardim.
E, não dizemos nada!
Na segunda noite; eles já não se escondem;
pisam as flores;
matam o nosso cão e não dizemos nada!
Até que um dia;
o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa;
rouba-nos a lua;
e, conhecendo o nosso medo;
arranca-nos a voz da garganta!
E, porque não dissemos nada;
já não podemos dizer nada!"
Voltando a nós, os agressores já não se escondem; já pisaram as nossas flores e já mataram o nosso cão. E, continuamos omissos, medrosos e acovardados, esperando apenas, que nos arranquem a voz da garganta. Relembrando o que já citamos antes, em muitos estudos e pesquisas publicados; quando uma pessoa tem acúmulo de eventos traumatizantes (fatores negativos) registrados em sua memória Consciente e Inconsciente, principalmente no Inconsciente, ela se deixa levar por impulsos (ou desejos) inconscientes incontroláveis em busca do equilíbrio psíquico; que se efetiva na realização do desejo, nocivo ou benéfico para ela ou para a sociedade.
Essa busca pelo equilíbrio interno, na maioria das vezes é infrutífera, pois o indivíduo está em conflito; o seu Inconsciente negativo está impondo-lhe a prática de comportamentos nocivos a si, ou a outrem. Seu Consciente, fragilizado, tornou-se impotente para resistir às muitas investidas fantasiosas do seu Inconsciente. Este estado de “impotência” do Consciente e, da “dominância” do Inconsciente, é o que denominamos de “imaturidade mental”. São incalculáveis os males que uma pessoa imatura pode provocar a si, e aos demais. Vejamos, agora, os prejuízos que essa imaturidade impõe a todos, notadamente nos países mais pobres e subdesenvolvidos. No Brasil, é no trânsito que o comportamento imaturo se faz mais presente, através da agressividade e violência crescentes que já atingem proporções de uma guerra civil, não-declarada!
Segundo estatísticas oficiais da época (lembrando que este Trabalho foi escrito e publicado em 26 de julho de 1987), morrem ou ficam gravemente feridos, mais de 30 pessoas, por hora, nas ruas,avenidas e estradas brasileiras. Mais da metade dos acidentes são provocados pela irresponsabilidade de motoristas imaturos. Quase todos esses criminosos do volante ficam impunes, protegidos pelo desinteresse dos legisladores, pelas nossas leis benevolentes, pela nossa omissão e a dos governantes. Segundo ainda dados estatísticos, a maioria dos desastres é provocada por pessoas com menos de 30 anos de idade. As mulheres, que antes figuravam mais como vítimas, hoje já fazem parte do rol dos criminosos motorizados; embora , ainda, em grande minoria.
Como age o Inconsciente no trânsito? O indivíduo imaturo, impulsionado por seu Inconsciente negativo, considera como parte de si mesmo, como um seu apêndice, o veículo que dirige. Nele, julga-se forte e poderoso, protegido pela “couraça metálica”, força e velocidade do carro. Hoje em dia, com os vidros escuros, o indivíduo imaturo sente-se como se estivesse “pilotando” um tanque de guerra . O seu sentimento de superioridade e poder será proporcional ao tipo, beleza, ”potência” e valor do carro; bem como, a sua posição social e/ou financeira que ocupa em seu habitat (o que o torna, proporcionalmente mais perigoso ainda). Como uma das vertentes da agressividade, o trânsito, para muitos, tornou-se a válvula de escape da libertinagem da mente em conflito. São o sofrimento, a carência, as frustrações, as deficiências e outros sentimentos negativos que geram a agressividade e a violência. Nenhuma pessoa feliz, em paz, realizada espiritual e mentalmente, deseja ou provoca o mal a outrem. Os conflitos que jazem por trás do volante são de toda espécie.
