Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Que seja infinito enquanto dure a essência do ser
Viver em cada vão do momento e assim engrander cada detalhe de permanecer o haver.
A cada passo que passo
Eu menos me acho
No vão, no imenso prazer
Em cada esquina eu me perco
E me encontro em beco sem saída a procura do que fazer
Empuxo e gravidade
Há dias, em que eu apenas existo.
Dias em que escuto com impaciência cada som transmitido a minha volta, e espero angustiada a normalização do silêncio, que é quando a hora de dormir é anunciada e as luzes apagadas.
Dias em que questiono minha própria existência e mergulho profundamente em um oceano de emoções negativas.
O mais assustador neste oceano é de início não saber precisamente como sair dele.
O desespero de tentar me emergir, só faz com que eu me afunde ainda mais.
Existe uma força que, na água, atua contra a gravidade chamada empuxo. Me obrigo a lembrar desta força em momentos assim. Caso o peso seja maior que o empuxo, o corpo afunda; caso o empuxo seja maior, o corpo sobe para a superfície.
Mantenho meu corpo manso para que não se afunde no meio desse oceano imaginal. Com a mente leve e destemida, sou capaz de percorrer este oceano sem que ele me exaure. Flutuo até que ele me conduza a beira-mar e enfim, eu me encontre estabilizada.
Sinto um enorme alívio.
Estou bem. Sim, estou bem.
Ocasionalmente terei de atravessar um desses oceanos de novo. Mas, sei que se eu me lembrar dessas duas forças contrárias e nunca me permitir pesar mais que o empuxo das minhas emoções negativas, conseguirei atravessa-los e chegar no lado da praia onde faz sol e não é difícil respirar.
Uma autoavaliação poderosa: olhar para dentro de si próprio no final de cada dia e perguntar o que de bom fez nas últimas vinte e quatro horas.
A altura intelectual de cada homem se constrói através dos esforços que o mesmo se propõe ah submeter-se, é assim que crescemos ou diminuímos, que nos tornamos fortes ou fracos, feitores do bem ou do mal, tudo sob a tutela do empenho que deixamos como marcas de nosso caminho..
O crescimento humano reside na capacidade de iniciar cada dia, partindo quase do zero, com entusiasmo e sempre com um propósito no pensamento.
Cada momento,
Transmite seu sentimento
Mas não é só transmitir
Temos que aproveitar
Pois não sabemos quando isso vai acabar.
O Corredor
As tardes caíam cada vez mais longas, sem expectativa e numa falta de prosa desconcertante.
Já ia longe a guerra do silêncio entre o casal em sua primeira disputa. Era difícil aplacar a angústia do que ia acontecer, disfarçar a ansiedade da volta e representar que tudo vai bem ou ia bem.
A janela foi objeto do desejo de disputa.
Abre a janela, Ana, está um calor danado desse jeito não consigo dormir, o quarto está abafado isto só dá pesadelo. Ela retrucou:
Pesadelo são os morcegos que entram no quarto e ficam assombrando o meu sono. Passo a noite vigiando a janela, de sentinela, enquanto você se refresca e dorme. No outro dia fico exausta.
— Assim não dá, Ana você acende velas no oratório, fecha a janela e o quarto fica mais abafado do que igreja em dia de Semana Santa. Isto já virou tormenta na hora de dormir, perde até o gosto de se deitar. Suar na escuridão é triste.
— Gosto da janela cerrada, dá mais segurança...
Vou abrir, Ana. amanhã é dia de serviço, a esta hora ainda não peguei no sono... deixe a luz da lua molhar o seu corpo, soprar o cheiro da flor do pequizeiro a perfumar o quarto.
Empertigada, Ana levantou-se:
— Então fique aí com a lua, os morcegos e as formigas dos pequizeiros. Vou para o outro quarto.
— Você é quem decide, Ana.
No corredor, quando as tábuas estrilaram, já bateu arrependimento.
Ana mastigou o conselho da avó: “Nunca saia de sua cama a volta é mais difícil''.
E foi assim. Tião ficou no quarto do oratório, de cortinado, as melhores cobertas, com a luz da lua, de janela aberta. Ana penava no final do corredor em colchão de capim, suando de calor e medo, disputando espaço com as muriçocas. Toda noite planejava e ameaçava: vou lá no outro quarto; “Amanhã tiro o cortinado...” Mas clareava o dia e pensava: “Quem vai subir e pregar este peso nas alturas?"!
Não se conversou mais sobre o assunto. Os pequizeiros floresceram, cheiraram, derramaram seus frutos, caíram suas folhas e não conversou mais.
O inverno chegou, a janela cerrou e Ana emperrou no quarto do corredor. Tião apostava até quando?! Aqui neste sertão sozinhos era só esperar...
Agora quem deixava Ana de sentinela eram seus pensamentos, haja tijolo quente debaixo da cama para aquecer a solidão, além da trabalheira, dos dedos queimados, dos pés gelados a indecisão deixava o corredor da volta mais comprido.
