Carta a um Amigo Detento
Tem um trilionário aí dentro de você.
Não por causa do dinheiro…
mas por causa da visão, da força, da fé.
Você só precisa acreditar o suficiente pra dar o primeiro passo.
Não é sobre ter tudo agora.
É sobre enxergar lá na frente, mesmo quando ninguém mais vê.
Grandes sonhos moram em corações simples —
e quem acredita de verdade, um dia realiza.
A jornada é longa… mas começa com um sim.
Dentro de você, tem uma verdade que ninguém mais conhece.
Um sonho que só você entende.
Talvez ninguém veja, talvez até você duvide às vezes…
mas essa chama não apagou.
Ela ainda está aí — quieta, esperando seu sim.
Ser trilionário não é sobre dinheiro.
É sobre confiar tanto no que você carrega por dentro,
que o mundo inteiro acaba acreditando também.
Cada um tem seu caminho. Cada um tem sua verdade.
Mas só quem anda com fé na própria ideia,
chega onde ninguém jamais chegou.
Deixe a vida fluir sem pressa ou culpa.
Que cada passo seja uma dança e cada pausa um respiro!
Que o riso permita a chegada do amor devagar, mas inteiro.
Viver não pesa, mas é necessário, leveza.
Que o vento carregue tudo o que é pesado, mantendo o coração puro e os olhos repletos de esperança!
"Quando quiseres me levar"
Ele acordou com um gosto metálico na boca e uma lucidez que parecia milenar.
Sabia. Não era intuição. Era certeza.
Hoje, a Morte viria. E ele, cansado, não a temia.
Ajeitou os papéis sobre a mesa, acendeu um cigarro que não fumava havia dez anos, e pôs uma música quase inaudível no velho toca-fitas. Era Chopin, talvez. Ou só o vento.
Deixou as janelas abertas. Queria que ela entrasse à vontade.
Morte. Senhora. Fera. Fêmea.
Ela que viesse — sem cerimônias.
No papel, começou a escrever, como quem fura o véu do mundo com uma agulha de fogo:
“Quando quiseres me levar, irei sorrindo.
Quando me achares digno daquele banquete onde serei o prato suculento dos vermes, fique à vontade.
Sei que poeta não deve demorar muito por aqui.
Quanto a essa ilusão que puseste no coração do homem, de ser eterno, fica no vácuo, como hiato cósmico.
Como palavra muda, impronunciável.
Que nós, por confusão mental, criamos em delírio: eternidade.”
Fez uma pausa. O silêncio da casa parecia escutar. A xícara de café esfriava devagar. Lá fora, o mundo seguia: os cães latiam, os pneus assobiavam no asfalto, alguém batia panela no apartamento ao lado.
Mas ele já não pertencia a isso.
Levantou-se. Pegou o espelho da infância — aquele que pertencia à mãe — e olhou-se como quem vê um estrangeiro.
“É você mesmo?”, pensou. “Ou o que restou do que chamaram de você?”
Não chorou. Apenas fechou os olhos.
Lembrou de um amor antigo.
De um poema que nunca publicou.
De uma criança que lhe sorriu na rua, semanas atrás.
Cada coisa lhe parecia uma despedida disfarçada.
Às onze e quarenta e cinco da noite, ela veio.
Não como figura. Não como caveira.
Apenas entrou no ar. Como frio.
Como verdade.
Ele sentiu.
Sorriu.
E sem mais palavras, morreu de olhos abertos, como quem enfim compreende — ou perdoa.
Na folha, sua letra deslizava até o rodapé da página.
E ali, como se deixasse ao mundo uma última gargalhada filosófica, escreveu:
"Criamos o infinito com medo do fim.
Chamamos de eternidade o que não suportamos perder."
Eu olhei para o espelho e não me vi
Aquele reflexo de um ser rancoroso e tão mal amado
tinha certeza que não era eu ali
Cabelos embaraçados, postura curva, roupas despojadas e um olhar fundo
O mundo até chegava a ser mais turvo, eu não via mais o mundo de jeito profundo
Cor, amor, autocuidado
Ideias que larguei depois de receber o dourado
Mente que obedecia apenas por comandos, analisei a minha visão de desmandos foquei no espelho e lembrei
Era sim eu ali, apenas me iludi...mas foi a vida adulta que me fez ficar assim...
Um músico ou um poeta sofrido?
Sabe o que eu acho engraçado na poesia?
