Caos
POEMIA
Sobrevivendo em meio ao caos,
Em meio a uma sociedade suja e atemporal.
Com sabedoria,
Procuro saber quem são os meus.
Com angústia,
Vejo o sofrimento dos seus.
É o pobre fim de mês.
Passa tempo paratempo e nunca é a bola da vez!
Sabemos que o justo não prejudica nem mata.
E que aqui os ladrões andam de terno e gravata.
A esperança e o desejo, é de nos conhecermos mais...
Quando o respeito pela vida infelizmente já ficou para trás.
Em meio a um mundo que jaiz,
Me surpreenderia uma pandemia de paz!
AINDA ONTEM, CHOREI
Ainda ontem eu chorei.
Chorei por saudades minhas,
Chorei pelo mundo em caos
Pelo amor a minha sobrinha
Por motivos bons e maus.
Chorei por não visto mais
As pessoas que eu amo,
Por ser ainda tão frágil,
Eu chorei pelos meus planos.
Chorei por alguns erros
Que precisam estar em segredo,
Por não sido o que devia,
Por ter sido somente um brinquedo.
Eu chorei porque ainda
Continuo com os meus medos.
Chorei por ter dito não
Chorei por ter dito sim
Chorei porque alguns ciclos
Tiveram que chegar ao fim.
Chorei porque não pensei
Que fosse tudo assim,
Chorei porque a minha essência
Ainda permanece em mim.
Ah...sei lá...o caos está instalado no Brasil, no mundo...sinto que a tendência é piorar. A angústia bate forte no peito. Vejo um cristianismo tão distante do Cristo de quem empresta o nome. Igrejas, tão corrompidas pela ganância, abraçam a causa política como se esta fosse veementemente o solução para as mazelas humanas. Piora muito o fato de estar tão claro o quanto os governantes, com suas falas bonitas (e algumas muito feias), seus carrões, aviões e o escambau, contrários aos desvalidos, às minorias, aos que tentam, desesperadamente, colocar o pão na mesa da sua família, serem ovacionados pelos Crentes. Estes (ou melhor, ambos), defendem ideais, brigam por posição:"direita", "esquerda", apontam o dedo na cara dos que não concordam com o que consideram correto. Tanta sujeira, tanta dor, tanto desamor. Estava aqui pensando: "se Cristo chegasse agora, no mundo, mais precisamente no Brasil, sentir-se-ia feliz em uma igreja cristã, ou choraria com a humanidade de olhos marejados?"
Cinesia da vida
Vivo entre o caos e a poesia
Navegando entre a tormenta e a maresia
Ontem eu era noite, hoje sou dia
Mas amanhã quem sabe? Eu seja uma heresia
Servindo à vida com cortesia
Aproveitando a euforia e a ousadia
Enquanto aguardo o fim da minha estadia
Nesse mundo, meio fantasia.
de todos os silêncios
que perturbam meu caos
esse parque vazio é o que mais faz ruído em minhas lembranças.
Minhas mãos foram queimadas pelas chamas do caos e não foram feridas por nenhum outro fogo desde então. Meus olhos foram cegados pelos corpos celestes e, desde então, enxergam mais do que qualquer olho mortal. Sei que vocês não têm poder sobre o futuro, mas eu posso profetizar e ajudá-los.
Nos seus olhos
um convite.
" Seja bem vinda
ao caos "
Na minha boca
a resposta...
" Dancemos
com ele "
te daria
meu mundo.
se sua sanidade
suportasse meu caos.
Porém...
com a gente sempre tem um
" Porém..."
Não é novidade que o caos impera sobre a vida. Suas injustiças e descaminhos fomentam as grandes utopias. Mas, ao olhar no seu olhar, naquela noite de outono, como quem olha para o céu e se sente observado, pude entender também que para cada ser caótico como eu, existe um ser utópico como você. Por um instante de duração duvidosa, meu mundo parecia potencialmente ordenável e nele as leis autoritárias da física não eram aplicáveis.
Se errei foi até mesmo no erro em boa intenção... te dizem sofrer, ser silenciado, viver um caos, que em terra essa, pode se dar o nome de inferno, você com seu nobre coração estende uma e outra mão...
Essa verdade não existe, a mão esta é equívoco, até ali você não vê, se torna parte do jogo de xadrez que nem ao menos sabe jogar....
Pessoas acostumadas a empunhar lanças acham que todos estão dispostos a degladiar, porém da terra que venho o amor é escudo e a lança não tem poder...
Essa é sua guerra, eu não a travei...
Por que me chamas pra lutar se não tenho armas em equivalente a sua guerra?
Não vim para duelar sou feita de paz, se suas armaduras te brindam as minhas são vitror, eu não carregarei espada...
Se a caso me ferir seja seu maior trunfo, eu segurei “Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...”
