Carta a um Amigo Detento

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⁠A Igreja Primitiva via Deus como um Ser relacional e sensível às escolhas humanas. O Deus cristão incorporou escolhas humanas previstas em suas profecias e planos. O determinismo pagão (monergismo rígido) rejeitou a Presciência Divina, porque preferia um decreto divino unilateral e não relacional preordenado de todos os eventos futuros.

The Foundation of Augustinian-Calvinism (Regula Fidei Press, 2019)

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⁠A Conferência do Cúmulo do Absurdo!
Eu vivi para ver um cartaz de líderes (reformados calvinistas) supostamente evangélicos se reunindo para tratar e aperfeiçoar uma doutrina que prega o fim da ação do Espirito Santo, dos dons e dos milagres na igreja! Se isso não é apostasia o que pode ser então?
O cessacionismo nada mais é que um nome sofisticado para incredulidade!
O argumento dos líderes cessacionistas de que os dons espirituais cessaram no primeiro século na igreja com a formação do cânon do Novo Testamento é pífio, patético e ridículo.
Agora, a pergunta que desmonta essa heresia:
"Como é que essa teoria da cessação (incredulidade, ateísmo religioso) lida com o fato de que os pais da igreja, incluindo Justino Mártir, Irineu, Tertuliano e Agostinho, falam todos de curas e milagres no meio deles, incluindo falar em línguas?"
Sabe qual é a resposta quase unânime desses ateus religiosos? "Não sei como explicar!"
Na verdade essa gente é incrédula, arrogante, sem vida com Deus, sem lugar secreto, seca, árida, morta, vazia e heterodoxa! Minha oração é para que estes homens abram os seus corações para o Espírito Santo, pois os tais têm sido instrumentos de Satanás para desviar muitos.
Pensem nisso, cuidado com os ateus religiosos, não deixem de buscar os melhores dons (1° Co 12.31), não entristeçam o Espírito Santo (Ef 4.30) e não extingam Ele em suas vidas (1° Ts 5.19).
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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Informação aleatória aos desinformados:

Nas telinhas de cinema e na mente de um “delulu”, Romeu é Julieta é uma história de amor, mas não é! Foi um namorico juvenil de 03 dias entre 02 adolescentes irresponsáveis de 13 e 17 anos que gerou a morte de 06 pessoas.

Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.

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⁠A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Livre-Agência X Livre-Arbítrio
Um calvinista defendendo a livre-agência em detrimento do livre-arbítrio é como o paulista que diz que bolacha é diferente de biscoito ou o mineiro que diz que biscoito é diferente de bolacha.
Muitos não sabem, mas a tal livre-agência no calvinismo é a mesmo livre-arbítrio da Bíblia e da ortodoxia! Aquilo que os calvinistas (paulistas) chamam de bolacha é o mesmo biscoito reivindicado pelos mineiros.
O que os calvinistas fizeram foi ressignificar pejorativamente o termo livre-arbítrio e inventaram uma tal livre-agência. Ninguém (Não calvinistas, filósofos, dicionários) ensinam o livre-arbítrio como os calvinistas dizem que é.
Observem as definições etimológicas e teológicas:
Definição etimológica do termo. O dicionário Vine (2010, pp. 608,756) diz que livre-arbítrio vem do termo grego “eklego”, “escolher, selecionar, eleger” e “eleutheros”, “liberdade de ir onde quer”. O dicionário Houaiss define como: “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante”. A palavra livre vem do latim “liber”, que significa “livre” e o termo arbítrio “arbiter”, que é “uma pessoa escolhida para decidir sobre uma questão” (2001, p. 1774).
Definição teológica do termo. “Entende-se por livre-arbítrio a liberdade que o ser humano tem de fazer ESCOLHAS, tornando-se, consequentemente, responsável por elas e por seus respectivos resultados […]. É a capacidade dada por Deus de fazer ESCOLHAS, e o primeiro assunto de que trata a Bíblia Sagrada. O livre-arbítrio é inerente ao homem, o qual não poderia ser julgado, jamais, se as suas decisões fossem involuntárias, e ele fizesse o que não desejasse pelo fato de ser movido por uma força estranha, alheia à sua consciência e vontade” (BRUNELLI, 2016, pp. 293-295).
Assim, Tanto biscoito quanto bolacha são termos corretos para indicar o mesmo tipo de alimento, no entanto, o termo biscoito é o mais adequado e comum na indústria alimentícia.
Assim, a tal livre-agência no calvinismo é a bolacha, mas o termo correto, bíblico e ortodoxo é o livre-arbítrio (biscoito).
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma!