Isso mesmo, na poesia,
Que seus autores pegam harmonia e paixão, e transformam em melancolia e depressão.
Isso me fez refletir que, na verdade, poetas são pessoas rancorosas, aquelas pessoas que aumentam histórias de 10... 20... 50 anos atrás, quando na verdade elas são apenas espinhos de rosas.
Exato, espinhos de rosas vão te machucar, te furar, mas, em vez de simplesmente um curativo colocar, preferem deixar a ferida aberta e ficar cada vez mais de mãos abertas remoendo... se doendo e sofrendo por aquilo.
Agora, tem outros poetas que pegam os sentimentos doloridos deles e escrevem com certa melodia, sabia? Chamamos eles de músicos, pessoas que sentem intensamente e então pegam isso e escrevem as mais belas sonoridades.
Ou vai me dizer que nunca ouviu uma bela harmonia que lhe fez dançar enquanto ouvia e te fez pensar... nossa, o que foi aquilo?... Mas quando você foi ver, era apenas um coração partido...
Decepcionante, né? Ok, mas talvez você não goste de escrever ou compor, talvez não goste de nenhum, mas também talvez esse poema não seja sobre músicos e poetas.
Em uma situação, você vai ser o poeta? Vai pegar algo lá do fundo, trazer para um assunto futuro aumentando em 30x e provando o quanto imaturo você é, ou vai ser um poeta que vai superar, mandar aquela pessoa para um lugar que não posso falar e escrever uma nova melodia com risadas e talvez algumas gargalhadas.
Vamos ser honestos? Eu prefiro ser um sincero músico a um poeta sofrido.
*Para uma garota especial*
Seu olhar é um raio de sol,
Que aquece meu coração e me faz sentir vivo.
Seu sorriso é uma obra de arte,
Que ilumina meu dia e me faz sentir completo.
Você é a minha inspiração,
A minha musa, a minha razão de viver.
Eu amo cada momento com você,
Cada sorriso, cada olhar, cada gesto.
Seu toque é como um abraço,
Que me faz sentir seguro e amado.
Seu beijo é como um sussurro,
Que me faz sentir vivo e apaixonado.
Você é a minha estrela,
A minha lua, a minha razão de viver.
Eu amo cada momento com você,
Cada sorriso, cada olhar, cada gesto.
Em um canto do mundo, encontrei você,
Sapekinha adorada, meu doce amanhecer.
Teu olhar é um farol que ilumina a estrada,
E teu sorriso é a luz que minha alma aguarda.
Nos teus braços, descubro o calor do lar,
Cada momento ao seu lado é um sonho a flutuar.
Teus risos são melodias que dançam no ar,
E em cada palavra sua, eu me deixo levar.
O jeito travesso que faz meu coração acelerar,
É como uma brisa suave que me convida a amar.
Nos teus gestos singelos, encontro a poesia,
E em cada instante contigo, celebro a alegria.
Quero ser o poeta dos teus dias de sol,
Escrever histórias de amor que nunca têm fim,
Juntos, vamos traçar nosso destino em flor,
Com você ao meu lado, tudo é puro amor.
Assim, minha sapekinha, eu te dedico este verso,
Um tributo à beleza do nosso universo.
Que nossos corações sempre batam em uníssono,
E que o amor que sentimos seja eterno e divino.
ECOS DO SILÊNCIO
amanhecerá
entre a penumbra de um dia e outro
o ruído do silêncio fazendo eco na madeira dos móveis
o criado-mudo tão mudo quanto antes
estático na sua velha roupagem de verniz vencido
— o tempo deixa marcas me disse, mudamente
— e eu que achava que não... sorri sardônicamente
silêncio lá fora. barulho lá dentro
o vento soprando as horas como se o tempo fosse vela
entre um silêncio e outro [o ruído do tempo]
esse barulho que não passa... virá de fora ou virá de dentro?
Somos feitos de muitos eus. Em um único dia, podemos ser o sonhador e o crítico, o confiante e o inseguro, o sereno e o ansioso. Dentro de nós, coexistem vozes, desejos e emoções que, por vezes, parecem se contradizer. Há momentos em que a alegria transborda, seguida por um vazio inesperado. Em outros, a calma se dissolve em pressa, o amor em dúvida.
Nosso desafio não é silenciar esses eus, mas escutá-los sem se perder. É reconhecer cada sentimento como um visitante passageiro, um mensageiro que revela algo sobre nós. O equilíbrio não é anular as emoções, mas acolhê-las com compaixão, sem permitir que uma delas domine o cenário.
