Cai na Real Voce me Perdeu
A saudade é a prova verídica de que valorizávamos de verdade o que se perdeu ou o que não se encontra mais entre nos ...
Era Exibicionista
O mundo não perdeu o seu valor,
Ao revés está cada vez mais valioso,
Transeuntes vão e vem,
Mostram suas caras e roupas,
Looks da nova estação,
Vestem muitas vezes futilidade,
Da cabeça até os pés,
Esquecem de exibir o principal:
" S I M P L I C I D A D E com traços de F E L I C I D A D E.";
Aplausos à uma nova era?
Paradigmas sempre hão de convidá-lo,
A novas aderências,
É difícil mas não impossível na maioria das vezes aceita-los,
A personalidade é indispensável em tais casos,
E dirá muito sobre decisões futuras,
As vezes é difícil escolher para a ocasião uma roupa,
As vezes é difícil escolher em qual estação utilizá-las,
Algumas vezes o que está na moda não combina com o jeito natural de ser;
Expectadores aguardam o passar do "tempo"
viver é um grandioso espetáculo a céu aberto sobreposto Diante dos nossos olhos,
De que adianta apressar as coisas,
Aceite tudo como lhes vier,
Tudo tem o tempo certo;
A felicidade é um direito universal,
Devemos respeitar o modo em que cada um a demonstra,
Alguns são felizes por possuírem riquezas,
Por dirigirem um belo carro,
Por ter em mãos tudo que há de mais moderno,
Tecnológico e versátil na face da terra,
Enquanto outros são felizes com o básico que possuem,
As vezes ter nada é sinônimo de ter tudo mesmo,
Tantos pagariam pelo incalculável preço de não ter nem a boa e velha preocupação.
Cada um exibe o que quiser,
Da forma que bem entender,
Uns verão bens matérias como necessários,
Outros adicionais substituíveis, entretanto, ambos concluirão,
Que de nada adianta a supervalorização,
O bem mais valioso da vida é viver,
Da vida não se leva, TUDO se deixa,
Nem sempre se é o que aparenta ser,
Nem sempre se tem o que se diz ter,
A vida te surpreende, espere e verás,
Se o dia for novo, aprenda um pouco mais.
Mas a vida me ensinou... Sou um caminhante que perdeu o medo de se perder. Não posso parar. O que vier, virá...
Por causa do bem que há em mim
o mal de mim se perdeu
Por causa do mal que não há em mim
o meu bem prevaleceu
Entre o bem e o mal ruínas
escombros do que florescia
Só mesmo quem já sofreu
Na vida se perdeu
Procurando o seu motivo
Pra viver tentando se acertar
Poderá compreender
O que eu quero dizer
Não, não adianta ter
Do mundo o saber
Se na hora "H" a gente quer correr
Mesmo sem direção nesses momentos
Quem comanda é o coração
O que se procura se ao achar perdeu-se o encanto e as curvas tão certas tornaram se em prantos de vazios inestimáveis em caixas tão grandes fechadas com a ilusão.
A liberdade que te podaram
partiu e perdeu-se em lugar distante,
muito além dos oceanos,
talvez,
alguma ilha deserta dê acolhida
e abrace, na esperança
de que vá te encontrar.
do meu poema - Além do oceano (diário de mizhel)
Despidida de nos
Hoje estamos partindo de nos
Nao sabemos a onde o amor se perdeu
tudo o que fizemos e sonhamos
tanto amor e carinho deixamos pelo caminho
Hoje estamos nos despedindo
com incertezas ,duvidas e saudade
Nos olhamos, mas os olhos marejados
pela tristeza nao conseguiram se encontrar
Nao tivemos tempo para um abraco
como o primeiro encontro
Nao tivemos tempo para um sorriso
com tanto que o tempo nos deu
O mesmo tempo que agora
diz que o nosso tempo acabou
Tempo por que nao parou naquele exato
momento, do carinho, paixao e alegria
Por que nao parou naquele instante
Do beijo roubado ,do carinho ousado
do amor bem feito.Por que tempo?
Tinha que ser desse jeito?Tinha que parar
logo agora na hora da dor e na falta que faz um grande amor.
Por que ?
Onde o sentido se perdeu?
Sem ser, tu foste
De todos os amores, o maior
Ó anjo primaveril
Das flores do teu olhar, que tinha na pele seu aroma
Foste a coisinha mais linda
Sem ser...
Choveste em mim
A chuva mais bela, e eu me deixava resfriar
E não me resfriava
Pois nunca nada fora frio...
E num sol de matar
Foste a brisa pra acalmar
E de todos os amores, o maior
E que haja muitas outras estações, estações inventadas e risonhas
E que nunca ninguém tire teu posto...
O homem descalço, é como aquele que perdeu uma família na fecundidade da infidelidade por prática de um parceiro, onde o amor desmourou-se e mais nada é, como antes, apenas fica o amor noutro princípio na mente e corpo de mutualidade contínua, como uma nova Flôr a nascer, uma nova vida, bem querida de dizer sentida, amada e requerida para novos prazeres, ser feliz.