Qualquer sentimento de frustração, sentido por uma pessoa imatura é motivo para se exibir publicamente e, no caso do motorista, o exibicionismo é mais praticado no trânsito. Nele, a frustração é projetada nas “arrancadas” e “freadas” bruscas; na desobediência às Normas; nas aceleradas barulhentas e no “ronco” do motor (que é o seu próprio grito de desespero), nas buzinadas estridentes e constantes, no tipo e altura da barulheira que emite os seus auto-falantes e muitos outros sintomas neuróticos.
Em tudo se percebe a imaturidade psíquica do motorista. As “correrias” sem qualquer fundamento lógico; a pressa para chegar a “lugar nenhum”; os “enfeites”, emblemas, decalques narcisistas, agressivos, violentos, pornográficos, imorais e amorais que revestem a “pele” do carro (sua própria epiderme); a descaracterização original do veículo, a fim de melhor chamar a atenção de uma imensa platéia infanto-juvenil, cuja alienação se faz notar no modismo inquestionado; no olhar vazio do descompromisso com o passado, com o presente e com o futuro (para a ruína deles e nossa); na gíria pobre, comunicada por 4 ou 5 palavras inteligíveis e,quase sempre americanalhadas; nos chavões novelescos de padrões tupiniquins plagiados de presídios locais e/ou importados das penitenciárias norte-americanas de alta periculosidade. Os imaturos menosprezam e infringem as leis elaboradas para a segurança de todos, inclusive a deles mesmos. Também, como fruto da imaturidade generalizada, implantou-se o reinado do barulho.
Qualquer pessoa, rica, pobre, de cor ou sem cor, ou miserável, se sente livre e liberado pela nossa omissão e irresponsabilidade, para nos infernizar à vontade. Qualquer um pode, a seu bel-prazer, ensurdecer os nossos ouvidos e neurotizar a todos, sem qualquer restrição legal ou social. Não há obstáculos para a prática do comportamento imaturo e nocivo. Quanto mais novo em idade é o indivíduo, mais necessitado está de atenção. Motos, carros, bicicletas, carroças e, brevemente até velocípedes, desfilam ou desfilarão, barulhentamente, anunciando a necessidade de se fazer notar. O carro “fala” por eles e empresta-lhes a sua potência (100, 200, 300 ou 1000; quanto mais cavalos, melhor).
Cada buzinada, cada som estridente emitido ou o barulho de “pneus cantando” no asfalto é o uivo do sentimento de frustração, anunciando a presença inútil de quem se sente espiritualmente, nulo e vazio. É esse sentimento de vazio, de improdutividade, de incapacidade criativa, de pobreza material ou mental, de alienação por falta de conteúdo cultural em seu cérebro; que gera a insegurança frustrante. A ansiedade da frustração exterioriza-se na agressividade e violência no volante. Observemos os motoristas que estão ao nosso lado; eles nos fornecem uma farta e valiosa fonte de conhecimento psicopatológico. Note a agressividade estampada em seus rostos e gestos . Veja como o veículo representa a personalidade de seu condutor ( a personalidade é um atributo mais da mente inconsciente que da mente consciente).
Quando você está dirigindo, encontrará a todo momento, um outro motorista querendo competir com você. Ele tentará ultrapassar-lhe e, ao fazê-lo, espera que você o siga para competir com a sua imaturidade . Se você não for carente e imaturo, por certo ele ficará frustrado. Caso não o deixe “vencê-lo” (por exemplo, impedindo a sua ultrapassagem; sem querer ou querendo) Ele ficará possesso e ao tentar se “vingar”, poderá causar danos a você, ao social e, a ele mesmo. Motoristas se digladiam na proporção de suas nulidades e de seus Inconscientes enfermos. Aquele que se sentir mais inferiorizado, seja pela pobreza material ou mental; procurará chamar mais a atenção sobre a sua “pobre” pessoa, na tentativa vã de compensar a frustração. Frustração essa que é o déficit entre o que a pessoa gostaria de ter, e não tem; bem como, o que gostaria de ser, e não é.