Tião matutava: tinha que tomar atitude, Ana ia botar fogo na casa. Coitada! Moça da cidade não tinha costume da roça. Levantou-se, encheu-se de coragem, pegou a vela para atravessar o corredor. A cálida luz iluminou todo esplendor de Ana que de vela na mão também voltava ardendo de saudade.
Entreolharam-se e gungunaram:
— Oiiiii.
Cruzaram o corredor cada um em sentido contrário. Ana adentrou no quarto do oratório com cortinado e Tião no quarto do corredor com o colchão de capim. Sentou-se na cama desolado, contrariado, acanhado e deitou-se.
Palpitando de ansiedade Ana mal conseguiu sentar-se na cama: no instante sentiu o cheiro das roupas de Tião que exalavam da cama ainda quente o que disparou suas lembranças e encurtou o caminho da volta. Com as mãos e os pés frios da noite, com o coração ardendo de coragem, a chama da paixão iluminou o corredor e caminhou para junto de Tião.
No espaço exíguo da cama deitou-se com o coração apertado acomodando seu corpo ao de Tião. Ele entrelaçou sua cintura em sinal de reconhecimento. Ana com os pés gelados encostou seus pés ao dele para roubar seu calor. Ele a aqueceu e perguntou:
— Não estamos brigados, Ana?
Rindo afirmou:
— “Pés não brigam”.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
Não se compare, busque ser melhor que você a cada nova versão. Se for comparar, que seja com o melhor e não o pior. Pessoas com mentalidade de crescimento buscam nivelamento por alto e tem como referência exemplos bem sucedidos. Nivelamento por baixo te puxa para baixo, para o comodismo e frustração. Mire o céu e salte para o alto é lá que encontrarás o êxito e os resultados almejados!
Insta: @elidajeronimo
CADA CICLO É UMA PERMISSÃO DIVINA
Em cada detalhe do que acontece dentro e fora, tudo, absolutamente tudo, é por permissão do Grande Arquiteto do Universo.
Não caí uma folha de uma árvore sem permissão.
Afinal, somos todos poeira cósmica diante do universo, dentro de uma infinita grandeza no espaço, a única coisa que importa, é deixar Deus colocar tudo no devido lugar dele, entregando a ele nossa vida.
Acalme o coração, nada está fora do lugar.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Cada noite é uma página na sua história que foi escrita.
A página de amanhã está em branco, escreve-a da melhor forma possível, inclua paz, amor e felicidade nela.
O Brasil atual mergulhado na corrupção e com os corruptos cada vez mais se tornando líderes religiosos está se tornando um celeiro de falsos profetas, pois, muitos acreditam que a religião é um meio tão fácil quanto a política para extorquir o povo carente e desatento.
o q nus separa ? uma pandemia ... más o nosso amor so se fortalesse a cada dia .é como o sol q aqueçe o mar . Com aquele desejo ardente de entrelaçar os nossos corpos .sentir o fogo q aqueçe nossa alma . E sentir a docê ardêcia da paixão .nus beijarmos como se aquele fosse nosso ultimo beijo .sentir nossos corpos como uma lava de um volcão q derrete o seu coração no momento nos momentos de delitio de um ardente e docê Amor .
No meu espaço pessoal eu vejo uma imensa biblioteca. Em cada livro eu partilho meus sentimentos em forma de poesia - sentimentos que vivi ao longo da vida. Aonde era pra ser um teto há o céu, ele tem várias cores e cada cor tem um som, representando assim uma sensação. Há vermelho indicando paixão, violência e intensidade; uma pincelada de cinza indicando algo que parece ser o pouco de estabilidade que me resta, e também preto. Minha luta, meu luto, minha desistência; um grande e desesperador sentimento de insuficiência.
Minha biblioteca nunca está arrumada por conta dos constantes tremores em mim. Do céu saem raios desesperados, querendo destruir meus livros que são e que um dia não mais vão ser algo para mim. O ambiente todo se colide e desmorona; no céu só há preto e não há mais cinza; pequenos detalhes em vermelho me dão remorso - eu quero destruir tudo e sinto que essa estranha intensidade não me faz bem.
Um aperto no coração e aí o chão se quebrou. Inúmeros pedaços rasgados de papel amorteceram minha queda e eu estou no Nada. O silêncio é ensurdecedor e não há nada legível escrito nestas folhas estragadas. Não tem cheiro de sangue, de felicidade e eu sinto toda a minha resiliência se esvair.
Tenho lido alguns romances ultimamente e cada vez mais percebo que nunca chegarei lá.
Vejo isso ao ler as entrelinhas dessa tragédia romântica e me dói por saber que apenas que a reciprocidade não existe.
Assim como nos livros certos momentos ficaram marcados...
Mas feridas são só feridas, uma marca a mais não doi tanto.
Pelo menos não deveria...
“A cor da pele não o torna melhor e nem pior que ninguém, mas saber respeitar cada uma delas o torna diferente de muitos.”
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