Carta a um Amigo Detento
Temos muita curiosidade de viver outras vidas, de sair um pouco da nossa. E a gente não pode sair de verdade. Não podemos morar em outra cidade, casar com outras pessoas, ter outras profissões. Mas na literatura vivemos essas experiências, não como uma fuga, mas como um acréscimo. Como possibilidade de entrar na pele de um outro e se sensibilizar.
“Sou um paradoxo vivo: louco e lúcido, tímido e ao mesmo tempo ousado, frio como o silêncio da noite e caloroso como um sorriso inesperado. Carrego a gentileza nos gestos, mas também o peso do silêncio que me acompanha; sou amante da natureza em cada detalhe, das flores ao vento, e ainda assim me encontro vazio em boa parte do tempo. Sou de lua, mutável, um maluco apaixonado que sabe se desapegar sem perder a intensidade. Não compreendo plenamente meus próprios sentimentos — ora me afogo neles, ora os deixo escapar — mas talvez seja exatamente nesse mistério que resida a essência do que sou.”
A esperança é um conceito frequentemente mal compreendido. As pessoas tendem a acreditar que ela não passa de um pensamento passivo, um desejo vão: eu tenho a esperança de que algo vai acontecer, mas não ajo para que aconteça. Na verdade, esse é o exato oposto da verdadeira esperança, que requer ação e engajamento.
Você realmente é um colibri. Mas não pelas razões pelas quais te deram esse apelido: você é um colibri porque, como o colibri, põe toda a sua energia em permanecer parado. Setenta batidas de asas por segundo para permanecer onde já está. Você é incrível nisso. Consegue parar no mundo e no tempo, consegue parar o mundo e o tempo ao seu redor; às vezes, consegue até voltar no tempo e encontrar o tempo perdido, assim como o colibri é capaz de voar em marcha a ré. Por isso é tão bonito estar perto de você.
A vida é um constante convite à reflexão. Cada dia nos oferece a chance de olhar para dentro, reconhecer nossas imperfeições e buscar ser melhor — não para os outros, mas para nós mesmos. Viver com consciência é despertar para o presente, desapegar do passado e não se perder nas incertezas do futuro. É encontrar equilíbrio entre o que sentimos e o que fazemos, entre o que desejamos e o que realmente precisamos. Quando nos permitimos viver o agora com presença e gratidão, a vida ganha novas cores, os passos se tornam mais leves e o coração, mais sereno.
Essa é a vida em sua essência mais crua, um lento retorno, não apenas aos lugares, mas aos nossos laços. Andamos pelas estradas do mundo carregando ausências, buscando em rostos alheios os vestígios do que um dia fomos. Os reencontros não são meros acasos: são feridas abertas que, por instantes, se fecham. Os laços que resistem ao tempo nos lembram que há algo, talvez inexplicável, que insiste em nos puxar de volta, não para um lar de paredes, mas para o abrigo invisível da alma, onde moram a lembrança, o afeto e a culpa.
"Pare um instante o que está fazendo e pergunte a você mesmo: O que preciso melhorar para mudar minhas atitudes e meu relacionamento com as pessoas? Será que preciso dar mais que receber? Será que devo ter mais paciência com meu semelhante? Afinal, o que está faltando para que eu possa ser melhor? Há momentos em que precisamos tomar certas atitudes para crescermos como pessoas maduras capazes de enfrentar as dificuldades encontradas no caminho".
Na hipótese da existência de um Criador intencional, por que motivo ele criaria um mundo para não ter ciência dele? Por amor? Ele carece de ter ciência de sua criação? Quem sabe seu propósito fosse um lucro, e não a ciência do que almocei ontem. Ele carece disso? Talvez vários de nós tenham contribuído diretamente para criar este modo de existir antes de entrar nele. Quem sabe nós todos não sejamos apenas um? Essa bizarra hipótese explicaria muitas coisas. Talvez haja esse ser que vive através de vários outros seres.
Parece-me ruim o pensamento de destituir alguém de algo em um paraíso eterno para que haja uma igualdade. A ideia de dar algo para os demais depois de um tempo para igualar me parece melhor, mas, dentro de uma hipótese de haver um Ser que criou todas essas coisas com uma justiça e vida após a morte, o renascimento me parece muito mais provável. Dentro de tal hipótese, faz-me muito mais sentido que seja proporcional o que chamamos de recompensa após a morte para pessoas que tinham uma deficiência, levando coisas não inefáveis e que me parecem muito mais prováveis em consideração.