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⁠Deus é uma pessoa?
Sim, Deus é uma pessoa, ou seja, Deus é um ser pessoal, pois Ele chama pessoas e não coisas; gente e não instituições. E ao chamar Deus lança no coração de Seus filhos e filhas uma profunda convicção de propósito.
No entanto, quando dizemos que Deus é uma "pessoa", não queremos dizer que Ele seja um ser humano. Queremos dizer que Deus possui "personalidade" e que é um ser racional com autoconsciência.
Deus tem:
- Intelecto (Salmo 139:17);
- Emoções (Salmo 78:41);
- Vontade (1º Coríntios 1:1).
Então, sim, Deus é uma pessoa.
Deus é uma pessoa com:
- Mente (Isaías 55:8-9);
- Emoções (Salmo 78:40);
- Vontade (1º Pedro 2:15).
Deus mostra a Sua natureza pessoal por expressar:
- Indignação (Salmo 7:11);
- Rir (Salmo 2:4);
- Ter compaixão (Salmo 135:14);
- Amar (1º João 4:8);
- Abominar (Salmo 11:5);
- Ensinar (João 14:25);
- Reprovar (João 16: 8);
- Guiar (Romanos 8:14).
Todas estas ações demonstram o fato de que Deus seja, de fato, uma pessoa.
Assim, Deus não é um SER HUMANO por ter PERSONALIDADE, assim como o ser humano não é DEUS por ter sido feito IMAGEM e SEMELHANÇA Dele.
Pense nisso e estude as Doutrinas Bíblicas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Informação aleatória aos desinformados:

O que é um ano luz?
Ano luz é uma medida de grandes distâncias, muito utilizadas pelos astrônomos para medir distâncias entre estrelas, galáxias, nebulosas, etc. Como o próprio nome já diz - um ano luz é a distância que a luz percorre em um ano, a uma velocidade de 299.792.458 m/s (metros por segundo). Isso equivale à distância de 9,5 trilhões de km aproximadamente. Assim, um ano luz tem cerca de 9,5 trilhões de km.

Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.

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⁠Pode um Vaso de Desonra se tornar um Vaso de Honra?

"Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que, se alguém SE PURIFICAR destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra." 2º Timóteo 2:20-21

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⁠A "reforma" heterodoxa (calvinista) tinha um objetivo diferente da reforma Anabatista e Luterana. Na "reforma" calvinista, Calvino não buscava uma reforma da igreja, ou o retorno a Sã Doutrina como os Anabatistas e Lutero! O desejo de Calvino era adaptar o modelo do papado romano. Calvino tentou mudar o eixo do monopólio da salvação instituído pela igreja católica romana (Em resumo: o Credo, o Pai Nosso, os Dez Mandamentos e os sete sacramentos.) para um modelo determinista e fatalista (Maniqueísta) para dentro do Cristianismo. Como a história mostra, Calvino se tornou uma espécie de papa de Genebra, nos moldes do catolicismo romano. As semelhanças do modelo calvinista com o catolicismo romano são:
1- Monopólio da salvação;
2- São os únicos intérpretes das Escrituras;
3- Semi-canonicidade e observação das fórmulas confessionais;
4- Veneração e defesa cega de líderes calvinistas;
5- Racionalização da fé;
6 - Vida cristã superficial. Marcelo Rissma

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⁠Um narcisista é assim:

Um IMORAL que exige RESPEITO.
Um ADÚLTERO que exige FIDELIDADE.
Um AUSENTE que exige PRESENÇA.
Um MENTIROSO que exige HONESTIDADE.
Um INDIFERENTE que exige CUIDADO.
Um VIOLENTO que exige MANSIDÃO.
Um MAU CARÁTER que exige VIRTUDE.
Um HIPÓCRITA que exige de você o que ele não PRATICA.

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⁠Ateu e desinformado: “Os cristãos cometem um grande erro ao assumir que o universo não poderia ter tido uma causa NATURAL, ou seja, não sabemos de tudo ainda, logo foi Deus! O eterno Deus das lacunas e suposições.”
Resposta: Deus das lacunas? Deus não é resposta para o que não sabemos, pelo contrário, é conclusão para o que já sabemos. Assim, a única conclusão logica possível para o fato de que a causa do universo precisa, necessariamente, transcender espaço, tempo, matéria, energia e possuir livre-arbítrio. Agora, quando um ateu insiste que algo atemporal, imaterial, eterno, onipresente, incriado, e livre é algo “natural” dá vontade de gargalhar.

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⁠Ateu e desinformado: "Quando vejo um físico dizer que Deus criou o universo eu imagino um ginecologista dizendo que a cegonha é quem trás os bebês.”

Reposta: "Quando eu vejo um físico dizer que o universo surgiu sem uma causa, eu imagino um ginecologista dizendo que o bebê não tem pai e nem mãe, surgiu espontaneamente. Qual dos dois é mais ridículo? O universo é finito e por isso precisa de uma causa; negar a causalidade no universo é a mesma coisa que dizer que ele veio do nada.”

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⁠A Escola Dominical e o Metodismo.

