Carta de Amor Distante
No começo nosso olhar era tão distante
Com o tempo se transformou em olhares mágicos
Passei a desejar estar perto de ti, somente para te olhar, te abraçar te beijar e te dar todo o meu amor
A vontade de estar ao seu lado,todos os segundos é imensa
Mas fico tranquilo quando penso que não estou fisicamente mas meu coração está contigo a todo minuto.
Eu te amo e serei seu eterno amor!
Correria
Pela janela do ônibus meu olhar distante,
Nos óculos escuros tão forte incidia,
O Sol de sua luz tão ofuscante,
A ganhar todos os muros e gritar o meio dia.
A agenda rabiscada marca o sétimo OK!
Almoço em dez minutos é tão prejudicial.
Da diária jornada nem no meio eu cheguei.
Nesse rítimo maluco eu vou até o final.
Na minha playlist não ficou nada calmo.
A batida só consiste em me fazer acordar.
Aprecio um novo hit enquanto checo um saldo.
Depois de alguns clicks cinco sites a logar.
Eu passei a madrugada de olhos abertos.
O despertador é o primeiro som do dia.
Sobre a toalha rendada meu café esperto.
Forte em fé no Senhor eu volto para correria.
as estrelas no céu pintado de azul
uma a uma mostrando seu brilho
de uma luz distante e sem sentido
não podemos voar e tocá-las
na alegria triste de um suspiro
no conter-se de apenas imaginá-las
no êxtase da rebeldia
de contrariar a cada dia
o prazer e o querer se invalida
e assim,
reinventamos a vida.
Sua luz, distante e pura, em meu céu,
Um farol que guia meu silêncio, meu véu.
Não ousarei chegar perto, nem tocar seu chão,
Pois a beleza que admiro não é para minha mão.
Você sorri, e o mundo inteiro se ilumina,
Em meu peito, uma flor que não se inclina.
Sou apenas uma sombra, na esquina da vida,
Amando uma estrela que nunca será atingida.
Eu a vejo passar, e o tempo para,
Seu perfume, a brisa suave que me abraça.
E em cada olhar que não é para mim,
Planto um amor que nunca terá um fim.
Não desejo a posse, não quero ser seu par,
Apenas a sorte de, de longe, poder amar.
Você é a poesia que nunca escreverei,
O sonho bonito que sempre sonharei.
LABIRINTOS DE VIDAS,
UM CHAMADO A REALIDADE
Havia um lugar distante, perdido em meio ao espaço desconhecido, onde as palavras soavam como melodias estranhas e os sentimentos eram traduzidos em tons de cores nunca antes vistos. Nesse mundo singular, uma figura solitária caminhava entre os escombros de laços rompidos e corações gelados.
Cada dia se desdobrava como um conto à parte, onde o inesperado era a única constante. Palavras como "boob goods labubu" e "tiktok morango do amor" ecoavam pelos cantos, carregando consigo um sentido profundo e enigmático. As pessoas, distantes umas das outras, gritavam em silêncio por socorro, suas vozes ecoando nas inúmeras redes que teciam uma teia de conexões frágeis e fugazes.
Os laços outrora sólidos se desfizeram, imperceptivelmente, à medida que o amor se esvaía lentamente. O calor dos abraços foi substituído pela frieza das telas, e ninguém percebeu a mudança sutil que transformou o afeto em indiferença. As crianças, abandonadas em suas próprias casas, clamavam por atenção que não vinha, perdidas em um mundo que parecia tê-las esquecido.
Onde estavam os pais, os amigos, a família, os irmãos? O protagonista se via imerso em uma solidão avassaladora, uma ausência de presença que o consumia por dentro. Em meio ao caos dos dias tumultuados, ele se perguntava: onde estava ele próprio, perdido em meio a essa multidão de desconhecidos que cruzavam seu caminho sem enxergar a dor silenciosa em seus olhos?
