Carta a um Amigo Especial

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⁠Sou Humano

Sou um homem simples, com os pés no chão e o olhar voltado ao horizonte, mas carrego em meu peito sonhos vastos como o céu. Minha missão é clara: fazer coisas maravilhosas e extraordinárias para que meu povo encontre a felicidade verdadeira.

Quero levar a cultura como quem leva água a corações sedentos, oferecendo letras, histórias e ideias que floresçam em mentes áridas. Que cada palavra semeada transforme-se em liberdade, em esperança, em luz.

Sou humano, e por isso, também sou vulnerável. Mas é na minha humanidade que encontro força. Se tropeço, levanto com mais coragem. Se erro, aprendo com humildade. Porque cada passo, por menor que pareça, é guiado pelo desejo de construir um futuro melhor para todos.

Ser humano não é apenas existir — é amar, criar e lutar para que os outros também possam sonhar. E é isso que sou: um sonhador teimoso, determinado a fazer da simplicidade o caminho para o extraordinário.

Inserida por pensadorposmoderno

UM SONHO, UMA REALIDADE

Um sonho, uma realidade.
Uma estrada avermelhada, marcada por passos e esperanças desfeitas.
Um caminho com cerca, dividindo sonhos e territórios inalcançáveis.

Uma festa acontecendo, onde risos mascaram o peso das histórias ocultas.
Um homem na ponta da mesa, carregando nas mãos os destinos de muitos.

Uma barreira de soldados, firmes como estátuas,
mas com olhos cheios de dúvidas e corações pesados de memórias.

Um obstáculo superior, uma sombra que desafia
a coragem de quem ousa seguir em frente.

Uma cadeira pura, vazia, esperando aquele
que não teme ocupar seu espaço.

Um vazio no horizonte, preenchido pelo silêncio
das despedidas e das promessas não cumpridas.

Uma família distante, conectada por fios invisíveis
de saudade e esperança.

Um homem que pensa, imerso em seus erros e acertos,
entrelaçado com seus próprios sonhos.

Uma atitude sincera, aquela que brota
quando não há mais máscaras,
somente a verdade.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Ecos da Eternidade

Nas brumas do tempo, ouço um canto,
um sussurro antigo, um verso santo.
Há segredos na aurora e nas marés,
há promessas tatuadas nos pés.

Caminho entre sombras e luzes veladas,
minha alma é chama, em fogo bordada.
Busco no vento respostas silentes,
na dança das folhas, verdades latentes.

O que é o destino, senão um esboço?
Traços de sonhos num céu de alvoroço.
Sou rastro de estrela, sou poeira em dança,
sou lágrima e riso, sou fé e esperança.

Se o tempo me leva, deixo raízes,
palavras gravadas em almas felizes.
Pois sei que na brisa, nos cantos do dia,
meus versos renascem — pura poesia.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠O Legado do Infinito

Não sou apenas um nome, sou um eco no tempo,
uma semente que germina na eternidade.
Cada palavra que ergo é um pilar,
cada ideia, um alicerce indestrutível.

Caminhei por estradas onde poucos ousaram,
desafiei a ordem, recriei a visão.
Pois sei que o mundo não pertence aos que esperam,
mas àqueles que moldam o amanhã com as próprias mãos.

Minha voz não será silenciada pelo tempo,
meu pensamento não será dobrado pelo medo.
O que faço hoje será luz para os que virão,
um mapa traçado nas constelações do destino.

Que meu legado não seja apenas lembrado,
mas vivido, sentido, renascido a cada geração.
Pois sou mais que um homem — sou um princípio,
e princípios jamais morrem, apenas se tornam imortais.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠O Legado de Um Nome

Não é o tempo que constrói um legado,
mas as mãos que moldam a eternidade.
Cada ideia lançada ao vento,
cada palavra fincada na pedra,
é um traço imortal na alma do mundo.

Nas trilhas do desconhecido,
onde poucos ousam caminhar,
há um nome gravado em fogo,
ecoando entre os séculos,
erguendo pontes sobre o impossível.

Aqueles que sonham pequenos,
temem a vastidão do horizonte.
Mas quem carrega o infinito nos olhos,
desafia o destino e escreve a história.

