Carta de Amizade Expressando seu Sentimento
Então, prepare-se para aquilo que o seu coração deseja.
Abra os braços e acolha o que vem,
pois as conquistas que se aproximam pertencem somente a você.
Seus sonhos, antes silenciosos, começam a ganhar forma,
tornam-se reais, palpáveis, vivos.
Não permita que ninguém os roube —
nem mesmo você, em momentos de dúvida ou medo.
Afinal, foi você quem sonhou,
quem pediu ao universo,
quem acreditou na mudança
e deu o primeiro passo para transformar a própria vida.
Sinônimos de Kamorra:
Sinônimos de kamorra, considerando seu significado informal de luta, discussão, confusão ou revolta, incluem:
briga, confusão, tumulto, discussão, rixa, conflito, baderna, alvoroço, revolta, pancadaria (em contextos de briga física), rusga e desordem.
Esses termos variam ligeiramente dependendo do contexto (verbal, físico ou coletivo), mas todos capturam a ideia de agitação, conflito ou desordem associada a kamorra.
A Natureza é Mãe sábia e generosa,
em seu tempo paciente e produtivo
nos oferece flores e frutos,
respostas sutis para cada exigência,
mesmo diante das intempéries
das estações cada vez mais perplexas...
A Natureza é Mãe de seios fartos,
sábia na carne do tempo,
generosa até na dor dos ventos...
Ela nos despeja flores e frutos
como quem entrega remédios e bálsamos
para resistirmos ao caos crescente
das estações confusas e doentes...
A Natureza é Mãe que acolhe em silêncio,
com paciência borda o tempo,
com generosidade nos embala em flores,
nos acaricia em frutos doces,
mesmo quando o calendário se perde
nas estações que já não sabem o seu lugar...
✍©️@MiriamDaCosta
O melhor do Brasil é o seu povo,
esse povo múltiplo, nascido da mistura de etnias, culturas e histórias
que tece, dia após dia, a grandeza do país.
O pior do Brasil é o persistente complexo de vira-lata,
ainda encarnado em parte desse mesmo povo,
submisso às velhas soberbas imperialistas e às heranças coloniais
que insistem em moldar mentalidades e destinos.
O melhor do Brasil é o seu povo:
um mosaico vivo de sangues, cores, vozes e batalhas,
uma multidão que insiste em ressurgir,
mesmo quando o país tenta afogá-la no próprio descaso.
O pior do Brasil é o vírus antigo do vira-latismo, essa servidão tatuada na alma,
herdada de grilhões que nunca foram quebrados,
apenas polidos, disfarçados e impostos como destino.
O melhor do Brasil é seu povo plural,
tecido de afetos, tambores e memórias,
um jardim humano que floresce
nas línguas, nos ritmos e nas mãos que constroem cada amanhecer.
O pior do Brasil é o velho eco colonial
que ainda assombra corações e gestos,
um sopro servil que tenta calar a própria grandeza
e dobrar-se diante de poderes que não lhe pertencem.
O melhor do Brasil é o seu povo,
gente que me lembra casa, abraço, cheiro de comida na panela,
gente que ri alto, que sofre fundo, que segue apesar de tudo.
O pior do Brasil é essa tristeza educada,
esse medo de ser grande,
esse reflexo de se curvar ao que vem de fora
como se faltasse orgulho na própria pele.
O melhor do Brasil reside no povo,
na vastidão existencial de sua diversidade,
onde identidades múltiplas se encontram
para criar um sentido coletivo de ser-no-mundo.
O pior do Brasil é o complexo de vira-lata,
uma sombra psíquica herdada da história,
que transforma a autodúvida em hábito
e a subserviência em uma forma trágica de pensar o próprio destino.
✍©️@MiriamDaCosta
É Natal!
Evito falar sobre essa data e o seu real significado (ou seja, a comemoração do nascimento de Jesus Cristo).
E, mais ainda, evito ficar repetindo para todos: "Feliz Natal!".
Vejo tanta hipocrisia e falsidade nesse ritual linguístico de fim de ano.
Sim… é Natal.
E o que eu penso e escrevo a respeito
traz uma lucidez que dói em mim e pode ferir os outros, como quase tudo o que é cruamente honesto, e que costuma golpear algumas pessoas.
O “Feliz Natal” virou um mantra automático,
esvaziado de real presença e de sentimento,
repetido por bocas que não se dispõem
ao mínimo gesto natalino de verdade:
sentimento, empatia, escuta, coerência e humanidade.
Celebra-se uma data que deveria simbolizar
a ruptura com a lógica da violência,
do acúmulo e da exclusão, mas…pratica-se exatamente o oposto, embrulhado em luzes, comilanças, consumo e frases prontas.
E há algo muito coerente no meu evitar esse ritual, quando ele se torna falso.
O meu silêncio, nesse caso, é mais ético que a saudação mecânica.
Jesus, se tomado verdadeiramente a sério,
seria profundamente incômodo hoje.