Quando passa um veículo barulhento e muito decorado ; ocorre-nos a imagem de seu condutor implorando aplausos e a atenção dos outros. Você verá também, se ficar atento aos motoristas, como eles são facilmente sugestionáveis e influenciáveis pelos exemplos negativos dos outros. Quando alguns carros estão parados diante de um semáforo que demora em “abrir”; se um deles avança o sinal vermelho (geralmente motoristas mais novos em idade), os demais motoristas tendem a seguir o infrator. Caso algum mais maduro e responsável se mantenha parado, os imaturos de trás os força a praticar a mesma conduta criminosa, piscando os faróis, buzinando, acelerando ruidosamente e vomitando adjetivos pouco lisonjeiros. Um indivíduo imaturo considera uma ofensa o gesto ou comportamento prudente e responsável de outrem.
O comportamento imaturo é praticado de forma inconsciente e dentre tantos outros males individuais e sociais, é a causa da dependência aos vícios e inúmeros hábitos prejudiciais. Um indivíduo dependente de droga, por exemplo, procura estimular outros (inclusive utilizando-se de pressões e ameaças) para o mesmo vício, a fim de ter companhia na sua inferioridade mental. Ninguém, mentalmente equilibrado, precisa “mascarar” a sua realidade ( que é feliz e positiva) com produtos químicos que os imaturos tanto necessitam, para “viajarem” de sua realidade ( que é negativa e infeliz) para o mundo fantasioso e fantasmagórico de seus Inconscientes desestruturados.
Trata-se de uma motivação inconsciente de quem se sente “por baixo”, para trazer “para baixo” os demais, nivelando-o na inferioridade vivenciada. É bem mais agradável e aceito por um viciado, que internamente se sente frustrado e vazio, a companhia e solidariedade de outrem. É péssimo ficar-se sozinho na inferioridade. O desejo (inconsciente) de um indivíduo privado de um olho é o de reinar na terra de cegos. O mesmo também acontece quando se está gripado; nosso desejo inconsciente é que todos conhecidos e amigos estejam gripados também; a fim de termos companhia e solidariedade no mesmo mal ou deficiência. Também se verifica o mesmo com as pessoas com pouco conhecimento , que se “defendem” ( às vezes com agressividade ) da sua inferioridade cultural, rejeitando quem se apresente com mais conhecimento; rejeita e fala mal do saber; deploram os livros (geralmente afirmando que estes são só teorias ).Quem não sabe expressar corretamente a língua portuguesa, geralmente critica e rejeita aquele que estudou a gramática e que faz bom uso dela; etc.
Voltando à imaturidade no trânsito, para finalizar este tema, lembramos que são os motoristas imaturos, os maiores causadores dos mais de 300 mil acidentes anuais no Brasil, quando morrem mais de 30 mil pessoas e deixam cerca de milhares de inválidos físicos e mentais. Pensemos nas incontáveis famílias dessas vítimas da sanha assassina de muitos desses imaturos, responsáveis pela maior parte desses crimes! Nos muitos órfãos e viúvas que ficam sem o sustento do lar pela falta do seu provedor. Imagine-se o sofrimento desses milhares de pessoas que tiveram a infelicidade de cruzarem seus “destinos” com esses imaturos, filhos de pais, também imaturos que são mais doentes que culpados. Pensemos, também no ônus social que pesa sobre todos nós, acarretado por esses acidentes, nos custos da Previdência social, no atendimento às vítimas e suas famílias, nas aposentadorias precoces pelas vítimas paralíticas, deformadas e incapacitadas para o retorno à vida produtiva. Não temos dúvida que a Imaturidade Mental é a causadora principal dos imensos males que afligem as Sociedades Mundiais, neste preâmbulo de Novo Século. Cabe aos Pais, Educadores, Governantes, Meios de Comunicação, Políticos e a todos nós, a mudança radical deste paradigma diabólico que estamos cegamente seguindo.
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Carleial. Bernardino Mendonça.
