Cansei de ser Alguma coisa que não sou
Nunca estou realmente satisfeita quanto a entender alguma coisa; porque, até onde entendo, a minha compreensão só pode ser uma fração infinitesimal de tudo o que eu quero compreender.
Quando discernires que deves fazer alguma coisa, faz. Jamais evites ser visto fazendo-a, mesmo que a maioria suponha algo diferente sobre a ação.
Amor não é algo que alguém é capaz de sentir ou não com base em alguma mágica. Alguma química. Isso é teatro. Amor é determinação. Amor é uma escolha que se faz.
Não acredito em mulher alguma,
como não quero que acreditem em mim...
que apenas me ouça e se quiser,
siga-me, sem julgamentos e cobranças.
O destino e o tempo mostram
quem são as pessoas
a quem deveríamos ou não acreditar.
(Sócrates Di Lima)
Não vejo razão alguma para que as opiniões desenvolvidas neste volume firam o sentimento religioso de quem quer que seja.
O tempo passa rápido demais.
Você pode se arrepender de ter feito alguma coisa.
Mas irá se arrepender mais ainda se não fizer nada.
Não espere ter tempo para fazer alguma coisa, o mundo é movido por pessoas ocupadas. Os desocupados não participam das grandes mudanças no mundo.
De alguma forma, a marca definitiva do contemporâneo é o narcisismo estéril e o individualismo histérico.
Quando você fizer alguma coisa, faça-a com todas as suas forças.
Ponha a sua vida nela.
Mas não a possua nem se deixe possuir por ela.
Não se agarre a ela.
Quando ela estiver concluída, deixe-a ir.
Canção do Sannyasi
Faze vibrar o canto! A onde que nasceu
Lá longe, onde mácula alguma do mundo jamais chegou,
Nas cavernas das montanhas e nas clareiras das frondosas selvas,
Cuja calma nenhuma ânsia de luxúria, fama ou fortuna
Atreveu-se jamais a turvar, lá onde fluía a torrente
De sabedoria, verdade, e a bem-aventurança que as acompanha,
Canta alto este mantra – intrépido Sannyasin! – dize:
“Om tat sat, Om”
Rompe teus grilhões! Laços que te atam
De ouro reluzente ou de metal ordinário,
Amor, ódio; bem, mal; e todas as demais dualidades.
Sabe: escravo é escravo acariciado ou açoitado, nunca liberto.
Pois algemas, embora de ouro, nem por isso
Menos forte são ao encadear.
Então fora com ela – valoroso Sannyasin ! – fala:
“Om tat sat, Om”
Dissipa a obscuridade ! Fogo fátuo que agrega,
Com luz tremeluzente, mais sombra sobre sombra.
Extingue para sempre esta sede de vida que arrasta
A alma, de morte e nascimento, de nascimento a morte.
Conquista tudo, aquele que consquista a si mesmo. Sabe isto não te rendas
Jamais – bravo Sannyasin ! – clama:
“Om tat sat, Om”
“Quem semeia colhe” – dizem – e a causa trará
O inevitável efeito: o bem, bem; o mal, mal, e ninguém
À lei escapa. Pois qualquer que tome uma forma
Tem que aceitar os grilhões. Absolutamente certo ! Contudo, mais além
De nome e forma está o Atman, sempre livre.
Sabe que tu és Aquele – pertinaz Sannyasin – louva:
“Om tat sat, Om”
Ignoram a verdade aqueles que sonham sonhos tão frívolos
Como pai, mãe, filhos, esposa e amigo.
O Eu Supremo assexuado, de quem é pai, de quem é filho?
De quem amigo, de quem inimigo é Ele, que não é senão o Uno?
O Eu Supremo é o todo em tudo, ninguém mais existe.
E tu és Aquele – valente Sannyasin ! – afirma:
“Om tat sat, Om”
Só existe Um: o Liberto, o Conhecedor, o Eu Supremo !
Sem nome, forma ou nódoa.
Nele está Maya, sonhando todo este sonho.
Ele, a testemunha, manifesta-se como natureza e espírito
Sabe que tu és Aquele – denodado Sannyasin ! – exclama:
“Om tat sat, Om”
Onde buscas? Aquela liberdade, amigo, nem este mundo
Nem o outro te podem dar. Vã é tua procura
Em livros e templos. É só tua mão que agarra
A corda que te arrasta. Cessa, portanto, teu lamento,
Solta a amarra – indômito Sannyasin ! – exalta:
“Om tat sat, Om”
Dize: Paz a todos ! De mim não haja risco
Para qualquer ser vivo. Nos que habitam as alturas e
Naqueles que rastejam pelo chão, eu sou o Eu Supremo!