E assim, a história se desenrolava, entrelaçando os fios soltos do destino em um emaranhado de emoções e reflexões profundas. No final, restava apenas a busca incessante por um sentido, por um reencontro consigo mesmo, em um mundo que parecia ter perdido a capacidade de se reconhecer nos olhos do outro.
Dos labirintos da mente,
sombrio, o vazio se sente.
Longos os passos da noite,
distante, o caminho ao longe.
Nisso, em campo do desconhecido,
minh'alma não desvia do esquecido.
Lá, onde o silêncio ecoa,
a voz do tempo que voa.
Não há pressa, nem saudade,
nem há prisões da vaidade.
De um eco em terra de ninguém,
a sombra do hoje que se tem.
Mero Pensador...
Faz tempo que não falo isso para você, a gente está bem perto e, ao mesmo tempo, distante, porém não podemos deixar se estender.
Existe um frio no peito que se esquenta quando te vejo.
É assim e do nada, essa chama se aquece, igual à faísca num monte de palha. Somos uma combinação imbatível e inflamável. Por isso te amo. E como te amo com todo meu amor inabalável.
Nunca tão distante que não possa te abraçar
Nunca tão breve que não possa te esperar
Nunca tão infeliz querendo amar
A forma silenciosa e fria que me arrepia a alma, me desvendando aos poucos, tirando de mim quem sou.
Tão intenso, tão frágil, tão obstinado e maleável, assim como as estações, que no tempo certo passam e não se escondem, são o que são.
Não queria que só tivesse passado por mim, desejo todas suas estações, todas as variáveis loucuras confiadas somente a nós, nosso segredo.
Não acredito, não posso acreditar que uma parte do meu quintal se esvaziou, meu netuno tive que abandonar, ainda bem que ainda me resta a noite o céu, enfim algo para relembrar em meu quintal.
vou contar uma historia
ERA UMA VEZ
em um local muito distante daqui
havia um - ser - sem nenhuma
razão de problemas existentes.
um dia , estava plena e tranquila
quando derrepente surge um " homem ''
o maravilhoso e mais Perfeito ser já visto
em todos os tempos...
fui tola demais para confiar em suas palavras
meu pobre coração desiludido.
chorava e se lamentava por aumento de desprezo do tal.
sorri mesmo não estando feliz
e mesmo assim tive que aguentar muito mais.
DO MORE SAY LESS
foi a Resposta.
me pergunto - se do more
fosse o suficiente...
então percebi que estava lutando por algo
que mesmo se morre-se duas vezes
ele me mataria na primeira.
nisso say less foi o que fez parte de mim.
sonhos foram feito para pessoas iludidas com bastante imaginação assim como eu
que sentido isso faz? nenhuma.
é por isso que de tantos corações desiludidos
me fechei por amor a mim mesma.
pra não sofrer mais..
A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...
"Ah! Honey...
Tua presença me faz tão bem,
mesmo distante,
eu consigo lhe tocar,
lhe sentir...
Sentir teu coração bater,
junto ao meu.
Sinto os seus carinhos
e sinto o doce
sabor dos
seus beijos,
beijos quentes,
ardentes,
que me tiram
o ar...
Sinto-me
flutuar...
Ah! Honey,
que delícia é
lhe abraçar,
sentir o seu
corpo junto ao meu,
coração palpita,
o sangue ferve,
e numa
explosão
de nossos
desejos,
estamos
um dentro
do outro,
nesse momento
sublime,nada
importa,agora
nos tornamos
apenas
Um..."
PROPOSTA
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Também sei não ter tempo, às vezes paciência;
ser distante, presente, a depender do surto,
ter meu curto circuito conforme o capricho,
dar os olhos, ouvidos, e depois tirar...
Tenho todo poder que se tem de ser vago,
de sumir e voltar como quer o meu ego,
mas querer que algum prego pendure as esperas
pela boa vontade que nem sempre tenho...
