Cansei de Acreditar no Amor
"Com amor, você consegue se libertar das amarras do pecado, gerando a tolerância, a humildade, a persistência, a perseverança, a fé, a esperança, a serenidade e a sabedoria".
O meu amor inicia-se na entrega
Respeitando os meus limites
Pois quando se deixa de pensar aí já é paixão
E já era uma vida, foi tudo em vão.
Só o que resta é a cara triste
De quem destrata o trato que fez com o amor
E a alma desidrata sem a água viva do amor
"Deus nos mostra o verdadeiro caminho da paz, do amor, da felicidade, da esperança e nos ajuda a superar todas as adversidades".
Os braços da saudade abraçam o vento,
E as lágrimas no rosto do amor
Nos remete à chuva vinda do firmamento
Para sermos lavados e livres da dor.
Seu olhar, faz amar
Sua presença, traz confiança
Sua alma, acalma
Seu amor, meu cobertor
Seu corpo, meu repouso
Seu sorriso, tudo que preciso
E eu abro meu coração
E declaro meu amor pela nossa língua portuguesa,
Todos os povos irmãos,
Nossas almas unidas falando o mesmo idioma,
O idioma do coração,
Da saudade,
Do amor e da felicidade.
Um breve lampejo,
sublime ternura,
descrever o amor de mãe!
Penso logo na minha,
guerreira, protetora e plena!
seu nome, VERA HELENA!
Minha base sólida, alicerce inexpugnável!
História de vida notável!
Obrigado mamãe!
Do seu filho, uma pequena homenagem,
para uma mãe insuperável!
Há dois tipos de avarentos: O avarento do dinheiro e o avarento do amor. O primeiro é digno de repúdio e o segundo é digno de pena.
Conhece-se o amor, pelo seu perfume, ele é assim, puro, gostoso, castiço e cheiroso... O amor é detentor de vários prêmios, que são os sentimentos, que nos levam até o válido caminho, por onde ele costuma percorrer...
Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira) no livro Sempre Amor página 15
"Procure cultivar a chama do amor, da paz, da sinceridade, da bondade, da fé que está acesa dentro de você ".
Tons,
De amor vem calada
Tacada no sonhar
De cor faz bela vida
Vista, vivida, caída
No deitar
De multe tons se multa
Em plena altura
De queda livre se vai
No apogeu de ergo
Plumo de ser
Do amor que tudo pare
Em plena pintura astral
Dor Enevoada amorfa
Que esconde
Em ser
De plena forma
Tacada, calada
Entra pintura em caos
Que há beleza nunca toca
No âmago de tons de sonhos bons
Me pegando
A expectar
