Carta a um Amigo Detento
Eu procurei em outros corpos encontrar você. Eu procurei um bom motivo pra não falar, procurei me manter afastado, mas você me conhece, eu faço tudo errado. Fim de semana eu sei la, vou viajar, vou me embalar, vou dar uma festa, vou tocar um puteiro...eu vou te esquecer, nem que for só por uma noite. Mas só de ouvir a sua voz eu já me sinto bem, mas se é difícil pra você tudo bem, muita gente se diverte com o que tem. Eu procurei abrir os olhos e enxergar você, eu procurei um motivo para não estar lá...mas se é difícil pra você tudo bem, quando a gente se diverte com o que tem.
Um ano atrás eu não sabia que poderia aguentar tanta dor no meu coração...tanta angústia, arrependimento, sofrimento. A vida dói, rasga, dilacera, nos deixa em pedaços e nos obrigada a seguir em frente. Na verdade, nem sei mais se estou seguindo em frente ou só empurrando os dias esperando o fim chegar. Não há nada que possa me ajudar. Nenhum consolo seria capaz de mudar o que eu sinto. A ferida está na alma.
Uma nostalgia, uma lembrança angustiante daqueles que um dia foram tão importantes na minha vida, mas a esse mundo, eles não pertencem mais...saudades também daqueles que ainda estão nesse mundo, mas que por algum motivo, eu acabei deixando para tras...saudade!! dos amigos que morreram, dos amigos que não tenho mais contato...mas a vida mostra que vale a pena seguir em frente.
Uma vida repleta de calmaria e boas risadas, construindo um lar em um subúrbio pequeno...não é necessário muito dinheiro para ser feliz. Só quero aproveitar mais a vida ao seu lado. Viva nós dois juntos e a história que construímos, nosso amor(literalmente) atravessou continentes e hoje estamos juntos. Tudo no seu próprio tempo, até as coisas se encaixarem e começarem a dar certo. Depois de todos esses anos que foram difíceis, finalmente eu comecei a rir a toa, a agradecer mais e aproveitar o que tenho momento. Viva nós dois, viva nossa casa, viva nossa história, em columbia, a qual fez eu realmente amar a vida e a realizar sonhos.
Eu fui me acostumando com a sua ausência. Comecei a entender que tudo acontece por um motivo, você veio a esse mundo para me ensinar uma lição, e infelizmente acabou indo embora cedo demais. A vida continua, os anos passaram e eu fui aceitando, mas alguns dias ainda são muito difíceis. Não tem como me esquecer de você, pois você representa uma parte muito importante da minha historia. Pode ter certeza que muita gente ainda sente sua falta todos os dias. O mundo continua girando, é para frente que se anda, mas é como se uma parte de mim nunca fosse ficar completa novamente. O tempo passou, mas depois de todos esses anos as lembranças permanecem. Espero que esteja em paz e cuidado de mim. Em outras vidas ainda vamos nos encontrar.
Eu preciso de algo, de alguém, de um lugar diferente que me ajude a voltar a viver. Eu não penso mais no futuro com o brilho nos olhos que eu costumava ter, tudo se tornou tão sem graça...eu só espero os dias passarem. Uma ansiedade sem sentido, sabendo que não estou no caminho que gostaria. Eu quero voltar a viver com paixão, entusiasmo e euforia. Eu quero pensar no futuro e ficar feliz com a vida que estou construindo, sabendo que estarei no lugar certo. Eu só preciso estar com você no mesmo lugar em que te vi, com o orgulho que eu sentia naquele momento por estar realizando meu maior sonho. Eu quero a minha vida de volta, meu sonho novamente, meu caminho perto do seu.
Há um bom tempo você se foi para nunca mais voltar. Desde aquele dia, eu me tornei uma pessoa diferente. Perdi um pouco meu otimismo e a vontade e viver que eu tinha. A vida continua, a rotina não mudou, mas eu sinto tanta falta. Foi tudo tão injusto, você era tão jovem. Sabe, é como se uma parte da minha infância e adolescência tivesse sido retirada de mim a força. Não tem como entender. Eles dizem que tudo tem um lado bom, mas nesse acontecimento, não teve nada de bom. Talvez eu tenha me tornado mais amarga, mais fechada. Mas a verdade é que eu sinto muito sua falta e queria poder mudar esse tempo, te proteger de tudo que aconteceu. Pode ter certeza, enquanto eu continuar seguindo em frente, eu vou te homenagear em cada conquista, em cada sonho realizado. Você permanecerá na minha memória. Não importa se eles te esqueceram, eu não esqueci. Sempre me lembro de você.
"Cada escolha é um elo na corrente do tempo, uma bifurcação que nos conduz por caminhos distintos. Ao dar um passo à frente, abraçamos o novo, mas, nesse movimento, também deixamos para trás lugares familiares, confortos conhecidos e versões antigas de nós mesmos. É a dança constante entre o que escolhemos ganhar e o que optamos perder."