Ele não caberia nos shoppings lotados,
nos discursos moralistas, nem nas felicitações ( na maioria das vezes) vazias enviadas por obrigação familiar e social
Meu incômodo com essa data não é rejeição ao sagrado. É, ao contrário, respeito.
Respeito por não banalizar o que deveria ser vivido com sentimento e reflexão, e não repetido automaticamente.
Talvez o meu Natal seja esse:
não o da frase dita, mas o da consciência
que se recusa a fingir.
E esse fato, mesmo sem “Feliz Natal”,
é profundamente verdadeiro.
Quantas “Marias” (mulheres solteiras, grávidas
e destinadas à fuga) ainda existem?
Quantos “Jesus” ainda nascem em situações precárias por causa do preconceito e da desumanidade?
Quantos “Josés”, no mundo de hoje,
acolhem uma “Maria” (solteira e grávida) e reconhecem o bebê como um pai?
São tantas as perguntas…
mas prefiro terminar por aqui.
Saúde e serenidade a todos.
Fiquem em paz 🕊
Sejam paz 🕊
✍©️@MiriamDaCosta
* Rio de Janeiro (a Cidade "Maravilhosa" )
e o seu maior Réveillon do mundo e as suas menores prioridades sociais.
Enquanto o Réveillon da cidade do Rio de Janeiro é oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records como o maior do mundo, a chamada “cidade maravilhosa”
segue convivendo com altíssimos índices
de precariedade em áreas essenciais
como segurança pública, saúde e educação.
Soma-se a isso a recorrência de acidentes ambientais, muitos evitáveis, que resultam
em mortes e na perda de moradias, sobretudo entre as populações mais vulneráveis.
O título internacional rende visibilidade, turismo e manchetes festivas. Mas recordes não curam doentes, não educam crianças, não previnem deslizamentos, nem protegem vidas.
Há uma contradição gritante entre o espetáculo celebrado por algumas horas e a dura realidade enfrentada diariamente pela maioria dos cariocas.
Não se trata de demonizar a cultura, a festa ou o direito ao lazer coletivo. Carnaval e Réveillon fazem parte da identidade cultural da cidade e do país.
O problema central está na priorização orçamentária e no uso político do espetáculo como instrumento de distração social.
Gastam-se cifras exorbitantes em eventos pontuais, altamente visíveis, enquanto serviços públicos básicos permanecem cronicamente subfinanciados.
A pergunta que precisa ser feita , e que costuma incomodar, é simples e necessária:
-Não seria mais sensato que parte significativa dessas verbas fosse investida, de forma contínua, nos setores que realmente sustentam a vida cotidiana da população?
1° Educação de qualidade não gera aplausos imediatos, mas constrói futuro.
2° Prevenção ambiental não rende selfies, mas evita tragédias.
3° Saúde pública estruturada não vira atração turística, mas salva vidas.
4° Segurança pensada para além da repressão não estampa capas internacionais, mas garante dignidade.
O risco de se vangloriar apenas dos grandes eventos é cair na velha lógica do “pão e circo”, onde o brilho do espetáculo anestesia a crítica e normaliza o abandono.
Uma cidade não pode medir sua grandeza apenas pelo tamanho de suas festas,
mas pela capacidade de cuidar de seu povo todos os dias do ano.
Talvez o verdadeiro recorde que o Rio de Janeiro devesse almejar não seja o de maior Réveillon do mundo, mas o de uma cidade que investe com responsabilidade, justiça social e visão de futuro, onde celebrar não seja uma fuga da realidade, mas consequência de uma vida digna.
O meu maior desejo para os cariocas
(e também para todos os brasileiros)
é a conscientização a respeito.
Saúde e Serenidade!
✍©️ @MiriamDaCosta
Assim, ela externou o seu desejo mais profundo:
— Deem-me um mundo de caneta e papel,
onde eu possa escrever,
e vos darei um universo de palavras.
Riram. Risos fáceis, largos,
e alguém, com gosto de deboche
na boca, interrogou:
— E que diabos fazemos com palavras?
Os risos cresceram, ecoaram como pedras ocas.
Até que ela respondeu:
— Eu sei!
São só palavras.
Mas quando ditas com alma,
tocam fundo,
como vento na chama.
São só palavras,
mas bordam silêncios,
desatam nós antigos,
selam destinos sem retorno.
São só palavras,
mas algumas ficam,
e viram abrigo
no peito que abriga.
“São só palavras”,
dizem os distraídos
ou os insensíveis.
Mas quem sente o peso delas
sabe do que são feitas:
de lume,
de lâmina,
e de laços infinitos.
São só palavras,
e ainda assim estremecem
como o toque súbito
de uma lembrança
na pele arrepiada da memória.
Carregam silêncios ancestrais,
promessas nunca ditas,
e às vezes,
orações disfarçadas de verso.
São só palavras,
mas movem marés interiores,
resgatam alguém do abismo
ou empurram, sem aviso.