Aconteceu assim em um caso: para conseguir um emprego, uma pessoa passou por todos os testes dificílimos do processo seletivo e, quando chegou ao final do processo, ela pensou ser boa demais para vaga. Ela a preencheu por uma semana e pediu a demissão. Se a primeira que foi eliminada no processo seletivo tivesse sido contratada, teria sido considerada uma excelente profissional, muito melhor do que o rapaz que ficou com a vaga.
e mais uma vez você não foi a opção de alguém, foi só mais um no meio da multidão. você achou que agora ia né que ela era a pessoa certa que finalmente sua mente ia conseguir descansar um pouco.... Mas você era só a segunda opção já que o principal não deu certo, dói saber que ninguém nunca vai te olhar da forma certa...mas se nem você se prioriza quem vai te priorizar?
Um dia me disseram que a fraqueza de um era a fortaleza do outro. Como se o amor fosse um jogo, como se o meu sorriso pudesse te convencer de alguma coisa. Às vezes o amor é paz, cumplicidade, fogo. Outras vezes começa assim e depois esfria, encoberto pela neblina das mentiras. Passamos muito tempo juntos, mas o que você fez e disse apagou o que vivemos de bom. Não reclamo. O amor também é resiliência. E foi com você que aprendi isso, da pior forma. Mesmo assim, agradeço. Quando a dor passou e a ficha caiu, entendi: você não me merecia. Cresci. Me feriu, mas não me destruiu. Continuo sentindo intensamente, sendo quem sou, atraindo o que vale a pena. E não, a fortaleza de um não é a fraqueza do outro. A dor me fortaleceu. Existe grandeza em sentir o que precisa ser sentido. Até que passe. Até que a gente entenda que o que foi... não era pra ser. E agradeça. muito. por não ter sido.
A vida se esvai em um piscar de olhos, marcada pelo orgulho e egoísmo que nos aprisionam em competições sem sentido; é nesse jogo vazio que percebemos a fragilidade do amor, sua ausência ecoando como um lamento, lembrando-nos de que a verdadeira essência da vida reside na conexão genuína e na entrega ao próximo.
"O inferno é aqui e o diabo são os outros com seus demônios interiores. O inferno não é um lugar distante ou subterrâneo, mas o reflexo das escolhas que fazemos e dos pensamentos que cultivamos. Os outros, com seus próprios fantasmas, muitas vezes tornam-se espelhos de nossos próprios demônios. Quando semeamos o mal, ele floresce em nossa realidade; quando semeamos o bem, colhemos harmonia. O inferno, portanto, não está fora — é um estado da alma, moldado por cada ação, palavra ou pensamento que nos afasta da virtude e da lucidez."
Ela é uma menina-mulher, intensa e cheia de vida. Louca de um jeito divertido, legal de um jeito único, e chorona porque sente tudo profundamente. Ariana, corajosa e impulsiva, está sempre pronta para ajudar quem precisa, espalhando força e generosidade. Seu maior sonho? Ajudar cada vez mais pessoas, levando luz, amor e inspiração por onde passa.
Há diferença entre confessionário de pecados(erros) e transformação e renovação de entendimento, um a pessoa sente remorso e comenta os erros ao líder religioso mas volta a errar, o outro a pessoa tem o verdadeiro arrependimento através da mudança da mentalidade(metanoia) sobre seus erros e se capacita para mudar o seu jeito de ser através dos estudos e do mérito, o 1º é uma única vez, já o outro é diário.
Morremos um pouco a cada dia, morremos quando deixamos de fazer o que gostamos, morremos também quando deixamos que o meio influencie em nossas escolhas, morremos ainda mais quando deixamos de dar atenção, quando deixamos de falar com as pessoas que realmente importam, a vida é feita de escolhas, escolha o que você realmente gosta e prolongará seus dias, talvez não em anos, mas em felicidade, quem vive feliz nem a morte o entristece.
Muitas vezes, a vitimização é usada como escudo um artifício para encobrir erros próprios e distorcer a percepção alheia. Alguns se alimentam da piedade que arrancam, fazendo-se de feridos para não assumirem suas falhas. Mas eu, que já vi esse teatro encenado mais de uma vez, prefiro o silêncio daqueles que enxergam com lucidez. O silêncio de quem não se deixa levar por aplausos vazios, nem se envolve em tramas onde a verdade é apenas coadjuvante. Observar, entender e não reagir é, muitas vezes, o maior ato de sabedoria.
As mulheres tem um dom inato para Psicologia. O homem tem consciência e noção do passado, pouco vive o presente e se preocupa em demasia com o futuro. Isto o torna ansioso e preocupado.Em relação às mulheres, o passado e o futuro não as atormenta, desfrutando muito mais o presente (quando este for suportável); eis o motivo de sua serenidade característica, que utilizam com sabedoria para ajudar o homem a se recuperar da sobrecarga de preocupações.
Qualquer pessoa de bem deveria ter o direito de sonhar que algum dia o Brasil terá um governo decente, capaz de atuar com base em princípios, na defesa da liberdade, sob o império da Lei (controlada por pessoas sábias e distantes da política enquanto na função) e, principalmente, com uma administração profissional.
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