"Enfrentar os monstros que residem no íntimo de nossa alma é uma jornada corajosa, um confronto necessário para forjar o herói que está adormecido dentro de cada um de nós. Esses monstros, sombras que habitam nossos pensamentos e emoções, são parte intrínseca da complexidade humana."
"O amor significa assumir um risco. Ele cria um fenômeno de tontura, às vezes até mesmo a rejeição, pode quebrar o amor porque é muito medo, ao tentar, sabotar, confiar e reduzir sua importância, concentrando-se em uma atividade onde tudo depende sobre si mesmo. Todos estes valores a proteger o poder exorbitante do outro de nós.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Certa vez um camponês fez uma compra, foi-lhe entregue uma caixa vazia com um bilhete anexado discriminando os itens e a conta, o juíz chamou o louco da cidade para resolver o dilema, astuto e sábio, o louco convocou os envolvidos, lançou uma moeda de ouro em um recipiente de metal e disse ao vendedor: "pegue o tilintar da moeda como pagamento", e assim encerrou-se o caso.
O véu da ilusão não é uma prisão, mas um ângulo: uma dobra da luz sobre si mesma. Quando a consciência ascende pela espiral da Árvore, o mundo transmuta — o que antes era pedra, revela-se símbolo; o que era sombra, torna-se mapa. Os mundos não se empilham no espaço, mas se entrelaçam em camadas do ser. Cada mutação vibratória no núcleo do Eu reverbera pelas fibras do universo como um acorde no silêncio. Onde irrompe a Luz, projeta-se também o contraste que a delineia. E aquilo que recusa a emanação torna-se recipiente trancado — resistência é fome disfarçada. A alma que se afoga na noite, não é órfã da luz, mas cega de si mesma.
"A ansiedade é um peso invisível que carrego todos os dias. É um sussurro constante na minha mente, um lembrete de que nada é certo. Às vezes, sinto que estou afogando em um mar de preocupações, sem encontrar uma boia para me salvar. A ansiedade é um ladrão de sonhos, um devorador de momentos felizes. Mas, mesmo assim, eu sigo em frente, tentando encontrar um equilíbrio entre a minha mente agitada e a busca por paz.
"A dor da alma é uma ferida que não cicatriza facilmente. É um peso que carregamos conosco, um eco que não silencia. Mesmo quando parece que estamos melhorando, uma simples lembrança pode reacender a dor e nos fazer sangrar novamente. É uma batalha silenciosa, que ninguém vê, mas que nos destrói por dentro. E mesmo assim, continuamos em frente, tentando encontrar um jeito de viver com essa dor, de aprender a lidar com ela, de encontrar um pouco de paz em meio ao sofrimento."
"A tempestade da ansiedade ruge dentro de mim, trazendo ondas de tristeza e um mar de desânimo. Mas, mesmo no meio da tormenta, há um refúgio de calma e serenidade que me espera. Vou encontrar meu equilíbrio, acalmar meu coração e seguir em frente, sabendo que a paz está ao meu alcance."
Burrice não é a falta de um conhecimento específico. Um camponês de uma comunidade isolada pode não saber navegar na internet. Mas duvido que você saiba produzir alimento a partir da terra como ele. Burrice também não é separar sujeito e predicado por vírgula. Muita gente não entende isso e desvaloriza a opinião dos outros por não compartilhar dos mesmos padrões de fala. Burrice é quem menospreza o conhecimento, chegando a odiar quem o detém ou quem busca aprendizado. Burrice é encarar precoLeonardonceitos violentos como sabedoria. Essa burrice pode conviver bem no indivíduo, mas mata o futuro.
O plástico descartado, poluirá por centenas de anos, queimado gerará fumaça tóxica. É um crime contra o futuro não conter o avanço do plástico... É urgente ação e conscientização de todos, para que cem por cento dos plásticos produzidos sejam reciclados. Os oceanos gemem, a terra quieta engole seus medos, o ar está ficando irrespirável... Até quando poluiremos??
Um dia a gente acorda e vê que as coisas simples são fundamentais, que os sonhos antes grandiosos, agora são apenas incentivos. A gente se dá conta da simplicidade da vida, da pouca necessidade e do grande aprendizado que é viver. Nessa lição a gente entende que não tem mais muito tempo, e nem precisa, pois tudo que poderíamos ter feito, fizemos. Felicidade nesse momento é uma construção que precisa além de tudo, de um pouco de sorte...
"" Toda sociedade deveria ser como um rio, que ao longo do caminho, soma sempre. Nunca se divide para diminuir. Talvez seja a força que precisa para um dia enfrentar o mar, mas mesmo que chegue, como um minusculo córrego,sua doçura é recebida com encanto pelo oceano e não brigam, simplesmente se fundem tornando o meio ainda maior...""
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