Carta a um Amigo Detento
"Prece ao Infinito Céu"
Um prece ao infinito céu estrelado vou lançar,
Nos laços das Três Marias eu rogo, pelo Cruzeiro do Sul me benzo.
Sobre a lua me batizo, pelo vasto infinito eu grito:
Ser divino, ouve-me, traga para mim o amor e leve aos cosmos a minha dor.
Divino Criador, me devolva o amor e leve a dor,
Infinito Ser, me eleve aos céus, no puro esplendor.
"A Ponte" (Franz Kafka)
Eu estava rígido e frio, era uma ponte estendido sobre um abismo. As pontas dos pés cravadas deste lado, do outro as mãos, eu me prendia firme com os dentes na argila quebradiça. As abas do meu casaco flutuavam pelos meus lados. Na profundeza fazia ruído o gelado riacho de trutas. Nenhum turista se perdia naquela altura intransitável, a ponte ainda não estava assinalada nos mapas. - Assim eu estava estendido e esperava; tinha de esperar. Uma vez erguida, nenhuma ponte pode deixar de ser ponte sem desabar.
Certa vez, era pelo anoitecer - o primeiro, o milésimo, não sei -, meus pensamentos se moviam sempre em confusão e sempre em círculo. Pelo anoitecer no verão o riacho sussurra mais escuro - foi então que ouvi o passo de um homem ! Vinha em direção a mim, a mim. - Estenda-se, ponte, fique em posição, viga sem corrimão, segure aquele que lhe foi confiado. Compense, sem deixar vestígio a insegurança do seu passo, mas, se ele oscilar, faça-se conhecer e como um deus da montanha, atire-o à terra firme.
Ele veio; com a ponta de ferro da bengala deu umas batidas em mim, depois levantou com ela as abas do meu casaco e as pôs em ordem em cima de mim. Passou a ponta por meu cabelo cerrado e provavelmente olhando com ferocidade em torno deixou-a ficar ali longo tempo. Mas depois - eu estava justamente seguindo-o em sonho por montanha e vale - ele saltou com os dois pés sobre o meio do meu corpo. Estremeci numa dor atroz sem compreender nada. Quem era? Uma criança? Um sonho? Um salteador de estrada? Um suicida? Um tentador? Um destruidor? E virei-me para vê-lo. -
Uma ponte que dá voltas ! Eu ainda não tinha me virado e já estava caindo, desabei, já estava rasgado e trespassado pelos cascalhos afiados, que sempre me haviam fitado tão pacificamente da água enfurecida.
ORAÇÃO
Ó Mãe querida do meu Salvador
Lançai um olhar de piedade ao povo do Sul do Brasil
que sofridamente implora por Tua presença .
Apresenta esses filhos maltratados pela tragédia a seu Filho Jesus .
Claro que Ele já os tem nas suas mãos
Mas faça como nas "Bodas de Caná "
"Eles não tem mais vinho "
Sim , eles eles estão em desalento
É muito sofrimento !
Peça-lhe que lhes dê o "Vinho" da esperança "
Da Fortaleza , da fé que os conduzirá novamente ao caminho do alento
Que ilumine o coração das autoridades para que deixem de lado o comodismo
Investiguem possíveis causas resultantes de negligência e omissão.
editelima 60
Maio 2024
Em organizações do "saber",
Um intercâmbio comercial se vê,
Como em artes marciais, começa-se,
Com o cinto branco a aparecer.
Mas logo, sem treino ou suor,
Vai-se à loja, cintos comprar,
Do branco ao negro, sem temor,
Sem a essência de aprender.
Um cinturão negro se ostenta,
Sem ter noção ou saber,
Só valida o ego que alimenta,
O ser sem verdade, só parecer.
Assim, nessa busca incessante,
De subir sem mérito, só poder,
Vê-se com títulos, sem a constante
Compreensão do ser, do viver.