Quando aceitamos nossa complexidade, encontramos o ponto central — um espaço de paz onde todos os eus podem coexistir, sem guerra, apenas sendo. Esse é o verdadeiro equilíbrio: ser inteiro, mesmo sendo múltiplo.
"O idoso é um livro vivo, com páginas marcadas pelo tempo e capítulos recheados de sabedoria. Respeitá-lo é reconhecer o valor da experiência, aprender com suas histórias e entender que envelhecer é acumular riquezas que não podem ser medidas, apenas sentidas."
Roberto Y Ikeda
Eu desejo que, um dia todos, sem exceção...
Sintam o sabor da liberdade e entenda que ser livre é muito mais amplo do que imaginamos ser;
Encontrem a beleza nas coisas simples da vida;
Enxerguem o aprendizado, após a dor;
Sejam gratos, pelo presente que nos é dado todas as manhãs ao abrir os olhos, pelos 5 sentidos, ainda que algum não funcione tão perfeitamente;
Tenham almas infinitas pra ser e reconhecer o sagrado dentro de si;
Parem pra assistir o espetáculo do nascer e do pôr do sol, das fases da lua e das constelações;
Sejam pacientes pq os dias nublados não são eternos;
Percebam a magia que há em toda a natureza;
Se sintam completos mesmo que estejam sozinho;
Tenham coragem de ser quem quiser e não o que querem que sejam;
Se perdoem por todo o mal que fizeram a si mesmo;
Aproveitem a vida ao máximo, pois viemos ao mundo pra ser feliz;
Percebam que não é necessário ter asas pra voar;
Sejam o anjo na vida de alguém e encontre um anjo quando necessário for;
Que exponha seu dom, despertando o poeta (ou poetiza), o cantor (ou cantora), o(a) artista... que ocultamente habita em vc;
Aprenda que todo movimento gera ondas;
E que o amor move o mundo.
A Beleza
Um dia encontrei a beleza
Não estava em uma face
Nem em um corpo que seria
Muito me chamou a atenção
Diante de seus olhos
Enxerguei seu coração
Da maneira em me falar
Tranquilidade para acalmar
Atitude em sua verdade
Vive-se bem com a realidade
Descobre-se a compaixão
Bondade sua razão
Com o respeito a te seguir
O melhor está por vir
Tão belo como a flor
Mostra grande seu amor
Hoje, vejo com clareza
E encontrei sua beleza
Dentro de um espaço tão pequeno, você surgiu,
E em um instante, meu mundo se coloriu.
Entre tantas pessoas e desilusões,
Seu olhar me fez acreditar, sem razão.
Sua voz, suave, como a brisa a acariciar,
E seu olhar, único, fez o sol brilhar.
Nos momentos de riso, em conversas sem fim,
Descobri o poder de um amor sem fim.
Não sei até onde posso caminhar ao seu lado,
Mas sei que quando é verdadeiro,
Até o peixe no mar alcança a lua distante,
E o impossível se torna o mais puro desejo.
Termino este poema simples, mas profundo,
Com um toque de elegância, num estilo único,
Serão sentimentos eternos, ali vividos,
Serão palavras de amor, ao vento sussurradas,
Serão momentos que a alma jamais esquecerá.
Sementes de Paz
Anseio a brisa serena da calma,
e o calor manso de um afeto inteiro.
Que um "oi", dito leve,
traga o peso doce do verdadeiro.
Que num gesto, singelo e sem alarde,
se revele um mundo raro, quase segredo —
como quem serve e cuida,
sem precisar dizer o que carrega no peito.
Desejo ser abrigo,
sem ter que gritar para ser teto.
Ser presença querida,
sem disputar espaço ou afeto.
Ser amor em dias de sol,
e ainda mais quando o céu for cinza.
Receber a verdade nua,
sem máscaras, jogos ou ladainhas.
Se for só passatempo,
nem toque meu jardim.
Coração não é brinquedo,
nem se empresta assim.
Só fico onde floresce
o que é leve e inteiro.
Onde a alma descansa —
em Paz, e Amor verdadeiro.
Era um dia radiante e a brisa suave do mar acariciava minha pele enquanto eu me posicionava sobre uma pedra majestosa, como se estivesse no topo do mundo.
À minha frente, duas gigantescas tartarugas dançavam graciosamente nas águas cristalinas, acompanhadas por outros seres marinhos que pareciam saídos de um conto de fadas.