E quando a poeira do tempo se assentar,
quando a voz do presente for só um sussurro,
restará aquilo que nunca se apaga:
um nome, um feito, um ideal—
um legado que jamais se curva ao esquecimento.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠🌙 Entre o Silêncio e a Seiva 🌿

No véu da noite, escuto o vento,
como um sussurro vindo da raiz.
A terra pulsa em tom lento,
onde a alma das folhas repousa e diz:

Sou o canto do que cresce em segredo,
sou perfume do que morre em flor.
Sou lágrima de um tempo sem medo,
sou memória do primeiro amor.

No orvalho, vejo espelhos da infância,
nas pétalas, promessas não ditas.
O mundo gira com leve constância,
mas as plantas, ah… são infinitas.

Entre o átomo e o aroma, medito,
cada broto é um verso escondido.
Há um poema em cada grão bendito,
e um Deus em cada caule erguido.

Oh botânica, ciência do sentir,
ensina-me a brotar sem ferir.
Que eu seja flor antes de partir,
e raiz quando não mais existir.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠"O ser humano é, de fato, um sistema intrincado de padrões comportamentais, emoções e crenças. No entanto, muitas vezes, as ciências e a medicina tendem a fragmentar esse sistema em partes isoladas, focando em sintomas específicos. É aí que entra a terapia integral.

A abordagem integral reconhece que somos mais do que a soma de nossas partes. Ela considera o indivíduo como um todo, integrando mente, corpo e espírito. Aqui estão algumas razões pelas quais a terapia integral é tão relevante:

Visão holística: A terapia integral olha além dos sintomas superficiais Isso inclui não apenas o físico, mas também o emocional, mental e espiritual.

Abordagem personalizada: Cada pessoa é única,

Integração de técnicas: tratamento abrangente.

Autoconhecimento profundo: compreenderem-se melhor e a transformarem padrões limitantes.

Em resumo, a terapia integral é uma jornada de autodescoberta e crescimento, que considera todos os aspectos do ser humano. E você, como vê a importância disso na sua própria vida?"

Inserida por carloshenriqueH-CH2

VIDA EM MOVIMENTO E AS NOSSAS EMOÇÕES

Cada um de nós tem uma história que estamos escrevendo ao longo do tempo, assim como um livro com a diferença de que um escritor pode redigir, revisar e mudar o que não lhe agradar e em nossas vidas não, tudo que fizermos hoje está feito. Em cada página precisamos preencher a nossa vivência diária pois em um livro não existem folhas em branco. A cada dia temo algo a fazer, alguns deles não tem muitos detalhes, mais em outros são tantos que não cabem em uma página só.
Alguns dias temos a oportunidade de observar e mudar os detalhes da página seguinte, mas as que já foram escritas devem permanecer lá pois não podem ser alteradas.
Quantas vezes sentimos vontade de voltar no tempo e fazer tudo diferente, mas não temos esta permissão exatamente porque foram as nossas escolhas que servem de aprendizado de base para ser quem somos hoje.
Seres humanos imperfeitos, aprendendo a sobreviver a tudo que vem acontecendo no nosso planeta atualmente, portanto não devemos nos culpar de nos sentirmos menos positivos algumas vezes, devemos entender que está tudo bem em não estar bem sempre.
Sentimos emoções diversas, mas não somos estas emoções, não somos o pensamento ruim, estamos apenas experimentando e existe uma diferença muito grande em experimentar e se identificar.
Devemos observar que, conforme nos permitimos sentir nossas emoções, não podemos muda-lá. O nosso ser continua o mesmo. E as emoções passam por nós e se vão. A melhor coisa é adotar o habito de observar, praticar. Quanto mais nos colocarmos na posição de observador das nossas próprias emoções, mais facilmente sentiremos a resistência e o desconforto do apego a elas. Naturalmente dissolveremos o habito de nos identificarmos com elas e adotaremos a perspectiva de observador, consequentemente nos sentiremos mais leves.
Para ser positivo não precisamos ser felizes o tempo todo, e sim, reconhecer que as coisas são impermanentes, incluindo nosso estado de espírito. Apesar de tudo estar em constante mudança, podemos manter o equilíbrio, porque passamos a viver de uma maneira mais incondicional, mais desapegada.
Quando nos identificamos com as emoções e percebemos que estamos apenas as experimentando momentaneamente, abrimos mão do ego e nos tornamos o observador. Não abrimos mão do sofrimento de nos apegarmos à alegria ou à tristeza e apenas as observamos. Continuaremos sempre sentindo essas emoções, porém, com uma perspectiva mais ampliada. Compreendemos que ambas são passageiras. Elas são experiências. Experiências energéticas em movimento!