John Wesley começou um trabalho especial de ensino bíblico para crianças, em sua missão na Geórgia, Estados Unidos entre 1736-1738.

Hanna Ball Moore, que era Metodista, criou a primeira Escola Dominical em 1769.
Em uma carta em 1770, Hanna relata sua experiência.

Robert Raikes (nasceu em Gloucester, em 14 de setembro de 1736; e esse pode ser o motivo do dia da EBD no Brasil ser no terceiro domingo de setembro), um jornalista Metodista, em 1780, em Gloucester, Inglaterra, começou uma Escola Dominical, acolhendo meninos na rua. Raikes ensinava além da Bíblia, aritmética e inglês. Robert Raikes pode ser considerado o “pai” da educação popular.

Dados importantes sobre a Escola Dominical de Robert Raikes:
• Em 1784 com 250 mil alunos em toda Inglaterra.
• Em 1792 não havia mais réus nos tribunais de Gloucester.
• Em 1811 superava 500 mil alunos, também com alfabetização de adultos.
• Em 1831 com 1 milhão de alunos.

No Brasil, a primeira Escola Dominical foi fundada pelo pastor Metodista, Rev. Justin Spaulding em junho de 1836.
A primeira revista de Escola Dominical no Brasil foi publicada em 1880 pelo missionário Metodista Rev. James Ransom.

No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠O pecado não é um defeito da natureza humana (isto seria maniqueísmo), mas uma corrupção da natureza humana por uma força externa ao eu. Mesmo assim, esta corrupção não poderia ocorrer a menos que consentíssemos livremente com ela. A culpa pelo pecado não deve ser atribuída nem à herança biológica nem à educação ambiental, mas ao mau uso da nossa liberdade.

Arminianismo Brasil

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⁠Um de nossos pregadores descobriu ultimamente, que não há testemunho direto e imediato do Espírito no crente, do que ele é filho de Deus, que o Espírito testifica somente através dos frutos e consequentemente o testemunho e os frutos são a mesma coisa. Conceda-me seus pensamentos deliberados sobre este tópico. Parece-me ser um ponto importante. Tenho receio de que voltemos nova e descuidadamente à justificação pelas obras.

Cartas: A Samuel Furly (V,8).

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⁠A mesma compaixão que move Deus a perdoar um pecador triste e contrito move-o a confortar aquele pecador por meio do testemunho com o Seu Espírito, de que os seus pecados estão perdoados. A fé é um ato da minha mente, a certeza é ato do Espírito Santo. Todo verdadeiro crente cristão tem plena certeza e confiança em Deus e de que está reconciliado com Deus, e que em consequência disto ele é capaz de dizer: “A vida que agora vivo, vivo-a pela fé no Filho de Deus que me amou e se deu a si mesmo por mim”.

Carta a Richard Tompson (III, 161-62).

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⁠E não há espaço para ele na estalagem.
Ele ficou um pouco mais velho e não havia espaço na sua família. Sua família não creu nEle. Ele foi ao templo. Não havia nenhuma sala no templo. O templo ficou contra ele. E quando Ele morreu não havia espaço para enterrá-lo. Ele morreu fora da cidade. Pois bem por que, em Nome de Deus, você espera de ser aceito em toda parte? Como é que o mundo não pôde suportar o Homem mais santo que já viveu e pode suportar a você e emmim?

Leonard Ravenhill – Pastor e Avivalista Metodista

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⁠Resumindo o diabólico Sínodo de Dort:

Foi um sínodo maligno, diabólico e manipulado politicamente; composto somente por calvinistas sanguinários que esperaram a morte de Armínio para impor suas heresias, pois os mesmos não tinham capacidade intelectual de debater com o mesmo. Esse sínodo não teve e não tem qualquer valor para as outras denominações cristãs. Se fosse hoje, seria como uma reunião de pastores presbiterianos do Brasil tentando impor doutrinas estranhas sobre as outras confissões de fé não calvinistas.

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⁠Um calvinista consistente ensina que aqueles por quem Cristo morreu certamente serão salvos.

Se assim é eu pergunto: “Como explicar 2º Pedro 2.1, onde diz que Cristo comprou ou resgatou (agorazo- ἀγοράζωno Grego cf. Ap 5.9) falsos profetas e falsos doutores?” Se todos aqueles por quem Cristo morreu serão salvos, como explicar o fato de Cristo ter comprado ou resgatado (agorazo- ἀγοράζω no Grego cf. Ap 5.9) os falsos profetas e falsos doutores em 2º Pedro 2.1?
Aguardando as cambalhotas e malabarismos.

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⁠Um calvinista consistente afirma que Deus só ama os eleitos!

Se assim é então eu pergunto: “Como explicar Marcos 10.17-22 que relata no versículo 21 que Jesus, olhando para ele, o amou..., mesmo ele rejeitando o convite de seguir a Jesus?”

Aguardando as cambalhotas e malabarismos.

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