Calado
Evolução e o homem
Opositores desdenho
Percurso de repente
Matutino oportunista...
Calado falante
Galante moralmente
Realista sonhador...
Forasteiro manhoso...
Sóbrio afagos.
Dolente somente...
Reato parador serenidade
Paradigma longe de tudo
Sentido para um monte...
Frágil controle...
Desejos sóbrio ou benevolente
Bêbado por momentos
Desespero desastre...
Fora mais tarde dentro
Detritos do qual o medo
Mediante a sopro...
Vulgar centelha...
Dormente sobretudo
Para o qual seja fútil...
Derradeiro fonte confiável...
Solidão que atreva
Ser fértil infindável...
Sinceridade brandamente...
Sofrendo desatino...
Sublime poço sem fundamento...
Devorado um abismo
De querer relevantes...
Açores existirem em meio...
Trevor trechos desde as linhas...
Valores para que?
Euforia assim luxuria...
Meros babilônios...
Sombras do murmúrios...
Plenitude dos tais...
Abandono desta tua história.
Tantos ardores...
Milagres pura fogueiras de vaidades.
Disrítmico poema do poente calado
- Ai da pressa em se apressar em virdes por me buscar,
sou devagar... não sopro junto do vento,
talvez... vir-me-á um sujeito sem regras,
talvez... imporá um milésimo de tempestades,
se fores ver semear-me-ei vagares...
... Distante daqui, algum lugar onde possa discernir,
uma música calma, um lugarejo vagueado e terno,
se me faltar vez morada... vou nos campos,
nas estradas vidrado nesses lamaçais, sois vós,
sois imperatriz... das caminhadas, vingadas...
... Pões aos meus pés sapatos, não sou descalço,
vivera desnudo... implorava por teu amor,
esmolava tua visita... minha culpa contraditória,
me colocava abaixo dos teus pés, vitória,
formamo-nos numa caixa de sonhos,
selados num beijo entoando - amor e gloria (...)
Sorridente fostes ao Sol nossos triunfos, voltas calado impetuosa noite, porém me lembras que és chegada a hora de morrer, voltas a nos cobrir no vosso longo manto púrpura entre mil rosas...
Destemido qual pingo'd'chuva, indeciso, porém nada calado; jaz comigo levado em bradar aos quatros cantos, vós sereis o encanto, aquele que fora apagado há tempos em tais prantos...
Calado, por tais sentimentos que se esgueiram em minha mente, pequeno, porém se acomoda aos quatro cantos da existência, aquela promessa vestida em volto a lua, sutileza apreciativa, da injusta por justa vida depredativa...
O Egoísmo não pensa no próximo, ele vive calado, pensa calado, e acaba morrendo calado, porque seu coração é ocupado de si.
E eu que sofri calado
Ouvi tantas coisas sem poder falar
E foi ficando na memória aquilo que me tormenta
A vontade violenta de querer vingar
Matar eu não quero
Sofrer é uma opção
É uma escolha tão simples
Só preciso de uma solução
E junto do medo vem a coragem
É pouco tempo para poder pensar
Se eu mato aquilo que me tormenta
Ou acabo com a vontade de querer vingar.
Motorista Suicida
Caro suicida.
Peço gentilmente que morra calado
Pois os teus gritos são culpados
Pelas noites em que eu fico acordado.
De vez em quando no meu quarto eu ouço um barulho.
De derrapadas violentas que acontecem na Getúlio
E eu ouço, sim, eu ouço
Um suspiro de alivio seguido de um murmúrio.
“Graças a Deus, essa foi quase”.
Quase meu amigo? Acorda pra vida
Se matasse outro homem
Iria preso como homicida.
Isso se saísse vivo, da estupida batida.
Fume, beba, divirta-se a vontade.
Mas se for dirigir, por favor tenha certeza
Pois a ciência já provou que não se dirige
Depois de tomar muita cerveja.
E todos que tentaram falharam
Você não é diferente
Então não cometa loucuras
Provocando tais acidentes.