Psicólogo-Clínico pela Universidade católica de Minas Gerais;
Estudante de Direito da Faculdade de direito Estácio de Sá; e
Pesquisador nas áreas da Psicobiologia e do Direito
Uma Receita Carinhosa.
Um pouco de nuvens
salpicadas para dar sabor.
Algumas gotas de incerteza.
Duas colheres de saudade.
Uma xícara de vaidade.
Bata bem forte no medo.
Separe a dor da felicidade.
leve ao forno e aqueça
até atingir o fogo da paixão.
Quando estiver quase pronto
desinforme,polvilhe um pouco de carinho.
Corte delicadamente cada lembrança.
Para acompanhar tome coragem
convide os amigos
sirva o coração
num prato de humildade
e beba o amor
num sorriso de esperança.
A cidade de Sophia
O conhecimento é como uma cidade onde cada rua leva o nome de um pensador indicando um caminho que se pode seguir.
Estas estão organizadas em ordem lógica de modo que ao se seguir um pensador desembocar-se-á em outro podendo-se caminhar por entre todo o conhecimento humano.
Porém, como toda cidade existem os limites e é ai que devemos construir nossa própria rua
Creio eu que uma das maiores buscas humanas é a busca pelo amor.
Cara-metade, tampa da panela, pé pro chinelo velho, metade da laranja - tanto faz o nome. As pessoas vivem em uma constante pocura por alguém que as complete.
Mas me pergunto: precisamos ser completados?
Digo: eu nasci sozinha, cresci sozinha, e antes de entrar nesse mundo "adulto" e nessa procura eu sempre estive sozinha. Tenho meus hábitos, meu modo de ver o mundo, minha forma de pensar, minhas manias, gírias, coisas.
Eu preciso então de alguém que me complete? Não me sinto vazia. Não sinto um buraco que precisa ser urgentemente preenchido.
Creio que grande parte das depressões e dos chocolates vendidos são fruto de uma busca pelo que não existe. Ou existe? É um assunto complexo, que carrega diversos modos de pensar e diversas opiniões.
O erro não estar em querer alguém que nos acrescente, nos faça rir, divida conosco um outro mundo e quem sabe até junte metade do seu mundo com o nosso, podendo formar um novo - eu quero isso. Quero ter alguém com quem eu divida experiências antigas, compartilhe as novas, conheça outras coisas que não fazem parte do meu cotidiano. Alguém que melhore meu mau-humor, faça desaparecer alguns defeitos e medos.
O erro estar no fato de necessitar dessa pessoa.
Você pode viver sozinho. É auto-suficiente e extremamente adaptável (como qualquer um da raça humana).
Olhar pro primeiro que lhe der um "boa noite" e já imaginá-lo dizendo "eu aceito" na frente de um padre idoso, é o erro.
O que deve ser entendido é que deve-se ter uma vida normal e tranquila, até encontrar essa pessoa. É como encontrar um bom amigo, leal e confiável. Alguns tem a sorte de encontrá-lo logo no começo, outros demoram anos e anos, alguns contam umas decepções até encontrar o fiel amigo. Assim é com o amor da sua vida. Ou melhor, os amores.
Sim, esse é outro erro. Em um mundo com sei lá quantas bilhões de pessoas, em centenas de países, milhares de estados, bilhões de cidade, você crê mesmo que só exista UM ser que te complete? Não, existem vários. Só na sua cidade garanto que mais de 10 (5 se for de interior).
As pessoas crêem ter encontrado O grande amor, e o agarram, o devoram com tanta fome que ele acaba por desgastar-se.
Garanto que se a maioria visse seu relacionamento como algo finito, e não vissem o fim como o ponto final de suas vidas, os romances dariam mais certo.
Não sou a favor da modernidade exacerbada, que prega que tenhamos uma lista de relacionamentos ao mesmo tempo. Não, eu gosto do romance. Rosas vermelhas e poemas. Gosto da fidelidade, do sabor de se entregar sinceramente a uma relação. O que eu quero dizer é que ninguém é "nosso", como também não somos de ninguém.