Inserida por plenabertuccio

⁠Sonho Infantil

És um sonho, sonho infantil...
Feliz, terno, e com carinho;
lembranças de um doce, de um carrinho.
Talvez seja... ingênuo, juvenil.

Talvez seja assim, num mundo miudinho...

Pequeno alegre, feliz, longe da maldade;
Como um dia de Sol e borboletas pelo caminho.
Aproveite enquanto há tempo, depois, é só saudade.

Inserida por RobinS25

Desculpe, mas eu mudei.

Se você me conheceu a um tempo atrás, então você conheceu uma versão de mim com menos sabedoria do que hoje. Sinto muito te dizer, mas eu mudei. Algumas coisas eu ganhei assim como outras eu perdi. Portanto, encontro-me numa versão mais sábia, mas não muito diferente do que já fui, algumas coisas não mudam. Ainda sou eu mesmo, o que muda são as regras a serem aplicadas, pois aprendi que nem todo mundo merece a nossa melhor versão.

Inserida por RobinS25

⁠Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV

Sou um cavaleiro negro andante
Por trevas, vales e tormenta forte.
Um Paladino, buscando adiante,
O Reino florido, o vale do norte.

Jazo exausto e oscilante,
Deito-me aos braços desta sorte.
Rompo o encanto — paladino errante,
Sob névoa, tenho visto a morte.

Eis-me aqui, presente,
Sob dia e noite, viajante.
Sigo firme e persistente,
Até alçar meu fado distante.

Inserida por RobinS25

⁠Prefácio dos Deuses

A dama nívea, sob umbra prece, ora.
Um cântico aos velhos Deuses
Sob o seu pranto, o legado umbra aflora,
com um apetite que não sacia
Consumida em pecado de outrora.

Da antiga profecia, eis a proa
O antigo Deus há de tomar forma
Da mácula de alvor que ecoa,
A vergonha de sua graça esquiva.
Ecoa das ruínas em língua arcaicozoa.

A seu reino a noite sempiterna ativa,
sob o véu de breu que tudo cobre.
Um ancestral tornar-se-á carne viva,
com cheiro acre de terra e sangue pobre.

A dama nívea, sob umbra prece, ora.
Cantiga dos Deuses celestiais.
No seu pranto, o legado umbra aflora,
Qual trevas no âmago dos olhos,
Torna turva a vista, qual névoa que devora.

Tal negror de seus olhos caíra,
Que lhe maculam o vestido alvíssimo.
A profecia dos Deuses já se cumprira.
Sob sua formosura, destoa o desespero.
O eco dos antigos hinos ressurgira.

Ainda que finde por amor infame,
um laço de dor e volúpia impura.
Ungirá com prece o berço do infante,
sob a névoa fria que perdura.

Embora as sombras o mundo sele,
Lavar-lhe a alma em sangue e culpa
Saudando o ser das rúnicas delecele. *
Vindo à terra a noite oculta.

Vagando de seu lar, tão apartada,
A dama nívea, jaz sob sangue e pecado.
Sua alma sobre o abismo jaz deitada.
Donzela nívea, sob umbra orando ao lado.

No encanto de seus olhos de cristal,
Ao menos santa sua esperança é alçada.
Cantiga dos Deuses de outrora, afinal.
Em seu último pranto, a escuridão selada.

Inserida por RobinS25

⁠Um dia você perceberá
Que os verdadeiros luxos da vida são:
Dias tranquilos, com a liberdade de poder escolher o que fazer,
Ver as crianças brincando, talvez os netos;
Um amor firme e leve,
Tardes de chá com amizades leais,
Ver a casa limpa e cheirosa,
Observar a natureza,
Poder ter por perto aqueles que amamos.