Só não sei fazer uso dessa pretensão;
modelar a meu modo as expectativas
do que tenho, não tenho, quando e não pra dar...
Sempre vejo pessoas como gente, mesmo;
não imponho; proponho minha identidade
como toda verdade redistribuída...
01/01/2026
Oi, 2026.
No começo dos anos noventa, os anos dois mil pareciam tão distante que para uns era até improvável, muitas previsões equivocadas, muita desinformação até então.
E os anos dois mil vieram cheios de novidades, bugigangas, modinhas, e muita diversão. Passaram-se anos, décadas, eu realmente não imaginava nem com que idade estaria em 2026.
Sempre vivi o momento, e quantos momentos nessa vida, meu Deus! Momentos bons, ruins, desastrosos, felizes, enfim...
Nesse fim de ano pude refletir a simplicidade que Jesus nos propõe. Jesus, nascido em uma manjedoura, um homem sem estudo, que aprendeu somente a ler e escrever. Mas com uma sabedoria inebriante. Isso me encanta de uma forma surreal.
O aprendizado que podemos tirar com isso tudo, na vida pode haver de tudo, mas quando nós encontramos na simplicidade é que a nossa alma se deleita.
Hoje, mais velha, acho que a principal lição nessa estrada é ser verdadeiro. Mostrar sua verdade ao mundo, ser quem você é e simplesmente ser grato por isso.
No jardim, coloridas flores nasciam
Éramos jovens e o futuro bem distante
O sol tocava levemente nossas faces
A felicidade, naqueles dias, uma constante.
Tua pele, pura seda, sempre perfumada
Teus beijos tinham gosto de hortelã
Passeávamos pelo jardim de mãos dadas
Vivíamos alegres num hoje sem amanhã.
Existe alguém que sempre foi cobrado por não se abrir. Dizem que é fechado, frio, distante. Mas quando resolve deixar escapar um pouco do que carrega por dentro, o resultado não é acolhimento — é confusão. Palavras atravessadas, julgamentos rápidos, olhares que pesam mais do que deveriam. Aprende, da forma mais dura, que o silêncio incomoda… mas a verdade incomoda ainda mais.
Também fica claro que não é permitido ser quem se é. Não pode gostar do que gosta, nem escolher o que escolhe, nem sentir do jeito que sente. Tudo vira motivo para comentários, apontamentos, distorções. Cada passo fora do esperado parece um erro, cada tentativa de liberdade soa como afronta. Com o tempo, a vontade de explicar vai se perdendo, porque explicar nunca foi suficiente.
Hoje, resta um conceito simples, quase vazio, mas pesado: estar na terra para servir. Não para ser entendido, nem celebrado, nem feliz — apenas para cumprir expectativas, não atrapalhar, não causar ruído. Serve em silêncio, porque o silêncio cansa menos do que lutar contra interpretações que já nascem prontas.
Viver, agora, não faz questão. Não carrega planos nem promessas. É apenas existir no modo automático, respirar enquanto ainda houver fôlego, acordar porque o corpo acorda, seguir porque o tempo segue. Não há desespero explícito, apenas um cansaço constante, desses que não gritam, mas também não passam.
E assim continua: respirando. Não porque a vida seja leve, mas porque ainda não acabou. Não porque exista esperança clara, mas porque o ar insiste em entrar e sair do peito. Está ali — não inteiro, não pleno — apenas presente, enquanto houver fôlego.
Distante, eu olho para mim.
Um passado de guerras e batalhas sem fim.
Vencida pela guerra que habita em mim.
Luto para encontrar a paz que perdi.
As cicatrizes do passado ainda dolentes,
As memórias de dor, ainda presentes.
Mas em meio à tempestade, busco a calma,
E encontro a força para seguir em frente.
Presente, eu olho para o futuro.
Cheio de termos que exigem coragem e pureza.
Minha espada, símbolo de luta e glória.