Você anda por aí e vê pessoas com a placa "aluga-se"? Não somos propriedades, e ver alguém como seu objeto é um dos maiores causadores das separações.
As pessoas querem tanto se manterem "presas", que têm atitudes absurdas. Duas são as mais comuns: acabou o relacionamento, ela/ele se prende ao outro. Recebe nãos e mais nãos, as vezes até grosserias, mas não larga. Quer porque quer aquilo pra si. Já nem pesa mais se vale a pena, se tem conserto, se um dia sequer aquilo foi perfeito. Fica cego. Luta, luta, luta, luta. Se impede de viver outras emoções, outras paixões, outras experiências. Ou então, mal disse adeus a um e já se vira: quem é o próximo?
Relacionamentos relâmpagos talvez sejam o mal do século no quesito romance.
Quando (ênfase exagerada no quando) passa de uma noite, o "amor" dura alguns meses e não mais que de repente, acaba. Luto? Depressão? Imagina. Dois dias (ou quem sabe uma semana) é tempo mais do que suficiente pra sofrer pelo grande amor perdido e se refazer. Vamos namorar outro!
E assim as pessoas vão se perdendo e buscando alguém pra se sentir seguro.
Se for pra ser assim, prefiro ser segura sozinha. (não é papo de solteira, não)
O que falta é isso: ver que cada um é capaz de ser feliz sozinho. A felicidade não vem de fora, ela está dentro de você e cabe a cada um aflorar a sua. O amor, o romance, é só um agregado.
Se você tem alguém, não considere ele "seu". Não o trate como uma propriedade, como se você tivesse pago um dinheiro alto e ele tivesse obrigação de te servir. Cuide do seu relacionamento, faça por onde ele se consolidar. Mas não tenha medo do fim. Não ache que sua vida vai acabar se um dia um dos dois pôr um fim na história.
Se você não tem ninguém, bem-vinda ao grupo! Ok, brincadeira. Mas não se desespere. Aproveite a vida de solteira. Saia, ría, conheça lugares novos. Sinta-se satisfeita com a sua própria companhia. E quando isso acontecer, quando você sentir que um romance seria apenas algo a mais, mas que você é auto-suficiente, eu tenho certeza que a pessoa certa vai aparecer.
E boa sorte pra quem ler isso!
Ás vezes pensamos que o mundo esta diferente.
Vemos uma foto, assistimos um vídeo de um tempo atrás e lembramos de coisas e pessoas que perdemos pelo meio de nossa vida.
As vezes precisamos arriscar coisas que para nós seriam um sacrifício, derrubamos uma lágrima, e pensamos no que poderíamos ter feito para mudar aquilo.
As vezes o medo de errar nos impede de jogar. Saber que se algum passo em falso pode mudar nossa vida tanto para pior como para melhor.
Você se depara com questões entre sim ou não, e você a maioria das vezes opta pelo não, pois tem medo do tão esperado futuro.
O que eu vou ser? O que vou fazer? Como será? E agora?
Isso são coisas que ninguém, nem mesmo você pode explicar, são coisas que mesmo que você perca num dia, sempre acaba ganhando no outro.
São coisas que mesmo que algum dia você derrube uma lágrima por alguém, outro alguém derrubará uma por você.
Ás vezes pensamos só em nós mesmos, que esquecemos de pensar nos outros, nas escolhas que nos fazem bem, nas pessoas que magoamos e mentimos.
E que mesmo que você tenha que arriscar algo para conseguir outro algo, lembrar que as vezes não vale a pena arriscar o pouco pelo muito;
Por que nem sempre o muito vale mais que o pouco, a ponto de te fazer perder o que ainda lhe resta.
Ninguém diz que uma pessoa muda..
Por quê ao invés de sorrir ela só consegue chorar.
Por quê ao invés de sair ela prefere ficar em casa.