Inserida por eujanesants

O que somos?
Pergunta simples, significado complexo.
Somos um amontoado de ideias, conceitos, quereres necessidades, desejos, enfim.
Mas, quanto disso tudo é você? Você consegue viver neste mundo sem sofrer interferência de outrem? Se analisarmos com carinho veremos que não.
Apesar de muitos não aceitarem, recebemos influência do meio em que vivemos. E isso molda silenciosamente nosso comportamento.
As modas temporais, são também, parte dessa interferência no nosso viver. E são também silenciosas. Há algum tempo atrás era comum o uso de cigarro e tatuagem era uma coisa marginal. Hoje o cigarro é algo visivelmente maléfico e a tatuagem uma forma de expressão e moda. Ou seja, o comportamento social e comunitário tende a seguir um padrão aceitável entre seus partícipes. E como somos seres sociais, recebemos, vivemos e replicamos essas tendências.
A observação que trago hoje é: Até que ponto você deixa de ser você, para ser aceito em um grupo?
Será que você abriria mão de seus valores e princípios apenas para atender o desejo coletivo? Você faria algo somente para não ficar de fora do grupo? Você ficaria arrumando justificativas vazias para si mesmo, somente para poder dizer que é igual às outras pessoas?
Apesar de não ser fácil, seja você.
Pense, reflita.
Paz e bem.

Inserida por Massako

Há um dito que se traduz: Cuidado com o que deseja, você pode receber.
Este dito nos faz refletir no sentido de que: Será que estamos preparados para ganhar o que solicitamos?
Pedimos para ganhar na Mega-Sena, mas, será que conseguiremos administrar o dinheiro? Será que esse dinheiro resolverá ou me trará mais problemas?
Ou seja, até para ganhar algo, temos que estar preparados.
Entre pessoas isto não é diferente, as vezes criamos um imaginário de que tudo será e atenderá nossos desejos, ledo engano, as coisas não fluem ao nosso sabor e desejo.
Queremos dominar algo que não está ao nosso alcance, e quando não chegamos a um equilíbrio conosco, sobre o que queremos e como queremos, as coisas ficam confusas e os conflitos nos fazem sofrer.
A solução as vezes é simples, defina o que quer, e aceite. Entenda o seu lugar e controle suas emoções.
Saber aonde você está, e aonde é o limite de cada relação, fará com que você desfrute melhor e não se decepcione consigo e com a outra pessoa.
Leveza, aceitação, reconhecimento são saudáveis em qualquer tipo de relação.
Aprenda a comer a fruta sem desejar o pé da fruta.
Pense, reflita.
Paz e bem.

Inserida por Massako

Tu és pó.
Interessante a supervalorização que damos muitas vezes a nós mesmos.
Somos um amontoado de pequenas virtudes, vaidades, orgulhos e pequenos mimos, que acumulamos em fase temporal.
O que são cem anos (elevando a idade humana) em eras que já se findaram e, em eras que virão.
Nosso tempo ante a criação chega a ser tão mínimo, que ouso a dizer que nem pode ser contabilizado.
No entanto, o homem farta de si. Herói de suas criações, algumas inegavelmente úteis, mas, esquecido o criador. Alguém sabe quem construiu o fogão? A geladeira? Ou, até mesmo o primeiro carro? E se sabe, qual a importância disso agora? Você usa o intelecto e a criação de alguém, que teve sua obra melhorada nas mãos de outros desconhecidos.
Tu és pó, tu és significante dentro do período de sua existência, mais para si mesmo, do que para as outras pessoas.
Por isso, e por ser tão insignificante, você deve, procurar ser pelo menos feliz em si mesmo. Fazer valer sua mísera, mesquinha e ridícula existência.
Ser feliz neste plano. Esse é o caminho. Se a alma, imortal for, não temos neste plano tal acertiva, até isso, especulamos.
Deixemos as teorias complicadas, a água do mar é salgada em qualquer praia, pare de complicar e criar obstáculos, pare de querer ter posse das coisas e das pessoas..
Nascemos e morremos e o que sobrará talvez, hoje com a modernização, uma mídia digital que com o tempo irá para a lixeira do esquecimento.
Aliás, você conhece a vida de seu tataravô?
Tu és pó.
Pense nisso.
Paz e luz.
Viva bem.