O que deveria ser jornada,
De crescimento e de aprender,
Torna-se vaidade disfarçada,
Para ostentar sem merecer.
Num espaço dedicado ao cultivo do corpo e do espírito, surge um homem cuja alma anseia desvendar os mistérios do Karaté. Vestindo o cinto branco, emblema de pureza e iniciação, ele comparece aos treinos, embora o seu esforço seja tão efémero quanto a brisa fugaz.
Encantado não tanto pelo rigor do treino, mas pela camaradagem e pelas conversas pós-luta, regadas a cerveja, ele busca mais do que a maestria técnica: procura a camaradagem que tanto anseia, numa jornada onde o esforço parece ser um mero detalhe.
Entretanto, à medida que o tempo avança, ele percebe que o reconhecimento do mestre não lhe é concedido, não obstante a sua presença constante. Tal constatação desperta nele uma chama de insatisfação, alimentando a decisão de se desviar do caminho estabelecido.
Assim, unindo-se a outros de espírito semelhante, ele empreende a criação de um novo dojo, onde as promessas de ascensão rápida e a promiscuidade social são as novas moedas de troca. Adquirindo o cinto negro não pela via da dedicação, mas pelo poder monetário, ele ergue-se como o grande Sifu, iludindo-se com a miragem da autoridade.
Neste ambiente que ele próprio forjou, rodeado por almas cúmplices na sua ilusão, o fracasso torna-se motivo de celebração, enquanto a excelência real é eclipsada pela máscara do sucesso fabricado. Na encenação do poder e prestígio, refugiam-se, ávidos por uma validação que não encontram nas suas vidas para lá das paredes do dojo.
Os verdadeiros buscadores da arte, ao vislumbrarem a futilidade deste teatro de vaidades, logo se retiram, deixando para trás aqueles que preferem o simulacro do conhecimento à árdua jornada da aprendizagem genuína. E assim, o dojo prospera, não pela luz da verdade, mas pela sombra da ilusão, onde o ser e o parecer se entrelaçam numa dança sedutora.
Feijões ou Problemas?
Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava
encontrar um sucessor. Entre seus discípulos, dois já haviam dado
mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia ser
escolhido. Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para
colocar a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns
grãos de feijão, que deveriam colocar dentro dos sapatos para, em
seguida, empreender a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova. Nos primeiros quilômetros,
um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e
tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando
imensa dor. Ele ficou para trás, observando seu oponente sumir de
vista.
Prova encerrada, todos voltaram ao pé da montanha para ouvir do
monge o óbvio anúncio. Após o festejo, o derrotado aproxima-se de
seu oponente e pergunta como ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos. Ele respondeu:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei.
Carregando feijões ou problemas, sempre há um jeito mais
fácil de levar a vida. Problemas são inevitáveis, mas a duração do sofrimento quem determina é você.
"Foco no progresso, estique mais a corda..."
Quero Cantar um Cântico Novo
Ah como quero cantar a ti uma nova canção
Daquelas que brotam do peito, no pulsar do coração.
Sem texto premeditado
Sem nenhum traço editado,
No ritmo, na melodia, na harmonia da Adoração.
Como quero teu nome exaltar
Sua Face contemplar
Sua grandeza exaltar
Com a mais pura inspiração
Quero cantar um cântico novo
Dizer meu Senhor, te amo de novo
Como se fosse a primeira vez!
Cantar a Alegria e o Renovo
Nos Teus átrios diante do Teu povo,
Te dando Glórias Oh Rei dos Reis!
Como quero Te surpreender
Com Acordes de dedicação
Demonstrar o meu maior afeto
Com a mais sincera emoção!
Como anseio tocar as Tuas vestes
Nas belas mansões celestes
Pela Graça que nos destes
No Calvário a Salvação!!!
LCS....ENJ
Houve um tempo, quem sabe você se recorda, em que a vida era inteiramente sua. Só sua. Mas, como folhas carregadas pelo vento, você se perdeu nas curvas sinuosas do caminho. Deixou-se levar pelos desejos dos outros, pelas expectativas alheias, e sua própria voz, antes tão clara e vibrante, foi ficando em silêncio.