Um homem...Uma mulher...e um destino que se distanciou, que se perdeu no tempo...
Ele a força masculina, imponente, cheia de poderes, cheia de mistérios... Ela conhecendo o caminho, se iniciando em um desconhecido mundo , mas segura pois está sempre protegida!
Vidas se unem, Novas vidas surgem, Plena Felicidade!!! Mistério, Amor, Espiritualidade se misturam em um único objetivo, união, força , poder, amizade, cumplicidade, amor e sexualidade, era tudo perfeição!!!
A luz que tanto brilhou nesse cavalheiro foi a mesma que o levou, e junto levou também sonhos realizados e sonhos apenas sonhados, ficou um cordão e esse não tem como ser arrebentado, pois dos dois lados ainda tem
mãos firmes segurando e que não tem a intenção de soltá-los.
E tendo ainda essa ligação, continuam sintonizados, pois mesmo que o destino não foi a favor, ainda permanece o"Amor",e esse Ahhh!!!!! esse não tem como negá-lo!!! ♥
(Após um gostoso papeio com alguém muito "especial")
- Lenimara- Sousa (Leni) 04/03/2014 00:40
Não existe essa questão de se furar porque está deprimido, está sozinho, perdeu a namorada, tem 7 bilhões de pessoas no mundo e você aí, feito um babaca fingindo está sozinho para ganhar ''Credibilidade''... Dessas pessoas não falo mais nada só observo!
“Foi numa dessas estradas que a gente se perdeu, não foi?
Esbarramos no acaso e sumimos junto de nossas pegadas nas ruas. Depois de tanto tempo escasso, você ainda pesa sob minhas pálpebras antes de dormir. E não há tempo líquido, tempo de chuva, tempo em ampulhetas desenfreadas, não há como sepultar os teus traços nos becos e vitrines. Foi estranho. Eu não tinha motivo algum para me arrepender do que não fomos, muito menos de querer voltar para uma estante e posar por lá como quem espera pela sorte, mas era triste pensar no fato do chão não sumir diante dos meus pés a cada vez que sentisse o teu perfume. Às vezes me pego pensando em tudo o que já te disse e em quanta prosa banal gastei apenas para evitar o tom debochado dos teus olhos. Quebro a cabeça imaginando se as frases que lhe dediquei já escaparam por outras bocas. Talvez, por ventura, eles conseguiram ter o que nunca tivemos: Um final feliz.
Você nunca foi fã da minha literatura barata e cheia de repetições. Eu nem ligo.
Acho que você nasceu num dia assim: ensolarado e sem nuvens brincando no céu, não que isso me entristecesse, mas é que cantarolei saudade o dia inteiro hoje. Era em dias assim que eu costumava adorar o inverno, era nesse mês que descobria uma romancista por trás da minha aparência. E até gostava. Era o momento da consciência menos pesada por lembrar de ti sem parecer tão sentimental, apenas por ser uma estação tão tua. Sentia as rajadas de vento que se encaixavam nas estalactites da tua alma. Tinha a desculpa de pensar “estou tremendo de frio e não de saudade”, e isso até me confortava.
Eu te ouvi dormindo lá do outro lado da cidade, até ouvia os teus cílios exaustos acompanhando os teus olhos de insônia. É que você carrega os sete pecados capitais nos olhos, e talvez até seja um deles. Deixa eu ser a tua nicotina, menino. Vicia em mim num trago manso. Me despe, desce. Desce mais uma dose e deixa eu apreciar você.
Percebi que você não era só inverno, virou também equinócio de primavera e chuva de verão que nunca acaba. Eu podia ouvir as tuas queixas, o teu silêncio e a agitação dos teus vasos sanguíneos. Eu inventaria um ritmo para cada extensão deles, assim como eu própria te inventei. Eu ainda podia ouvir as sirenes dos teus instintos atraindo os meus.
Quando Renato Russo falou sobre a tempestade dos olhos castanhos, certamente não conhecia o mar de ressaca dos teus. Talvez eu tenha te visto além do espelho embaçado do banheiro, além das veias azuladas do teu pulso, até das fitas de DNA.
É que eu não tenho anticorpos suficientes que tirem você de mim, entende?
Tu és feito de arestas escorregadias, menino, junto de um bocado de lacunas ainda não preenchidas. Os caminhos das linhas das tuas mãos também atraem as minhas, mas esse caminho da perdição que corre despercebido pelo teu abdômen ainda é o meu mapa favorito.”
Deixa eu fazer parte da tua história, menino, deixa eu amar você.
Ele perguntou se eu sentia saudade de casa.
Senti saudade do passado.
Foi estranho.
Aquele que da estrada somente percebeu o pó, perdeu, seguramente, todos os passos dados.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
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