Inserida por Massako

Vivemos em um mundo estranho.
Como indivíduos, temos e vivemos de opinião coletiva.
Como indivíduos, não temos individualidade, isso é para poucos, e talvez para loucos.
Você não pensa, replica.
Você gosta dos gostares dos outros, e se engana achando que são seus.
Você tem alegrias, quem sabe felicidades, mas, só serão assim se forem reconhecidas pelos outros.
O coletivismo age como uma droga, entorpecendo a mente e te colocando cordas para lhe manipular como uma marionete.
Pare seu mundo. Desça dele.
Pense, o que é seu e o que é posto.
Você consegue, se desnudar e pensar por si só? Você consegue ter uma visão sua e friamente aceitar ela?
Pode parecer simples, mas não é.
Para pensar por si, você deve descobrir primeiro quem você é. Você não é um nome em uma carteira de identificação, você é alguém, representa algo mais. Você como ser vivente, tem a obrigação consigo mesmo de entender que existe uma diferença entre o que se é, e o que se quer. Saber diferenciar aquilo que realmente você gosta, das coisas que abomina.
Diferenciar, parece também algo fácil, mas, lhe digo, não é. Você reconhece o belo, porque alguém lhe disse que aquilo era belo. E você cultivou isso, e acreditou, e seguiu o padrão.
Ser você mesmo, talvez seja o maior desafio enquanto indivíduo.
Saia do modal, pense por si. Viva para você a sua vida.
Pense nisso.
Paz e luz.

Inserida por Massako

Tudo é fácil, nada é fácil.
Como um ser vivente, você é uma maravilha da criação. Você é capaz de realizar obras magníficas, de fazer coisas inimagináveis.
Você como ser vivente , é dotado de inteligência, perspicácia, sentimentos, força, e vários outros atributos, que são inerentes espécie humana.
Tecnicamente, poderíamos ser capazes de construir um paraíso na terra. Temos condições de acabar com a miséria e a fome do mundo. Temos condições de dar e ter uma vida melhor no meio em que vivemos.
Porém o homem, apesar de todo esse privilégio que possui, não consegue sair do ovo. E choca-se.
É fato que pessoas possuem habilidades distintas, umas mais, outras menos, mas, possuem.
É fato que vaca não dá leite. Você tem que tirar.
E fato que nada será fácil, quando se fala em construir um mundo melhor e com menos desigualdades.
E isso acontece, porque você tem que doar parte de si, para a construção deste mundo. E não raras vezes, você não quer fazer esse sacrifício.
Tudo é fácil, quando caminhamos juntos em busca de um ideal comum.
Nada é fácil, quando os ideais apresentados, não condizem com as nossas vontades interiores.
Este conflito leva somente há uma conclusão: Enquanto não largarmos nossas próprias vontades e paixões em prol do bem viver comum, tudo se manterá como está, ou seja, em desequilíbrio.
Tenha dias de paz.
Pense. Reflita.

Inserida por Massako

⁠Quero amar como os homens! Um estranho amor.
Quero amar como os homens! Que após nascerem, e tomarem conhecimento da vida, com sorrisos e lágrimas, escravizam seus pais; para depois, quando pais, serem escravizados pelas mesmas vontades de seus filhos.
Quero amar como os homens! Que tanto apreciam a natureza, a ponto de muda-la, para satisfazer seus próprios desejos e as suas definições do que é belo.
Quero amar como os homens! Que amam tanto os animais, que os aprisionam para sua proteção. Que os guardam em gaiolas, apenas para poder ter a exclusividade do canto preso, que de forma muda, e olhares mortos, gritam pela liberdade e pela vida perdida.
Quero amar como os homens! Que tiram as rosas de um jardim, condenando-as, apenas para agradar a amada, afinal, é uma bela declaração de amor.
Quero amar como os homens! Que dizem amar o mundo, mas, não são capazes de amar o próximo. E o que dizer do homem; extremo amor. Que medita pensando na paz, procurando a solução das misérias do mundo; negando a seu vizinho, um prato de comida para lhe saciar a fome.
Quero amar como os homens! Que tem valor passageiro na vida, e um valor insignificante na morte.
Quero amar como os homens! Que inebriados pelas coisas vãs, caminham filosofando torpezas sobre a vida. Vivendo os imprestáveis conceitos alheios que lhe são palatáveis.
Quero amar como os homens! Que conseguem falar com o divino, adorá-lo, e logo em seguida, pecar.
Quero amar como os homens! Que amam diferentes amores: pais, filhos, amigos, amantes, amadas, cachorros.
Quero amar como os homens! Um estranho amor, um verdadeiro amor, se descobrir no amor, uma forma de amar.
Massako.

Inserida por Massako

⁠A liberdade que nos aprisiona.