No começo, as concessões eram pequenas, quase invisíveis. "Faça isso por mim", "Você poderia tentar aquilo?". E você, de coração aberto e generoso, aceitou. Cada passo em direção ao que não era seu fez com que deixasse partes de si pelo caminho, pedaços que, quando juntos, formavam a essência do seu ser.
Um dia, ao se olhar no espelho, a imagem refletida era estranha. Onde estava aquele brilho nos olhos? Aquela paixão que iluminava seus dias e aquecia suas noites? Ah, a saudade de si mesmo! Saudade de um tempo em que as risadas eram autênticas, os sonhos eram altos e as esperanças, infinitas.
Você se lembra? Houve uma época em que os risos ecoavam e os sonhos floresciam. Aquela época era sua. Agora, parece coberta por sombras, a alegria murchou, e os risos se tornaram ecos distantes. É triste perceber que, ao viver a vida dos outros, você esqueceu de viver a sua própria.
Mas nem tudo está perdido. A vida é como uma ampulheta, onde cada grão de areia representa um momento, uma escolha, uma lembrança. E se cada grão que caiu não pode ser recuperado, sempre existe o presente, o aqui e agora, para ser vivido com autenticidade.
Comece a juntar os pedaços deixados pelo caminho. Reconheça suas próprias vontades, seus desejos, suas necessidades. Redescubra sua essência e comece a cuidar de si novamente. Remova as ervas daninhas da conformidade, plante novas sementes de esperança, regue com suas lágrimas e adube com suas risadas. Deixe que o sol da sua autenticidade brilhe outra vez.
Lembre-se, viver a vida que é sua não é egoísmo. É um ato de coragem, de amor próprio. É redescobrir aquela criança que sonhava sem limites, que acreditava no impossível, que via beleza em cada canto. É permitir-se ser, plenamente, o que sempre foi destinado a ser: você mesmo.
E ao final dessa jornada de reencontro, quando olhar para trás, verá que a saudade de si mesmo foi o impulso necessário para redescobrir a beleza da sua própria essência. E perceberá que a vida, afinal, é uma poesia escrita com cada batida do seu coração, cada suspiro da sua alma. E essa poesia, é única e incomparável.
No sorriso de uma criança, mora a alegria,
Um sol que nunca se apaga, ilumina o dia.
São mestres de um amor puro, sem condição,
Oferecem ao mundo sua mais pura canção.
No seu olhar, a curiosidade infinita,
Cada coisa é nova, cada passo, uma conquista.
Vivem o presente, sem pressa, sem dor,
Ensinar-nos a ver o mundo com mais cor.
Ah, se em nós renascesse essa inocência,
Se a vida fosse, novamente, pura essência!
Despertar cada manhã com olhos de criança,
Abraçar o dia com renovada esperança.
São pequenos mestres de uma grande verdade,
Que no coração simples mora a felicidade.
Nos ensinam a rir, a amar sem temer,
A encontrar magia no simples viver.
E nesse dia especial, que a infância celebra,
Que cada adulto se lembre e reverbera,
A alegria inata, a curiosidade e o amor,
E redescubra no próprio peito esse fervor.
Seja cada dia um novo despertar,
Como crianças, aprender a sonhar.
Que possamos, enfim, de coração aberto,
Ver o mundo, de novo, num brilho incerto.
Pois dentro de nós, há uma criança escondida,
Que anseia por viver, por amar, por ser vida.
No dia da criança, que esse ser floresça,
E que a mágica do mundo, em nós, permaneça.