Meu coração pulsava de encantamento, e a beleza daquela cena era tão intensa que não resisti: mergulhei nas águas quentes e salgadas, deixando-me levar pela mágica da vida submarina.
Ao nadar junto às tartarugas, cada movimento era repleto de leveza e harmonia. A energia que emanava delas me envolvia em um abraço acolhedor, onde o tempo parecia parar e tudo se tornava um só. A tranquilidade do oceano envolvia meus sentidos enquanto explorava aquele reino encantado.
Mas então, ao longe, uma onda colossal começou a se formar. Era como se a própria natureza estivesse criando uma obra-prima diante de seus olhos. A água azul se erguia, poderosa e imponente, senti a força daquela presença. No entanto, em vez de temor, eu experimentava uma admiração indescritível. Não havia mais tartarugas, nem outros animais; apenas eu e a onda majestosa, em um momento que desafiava a realidade.
Quando a onda finalmente quebrou, uma parede de água translúcida se ergueu sobre mim, como um véu sutil que separava o céu do mar. Olhei para cima e vi um céu azul vibrante, enquanto a luz do sol filtrava através da água, criando um espetáculo de cores e formas que lembravam geometrias sagradas dançando em perfeita sincronia. Cada raio de luz era uma nota na sinfonia do universo, e eu me sentindo parte desse todo.
O sentimento de paz e completude inundava meu ser, como se todas as minhas preocupações e ansiedades simplesmente evaporassem. Naquele instante mágico, tudo fazia sentido. Eu estava em harmonia com a natureza, com a vida, e comigo mesma. As águas se tornaram um portal para uma nova percepção, onde o amor e a conexão eram palpáveis.
Ao emergir desse estado de sonho, percebi que a verdadeira magia estava não apenas na beleza do que vi, mas no profundo entendimento de que, na imensidão do universo, eu faço parte de algo grandioso e maravilhoso.
Em um mundo tão vasto, você apareceu,
Com seu sorriso radiante, meu coração acendeu.
Teus olhos são estrelas que brilham na noite,
E ao seu lado, tudo se torna mais doce.
Sua risada é música que embala minha alma,
Uma melodia suave que traz tanta calma.
Sapekinha travessa, cheia de encantos,
Com você, cada momento é repleto de prantos.
Nós dançamos juntos na chuva da vida,
Cada passo com você é pura alegria sentida.
Teus sonhos são flores que quero cultivar,
E em cada pétala, meu amor vou deixar.
Você é a luz que ilumina meu caminho,
A razão do meu riso, o motivo do carinho.
Juntos somos versos de uma linda canção,
Uma história de amor escrita com o coração.
Então venha comigo, vamos juntos sonhar,
Na dança da vida, sempre a nos amar.
Sapekinha adorada, você é meu lar,
E neste poema, meu amor vai ficar.
" PERDIDO "
Nem sempre falarei, aqui, de amor
por meio de um soneto me inspirado!
Às vezes é melhor ficar calado
pra não colher encrenca e dissabor!
Contraditório, o amor! É bom de um lado
e, de outro, a mais completa confusão
que se perfaz, num tempo, de paixão
e nos remete, após, a triste estado.
Mas a poesia é feita dele e, assim,
eu tenho aqui por conta que ele, enfim,
precisa ser, melhor, é compreendido…
Não falarei de amor nalgum soneto,
se é ruim, se é bom, se branco ou preto,
mas se dele calar-me, estou perdido!
" ESQUEÇA "
Passou, jogou-me o olhar feito em malícia
acompanhado de um sorriso ao rosto
e ali se fez o curso, então, proposto
de que, lhe ter, seria uma delícia!
Vontade de provar-lhe a carne, o gosto,
mas isso se faria uma estultícia..
Teria, ao fim, história é pra polícia
e assunto, de luxúrias mil, composto.
Sorri de volta, a lhe guardar segredo
de qual seria o rumo desse enredo
que já não tinha nem pé nem cabeça…
Não sou mercadoria de vitrine
e antes que isso, em vendaval, culmine
melhor deixar prá lá. É fato. Esqueça!
Estás sempre bela como as cores da aquarela
Um dia depois do teu abraço meu peito clama teu espaço.
Teus olhos cor de castanhas
E o seu beijo me deixa mais alto que mil montanhas.
Amo seu jeito meigo de me abraçar
Meu amor sempre clama tua presença
O seu beijo faz-me despedaçar curando quaisquer doenças.
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