Por quê ao invés de demonstrar seus sentimentos, ela prefere os ocultar.
Por quê o eu te amo que ela dizia, hoje já prefere optar por bom dia.
Por quê ao invés de fazer palhaçadas ela prefere rir das palhaçadas dos outros.
Por quê ao invés de ela se importar só com sigo mesma, ela prefere ajudar aqueles que algum dia já ajudaram de alguma forma.
Então se algum dia alguém disser que você mudou, simplesmente vire-se e diga:
- mudei por que eu aprendi a crescer, aprendi que para ser feliz é preciso estar triste, que nem sempre podemos estar sérios demais, mais isso não significa que sempre estaremos rindo de tudo.
Quem Será?
Quem será o alguém
Que da melodia de uma canção renascerá?
Quem será o alguém
Que realizará minhas promessas de felicidades,
Seguirá comigo o mesmo caminho?
Quem será o alguém
Que por toda minha vida esperei,
Que por toda eternidade me guardei?
Quem será o alguém
Que irá buscar minhas estrelas,
Irá secar minhas lágrimas?
Quem será o alguém
Que com seus olhos
Alimentará todo o vazio
Que na minha alma restar?
Quem será o alguém
Que sua mão me oferecerá,
Que comigo enfrentará os desafios
Desse mundo de enganos?
Quem será a resposta para as minhas preces?
Quem será o Rei de meu coração?
Quem será o, porém de meu destino,
O encontro de minha paz?
No encontro deste alguém
Finalmente meus olhos verão a felicidade,
Minha alma contemplará a alegria,
E o meu coração
Ao Verdadeiro Amor
Se Entregará.
Meu filho
Meu filho tua chegada
Foi como o nascer do sol
Tu veio irradiante, caloroso
Como uma chamar ardente
Pra alegrar e abrilhantar a gente
Como um coração que sente
Meu filho nasceu de uma semente
Plantada e germinada em corpo quente
Pai , mãe, formando um coração somente
Tu és fruto do amor
Seu corpo é só calor
Meu filho tão genial
Amor maior não tem igual.
Uma vez na vida, uma única vez na vida, pode ser em qualquer idade, desde que já saiba o significado da palavra verdade, pode ser aos 14, pode ser aos 35 e até aos 60, mas tem que acontecer.
Mulher, uma vez na vida, tem que ser mulher! Mas de verdade! Deixar de lado o sutiã com bolha, a maquiagem, os acessórios, a cinta modeladora que esconde a barriga e a calça apertada que levanta o bumbum. Assumir as curvas, os sobras, as dobras, as rodas e até os pneus, encarar as dores, os antigos e os próximos amores, o passado que a gente liga, mas ele nem atende, o futuro que a gente entope de expectativas, a chata da dona celulite que a gente insiste em dizer que não passa de gostosa em braile, mas não largamos a coca-cola de jeito nenhum. As espinhas, aquelas que a gente tenta esconder com o famoso “1 kg de base”, mas de um jeito ou de outro ela escapa da nossa fantástica cobertura, o problema é que a gente custa a entender que isso é simples, a pele está respirando, pondo pra fora o que ta ruim lá dentro, igualzinha a nós quando surtamos e a gente esquece que elas também matam por chocolate.
Depois de despir a armadura que carregamos no dia-a-dia só por termos nascido mulher, você pode se olhar no espelho e dizer que é uma mulher de verdade. Porque mulher de verdade é melhor do que qualquer maquiagem da MAC, que transforma o patinho feio em cinderela, mas que o encanto termina a meia noite. Mulher de verdade vai além do Chanel nº5, é essência, é pele, é suor, é calor e até aquele arrepio na nuca. Verdade, em mulher, é além das tempestades, é furacão, é força e é garra. Mulher de verdade é aquela que olha no espelho e se aceita, assim como é, mesmo com aqueles quilinhos a mais, mesmo com aquela tensão que acontece todo mês, mesmo com todos os nossos mesmos infinitos que existem na nossa cabeça.