Um tecladista experiente me disse uma vez, enquanto eu ajustava as configurações do teclado para deixar o som do jeito que eu queria:
"Henrique, já tem uma configuração que eu fiz com um som muito bom. Se você começar tudo do zero, será mais difícil. Quando algo já está dando certo, o ideal é dar continuidade, melhorando apenas o que precisa ser ajustado, sem voltar ao início. Assim, você evita o dobro de trabalho. O importante é contribuir para criar coisas novas, utilizando o que já foi feito com esforço para existir.
Apreciar e sentir o término de um dia é um presente de Deus… e Ele, o Criador, vai espalhando luz pelo Céu, até onde nossa vista alcança.
Aquelas estrelas que mal conseguimos ver como um pingo de luz são tão lindas como aquelas que apreciamos mais de perto… TRAGA DEUS PARA SUA VIDA, SEJA PORTADOR DE ESPERANÇA E ALEGRIA NA VIDA DAS PESSOAS! Seja Luz!
Tenha uma noite de esperança e um sono que descanse sua mente, seu corpo…
BOA NOITE!
Carrego em mim um mar de sonhos,
Mas vivo cercada de ventos contrários,
Pessoas que sugam, semeiam espinhos,
Corações vazios, olhares mercenários.
Dou o meu melhor, espalho luz,
Enquanto me puxam para a escuridão,
Esgotam minha força, testam minha fé,
Mas não calarão meu coração.
Eles temem o voo, o brilho alheio,
Querem lucro, nunca conexão,
Mas meu espírito é chama que arde,
Forte, indomável, em constante evolução.
Não desisto, mesmo exausta,
Pois sei que há um amanhã de paz,
Onde as correntes que hoje me prendem
Serão memórias que ficaram para trás.
Sigo firme, semeando o bem,
O futuro me espera, doce e sereno,
E aqueles que hoje me atrasam o passo
Nunca alcançarão o meu terreno.
Eu te encontrei,
e havia no ar uma promessa,
um calor no vazio que antes habitava,
um sonho de alma entrelaçada.
Eu via potencial nos teus olhos,
um futuro que brilhava distante,
mas os dias passaram,
e o brilho virou silêncio,
um peso que carreguei sozinha.
Teus passos pararam,
frente à tela que não dizia nada.
A casa quieta, sem vida,
o diálogo, ausente,
os sonhos, adormecidos.
Eu, que buscava fogueiras,
ganhei cinzas.
Eu, que via beleza na natureza,
encontrei desordem.
Eu, que ansiava por almas,
encontrei um corpo cansado.
E então veio a fúria,
não tua, mas da dor que te moldou,
e a ferida que carrego agora
fala mais de nós do que qualquer palavra.
Ainda assim, desejo teu bem,
mesmo quando o meu coração
não sabe mais o que sente.
Porque amar também é aprender a partir,
é respeitar o que não pode ser.
Hoje, olho para dentro,
procuro as respostas nas minhas raízes,
porque sei que mereço mais
do que apenas existir ao lado de alguém.
Mereço ser fogo,
mereço ser vida.
De ti, levo o aprendizado,
um desejo manso de que encontres o teu caminho,
mesmo que ele não cruze mais o meu.
"O escrúpulo exagerado tem sempre como pano de fundo um ideal de perfeição irrealizável. A pessoa propõe a si mesma uma meta sublime, um projeto que, na prática, não pode efetivar-se e acaba por sucumbir ao sentimento de inferioridade, a cada derrota que a vida lhe impõe. Daí ao estado de tristeza patológica, chamado por alguns de “depressão”, é um pulo.
Esta espiral psíquica descendente pode acarretar um sem-número de dramas humanos, quer por carência, quer por excesso de força vital do indivíduo chegado a tão triste situação: da psicopatia astênica, muito semelhante à realidade que os medievais chamavam de “pusilanimidade”, àquilo a que Adler deu o nome de “ideal de divindade”, atitude para Santo Tomás de Aquino muito próxima à da soberba. Neste último caso, o sujeito se propõe objetivos que, a cumprirem-se, fariam dele uma espécie de semideus virtuosíssimo. Como isto é impossível, para evitar a frustração ele hipertrofia os próprios méritos – consciente ou subconscientemente – e vive de alimentar a auto-estima com mentiras.