Agradecimentos prévios
Do apartamento 205.
Permanecer em silencio não implica em estar efetivamente calado... ninguém, fala mais que os pensamentos.
Até calado eu estou errado, que mundo e esse, Irmão?
Eu rezo e rezo faço minha prece e peço mas e tudo em vão.
Tu estavas triste teu sorriso uma linha
Teu rosto um traço eu beijei senti
O teu choro calado
Tu não não se mexia
Todo sem jeito sem gosto da vida
Tu choras cado tão desanimado
Tudo o que é simples e inesperado foi
Ter conhecido do lado de fora
Tu já me conhece do lado de dentro
Tu queres sim tu queres sim o que eu não sei
Impedindo assim que mil aventuras
Que não foi vivida não viva em fim a hora chegou
Por que estas sofrendo tanto por amor?
Como aliviar essa tua dor do que não foi vivido?
O desperdício da vida está no amor que não damos,
A cada dia que vivemos algo nos impede
De ser resolvido ou de se vivido
Me esquivando-nos do sofrimento,
Perdemos também a felicidade.
Deixamos de sorrir quando temos vontade
De fazer o que é certo quando chega a hora
A hora chegou vem depressa pra mim
Não vamos perder um minuto que seja
O teu coração tão amargurado
Tão tristinho assim
Tudo vai mudar é minha despedida
Quero te te ver feliz não sofras calado
Te quero feliz sorrindo pra mim
Me entrego enfim pra ti sem desculpas
Não tenho mas duvidas
já me decidi só Deus perdoa
E só Deus abençoa
MARIA DE FATIMA
Mantive-me calado por nada saber dizer, porém o silêncio de minhas palavras foram rabiscadas naquelas folhas, dando grito ao aquietar-me no amor á descrever...
O AMOR
O grande amor existe.
É feito de silêncio.
Vive calado, pensado, sonhado, atordoado, atormentado, feliz.
Incrivelmente feliz.
Apaixonado, inigualável.
Indeciso, impossível.
Na mente, na frente.
No olhar que se sente,
no olhar da gente
Quando a dores chegaram
Permaneci calado
O silencio foi meu segredo
Aprendi a ficar quieto
Sem debater-me permaneci
Fiquei sabendo que não adianta gritar ou chorar
Apenas ficar quieto me deixar levar
Entendi que não existe recompensa
E que tudo não passa de vaidades e aflição
De uma coisa tenho certeza
Não estou só.
O seu amor me disse que é passado
O meu amor no seu tornou-se calado
Tudo foi errado...
Deixa pra lá!
O criado mudo
o criado mudo fiel ao lado
sempre lacaio se faz calado
serve pra tudo
servo de agrado
mudo servil
pajem criado
de cria gentil
fadado fado
multi fértil
criado
guerreiro
mudo
companheiro
contudo
servo, criado mudo...
O relógio marca
12 horas no cerrado
não sei de qual arca
só sei que estou calado
quantas mais vou precisar
pra esquecer,
e novamente ser amado?
Quem viverá vai ver!
15/05/2016, 12'00"
Cerrado goiano
Alguns eram quietos
Outros eram levados
Um falava muito
Outro era calado
Quinze eram ao todo
E gostavam um dos outros
Eram unidos
Quase irmãos
Mas às vezes brigavam
Rolavam até no chão
Um dia os garotos cresceram
Então o sonho acabou
Não podiam acreditar
No que a vida os reservou
Tiveram que acordar
Abraçar a realidade
Perceberam que a vida
Não é tão boa de verdade
Um morreu
Outro, bem!
Não se sabe
O resto sumiu
E um está na marginalidade
De vocês amigos
Sinto saudades
Mesmo não sabendo
O que é felicidade
Mas por favor
Não percam a fé
Pois haja o que houver
Nós sempre seremos
Os Meninos da Casa de Nazaré
Uns tem como defeito outros como qualidade
Mexer comigo eu suporto calado, atacar amigos eu ainda não aprendi me calar.. É o mesmo sentimento de irmão para com irmão..