Reportará digna das minhas histórias vencidas.
As lutas do passado me ensinaram a ser forte,
As glórias alcançadas me deram a confiança para seguir.
Agora, eu olho para o futuro com determinação,
E sei que minha espada continuará a brilhar.
Distância
Estou distante,
mas ainda sei os teus sonhos.
Me lembro exatamente
de como queres a planta do seu café,
floricultura e livraria.
Estou distante
e ainda sei os teus gostos:
três claras e uma gema;
café preto sem açúcar;
salada no almoço
e carbo no jantar.
Estou distante,
mas o teu perfume
ainda está próximo.
Estou perto o suficiente
para te ver todos os dias
e necessariamente longe
para não sentir nada.
Mas não se engane,
jamais deixaria
de te parabenizar.
Minhas maiores
e mais sinceras felicitações:
que os teus 24 anos
orbitem a mais sincera felicidade
e que teu coração permaneça límpido
como a tua alma.
Feliz aniversário.
Metáfora expandida I
Um Sonho Distante
Eu tive um sonho distante.
Neste sonho, éramos muitos — porém, um só.
Um a cada capítulo, membros de um único livro.
Cada página à frente só podia enxergar as páginas de trás.
O título era o passado: um sonho distante.
O futuro, o capítulo final — e o fim da história.
Essa história tomava emprestadas referências de outros livros na mesma prateleira.
Mas a prateleira também nos rotulava.
E esses rótulos, ironicamente, eram o que nos prendia àqueles livros —
livros que estavam ao nosso lado,
também sonhando o mesmo sonho distante.
Mas conversávamos do logradouro de outra biblioteca.
Essa não falava nossa língua —
e, ainda assim, tinham dúvidas semelhantes às nossas.
O sonho de todo livro era ser mencionado,
e, quem sabe, ganhar sua própria saga e volume.
Mas para isso era preciso um ato raro:
libertar-se de si mesmo.
Contudo, sempre que um ousava mencionar outro,
vozes sussurravam ao redor:
— É um sonho distante.
Confiança cega.
"Deus tem um plano, e às vezes ele parece distante, mas é justamente quando achamos que estamos sozinhos que ele nos lembra de sua presença. 'Se você tem algo que pode fazer, provavelmente não vem de Deus', porque Ele quer que nos apoiemos Nele, que confiemos em Sua vontade.
Quando a ansiedade bate e a dúvida nos consome, Ele nos chama a falar com Ele, a dizer: 'Deus, se você não aparecer aqui, eu não saberei o que fazer'. É nesse clima de entrega que encontramos a paz, a certeza de que Ele está conosco, guiando nossos passos.
Deus quer que nos apoiemos Nele, que coloquemos nossa confiança em Sua sabedoria e amor. Então, vamos parar de tentar controlar tudo e simplesmente confiar. Porque quando fazemos isso, Ele se revela, nos mostrando o caminho e nos dando a força para seguir em frente. "Leila Boás 05/12/2025
Às vezes, a vida dá aquela reviravolta de 360 graus e nos leva para um lugar tão distante daquele onde sonhávamos estar.
E então surge a pergunta: aprender a viver esse novo caminho ou fazer das tripas coração para voltar?
Sempre digo que a dúvida só existe quando a resposta é não. Porque quando é sim, não há espaço para questionamentos.
Mas… e quando a resposta não é tão simples assim?
E quando ela não cabe em um “sim” ou “não”?
A dúvida corrói a mente. Os pensamentos voam soltos, inquietos. O coração denuncia seus desejos, batendo mais forte sempre que olhamos na direção para onde gostaríamos de ir.
Ficar, por outro lado, nos prende como um nó de marinheiro — apertado, resistente, difícil de desfazer.
E assim os anos passam, um após o outro…
Mas a cabeça… ah, a cabeça nunca descansa.
Ela sempre insiste em pensar na volta.