Claro, concordo plenamente que precisamos para sobreviver tudo isso que mandei despir e mais, muito mais que isso, afinal, somos mulheres. Mas antes de ver aquele mulherão toda montada, com cheiro de modernidade, aceitamos nossas sobras, dobras e delírios, para conseguir nos aceitar acessoriamente poderosas!
Feliz de quem sabe e quem é de verdade, mulher!
Donzela dos porquês
Ao ouvir uma afirmação
Vem a ti, perguntar
Qual o intuito e razão
Daquilo asseverar
Acredita e faz interpretação
"Tudo ocorre porque"
Há motivo para ocorrer
Uma miúda razão
Para ser feliz, é necessário sorrir
Para chorar, é preciso triste estar
Para atrapalhar, é necessário intervir
Para vencer, é preciso lutar
Isso é tão pessoal
Compreensível e real
O que há em querer
Não apenas viver?
Não venha cogitar
"Não é preciso interpretar"
Não existe só sentir
Eu sou de perseguir
Para amar, é preciso encontrar
Para viver, é necessário existir
Para se ter amigos, é preciso cultivar
Para cuidar, é necessário possuir
Quando nos fomos apresentados senti uma coisa inexplicável dentro de mim. Isso nunca havia acontecido com tamanha imensidão. Depois daquele momento, me daria inteira para você, faria tudo e um pouco mais que estivesse ao alcance das minhas mãos, só para poder te ter por mais uma vez inteiramente para mim. Para poder deitar em seu colo e ouvir você me contar tudo o que aconteceu com você desde a primeira vez em que me viu. Ouvir suas histórias de aventuras, loucuras, sanidades enfim. Só para poder sentir sua voz, seu calor, seu cheiro, o sabor do seu beijo, o toque das suas mãos acariciando meu rosto, ver, ouvir e sentir seu sorriso bem perto de mim, para que o vazio que se encontrava no meu coração fosse totalmente preenchido.
Preenchido por você! Mas nada acontece por acaso, e por este motivo é que saberei aguardar o momento certo, para que possamos seguir juntos o mesmo caminho.
Saudades ...
Não poderia imaginar que ser mãe seria um mistério, seria uma grande realização, seria um prazer, ou simplesmente, seria mais uma mãe, mas na verdade é uma mágica de encantos quando vc ver aquele rostinho inocente e simplesmente perfeito e lindo, em seus braços pesando 3.460kg, com 51cm branquinha cabelos bem pretos, parecendo com a pessoa que vc ama e escolheu pra viver ao seu lado e vivenciar este momento perfeito, é uma vitória e uma grande realização, sem explicações, assim como a definição do amor.
Eu sabia que ser mãe era algo mágico diferente, mais a certeza foram quando minha filha nasceu, descobri um novo rumo, uma nova vida, arrumei uma nova esperança, uma razão de vive.
Com Minha filha Adriellly descobri a verdadeira definição para a palavra AMOR.
Amor eterno, amor verdadeiro, incondicional.