O mencionado Adler dizia, num acerto notável, que a ambição desmedida é própria das personalidades neuróticas, atormentadas por não atingirem a perfeição com os seus próprios esforços. Se se trata de ambição espiritual, a coisa acaba por ganhar configuração macabra.
Senso de realismo e um pouco de sã modéstia nas metas de vida; eis, aqui, o primeiro passo para uma pessoa não viver neuroticamente".
Garota Confusa
Ela veio como vento, sem saber o caminho,
Um riso perdido, olhar tão sozinho.
Falava de sonhos sem explicação,
E escondia verdades no seu coração.
Era doce e amarga, mar e deserto,
Um passo em falso, um querer tão incerto.
Eu tentei entendê-la, mas me perdi,
Pois ela era um mistério que nunca abri.
No fim, partiu como quem não quer ficar,
Deixou saudade onde quis me apagar.
E eu, que só queria lhe dar um lugar,
Descobri que não se prende quem não sabe amar.
Por quanto tempo mais te esconderás atrás da miragem de um amanhã garantido?
A vida não espera, e o futuro, por mais que te seduza, é apenas uma promessa incerta. O agora é o único palco onde podes atuar, o único instante em que o milagre da existência acontece.
Prorrogar o amor, o respeito, ou até mesmo tua própria felicidade, é declarar guerra contra o tempo que te foi dado.
Desperta! O próximo segundo pode não ser teu. Vive, ama, transforma; e começa agora, pois o momento presente é tudo o que realmente tens.
Dentro de mim, uma dor uivava.
Abriu-se um buraco no meu peito.
Quando você partiu, meu mundo partiu também
A vida que eu esperava que você vivesse, desapareceu e a minha também.
O tempo parou e nada voltou a ser como era antes, me deparo com uma realidade devastada.
Por ter me comprometido a te amar, hoje, aprendo a conviver com sua perda e a sobreviver a essa dor.
Quem conheceu o amor é quem sente a dor do luto.
Viva para sempre em nós, Jasna.
Linda Goiânia!
O que um sonho é capaz!
Das terras da Serra Dourada que as esmeraldas rolavam das suas correntezas de águas límpidas e iam fertilizar as mentes aventureiras do serrado - nasceu você, linda Goiânia! Guardiã dos ideais e honra, dos heróis que fizeram de você a noiva mais bela da Vila Boa de Goiás - o solo fértil dos anhangueras... De Goiás.
Coração em sombras
Na escuridão do coração,
Onde sombras dançam sem luz,
Um vazio profundo habita,
E a dor se esconde sem cruz.
Nesse abismo sem fundo,
Onde a esperança se perdeu,
A solidão ecoa forte,
E o silêncio é o único refrão.
Mas mesmo na escuridão,
Há uma centelha que resiste,
Um fio de luz frágil,
Que clama por redenção.
Não se perca, coração,
Na escuridão que te cerca,
Busque a luz que te guia,
E encontre a paz que te cerca.
"Sombras da Tristeza"
A noite caiu, e a escuridão me envolveu,
Como um manto de tristeza, que não me deixa respirar.
A lua está escondida, e as estrelas não brilham,
E eu estou aqui, sozinho, mergulhado na tristeza.
Meu coração é um poço de dor,
Onde as lágrimas caem, sem parar.
Minha alma é uma sombra, que vagueia sem rumo,
E eu estou aqui, perdido, sem saber o que fazer.
A tristeza é um peso, que me esmaga,
Um fardo que me impede de respirar.
E a escuridão é um abismo, que me engole,
E eu estou aqui, sozinho, sem saber como escapar.
Mas mesmo na tristeza, há uma beleza,
Uma melancolia que me faz refletir.
E mesmo na escuridão, há uma luz,
Uma esperança que me faz continuar.
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