Frágeis como sopro,
constroem catedrais
dentro de quem ouve.
São só palavras,
e mesmo sem cor ou matéria,
pincelam a alma de quem as recebe:
ferem ou curam,
prendem ou libertam.
São só palavras…
e por serem só isso,
tudo nelas é possível.
Entre olhares cabisbaixos e curiosos,
os risos cessaram.
E deram lugar a uma campanha improvável
de arrecadação de canetas e cadernos,
nunca antes vista na pequena aldeia.
Já se falava em mutirão, em paredes,
em mesas, em um espaço onde os escritos
pudessem respirar e ser lidos em voz alta.
Porque, afinal, quando alguém compreende
o peso das palavras, o mundo começa
a pedir caneta e papel..
✍©️@MiriamDaCosta
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.
Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.
Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.
A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.
O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.
E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.
É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.
Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.
O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.
E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.
Você existe além do seu Eu!
Você tem uma dimensão...
Já que o seu Eu na Psicanálise
é agente dual que percebe
Em si...
o que ele vê no outro.
Ele tem uma dimensão!
que, por sua vez, interfere no sujeito
Por meio do inconsciente
E, pelo sintoma, lapso de memória,
o acusa ou o autorrecrimina.
"Vão casar? Parabéns! Você, mulher, não largue seu emprego para não ter que depender de homem nenhum. Você, homem, aprenda também as tarefas de casa, além de cuidar de filhos e trabalhar fora, pois as mulheres evoluíram!"
Frase Minha 0106, Criada em 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Então eu disse a ela: 'Muito obrigado pelo seu interesse e preocupação, mas - no momento (pelo menos no momento) - prefiro falar com Deus diretamente, está bem? Diga que está bem!' "
Frase Minha 0452, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Tenha certeza de que seu dia hoje será melhor do que o que foi ontem. Por que a certeza? Quanto a isso não sei! Nem eu nem os Profetas ou os Videntes ou os Gurus. E ninguém reclama!"
Texto Meu 0955, Criado em 2019
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Não corra mais atrás de emprego! Nunca mais! Entregue tudo a Deus e aguarde em casa! Seu novo emprego baterá à sua porta... Mas, não se esqueça: você precisa estar muito fora de si para acreditar nessa bobagem. Bobagem, sim!"
Texto Meu 0929, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Enquanto você alimenta sentimentos ruins em seu coração, perde a chance de ser feliz, de fazer o bem e de contemplar o mundo em toda a sua beleza — um verdadeiro presente de Deus.
While you feed bad feelings in your heart, you lose the chance to be happy, to do good, and to see the world’s beauty — a gift from God.
Tant que tu nourris de mauvais sentiments
dans ton cœur, tu perds l'occasion d'être
heureux, de faire le bien et de contemplar la beauté du monde — un cadeau de Dieu.
..Seria muito difícil pra alguém entender,
mas a menina sofria ao ver seu amor sofrendo. Então ela decidiu, ela pediu com todas as forças a Deus que Ele trocasse as lágrimas daquele amor pelo seu próprio sorriso, e o Senhor te deu de bônus um coração mais forte, porque a menina não imaginava o quanto essa missão seria tão difícil..
.. Mas se eu escolhi te amar,
não é por nada mas eu vou ter que estar sempre ao seu lado e assim estarei. Me dê tua mão e não tenha medo, o mundo inteiro achará motivos pra te fazer desacreditar em si, mas ainda assim nem que somente eu continuarei a acreditar. Quando você esquecer do seu valor, eu vou estar presente só pra te lembrar, confia em mim?!? ..
No palco da vida
cada um seu papel
O que você vai representar hoje?
Você não sabe...
pode até ter pensado, planejado
e pode dar tudo errado.
Por água abaixo
pelo ralo
ao vento do deserto
e pode dar tudo certo.
Há um papel confiado a você
foco nele.
concentração.
Confie no diretor
tudo o que Ele a você confiou
é o que desde sempre planejou.
Certo ou errado, aos olhos seus
certo, aos olhos de Deus.
Então, concentre-se e confie!
Gênesis
Reconheço minha existência,
Mas não seu começo e sua essência.
Então transformo a minha consciência,
Naquilo que muitos chamam de ciência.
Imagens, apenas reflexões.
Estrelas, talvez ilusões.
Milagres, imprevisíveis ações.
Certezas, infelizes precauções.
Se as verdades não são absolutas,
E teorias apenas pensamentos,
De que servem tantas perguntas?
Que nos causam demasiado sofrimento.
Silenciosamente eu rezo, que ele seja forte, não aparentemente, mas na sua alma, no seu conteúdo. Porque assim será esperto suficiente pra conviver com meu gênio, e não vair querer medir nada comigo.
Lá longe eu peço, que não seja feito de fantasias, que também diga não, e que exista mesmo que não seja pra sempre, pra eu poder morrer de emoção.
Texto Gosto Incrivel de balinha de maçã verde
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