Brasil 2º colocado em alcolismo( kkkk)
Dindão, os crentes de uma certa igreja, chegam em uma casa e tocam a campanhía. "dindão" Mais uma vez e nada de ninguém atender. Mais uma vez" dindão" e esperam. Surpresos, a porta se abre e vem atender um rapaz, com uma cara de sono, misturada com a de um embriagado(bêbado) que lhes perguntam. O que vocês querem, aqui em casa esse horário, meio dia? E os crentes respondem. Bom dia senhor, é que nós estamos fazendo visitas rotineiras, e aproveitando para convidar o senhor para nos fazer uma visita na igreja. Mas pelo visto....O senhor não está muito bem e parece que bebeu a noite inteira. Ah! o senhor sabia que o Brasil é o 2º colocado em alcoolismo? Perguntam os crentes ao bêbado. E o bêbado, respondeu: Sim eu sei, mas a culpa é de vocês, que não nos ajudam a beber, se vocês nos ajudassem, o Brasil seria o 1º. Mas senhor, falam os crentes. E o rapaz continua falando: Eu tenho que me virar, beber todos os dias e ainda bebo por vocês, para o Brasil pelo menos não perder essa colocação de 2º lugar. ( kkkkkkkkk ) Brasilllllllllllllllllllll
Ah, a saudade. É o sentimento dos sentimentos. Uma mistura de espera e angústia e tristeza e passado e dor e desespero e raiva e amor e coração e vontade e esperança e todas aquelas coisas fortes demais para serem ignoradas. Junção de noites frias com cobertas quentes com TV ligada e música alta e pensamentos longe dali. Choro silencioso no meio da madrugada cheia de estrelas e de lua cheia. É um sentimento que quase ninguém ao teu redor vê ou percebe. É quieto fora, profundo dentro.
(A saudade e seus significados - Parte 1)
Uma mesinha de canto em uma sala escura. Ela entra, e percebe um brilho no cantinho da sala. Faz-se a luz, ela percebe um embrulho. Quem enviaria um presente naquele dia como qualquer outro, em que ela apenas fazia seu caminho de volta para seu refúgio? Quem se lembraria daquela menina que era como qualquer outra, cabelos e olhos escuros como a solidão?
Ela caminha pela sala, tentando desvendar tal mistério. Pensa em todas as pessoas com quem falou na semana, em todas as pessoas de quem se esquivou. Não demorou muito, já que ela passava tanto tempo recolhida em seus pensamentos, afastada de multidões. Nenhuma daquelas pessoas, pensou, teria lhe enviado tal surpresa. Os amigos já não mais eram próximos, o amor havia virado a esquina e procurado outros enamorados. Quem seria o misterioso ser amoroso a ponto de lembrar-se dela, a menina isolada de tudo a seu redor?
Chegou perto do embrulho, envolvida de emoções. Não sabia como reagir, o que haveria dentro daquele pacote tão brilhante e lindo. Tocou-o suavemente, para sentir a textura daquele brilho. Aumenta ainda mais seu encantamento, e ela percebe um envelope ao lado daquela beleza toda. Um envelope perfumado, azul, cheio de corações. Sua curiosidade chega ao ápice, e pode-se sentir a preciosidade que aquilo tudo havia trazido ao seu dia. Tamanha é sua ansiedade, que ela chega a rasgar parte do envelope, na ânsia por descobrir o que aquilo tudo significava. Dentro dele, havia um papel rabiscado de amor, dizendo “Tenho pensado muito em ti”, com aquela assinatura que ela há tanto não via.
Aquilo trouxe lágrimas a sua face. Ele. Ela sabia como havia sofrido desde a última vez que se viram. Imersa em pensamentos ela ficou, por alguns minutos. Lembrou-se, então, do embrulho, ainda intacto. Apressou-se em abri-lo, bisbilhotando logo o que chegava ao alcance de seus olhos. Mais brilho. Ela percebe, então, a fragilidade do presente. Um porta-retrato coberto de pedrinhas, que a lembravam daquele dia que passaram os dois embaixo do sol. O formato redondo a fez recordar aquela promessa de eternidade. A foto lá presente revelava como aqueles tempos eram belos, os dois rindo juntos sem temer a realidade.
Um sorriso escapou dos lábios dela. Aquilo era o bastante para seguir em frente. Finalmente ela conseguia encarar sua própria vida. Guardou seu presente naquele quartinho escuro em que vivia, local que logo se tornou claro e vivo. Pegou o telefone e discou aquele número que ela sabia de cor. Conversaram por horas, e cada minuto trazia uma lembrança alegre daquela vida compartilhada.
O tempo passou, ele sempre na memória dela, ela sempre na memória dele.
Nunca mais se viram.
Foram eternamente felizes.
(Brilho)
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