Cair do Ceu

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Na vida não importa quantas vezes as quedas de te fez cair, e sim o número de vezes que a tua força te fez levantar.

⁠Seus abraços se encaixam perfeitamente em mim, me segurando com zelo pra não cair .

Todos fazemos coisas que não queremos que ninguém saiba. Algo de que nos envergonhamos.

Inserida por pensador

Acho que ele já descobriu que sob as circunstâncias certas, o medo da vergonha, da humilhação, o medo se ser descoberto é muito maior que o medo de morrer.

Inserida por pensador

Você já prometeu isso uma vez. Me olhou nos olhos e prometeu. Parece que estava ocupado com coisas mais importantes. Espero que alguém te conte o que fizeram com o meu filho. Espero que nunca mais consiga dormir.

Inserida por pensador

Você não faz ideia do que é ser como nós. Viver sem poder expressar quem somos de verdade por medo de pessoas como você nos vigiando.

Inserida por pensador

Quero saber tudo dele. Cada segredinho furtivo, cada desgraça íntima. Quero saber de corrupção. Quero evidência de qualquer deslize. Qualquer erro. Qualquer limite que tenha cruzado. Eu quero saber a maior vergonha dele.

Inserida por pensador

(…) E quando ele disse pra eu fazer um pedido, não pensei em outra coisa…
Olhei para o céu em busca da estrela mais brilhante e mentalizei: Quero você!

Cai chuva do céu cinzento Que não tem razão de ser. Até o meu pensamento Tem chuva nele a escorrer. Tenho uma grande tristeza Acrescentada à que sinto. Quero dizer-ma mas pesa O quanto comigo minto. Porque verdadeiramente Não sei se estou triste ou não. E a chuva cai levemente (Porque Verlaine consente) Dentro do meu coração.

"Quando estás por perto, é como se fizesses brilhar um sol em céu de tempestade! Como se transformasses um pesadelo no mais lindo sonho! És como uma doce mágica pra mim."

Azul e verde e cinza -
Olhando bem, o céu
É de todas as cores!

Se não houvesse mais estrelas no céu, se não houvesse pessoas nas ruas, se não houvesse beleza nos campos e nem houvesse onde eu recostar minha cabeça, ainda assim eu te amaria - e isto já seria motivo mais do que suficiente para viver!

mor, eu me lembro ainda
Que era linda, muito linda
Um céu azul de organdi
A camisola do dia
Tão transparente e macia
Que eu dei de presente a ti
Tinha rendas de Sevilha
A pequena maravilha
Que o teu corpinho abrigava
E eu, eu era o dono de tudo
Do divino conteúdo
Que a camisola ocultava
A camisola que um dia
Guardou a minha alegria
Desbotou, perdeu a cor
Abandonada no leito
Que nunca mais foi desfeito
Pelas vigílias de amor

Não é só o céu.
Também chovo vez ou outra.

O dia descobre a terra: a noite descortina o céu.

Os gêmeos brincam no céu
quando a grande luz é vista
anunciando que é hora
daquele que senta ao trono de invertida cruz
silenciar
e fechar os olhos

Inserida por AugustoBranco

Nada me o abismo deu ou o céu mostrou.
Só o vento volta onde estou toda e só,
E tudo dorme no confuso mundo.

Inserida por haflor

Novamente a águia queima querendo chegar às estrelas
Ícaros despencam do céu em cinzas
Um sacrifício em favor da Luz
A odisseia conhece mais um triste capítulo
Frida precisa ser louvada

Inserida por AugustoBranco

A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso

Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...

Travesseiro dos meus braços
Só não faz se quiser
Um travesseiro dos meus braços
Só não faz se não quiser...

Sustenta palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher
Sustenta a palavra de homem...
Que eu mantenho a de mulher

A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso

Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...

Inserida por 1Camila

Deus, o que nos prometeis em troca de morrer? Pois o céu e o inferno nós já os conhecemos - cada um de nós em segredo quase de sonho já viveu um pouco do próprio apocalipse. E a própria morte.
Fora das vezes em que quase morri para sempre, quantas vezes num silêncio humano – que é o mais grave de todos do reino animal –, quantas vezes num silêncio humano minha alma agonizando esperava por uma morte que não vinha. E como escárnio, por ser o contrário do martírio em que minha alma sangrava, era quando o corpo mais florescia. Como se meu corpo precisasse dar ao mundo uma prova contrária de minha morte interna para esta ser mais secreta ainda. Morri de muitas mortes e mantê-las-ei em segredo até que a morte do corpo venha, e alguém, adivinhando, diga: esta, esta viveu.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Morte de uma baleia.

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Inserida por gabi196