Renuncio a toda vida aqui e além,
A todos os céus, terras e infernos, a todas esperanças e temores.
Corta assim todos os teus laços – arrojado Sannyasin! – brada:
“Om tat sat, Om”
Não te importes mais como este corpo vive ou morre.
Tua tarefa está feita. Deixa que karma te conduza em sua corrente.
Que alguém te ponhas guirlandas e outro te maltrate
Esta carcaça – nada digas! Não pode haver elogio ou vitupério
Onde o que elogia e o elogiado, o caluniador e o caluniado são Um.
Sê, assim tranquilo – destemido Sannyasin! – celebra:
“Om tat sat, Om”
A verdade nunca medra onde habitam luxúria, fama
E cobiça de lucro. Nenhum homem que pensa em mulher
Como esposa pode ser perfeito.
Tampouco aquele que possui o mais ínfimo bem; nem
Aquele ao qual a ira subjuga pode trespassar as portas de Maya.
Portanto, abandona tudo isso – ousado Sannyasin! – glorifica:
“Om tat sat, Om”
Não tenhas casa. Que lar pode te conter, amigo?
O céu é teu teto, a relva teu leito e, alimento,
Aquele que o acaso te traga – bem ou mal cozido – não o julgues.
Comida ou bebida alguma corrompem aquele nobre Eu Supremo
Que se conhece a Si Mesmo. Tal como um rio impetuoso e livre,
Sê sempre tu mesmo – corajoso Sannyasin! – exprima:
“Om tat sat, Om”
Raros são os que conhecem a Verdade. Os demais te odiarão
E rir-se-ão de ti – Ó Grande! – mas não lhes faças caso.
Vai – Ó Livre – de lugar em lugar e ajuda-os
A sair da obscuridade do véu de Maya.
Sem temer a dor e sem buscar prazer,
Transcende a ambos – estóico Sannyasin! – recita:
“Om tat sat, Om”
Assim, dia após dia, até que exaurido o poder de karma,
Libera tua alma para sempre. Não mais nascimento!
Nem eu, nem tu, nem deus, nem homem! O “Eu” tornou-se o Todo,
O Todo é o “Eu”, é Beatitude, Bem-aventurança.
Sabe que tu és Aquele – audaz Sannyasin! – canta:
“Om tat sat, Om”
Se está em dúvida se alguma coisa é certa ou errada, então, ela é errada, as coisas certas não criam dúvidas
Se alguma coisa não deu certo pra você, não jogue a culpa no amor. Ele não tem nada a ver com isso. As coisas dão certo até onde têm que dar. Se parou de funcionar, se o amor morreu sufocado ou afogado, se não tem mais jeito, o negócio é viver o luto, curtir a fossa e cuidar da vida. Fazer aula de italiano, ler vários livros, assistir filmes, jogar charme para o vizinho do andar de cima. Sem ofender o amor e os apaixonados. Porque um dia você vai amar de novo.
Eu tento todo dia não pensar em você, mas o próprio esforço pra não lembrar, de alguma forma, já é a prova de que não consigo.
Amor da minha vida leia com atenção pois eu te amo tanto que não poderia de expressar de alguma forma a não ser assim.No começo pensei que você nunca fosse me olhar. Mas olhou. Sempre achei que mulheres como você não se interessavam por caras como eu. Mas se interessou. Então descobri que os meus defeitos não te incomodavam nem todos não é amor sei q preciso melhorar mas deixa eu continuar, e que também enxergava qualidades que eu nem sabia que as tinha. E as coisas foram ficando mais simples, e de repente me dei conta que era mais feliz quando estava com você, e que precisava dormir e acordar todos os dias ao seu lado, já que o pior momento do dia era a hora que você dizia tchau até amanhã pois eu queria esta com você ficar com você. Passei então a imaginar meus filhos com os seus olhos e o seu sorriso, e aos poucos tudo aqui dentro mudou. Aquele solteirão convicto de anos atrás virou esse bobão apaixonado. Aquele cara que não entendia porque as pessoas mudavam tanto quando estavam namorando, hoje tem orgulho de quem se tornou, e muito disso graças a você. E é por isso que hoje estou aqui, tremendo dos pés a cabeça, não por medo de estar tomando uma atitude errada, e sim pela grandiosidade do momento. O momento em que te peço para que nossas vidas virem uma só, que me deixe ser o pai dos seus filhos, para que me encha de orgulho assinando o meu nome e para que me dê a honra de ser a minha mulher. Pra você guardei a frase que todo homem precisa dizer um dia. Quer casar comigo? Eu te amo amor