Talvez a liberdade seja um dos conceitos mais defendidos pela humanidade. Se formos olhar com calma o conceito de liberdade, veremos que em sua expressão maior, se destaca a qualidade de agir por seu livre arbítrio, desde que não prejudique outra pessoa. Sim, para ser livre é necessário que se cumpra a outra parte, pois somos livres para fazer nossas escolhas, desde que não prejudiquemos outras pessoas.
Se a liberdade está condicionada, logo, ela é relativa, inexistindo a liberdade absoluta, pois esta em algum momento esbarrará na liberdade de outrem. Então faço a provocação: Será então a liberdade apenas uma ilusão? Será que somos programados para acreditarmos que somos livres? Será que somos libertos?
O escritor Pablo Neruda cita que: “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. O professor Steve Beckman diz que: “Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você”. A Bíblia em 1 Coríntios 6:12, está escrito que: “Todas as coisas me são licitas, mas nem todas as coisas convêm”. O Alcorão na sura 2:223, revela: “Desfrutai, pois, da vossa semeadura, como voz apraz...” Ele diz: “Se tivessem decidido ir, ter-se-iam preparado para isso” Alcorão 9:46. Seja na literatura, nos escritos sagrados, na sabedoria popular, a ideia de liberdade sempre está atrelada a alguma condição.
Desde que nascemos, somos doutrinados a viver dentro de um padrão de comportamento. Padrão este aceito pela maioria social; quem quebra este pacto, é naturalmente excluído do grupo. Ora, é sabido que a sociedade evoluiu em razão das regras e normas necessárias para o desenvolvimento desta. Normas, leis, regras, costumes, são apenas métodos que visam o pacificamento do ser e a sua aceitação em um determinado meio.
Mas, este condicionamento social é amplo e permeia toda a sua vida lhe aprisionando.
Somos presos às convenções sociais, as regras familiares, aos costumes e até mesmo as “modinhas sociais” que ora surgem. Nosso comportamento é regrado e observado. Somos eternos vigilantes da liberdade própria e alheia.
Se a minha vida está condicionada, então, não sou livre, sou no mínimo escravo das convenções. Um prisioneiro feliz, dos usos e costumes sociais a qual pertenço. E o pior, eu acredito que sou feliz mesmo!
Quando acreditamos que tudo está funcionando bem, apesar das situações controversas e as vezes bizarras do cotidiano, posso entender que chegamos ao ápice da liberdade aprisionada, pois, nossa capacidade de pensar fora da bolha, se esvaiu.
Será que a nossa capacidade de discernimento tem força suficiente para romper a bolha na qual estamos aprisionados? Ou, ficamos felizes em seguir aquilo que a sociedade aceita como normal, para não ser um estranho nesta?
Tais rompimentos e observações podem ser vistos e analisados, inicialmente nos costumes de um determinado grupo ou sociedade. Muitas vezes algo que é proibido hoje, será tolerado amanhã, aceito depois de amanhã e obrigatório algum dia. Isso porque a sociedade é sensível aos seus impulsos e desejos e, nunca fica inerte. A estagnação não é aceita no universo, embora alguns movimentos, possam se mostrar inicialmente ou futuramente prejudiciais a esta mesma sociedade que implementa tais ações.
Somos livres para pensar, mas, qual pensamento é de fato original? Qual pensamento é livre de influências ou puro em sua origem? Se, somos um ajuntamento de experiências diversas, de saberes distintos, adquiridos através de outros seres e observações feitas, não somos de fato “originais”. Neste momento, quando escrevo, questiono a minha originalidade.
Se sou livre para apenas seguir as regras, se minha liberdade é condicionada as regras, sou na verdade um ser aprisionado. Um preso-livre, mas feliz.
Talvez por essa questão o pecado e o erro exerçam sua atração. Nós momentos íntimos, escondido no recôndito de nosso ser, as vezes quebramos em pensamento as regras e as convenções sociais. Ora, quem nunca imaginou poder fazer algo, além de suas capacidades? Se afirmei há pouco que a liberdade nos aprisiona, posso neste momento aceitar que as ideias classificadas como estranhas, podem nos trazer sanidade.
Esta dualidade tem que ser melhor compreendida, se a liberdade gesta qualquer tipo de prisão, ela inexiste.
Massako

Inserida por Massako