Caminhos
Caminhos percorridos por calçadas de Lisboa, bons dias as pessoas, a enchente começa a partir das 10 ao Sábado, abrem -se as portas dos estabelecimentos, um pequeno almoço convidativo e apelativo na rua Augusta, sobe-se pelo Chiado espreita-se a Gardênia, Bertrand, vê-se o Natal espreitar no decurso das ruas, as luzes instaladas apagadas a espera de cintilar.
Os vendedores ambulantes apregoam a arte, a leitura.
O Museu homenagea a José Saramago a Lisboa, recordações intemporais guardadas nos corações dos demais com felicidade e amor incondicional.
Passar no Museu Nacional de Arte Contemporânea banquetear de exposição de abstracionismo de vários artistas, as pinturas num contexto com planos monocromáticos, com blocos, linhas gestuais bidimensionais e tridimensionais, com fundo e geometria. Outra exposição denominada Nature, onde provém a essência da precessão de uma existência a pedras mais duras, diamantes representados na sua real intenção divina onde as cores do arco íris transparecem o rebento do ser e do existir pela força de expressiva de espaços e pontos.
Numa outra parte a arquitetura se desdobra e multiplica como a lapidação de um diamante. Em várias secções.
Finda aqui a minha observação neste dilema de busca, pesquisa e de vida.
Por: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Deus, iluminai os nossos caminhos, desvia-nos das trevas. Dai-nos forças para cumprirmos a nossa jornada com dignidade e fé. O caminho para recuperação espiritual nem sempre é florido. Proteja pai, nossos filhos, netos, irmãos etodos os quefazem parte das nossas vidas. Peço a vós que através da fé e respeito a ti, se levantem homens do bem e lutem pela paz. Assim seja amém!
Olhe o horizonte
Sempre hão de haver caminhos.
Até nos descaminhos, se chega a algum lugar.
Não há sábio que já não tenha errado.
Nem indouto que não tenha acertado.
A vida é uma longa viagem.
De onde saímos sem mestrado.
Portanto, largue todo o peso das muitas bagagens.
Leve só o suficiente de cada experiência adquirida.
E verá quão mais leve chegará ao destino final,
Nesse caminho só de ida.
Quanto ao resto, esqueça.
E vá viver a vida.
Antes que a morte a sucumba, enquanto anda distraída.
Se aborrecer, porquê, com quem não está nem aí pra você?
Descubra que há vida antes da tumba.
Deu pra entender?
by Elmo Writter Oliver I
23.11.2016 - 21h48
Vivemos acendendo as luzes para iluminar os nossos caminhos.. Mas acabamos vivendo na mais profunda escuridão quando mentimos uns para com os outros.
Busto de Celeste -
Ó Celeste que nasceste ao Sol-poente
por caminhos, estradas ermas a cantar,
quero ouvir um fado na tua voz ardente
que me leve pela vida a pairar!
Canta um Fado ao Sol-nascente!
Tua vida é um poema à beira-mar,
teu olhar é uma seara reluzente
e teu rosto traz a formosura do luar!
Levas no olhar a presença dos Poetas,
como o Sol que tomba, sempre, junto ao mar
ou as rosas que espalham mil matizes pelo ar!
Canta Rosa-Branca esse canto de Profetas
que a tua voz dissipa a tristeza mais agreste
e dá ao Sol-nascente aquela força que nos deste!
(Para Celeste Rodrigues)
Amar
Amplitude do navegar
O fascínio do mar
Mostra a vastidão da profundeza
Refaz caminhos antes não sentidos.
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades,caminhos sem acidentes,trabalhos sem fadiga,relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão,valorizar o sorriso refletir sobre a tristeza,usar o prazer para lapidar a nossa dor. Jamais desistir de nós, jamais desistir daqueles que amamos, jamais ser feliz,pois a vida é um espetáculo de momentos imperdiveis.
Somos salvos pela graça, para vivermos uma vida totalmente nova e longe dos caminhos do pecado. Pois, onde abundou o pecado, a graça de Deus se manifestou sobremaneira através do Espírito Santo em nós.
No Caminho da leitura eu me tornei minha própria salvação.
Compreendendo vários Caminhos e intenção, Mais nunca entendi o meu coração.
Se ler o que já foi escrito é entender, então no meu caminho eu busco compreender cada intenção.
A leitura é uma porta pra outro mundo aonde vc passar por várias experiências...
Um livro um sonho, Um sonho um livro, então o mundo que nós vivemos não seria uma história contada por alguém?...
Independente de quem sou, sobrevivi a coisas que fazem os caminhos obscuros parecerem um passeio.
Não desejamos os revéses da vida, bem como não queremos passar por caminhos dolorosos, porém, às vezes, devemos ser gratos às adversidades que, vez por outra, surgem e nos deixam em alerta. Delas tiramos alguns ensinamentos, descobrimos certos desígniosios e passamos a conhecer melhor a nós e aos outros, então começamos a exercitar a tolerância, a plantar e cultivar a simpatia, também compreendemos que é extremamente necessário treinar o autocontrole para segurar os ímpetos e as precipitações para não cometer injustiças. Em menor concepção, mas não menos importante, as adversidades também nos ensinam a perseverar diante das desistências, ou dos desânimos que algumas falas tentarão nos impor, e a fundamental qualidade que precisamos de ter neste momento é a humildade, para saber separar quem é do bem e com quem não podemos contar. Existem lágrimas que não se encontram nos choros ou nas tristezas, assim com há angústias e aflições que não são evidentes aos olhos de quem se exime das possibilidades e das clarezas, e na realidade do contraditório nem todos enxergam na mesma direção por isso tem caminhos que são ardorosos, mas nem sempre solitários. Isso nos mostra que e temos de ter paciência e sabedoria para apreciar a passagem da vida sem os desgastes do tempo, sem a infâmia da lingua, pois se há de se consumir que seja na vastidão das bondades, para que possamos colher os frutos das boas sementes que plantamos e que produziram verdadeiros sorrisos e abraços de solidariedade e amizade. Além de ser um sentido gratificante de afeto, solidariedade e amizade são uma forma indissolúvel de respeito ao outro, e à medida que praticamos ganhamos aprendizados inestimáveis, e certamente, para quem quer, temos muito mais a aprender do que ensinar, porque nas adversidades os melhores professores são a prudência, a serenidade e o equilíbrio.
John Pablo de La Mancha
